História Extinction Of Love - Capítulo 22


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Categorias Chandler Riggs, Chloë Grace Moretz, Darren Criss, Justin Bieber, Lucy Hale, One Direction, The Walking Dead, Zayn Malik, Zendaya
Personagens Alfredo Flores, Andrea, Chandler Riggs, Daryl Dixon, Harry Styles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Liam Payne, Louis Tomlinson, Merle Dixon, Michonne, Niall Horan, Pattie Mallette, Personagens Originais, Rick Grimes, Zayn Malik
Visualizações 43
Palavras 1.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi mores.
Cap novo. (obvio né)
kkj, espero que não tenha ngm bravoo cmg
leiam e não me matem
desculpem
vou tentar postar semana que vem ok
boa leitura.

Capítulo 22 - Dead?


Fanfic / Fanfiction Extinction Of Love - Capítulo 22 - Dead?

Zayn Malik

Acordei com a claridade, esfreguei meus olhos e me sentei, ela estava linda dormindo, parecia um anjo e daria uma ótima foto se eu tivesse meu celular agora...

Acariciei seu rosto e beijei o mesmo, ela se mexeu e eu sorri.

– Psiu! Princesa acorda.

Ela murmurou algo que eu não escutei.

– Temos que ir atrás do lugar.

– Achei que ia me fazer voltar. – ela

falou com aquela voz linda de sono.

– Pensei bem a respeito, seria ótimo ter você ao meu lado, mesmo que seja perigoso.

– Perigoso?

– Vou me distrair muito fácil. – ri pelo nariz e ela sorriu sem mostrar os dentes.

– Ok. – ela se sentou e foi para o banco da frente. – Vamos.

– Minha blusa linda.

– Ah! – ela fez biquinho e depois tirou a blusa mostrando seus seios. – Estou vendo seus olhos tá.

Ri depois que ela jogou a blusa em mim e eu a coloquei, quando abri os olhos e ela já estava com a sua camiseta.

Sai do carro com ela já de pé ao meu lado, segurei sua mão e a levei para estrada novamente, entramos no carro e eu comecei a dirigir.

– Eu vou ficar com fome daqui apouco sabe.

Ela disse e eu olhei para um mapa que havia encontrado.

– Acho que na próxima cidade tem um mercado, lá pode ter algo comestível, digo, que não tenha vencido. – falei olhando para ela.

Ela sorriu para mim, eu realmente gostava dela, a amava, pode estar cedo para esse sentimento, mas porra, eu estava ao menos apaixonado.

– Sabe o que eu sempre quis saber? – neguei com a cabeça. – O relacionamento com a Perrie, era verdadeiro?

– Em partes, no começo eu não queria, era só para a carreira dela, depois comecei a gostar dela e foi algo um pouco intenso, mas acabou.

– Se ela estivesse viva e vocês se reencontrassem...

A interrompi.

– Estou com você. – coloquei minha mão em sua perna.

– Eu te amo Zayn.

Ouvi aquilo e um sorriso enorme invadiu meu rosto, era bom ouvir aquilo porque mesmo com os meninos e a tia Pattie eu tinha alguém, que me ama de outra forma e que vai ir comigo para onde eu for...

Depois de algumas horas – acredito eu – chegamos naquela cidade do mapa. Estacionei o carro e desci com a faca na mão, eu não gosto de disparar as arma, só quando tem necessidade disso.

– Olhe! – ela apontou para o mercado praticamente em nossa frente.

Andamos até lá quando eu escutei um barulho de água, respirei fundo e senti o cheiro da natureza. Entramos no mercado sem fazer barulho.

– Cuidado. – sussurrei.

Ela assentiu.

Ouvi um barulho vindo do fundo do mercado. Acenei com a cabeça a na direção do barulho e liguei a lanterna. Era um infectado, tinha vários outros infectados do lado da porta do mesmo. O matei e olhei pela janela da porta.

– Caramba! Eu odeio esse cheiro.

– Deve ser a carne podre.

– Procura ai as coisas, estarei do lado de fora, qualquer coisa grita. – falei saindo do mercado. – Deve ter um rio aqui.

Fiquei andando de um lado para o outro, acho que por ser uma parte afastada de Atlanta, aqui não tem muitos zumbis, só quem era da cidade.

– Vamos.

Ela apareceu com umas três sacolas cheias.

– O que tem ai?

– Não só as comidas que venceram, como coisas úteis.

– Vai indo para o carro que eu vou procurar o rio.

– Rio?

– É olha o barulho de água.

