História FAC - Fantastic Analogy Continues - Capítulo 39


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Drama, Família, Gemêas, Hetero, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, Taehyung
Visualizações 88
Palavras 1.728
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olar estrelinhas <3 Como vocês estão??
Temo dizer que logo estaremos na reta final aaaaaaaa

Espero que gostem desse capítulo, não há muito o que falar, apenas afirmo que o próximo capítulo será de pegar fogo
Enfim, desejo uma boa leitura à todos, obrigada aos 179 favoritos, aos 217 comentários e a todos que acompanham fac, saibam que eu amo vocês com todo o meu coração <33

Capítulo 39 - Capítulo 38 - Ultimato


Fanfic / Fanfiction FAC - Fantastic Analogy Continues - Capítulo 39 - Capítulo 38 - Ultimato

Capítulo 38: Ultimato

POV FLEUR

[ Seoul – Um mês depois – 28 de Março; 2014 ]

 

Eu já estava em Seoul há aproximadamente um mês, e confesso que as coisas não estão muito “legais” para meu lado. A um tempo atrás, recebi uma mensagem de Luna. Ela pediu se estava tudo bem e se eu gostaria de voltar para Seongsan-gu e oficializar todos os documentos – que já estavam prontos, só precisavam de uma assinatura –. Talvez fosse egoísmo de minha parte, mas eu não quis recomeçar como Fleur antes de finalmente resolver todos os problemas que coloquei o nome de Luna no meio. E isso incluía Son Yang-Mi e Kim Jung-Ah.

 

Vou estar mentindo se falar que não estou com saudades de minha mãe, de Dominic – que na maioria das vezes vinha me visitar, mas, infelizmente, agora sua carga horária como professor não o permitia uma rotina tão “liberal” –, e por última, mas não menos importante, Min Kyung-Soon, minha “vovó”. Algumas vezes – quando a empresa permitia – eu ligava para todos, mas mesmo com todas essas mudanças na minha vida, algo que não muda é a conta de telefone, então era no máximo dos máximos dois minutos de conversa.

Lalice e Julie finalmente haviam ganhado no reality, e como “tudo que é bom dura pouco”, Suhyun e Haezy não haviam passado, e agora tomavam rumo à SS Entertainment. Em partes eu ficava feliz, por July e Alice, mas, meu coração doía igualmente por HaeIn e Suhyun.

Faz algumas semanas que fui visitar as duas Lee – HaeIn e Suhyun – e, definitivamente, elas estavam tristes pela situação, mas prometeram tentar mais vezes, e que agora tudo daria certo, a partir do contrato que elas haviam assinado com a SS. Alguns dias depois eu fui ver Alice e Julie, e só de quebra, fui ver as outras sete garotas que as acompanhavam a partir de agora. Elas eram divertidas, e tudo parecia extremamente interessante ao lado delas. Isso me despertou um desejo.

Eu quero um dia estar assim... em grupo, em família.

 

Hoje – finalmente – eu visitaria Luna ao final do dia, ou ela me visitaria, depende de quem estaria mais acabada, porque sim, Luna Inoue treina – apesar choramingar bastante. Eu estava com saudades, e dúvidas, muitas dúvidas. Mas como ainda me restava todo o dia pela frente, resolvi terminar de me arrumar para enfim ir à escola.

Dei uma última olhada em meu uniforme – que já estava no corpo – vendo se algo estava errado, alisei a saia, amarrei os cadarços de meus tênis e criei o máximo de coragem e vergonha na cara que eu podia e conseguia. Eu estava cada vez mais sendo Fleur diante de Yang-Mi, e isso resultou em outras mil discussões e ameaças. Como eu iria para Seongsan-gu ou Luna viria aqui em Seoul, resolvi que seria uma ótima ideia acabar com tudo hoje, contar toda a verdade e quem sabe me perder em algum outro canto da Coréia do Sul.

 

Cheguei na escola, caminhando calmamente junto com Eunha. Logo mais à frente, encontrei meus amigos – exceto Chenle, ou o chinês chegava muito cedo e dormia na classe antes das aulas começarem, ou ele chegava um segundo atrasado –. Jungkook estava um pouquinho mais distante, talvez por não termos conversado muito nesses últimos dias, mas mesmo assim, não deixei de abraça-lo e fazer gracinhas para animá-lo, afinal, deve ser complicado estar em período de provas em plena promoção de uma nova música.

Fui para minha sala de aula e ao deparar-me com a mesma vazia, procurei por alguma alma viva no local. Graças ao líder de turma, agora eu estava ciente de que teríamos uma palestra no auditório, juntamente com a turma do primeiro ano. Algo me dizia que aquela não seria uma manhã comum, muito menos uma boa tarde.

