História Explosivo - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~FireWitch

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Aizawa Shouta, Asui Tsuyu, Bakugo Katsuki, Lida Tenya, Midoriya Izuku, Mineta Minoru, Todoroki Shouto, Uraraka Ochako, Yagi "All Might" Toshinori
Tags Bakugo Katsuki, Romance, Todobaku, Todoroki Shouto, Yaoi
Visualizações 224
Palavras 1.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Coé rapaziada!Escrevi essa fanfic,enquanto escutava repetidas vezes as openings de My Hero Academia.
Eu amo vcs♡
Obg a todos que favoritaram a fanfic e,também a aqueles que comentaram.
Trouxe mais um cap,aqui pra vcs<3
Críticas contrutivas são sempre bem vindas aqui.
Tarei trazendo os caps,na quinta-feira e no sábado.
Então até a semana que vem!
*Correção e escolha de imagem em andamento*

Capítulo 2 - Ferimentos


Fanfic / Fanfiction Explosivo - Capítulo 2 - Ferimentos

Bakugou acordou num movimento brusco, possivelmente bravo. O bicolor não saia da sua cabeça, o atordoava até em seus sonhos. 

— Sai da minha cabeça, demônio! – gritou, já mau-humorado, sacudindo sua cabeça em tentativa falha de esquecê-lo. Isso só serviu para bagunçar os próprios cabelos. 

— Quer acordar os vizinhos? Fala baixo, caralho! – falou sua mãe com um tom elevado, assustando-o ao abrir a porta num movimento rápido, causando assim até mesmo um estrondo alto. — O café da manhã está na mesa, não quero um filho desnutrido e fraco. Dependente do meus cuidados, quanto mais rápido sair daqui, melhor. – Agora tinha um sorriso debochado na face que antes continha uma expressão de raiva na ômega.

Então lá se foi o garoto a vasculhar as gavetas, esperançoso em achar o uniforme, agora descobrindo o fato de tê-lo perdido.

— Porra! Onde essa merda foi parar?! – soltou um sussurro irritado.

Desceu então até a sala para procurar nos lugares restantes.

— Filho? O que está procurando? Sua mãe já serviu o café.– disse o pai, preocupado com a expressão misturada de ódio e desespero cobrindo a face do garoto.

— Ah, que raiva! Eu perdi o meu uniforme. Tem ideia de onde posso encontrá-lo?! – falou colocando as mãos no cabelo e puxando-o.

— Haha, então ela não contou. Eu o lavei e coloquei no varal. Já está seco! E agora também com um cheiro de flores. Não é ótimo? – riu sem jeito ao ver o filho com o rosto mais irritadiço que antes.

— Eu vou matar aquela mulher, te juro. – disse enquanto andava em direção ao varal. Virou-se rapidamente e o olhou diretamente. — E não coloque mais cheiro de flores em minhas roupas, parece os perfumes que minha mãe usa! – Voltou a olhar o caminho onde estaria o varal, começando a andar em seguida.

OoO

O ômega agora se mergulhava no mares dos sonhos ao ver o que sua mãe o que sua mãe havia preparado. Com certeza era apetitoso; já estava com água na boca.

— Hmmmm! Está maravilhoso! Sorte a minha de ter uma mulher que faz a melhor comida que eu poderia comer. – Falou inflando o peito e depois caindo na gargalhada junto de sua esposa enquanto o menino só os observava mastigando sua panqueca.

— Seria ótimo você aprender a cozinhar igual a sua mãe, assim talvez você saiba se cuidar um pouco sozinho. – Falou chamando toda a atenção do garoto para si, que recebeu um resmungo. Então o olhou indignado.

— Eu já tentei ensinar a ele, mas por algum motivo que eu ainda não entendo, ele não quer aprender. – disse a mulher franzido o cenho enquanto se pronunciava.

— Por que você não quer aprender? – foi a vez do pai se pronunciar com a sombrancelha um pouco arqueada.

— Obviamente eu terei uma mulher que vai cozinhar para mim! Então por que eu faria esse esforço, miserável? Mesmo que eu tenha um bom desempenho, ele não terá utilidade.

