História Êxtase II - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Katerina Graham
Exibições 72
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Capítulo Dez


Justin Bieber – Atlanta  

 

"Sinceramente, achei que você não viria."  

Já faziam duas horar que eu estava na festa dos calouros e Amanda ainda não tinha chego. Estava quase desistido quando a mesma cruzou o salão vestindo jeans colados, saltos altos e batom vermelho.  

Incrivelmente linda.  

"Por que senhor Bieber?"  

Sexy.  

É a única definição que tenho com ela me chamando de "senhor Bieber" .  

Sorri malicioso.  

"Pensei que talvez você tivesse outros planos, além de uma festa de calouro, algo mais... Interessante." Cheguei mais perto. 

"Eu tenho." Deu um passo em minha direção. " Pode acreditar." Beijou o canto da minha boca de forma discreta e foi em direção á pista de dança, rebolado aquela bunda redondinha que eu estava doido para dar uns tapas.  

Ela vai me levar ao delírio.  

Horas mais tarde... 

Narrador 

 

"Puta merda" gemeu rouco. "Você é tão gostosa." 

"Ah Bieber." Gemeu no ouvido do homem, sabia que iria lhe provocar, e era tudo o que ela queria.  

O membro duro como uma pedra entrava e saia da vagina molhada e apertada da garota que se encontrava em baixo dele. Ambos envolvidos pelo desejo, pelo tesão. Envolvidos em seu próprio mundo, onde apenas o prazer importava.  Sabiam que só sairiam daquele quarto depois de saciado todo o desejo que sentiam um pelo o outro, e essa desejo, estava longe de acabar.  

Porém, do outro lado da cidade as coisas não estavam assim tão prazerosas. Na verdade não estavam nada, prazerosas.  

"Como assim Blake tem uma filha?" Questionou Alfredo exasperado para sua noiva que havia acabado de lhe contar a novidade.  

"Sim amor, o nome dela é Charlote e é coisa mais linda, tem três aninhos, mas ás vezes parece uma adulta." Ana conta toda contente.  

"TRÊS ANOS?" O grito de seu noivo a assusta.  

"Sim, pelo que B. me contou roubaram a Char quando ela nasceu e a trouxeram para Justin com uma falsa carta se passando por ela." A cabeça de Alfredo girava, o mesmo não acreditava no que estava ouvindo de sua noite.  

Isso não pode estar acontecendo.  

Era tudo que passava na mente de Alfredo.  

"Alfredo, você está bem?" Questionou preocupada.  

"Não." Murmurou a sentar-se no sofá com o rosto apoiado nas mãos. 

Ana continuava a lhe fazer perguntas sobre seu mal estar, mas o mesmo não á ouvia. Alfredo só pensava em Blake em tudo que havia feito de ruim para sua prima e no quanto precisava se desculpar. E era isso que faria. 

Sem dar explicações a sua noiva ou se importar com  preocupação que estava a lhe causar, apenas saiu porta fora, parando apenas para pegar as chaves do carro. Sabia que sua prima havia se mudado apenas por causa de Ana que sempre lhe dava informações sobre Blake e que agora eram de grande ajuda para ele.  

Não demorou muito para estar em frente a porta de sua prima, nem ao menos se importou com o horário quando apertou a campainha assustando a morena que a pouco havia deitado com sua filha. 

Blake levantou-se apressada e assustada da cama, correu até a porta antes de quem quer que fosse a pessoa que lhe incomodava apertasse novamente a campainha e acordasse Charlote que dormia já havia algum tempo de forma serena.  

Ao olhar pelo olho mágico surpreendeu-se ao ver de que se tratava. 

"O que faz aqui essa hora?" Perguntou preocupada. 

"Posso entrar?" Ignorando a pergunta anterior não respondida, Blake deu espaço para que seu primo entrasse em seu apartamento.  

"Como você subiu a essa hora sem ser comunicado?"  

"O porteiro estava dormindo lá na portaria." Respondeu de forma simples.  

"O que faz aqui?" Pergunta novamente.  

"Eu sinto muito Blake, me desculpa mesmo por todo o mal que eu lhe causei, por toda a dor que eu fiz você sentir. Você é uma pessoa maravilhosa, não merecia nem um terço do que eu fiz contra você. E eu vou entender caso você nunca mais queira me ver, mas eu realmente precisava vir aqui te pedir perdão. Por tudo." Despejou tudo de uma vez. Ele na verdade queria lhe dizer, citar todos os erros, mas sabia que não podia, não tinha como lhe cotar tudo, pois não estava sozinho naquilo, e mesmo sendo uma pessoa ruim, havia se arrependido, e estava disposto a arrumar seus erros. E esse foi apenas o primeiro passo.  

Blake absorvia tudo que lhe foi dito. Tentava entender o que havia dado em seu primo para decidir do nada vir lhe pedir desculpas, mas algo em seu peito dizia para que ela apenas aceitasse tudo e o abrasa-se. E foi o que ela fez.  Deu uma abraço apertado em Alfredo, sem se importar com a falta de esclarecimento ou a chegada repentina do mesmo, apenas fez o que seu coração mandava.  

"Eu te amo." Alfredo confessou baixinho. "Por favor me perdoe." Se afastou para olhar nos olhos de Blake que já enchiam de água. "Me prometa que mesmo quando descobrir toda a verdade, vai continuar a me amar e vai lembrar deste dia, deste momento." Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. "Prometa!" Insistiu.  

"Eu prometo." Murmurou entre lágrimas, sua voz estava fraca, mas a promessa era verdadeira. "Eu perdoo você Alfredo," As palavras de Blake eram fortes e verdadeiras. Ela nunca havia lhe guardado rancor, tudo o que ela queria era que ele fizesse exatamente o que estava fazendo, se desculpasse. "Eu amo você Alfredo."  

Era tudo que ele precisava ouvir.  

Alfredo assentiu devagar com a cabeça e deu um beijo demorado na testa de sua prima.  

E em seguida, saiu pela porta sem se despedir, mas disposto a fazer o certo.  

Nenhum deles sabia. Mas aquele seria um dos últimos momentos em que passaram juntos.   

 

"Oi, sou eu." Suspirou, "Precisamos conversar." 

 

 

Remorsos se acumulam como velhos amigos 

Estão aqui para reviver seus momentos mais sombrios 

Não consigo ver uma saída, não consigo ver uma saída 

Todos os mortos-vivos saem para brincar 

E todas as suas questões, tal ruído de sofrimento 

Essa noite eu vou enterrar esses pesos na terra 

Eu gosto de manter minhas questões só para mim 

Mas está sempre mais escuro antes da madrugada 

Livre-se, livre-se, livre-se, livre-se, ooh whoa 

 

Shake it Out – Florence and the Machine 

 

 


Notas Finais


Isso não é uma miragem suasuahush
Na verdade era pra esse cap ter saido ontem, porem o spirit tava de palhaçada com a minha cara e no tava liberando; Mas... aqui estou eu. Sei que é muita cara de pau minha pedir despulpa, mas sério, me desculpem mesmo pela demora. Na realidade eu não tinha reparado que havia ficado tanto tempo sem att a estória, mas prometo que isso não vai mais se repetir!
O que dizer desse cap de hoje né? Simplesmente amo ele, principalmente pq ele leva êxtase á um novo momento onde teremos muitas descobertas sobre o "desaparecimento" da Char.
Espero que tenham gostado!!
Até o proximo, proeto não demorar tanto.
Novamente, me desculpem!!


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