História Êxtase - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~sexybadgirl

Postado
Categorias Dylan Sprayberry, Emily Rudd, Jamie Dornan, Justin Bieber, Paul Wesley, Tyler Hoechlin
Personagens Personagens Originais
Visualizações 11
Palavras 1.290
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Cap feito por mim Juliette, mas a participação da badgirl foi importante, então... Cap creditado por nós duas!

Capítulo 1 - I


Paul

Inacreditável.
 

Essa era a palavra que definia meus pensamentos. Eu estava olhando meu apartamento em Primit City quando encontrei uma pequena falha no papel de parede do depósito. Aos pouco, fui retirando o mesmo, tendo como resultado, uma porta bem velha, surrada e branca. Ao tentá-la abrir, percebi que a mesma estava trancada. Procurei pela sua moldura uma chave que pudesse abrir aquele pedaço de madeira.
 

Bingo!
 

Ali estava uma chave com coloração de ferrugem. Destranquei a fechadura e empurrei a porta. A mesma fez um rangido bem alto. Acabei dando de cara com uma escada que levava para um porão sujo e empoeirado. Peguei um pano e cobri minha boca e nariz, desci vagarosamente pelos degraus, ouvindo a madeira fazer um ruído a cada passo que eu dava. Achei um interruptor e acendi o mesmo, porém, a luz que a lâmpada emitia era muito fraca, então, com a lanterna de meu celular, iluminei o local e olhei para todos os cantos do quartinho.

Mobílias e mais mobílias antigas. Devia ser dos antigos donos do apartamento luxuoso. No cantinho, bem isolado, havia uma única peça que se destacava dentre todas as outras. Era um longo tubo de ouro. Ele ainda brilhava e não havia vestígios de poeira no mesmo. Estranho.

Fui até o objeto e o toquei. Procurei como poderia o abrir. Havia apenas um único botão, o pressionei. O tubo foi abrindo vagarosamente, uma fumaça branca saía de dentro do mesmo, quando estava 100% concluído, me espantei ao ver o que tinha dentro.
 

Uma bela jovem, de aproximadamente 16 anos. Tinha uma pele extramente branca e um cabelo extremamente preto.
 

Ela era linda.
 

Como um tolo, aproximei nosso lábios e os selei logo depois. Ao passar alguns minutos, vi a bela moça abrir os olhos vagarosamente. Eu não sabia o que fazer. Estava em pânico. Quando a menina finalmente se acostumou com a 'luz' do lugar, tentou se mover, porém, ela não conseguia e fazia uma careta. Rolou os olhos olhando ao redor com os mesmo e me avistou.

Tentou falar algo, no entanto, nada disse. Percebi que não estava fazendo nada para ajudá-la e me aproximei. Passei um de meus braços pelos joelhos dela e outro pelas costas. A carreguei. Ela era tão leve. A menina reprimiu os lábio e fechou fortemente os olhos. A levei até o andar de cima e a coloquei delicadamente sobre minha cama. O caminho todo, a garota observou o local.

— Quem é você? E o que fez com a minha casa? — Perguntou com certa dificuldade, sua voz estava rouca e fraca. A olhei de cenho franzido, totalmente confuso. Como assim casa dela?

— Eu sou Paul, e essa aqui é a minha casa... O que você estava fazendo lá embaixo?

— Não... essa é a minha casa e de meus pais. — Olhou para o quarto. — Este é o meu aposento. Por que está desta cor? O que é aquele treco? — Apontou para uma mesinha onde tinha meu Corpenoot.

— Esse é a minha casa, moça. — Falei tentando soar educadamente. — Você fugiu de algum hospital psiquiátrico? Quer ligar para seus pais? Qual seu nome?

— Aqui é o Condomínio Unicórnio, não?

— Sim.

— Cobertura?

— Sim.

— Então essa casa é minha. — Me encarou nos olhos.

— Qual seu nome? — Perguntei.

— Emily... Emily Rudd.

— Rudd? — Me desesperei. — Como assim Rudd? — Sussurrei para mim mesmo. — Tenho que ligar para meu pai, um minuto. — E sai daquele quarto, a deixando sozinha no cômodo, sem lhe dar explicação alguma.

 

Emily

 

Perguntas e mais perguntas rondavam em minha cabeça. O que estava acontecendo? Onde estavam os meus pais? Quem aquele garoto era? Por que ele que me acordou? Um sono invadiu todo o meu corpo. Eu não queria baixar a guarda, tentei lutar contra os meus olhos que se fechavam involuntariamente, porém, não resisti e dormi ali mesmo.