— Pff. Pensei que queria morar sozinho. Agora vejo que eu estava errada. Mas como pode ter tanta certeza se isso é apenas uma possibilidade? – falou a mulher debochado, mas foi o suficiente para o loiro ouvir. — Ainda mais que é baixa.

Assim os dois adultos caíram na gargalhada, soltando altos e vários risos, deixando o menor vermelho de raiva, que tentou se segurar falhamente para não sair dali. Se levantou bruscamente assustando os adultos que haviam parado de rir e começaram a lhe olhar incrédulo.

— Chh. – falou chamando a atenção para si, desnecessariamente pois já estavam olhando. — Eu já vou indo, tchau.– falou em um tom alto.— Idiotas! – soltou um muxoxo estressado.

— Tchau! – falaram em uníssono.

OoO

Entrou na sala de aula recebendo vários olhares sobre si. O único motivo seria por estar atrasado; pensou ele, descartando todas as outras possíveis possibilidades.

— Vocês não tem vida?! Parem de olhar para mim e vão fazer suas atividades, seu fofoqueiros! Sem vida! – disse num tom bravo, apertando suas próprias palmas, deixando-as num tom avermelhado.

Percebendo o olhar intimidador que o outro demonstrava, resolveram parar de o encarar.

— Espero que tenha bons motivos pelo atraso. – falou o professor num tom sério.

— Claro. –falou sacudindo as mãos para cima e para baixo. — Uns delinquentes vieram acertar as contas comigo e eu bati neles. Agora eu tô aqui e isso é o que importa, certo? – falou sorrindo receoso sobre a resposta do mais velho. 

— Eu não tolero atrasos. Será apenas desta vez. Teremos uma atividade prática hoje. Agradeça ao Midoriya por avisar o que acontecia lá fora. Agora, façam fila em frente a escola, um por um. 

O ômega chegou perto de Midoriya e apertou-lhe a mão. Seu orgulho lhe diria que estava indo além do limite, porém as limitaria a apenas isso.

— Kacchan? Você se machucou? Tem um arranhão no seu braço. – falou o esverdeado o chamando por aquele apelido que ele julgava ser ridículo e irritante. Então tocou no machucado, vendo a careta de dor que havia se formado na face do loiro. — Você devia ir a enfermaria!

— Não diga o que eu devo fazer, nerd maldito. – falou se xingando mentalmente por aparentar não estar bem apenas por conta do pequeno machucado.

— Midoriya-Kun, o que está acontecendo? – chegou então o bicolor com a expressão calma de sempre.

— Todoroki-Kun, o Kacchan se machucou! Ele se recusa a ir a enfermaria! Me ajuda a fazê-lo mudar de ideia, por favor! – falou o menor com medo de acontecer algo com o ômega.

— Tentem não cuidar da minha vida, beleza? Isso é só um machucado pequeno, daqui a pouco some. – falou se retirando, porém fora impedido pelo aperto em seu pulso.

— Pode acabar infeccionando. É melhor você ir. – falou o bicolor com o cenho franzido. — Eu posso ir com você, se quiser. 

— T-Tá, mas eu vou ir sozinho! – tinha se formado um grande rubro nas bochechas do ômega.

— Certo, eu vou com você, não precisa insistir. – falou puxando o outro até a infermaria que não ficava muito longe dali.

— Eu falei sozinho! Que par--- – fora interrompido pelo alfa.

— Assim eu poderia ficar mais tempo sozinho com você. – falou o maior fazendo o rubro dessa vez mais avermelhado tomar conta novamente da face do menor, podendo ser confundido facilmente por um pimentão.

Chegaram no lugar proposto, que se encontrava vazio, tendo só a presença dos dois.

O loiro entreolhou o bicolor, revirando os olhos em seguida. Voltando ao seu curso original, foi abrir umas gavetas em busca de algodão, mas fora interrompido pelo maior novamente que o abraçou por trás, o surpreendendo. O mesmo se arrepiou quando sentiu uma respiração gélida em sua nuca, assim o fazendo o arfar.

