História Experiente - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amanda Seyfried, Amor, David Gandy, Homem Mais Velho, Sedução, Sexo
Exibições 28
Palavras 2.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


►Voltei!!
► Bem vinda pessoinhas novas! Fiquem a vontade e se acheguem pra curtir a shot-fic.
► Espero que a proposta esteja agradando vocês.
► Nos vemos lá em baixo! Boa Leitura. ^^

Capítulo 4 - Capitulo IV


Fanfic / Fanfiction Experiente - Capítulo 4 - Capitulo IV

Hugo

Eu não conseguia parar de pensar em Sabine e nos momentos que tínhamos compartilhado no carro e na boutique. Eu poderia tê-la fodido ali mesmo, mostrado a ela o que eu queria fazer com ela, e não daria à mínima se a vendedora me visse. Eu tinha estado tão duro que eu tinha pensado em ir ao banheiro para me aliviar, para tentar domar um pouco dessa necessidade se movendo através de mim. Mas eu sabia que nada poderia se comparar com Sabine. Eu sabia que nada poderia domar a minha excitação a menos que fosse ela.

Eu esperei quatro fodidos e miseráveis anos para estar com ela, escondendo meus sentimentos, não tendo certeza se dizer a ela o que eu queria e esperar que ela sentisse o mesmo, daria certo. Ela era uma adulta, sabia o que queria na vida, e o modo que ela reagiu a mim hoje me disse que também me deseja. Meu motorista parou em frente à casa e todos nos saímos. Observei quando ela saiu do carro, suas longas pernas esticando. Os saltos que eu tinha insistido em comprar porque combinava com o vestido e gritava "foda-me" pareciam incríveis nela. Meu pau empurra contra as minhas calças, mas eu tentei manter a baia, o desejo que ardia dentro de mim. 

— Obrigada pelo jantar. Foi perfeito.- disse Annabelle e colocou os braços em torno de Léo. 

— O prazer foi meu.

Eu deveria ter dito mais, como foi adorável sair com eles, mas o meu foco estava em Sabine e o jeito que ela não fazia contato visual comigo. Ela tinha feito isso durante toda a noite, e uma parte de mim se sentia como um predador querendo agarrar sua presa, e Sabine era minha deliciosa presa. Eu poderia dizer que ela poderia estar em conflito sobre o que estava acontecendo entre nós, eu sabia que a sua excitação era tão forte quanto a que eu sentia por ela.

Olhei para o colar com pingente de penas que ela usava. Ele tinha significado muito mais do que apenas um presente de formatura todos esses anos atrás. Era um sinal dos meus sentimentos por ela, reluziam facilmente em sua mão, mas eram complexos, mesmo que ao lado de fora não pareciam como tal. E a pulseira que ela usava em seu pulso delicado. Eu era possessivo com Sabine, sem dúvida, mas eu também era controlado, cuidadoso e sabia como me manter calmo. Mas porra, nem sequer queria pensar sobre ela estando com outro homem. Ela era minha, e iria mostrar-lhe como poderíamos dar certo juntos.

Sabine

Depois que chegamos em casa, eu esperava passar mais tempo com Hugo. Meus pais tinham ido para a cama um pouco mais de uma hora atrás, e aqui estava eu, ainda no vestido que Hugo tinha comprado para mim, não querendo tirá-lo por algum motivo. Eu não sabia o que isso significava, ou se até mesmo eu iria conversar com ele antes dele ir embora, merda...ate o próprio pensamento dele sair e não voltar por um tempo – independentemente de quanto tempo poderia ser – tinha esta sensação de mal estar me consumindo. Eu não queria mais ninguém. Eu sabia disso antes, agora depois de ter visto o seu desejo por mim em seus olhos, eu tinha certeza.

O próprio pensamento de não ser capaz de lhe dizer a verdade, de não ser honesta sobre meus sentimentos, me deixava com o coração apertado de dor. Eu pensei sobre isso por alguns minutos e cheguei à conclusão de que eu não poderia apenas esperar que algo como isso acontecesse novamente. Hugo era meu. Pensar em estar com qualquer outra pessoa simplesmente não fazia nada para mim. Eu queria só ele, e ele precisava saber disso.

Hugo

Eu nunca fui o tipo de homem de sentar e esperar que as coisas caíssem no meu colo. Eu não cheguei onde eu estava na vida, com a minha empresa, por não tomar medidas. Eu tinha esperado o suficiente para estar com Sabine, e eu não iria esperar mais. Mas quando eu abri a porta da frente da casa, eu a vi de pé lá. Ela ainda usava o vestido que eu tinha comprado para ela, e uma pontada de posse bateu em mim. Eu a queria vestindo as coisas que eu comprasse.