 

 

Horas deviam ter se passado, só não fazia ideia de quantas. Acordei ouvindo uma conversa não tanto distante.

— Vocês não poderiam ter contado. Ela deveria ser colocada aqui anonimamente. Ela não pode saber! Ela vai estragar a minha vida inteira. Eu sou o dono do Imperium e não ela! — Esbravejou um homem.

— Ora, Sprayberry, a empresa está em meu nome e é legalmente dela.

— Não me importa, Jamie. Ela pode estar inventando tudo isso! Pode ser uma impostora. A empresa...

— Shhh... — O velho pronunciou de repente. Minha respiração estava ofegante e desregulada, eu não entendia o que estava acontecendo ali. — Não tenha medo, Emily, está tudo bem. — Abri os olhos vagarosamente. Olhei ao redor e dei de cara com um senhor, um jovem esbelto de cabelos castanhos claros, um homem de barba mal feita e o garoto de mais cedo, Paul. Tentei me sentar, porém, não sentia meus músculos. Fiz uma leve careta.

— Papai é o dono do Imperium. — Murmurei.

— Há quanto tempo está lá embaixo, Srta. Rudd? — Ignorou minha afirmação.

— Q-que anos estamos? — Perguntei com certa dificuldade.

— 2094, querida. — Arregalei os olhos no mesmo instante. Oh céus, passei muito tempo dormindo. Como isso fora acontecer?

— E-eu... Poderia me dar um c-copo com água de limão? — O velho deu uma risadinha, os homens a observavam de cenho franzido e o mais jovem saiu do cômodo sem nem mesmo hesitar. — Estou com dores...

— Ora, minha jovem, isso vai durar por um tempo, você passou um longo tempo sem se mexer.

— Como você sabe? Quem são vocês? Onde estão os meus pais? — As pessoas se entreolharam. O velho se sentou na ponta da cama e me encarou nos olhos.

— Eu sei que é difícil, querida... Porém, seus pais sofreram em um acidente de avião. Se você for quem você realmente diz ser, você é a única Rudd que sobrou. Todos estão... hum...

— Você pode dizer mortos. — Senti uma lágrima escorrer pelo seu olho. O homem logo tratou de enxugá-la. — O que eu vou fazer sem eles? Eu não sei viver sem eles. — Comecei a me desesperar.

— Hoechlin, Sprayberry e Wesley, vocês poderiam nos dar licença? — Perguntou delicadamente. Os três assentiram e antes de sair, Paul me entregou um copo com o líquido pedido. Murmurei um obrigada e fiquei encarando o objeto em minhas mãos. — Olha, irei falar com o meu neto, o dono desse apartamento, Paul, lembra? — Assenti. — Vou pedir para que você fique aqui por um período, certo? Quantos anos você tem?

— Ora, senhor, depende, que idade você quer? 16 ou... — Calculei rapidamente — 77? — Falei soltando um riso irônico.

— Certo. — Riu envergonhado. — Você é de menor de idade. Vamos fazer umas pesquisas sobre você, irás fazer alguns exames. Mas enquanto isso você vai para escola, vai ser uma garota 'normal'. — Fez aspas com a mão, o que me fez rir. — Quando os seus pais morreram, o Imperium, a empresa deles foi passada para a minha família. Mas você é uma Rudd e legalmente você tem todo o direito de tê-la. Poderás fazer estágio na mesma, ver como as coisas funcionam. Quando você completar 18, você poderá escolher se irá querer assumir a empresa ou não. Okay? — Assenti com a cabeça.

— Obrigada... — Dei um sorriso de canto.

— Vou chamar um médico para examiná-la. Vai demorar um pouco para conseguires andar, precisarás de um pouco de fisioterapia, eu acho, e assim que puderes se locomover, iremos fazer umas compras, lhe atualizar e fazer sua matrícula na escola. — Fiz uma bela careta. — Não pense que és uma menina de 77 anos no corpo de 16. Pense que só possui 16 anos e é normal. Tenho que ir, vou pedir que Paul cuide de você, vocês podem conversar e se tornarem amigos, isso ajudará.

— Okay, obrigada, senhor. — Ele assentiu e saiu do cômodo, que só agora percebi ser o hospital.

 

 

 

 

Mas que escolha eu tinha, presa em um mundo que não era meu, com a minha vida nas mãos de outros?

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Comentem! Isso é importante para mim!

Betado por Sexybadgirl! <3


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