– Vamos juntos de carro!

Andamos até o carro e ela foi dirigindo, não estava muito longe dali, obviamente.

– Banho de rio. – sorri saindo correndo já retirando as roupas.

– Você nem sabe se a água está limpa.

– Pelo barulho e a água se movendo, sim, é limpo.

Corri até lá e me agachei.

– Que maravilha! Sorri é comecei a nadar ali mesmo.

– Você não vem? – perguntei para ela que se sentou na grama.

– Não, pesca um peixe então, já que é limpo.

– Peixe eu acho que não agora... Sai da água pegando minha faca e andando calmamente sobre a grama. Atirei a faca em direção do esquilo e foi certeiro. Corri até lá pegando e retirando seus órgãos e sua pele. O lavei no rio e ajudei ela a fazer a fogueira. – Quando estiver pronto me avisa.

– Volte aqui querido, eu não terminei ainda de pedir coisas a você. – ela sorriu para mim me puxando pelo pescoço.

Sorri para ela e a beijei intensamente, lembrando-se da noite passada, fazia tempo que eu não transava e agora que eu tenho alguém, todo minuto vai ser bom.

– Eu te amo Emma. – sussurrei em seu ouvido, e desci beijando seu pescoço, retirei sua blusa e apertei seus seios ouvindo ela grunhi.

– Me faça gozar. – ela ordenou e eu rapidamente coloquei minha mão por dentro da sua calça e a masturbando.

Ela arranhou minhas costas e eu desci sua calça, logo agachei e abocanhei seu clitóris, continuei masturbando ela, olhei para cima e a enxerguei jogando o pescoço para trás, uma das melhores visões que já tive, ela era linda demais.

Senti seus dedos entrelaçarem meus fios negros e ela me puxou para beija-la, abaixou e começou a mamar, revirei os olhos, aquilo era muito bom, puta que pariu. Eu coloquei minha mão em seu cabelo e ela logo bateu na mesma, sorri para ela que me olhava de lá de baixo, ela ia e vinha devagar, apertava mais a boca, o que me fazia “morrer”. Então parou fazendo sinal que eu ficasse de joelhos, vi a mesma ficando de quatro na minha frente e quase gritei de prazer, aquela bunda, minha nossa, era muito linda.

Coloquei meu pênis rapidamente dentro dela, que estava novamente muito apertada, escutei seus gemidos abafados com a própria mão, segurei sua bunda com força, encravando minhas unhas e ouvi o grito abafado, estoquei forte nela, uma, duas, três vezes e voltei ficando devagar, segurei seu cabelo e voltei ao ritmo rápido, gemia junto com ela, mordi meu lábio tão forte que senti o sangue escorrer pelo meu pescoço, ela por sua vez saiu do meu pau gemendo.

Sorri para ela que deitou debruço e tentou me puxar, eu entendi o recado e ela sussurrou: – Goza.

Obedeci novamente minha deusa e coloquei devagar meu pau nela, ficava no vai e vem, aumentava e diminuía a velocidade, ela gemia e eu olhava suas costas, suas mãos na grama, seu rosto de lado, sua boca abrindo e fechando, revirei os olhos quase chegando ao meu ápice, caralho como eu queria gozar dentro, porra. Estoquei mais cinco vezes forte e gemi até o ultimo depois que tirei meu pau dela, vendo o liquido em sua bunda escorrer, bati ele algumas vezes na bunda dela e beijei suas costas, subindo para sua nuca e seu ouvido.

– Gostosa. – sussurrei.

Vi ela sorrir e respirar fundo...

Fiquei um tempo deitado com ela na grama e depois que ela levantou eu levantei também.

– Você vem?

– Agora não amor. – ela sorriu indo até a fogueira.

Dei um selinho nela e entrei novamente no rio sozinho. Uma péssima ideia já que eu escorreguei na pedra e bati a cabeça, me afoguei um pouco e tentei chamar ela, mas foi em falho, à correnteza estava me levando e eu não podia morrer agora.

"Puta que pariu".

Foi à única coisa que consegui pensar quando meu corpo estava sendo arrastado pela correnteza. Nadava para a superfície e olhava Emma de costas na fogueira, quando ela olhou para trás foi tarde demais, eu estava caindo.

Um flash back dela passou em minha cabeça, desde o primeiro dia, até agora, não foi muito tempo, mas foi o suficiente para conseguir analisar seu rosto inteiro e lembrar-se dele acredito que para todo o sempre, cai na água novamente e desmaiei.


Notas Finais


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comentem
até oo prox


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