Eu queria ser o único a tirar o que ela usava. Luxúria bateu em mim, ao mesmo tempo, que o amor. Porra, eu amava Sabine, mais do que eu podia compreender totalmente mais do que ela jamais saberia plenamente. Por ela, eu faria tudo para me certificar de que ela estivesse protegida. Eu faria qualquer coisa para fazê-la feliz. 

— Hugo. - Ela sussurrou meu nome, e tudo em mim apertou. —Eu só te direi isso, porque estou cansada de esconder.

Eu enrolei meus dedos ao redor do batente da porta, tentando parar a vontade de puxá-la para dentro da casa e fazê-la minha. Eu queria beijá-la até que ela estivesse sem fôlego, até que ela estivesse segurando em mim e me implorando para eu fazê-la minha mulher em qualquer maneira que eu entendesse. Mas não me mexi, porque ela claramente tinha algo a dizer. Esta seria uma pausa que mudaria a situação. Ela iria me dizer que o que quer que estivesse acontecendo entre nós não podia continuar ou ela finalmente iria entregar-se a mim. Ela olhou para suas mãos, que ela começou a torcer os dedos.

Ela estava nervosa, e eu odiava que eu tinha feito ela se sentir desta forma, mesmo sendo não intencionalmente. Estendi a mão e coloquei uma mão sobre a dela e levantei sua cabeça para cima com o dedo indicador sob seu queixo. Ela olhou para mim, os olhos tão grandes, sua expressão vulnerável. 

— Tudo bem, pequena você pode me dizer qualquer coisa.- eu disse suavemente, querendo puxá-la em meu peito tão mal, para acariciar minha mão sobre seu cabelo, e para deixar Sabine saber que ela nunca teria que sentir nada além de conforto e segurança ao meu redor. 

— Eu te amo, Hugo.- Seus olhos ficaram ainda maiores quando ela disse aquelas palavras e, se possível, meu corpo se apertou ainda mais de necessidade.

Eu soltei suas mãos e queixo, olhando para ela com provavelmente um pouco de choque no meu rosto. No entanto, o que eu sentia – e que poderia ter fortemente batido em meu corpo – era possessividade. 

Ela é minha.

— Eu te amo tanto, Hugo. Há anos. Desejei-te hoje quando estávamos a sós, e eu estou cansada de tentar fingir que isso pode ir embora que as minhas emoções por você irão diminuir ao longo do tempo.- Ela olhou para mim por um longo segundo. — O problema que o que sinto só fica mais forte com o passar do tempo.Eu não tinha nenhum autocontrole quando se tratava de Sabine. Agora, o jeito que ela olhava para mim, as coisas que ela disse. Eu não estava prestes a tentar me impedir de tê-la, de mostrar a ela que eu a amava também. Eu não poderia ter me parado, mesmo que eu quisesse. Eu coloquei minha mão na parte de trás da cabeça dela, segurando-a no lugar, e me inclinei para frente. Por um segundo, tudo o que fizemos foi olhar nos olhos uns dos outros e respirar o mesmo ar. — Beije-me, Hugo.- ela sussurrou, me implorando com aquela voz suavemente doce dela. Eu gemi, meu corpo tremendo.

 — Lyubov Moya. - Eu sussurrei o carinho, sabendo que ela iria entender o termo russo. Abri os olhos e vi que ela me entendeu claramente. Ela olhou para mim com os olhos arregalados. — Meu amor.- eu disse com um gemido áspero.— Eu também te amo, Sabine. Deus.- eu gemi e fechei os olhos por um instante. — Deus, eu te amo tanto, porra, que dói, às vezes.- Eu me inclinei para beijá-la como se fosse a última vez que eu o faria.

Mas não era. Porra, não era. 

Nós estávamos apenas começando. Ela gemeu para mim, e eu a beijei mais duro. Apertei o meu domínio sobre seu cabelo, inclinei sua cabeça para trás, e mudei minha boca pelo seu pescoço. Com a minha língua e lábios, eu percorri um caminho para baixo do arco delgado de sua garganta, lambendo, sugando, e fazendo-a saber que eu amava cada parte dela. Eu chupei sua clavícula, amando o jeito que ela arqueou as costas, seus seios pressionando firmemente no meu peito.

— É isso aí, Krasivaya. - Eu chupava sua carne até que eu sabia que estaria vermelha, até que eu sabia que havia deixado minha marca sobre ela.— Eu queria você, também, durante anos, Sabine. Eu queria você tanto, só você consumia meus pensamentos, só por você que eu vivi.

— Hugo.- A maneira como ela sussurrou meu nome fez meu pau doer. 

— Diga-me o que você quer e farei.

— Eu preciso de você. Só você.- Eu a puxei para dentro da casa, fechei a porta, e segurei o lado de seu rosto. 