— Você cheira a flores.– inspirou o cheiro novamente o apreciando. Definitivamente poderia ficar o abraçando o dia todo.

— Estúpido! Me solta! – falou se remexendo em vão.

— Você não gosta? – chupou o pescoço, lambendo-o e depois o deixando num tom vermelho forte, fazendo o outro soltar um gemido sofrêgo. Possivelmente ficaria roxo depois. 

— Me respeita! É claro que n...ahn...– soltou outro gemido ao sentir outro chupão em seu pescoço. — Todoroki-Kun, pare.

O outro parou de chupar seu pescoço e o olhou surpreso.

— Todoroki-Kun? Por que você me chamou assim? – falou com a sobrancelha arqueada vendo um sorriso de satisfeito no outro.

— Era pra te chamar a atenção. Como eu vou sair daqui com essas marcas? – falou irritado, tentando miseravelmente se soltar dos braços que lhe prendiam.

— Por que teria que esconder? – falou calmo percebendo o olhar incrédulo do outro sobre si, piscando várias e várias vezes.

— O que eles irão pensar?! – esbravejou, recebendo um sorriso cínico do outro.

— Com essas marcas aí, todos vão ver que você já tem dono, então por que tirá-las? – disse suspendendo as mãos no ar, soltando finalmente o loiro que virou-se para si o olhando indignado.

— TÁ ME VENDO COM CARA DE CACHORRO, PORRA? – gritou vendo o outro lhe olhar indiferente. Quem era da sala de Bakugou tinha um certo costume os gritos vindo dele diariamente. – VOCÊ ACHA QUE EU TENHO CARA DE QUEM TEM DONO?

— Calma. – falou o abraçando novamente recebendo um olhar de reprovação. —Na verdade, se fosse mesmo um animal de estimação, seria um gatinho. É independente, briguento, muito briguento mesmo, lindo e absurdamente fofo. – Katsuki arfou estressado.

— Preciso pegar um algodão. Quer por favor me soltar? – esbravejou, inutilmente puxando-o para se soltar. — Como irei tratar do meu machucado com você grudado em mim?! 

— Sente-se naquela cadeira. – disse apontando para um banco perto de si. — Deixe-me cuidar de seus ferimentos. – o outro apenas acenou em concordância e sentou-se onde havia sido dito, ainda um pouco corado pelas ações cometidas pelo maior.

Todoroki vasculhou cuidadosamente cada lugar para não quebrar nada, até finalmente encontrar o algodão e os produtos que como foram ditos, seriam usados.

— Estique seu braço. – passou o algodão molhado no álcool onde se encontrava os arranhões, recebendo alguns resmungos de dor e caretas bem expressivas.

— O-o-obrigado, Todoroki-k... Todoroki. – se corrigiu ao ver que o outro lhe dirigia um olhar de canto. Virou-se cobrindo o rosto com a mão sem ferimentos.

— Pode. – pronunciou-se o bicolor.

— Pode o que? – disse tentando se acalmar.

— Me chamar de Shouto ou Todoroki-Kun. – disse surpreendendo o menor. — Mas em troca, diga que é meu, o.k.? 

— O QUE? – esbravejou, vendo o outro sorrir. Agora todos poderiam dizer que ele atingiu o rosto da cor vermelha por estar tão rubro.

— Então posso te beijar? – sorriu ao ver o menor balançar a cabeça numa resposta positiva.

O loiro virou-se vendo os lábios do bicolor tão próximos ao seus, tocando-os lentamente, iniciando um beijo calmo e quente. O ômega o correspondeu, traçando os braços em volta de sua nuca e o trazendo para mais perto de si. Só perceberam o tanto de tempo usado quando a falta de ar havia, infelizmente, se feito presente. Soltando devagar as bocas, o alfa mordiscou-lhe o lábio inferior, assim terminando o tão desejado beijo.

 


Notas Finais


Deve ter vários erros!
Não deu tempo pra revisar:-\
Desculpe,mais tarde irar tudo corregido


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...