Corri minha língua ao longo de seu lábio inferior, provando o sabor doce de sua boca. Deus, ela era perfeita. Enrolei minha mão em torno de seu pescoço ainda mais, cavando os dedos em seu cabelo e a puxei impossivelmente mais perto. Não havia qualquer parte sua que eu não queria tocar.

Ela se afastou e a puxei de volta, dando-lhe espaço. 

— Estamos realmente fazendo isso?- Ela perguntou. Sua voz era suave, seus lábios vermelhos e inchados. 

— Eu quero fazer muito mais - eu disse em voz baixa, olhando para a sua boca, ainda segurando-a. 

O silêncio se estendeu entre nós durante vários segundos, e então ela levantou-se na ponta dos pés, passou os braços em volta do meu pescoço e me beijou como se ela precisasse de mim para sobreviver. Eu gemi, amando que ela abriu a boca para mim. Eu mergulhei minha língua no sabor doce de sua boca. 

— Estou tão molhada. - O som de suas palavras sussurradas fez meu pau empurrar ainda mais duro. Eu queria estar enterrado dentro dela, sentindo a sua buceta ordenhando meu pau. Eu queria bombear minha semente profundamente em seu corpo, fazendo-a minha. — Isso é louco? - Ela perguntou, e eu puxei para trás e olhei para ela.

Eu queria dizer a ela que não importava se fosse, porque isto parecia certo, bom. Eu acariciei o meu dedo ao longo de sua bochecha ao invés disso. 

— Talvez seja louco, mas eu não posso parar agora que eu comecei.

Eu tinha deixado às portas abertas dos meus sentimentos, e eu não estava prestes a fechá-las.

 — Você não pode parar?- Ela baixou o olhar para a minha boca, e eu olhei para seu pulso debaixo da orelha que estava batendo rapidamente. 

— Não. -Eu olhei para seu rosto. —Eu não quero parar.

Ela respirou mais rápido. 

— Bom, porque eu não quero que você pare, Hugo.- Eu gemi com suas palavras.

 Eu não tinha controle sobre minhas ações mais, não agora, e não com Sabine tão sensível para mim. 

— Krasavitsa. - eu mudei meu polegar para sua boca e lentamente em torno de seus lábios rosados. Olhei em seus olhos. 

— Eu sempre quis você - ela sussurrou. Inclinei-me para que nossas bocas estivessem a apenas polegadas de distância. 

— Serei sempre seu, Sabine.

Ela arqueou seu peito, pressionando os seios contra mim. Eu rangia os dentes em conjunto com o quão bom que isso sentia. Girei-nos e levei-a para trás, usando o meu corpo muito maior como alavanca para levá-la a fazer o que eu queria. 

— Você me quer? - Perguntei em voz baixa e profunda. 

— Sim- Foi tudo que ela disse. 

Corri minha língua ao longo de seus lábios, e ela abriu para mim. 

— Você quer que eu adore cada parte sua? Que te faça gozar intensamente para mim? -Ela estremeceu no meu abraço e fechou os olhos. Quando ela acenou com a cabeça, senti o calor de seu corpo passar por mim.—E eu farei, doce Sabine. - Eu me afastei e esperei até que ela abrisse os olhos e olhasse para mim. — Eu iria adorar cada parte sua com minhas mãos, boca e língua. Farei-te vir, mesmo sem estar dentro de você.- Ela gemeu. 

Sabine era minha ruína sempre foi. 

— Eu não quero esperar mais, Hugo. -Eu me alegrava com a suavidade de sua pele e senti que o mundo estava desabando em torno de mim. Durante anos eu tinha enterrado os meus desejos, mas não mais. Esta noite, eu iria mostrar a Sabine o que ela significava para mim. Eu iria lhe mostrar com o meu corpo o quanto eu.gostava dela o quanto eu a amava. Eu moveria céus e terra para agradar esta linda mulher. Ela olhou nos meus olhos, e eu senti meu coração bater um pouco mais rápido na vulnerabilidade que vi. Deus, será que Sabine sabia o poder que ela tinha sobre mim? —Toque-me, Hugo - ela sussurrou. 

Ela pressionou os seios mais firmemente contra o meu peito. 

— Será apenas você e eu, meu amor, minha Sabine.- E então, antes que algo mais pudesse ser dito, eu a beijei, ao mesmo tempo em que eu a levantei em meus braços e a levei para o quarto.


Notas Finais


►Lyubov Moya = Meu amor
►Krasavitsa = Linda

Nossa que maldade autora!! E eu sei, e pra deixar vocês com vontade. HAHAHAHA
Na próxima parte tem o que minha gente?!
Espero que tenham gostado, até o próximo.
Deixem seu comentário para essa humilde autora. Eu amo comentário.❤


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