 

 

Assistimos a palestra – a qual era organizada pela direção, em relação as nossas turmas – por boa parte da manhã. Era como um “conselho de classe coletivo”. Logo seria o horário do almoço, e eu não me sentia muito bem, minha cabeça parecia explodir e minha pressão estava mais baixa do que normalmente está. Portanto, me levantei, avisando Eunha com apenas um olhar, já que a mesma estava no fundo do auditório.

Fui até a enfermaria e pedi por um remédio, tomei e logo em seguida eu estava voltando para o auditório. Mas parei em frente à porta assim que ouvi o burburinho e as vozes falando em alto e bom som que eu, ou no caso, Luna Inoue, era o problema entre as salas.

Fiquei atrás da porta, ouvindo praticamente tudo, até a parte onde Yang-Mi me acusava de coisas sem lógica. Mas foi ao ouvir um simples comentário que eu quis jogar tudo pelo ar. “Ela não merece os amigos que tem”. Em poucos segundos, minha raiva se tornou tristeza, e eu quis acabar com tudo, inclusive, eu mesma.

 

Assim que ouvi o som de passos próximos da porta do auditório, me desesperei, e em meio ao medo de ser encontrada, me escondi atrás da escadaria que ficava ao lado. Para minha sorte – ou não –, era apenas um grupo de garotos, aparentemente, da minha sala. Eles estavam virados de costas, portanto, eu não conseguia identificar seus rostos.

Eu acho que a Inoue vai ser expulsa. Ela é uma péssima aluna, sem contar no histórico. – Um deles falou.

Será que os diretores ouviram o que estavam falando? Yang-Mi noona foi cruel... será que é verdade? – O mais baixo pediu, aparentemente preocupado.

Yah! MinJoon-ah! Não pense nisso. E outra, Yang-Mi noona deve estar errada em relação à Luna-ah.

Vai confiar na estrangeira? – O primeiro falou. Era um trio de garotos.

Não podemos julgar sem saber. – Deduzi que havia sido MinJoon a falar isso. Pensar em suas palavras me fez lembrar que eu deveria contar a verdade. Qual oportunidade seria melhor senão essa, onde as duas salas estão reunidas?

Sai do meu “esconderijo”, assustando o trio. As expressões confusas denunciavam as possíveis e bem prováveis dúvidas.  

– V-você ouviu tudo? – O mais baixo perguntou. Seria esse o tal MinJoon?

– Yah, MinJoon! É óbvio que ela ouviu, ela é uma bisbilhoteira! – O mais alto falou. Acredito que seja ele quem insinuou que eu seria expulsa.

– Não diga isso Jae-Ho! – O terceiro falou.

– Sim, eu ouvi, tudo. – Sorri amargamente. – Eu já ouvi tantas coisas, durante minha vida inteira, mas agora, quem vai ouvir serão vocês.

Com o sorriso minúsculo ainda impregnado em meu rosto, analisei as faces assustadas, e sem me importar, passei por eles, indo até a porta e abrindo-a em seguida. Adentrei no auditório – que por sinal, ecoava diversas vozes ao mesmo tempo – com toda minha determinação, ouvindo o silêncio preencher o lugar de acordo com meus passos rápidos sobre o corredor da lateral esquerda.

Parei em frente as duas turmas, encarando cada rosto ali presente. Yang-Mi se levantou de sua cadeira, caminhando em passos lentos até o meu lado. Olhei nos olhos de Jungkook, em seguida de Eunha e meus outros amigos. Eles sorriram, como se dissessem “faça, a hora é essa”. Definitivamente, eu tenho os melhores amigos do mundo.

– Pessoal, não precisam se calar. Podem continuar a falar de minha pessoa, como fizeram quando eu não estava aqui. Não importa, porquê, eu ouvi tudo, de qualquer maneira. Querem fazer uma objeção antes de ouvir o que eu tenho à falar? São coisas que guardei para mim por um bom tempo.

– Pode falar, ninguém irá lhe interromper. – Yang-Mi falou. – Afinal, todos estão curiosos e aguardam ansiosamente pelo momento em que você fala quem você realmente é você. – Abriu um sorriso de escarnio mais verdadeiro que sua própria existência. – Então, que o show comece.

– Son Yang-Mi, é melhor você se sentar, porque hoje – olhei em seus olhos –, eu vou tirar seu chão e fazer sua casa cair. Aproveite e se despeça de sua máscara de boa garota.

– Isso é uma ameaça? – Debochou, e eu levantei as sobrancelhas, surpresa com sua confiança.

– É um ultimato. – Ri nasalado, permitindo o sorriso minúsculo brotar em meus lábios. Yang-Mi contorceu uma careta e eu finalmente me virei para meus colegas, iniciando meu “discurso”. – Eu vou contar uma história para vocês.

– E como seria? – Um garoto perguntou ao fundo.

– Primeiro, vocês ouvirão a história, depois eu digo a verdade, e enfim, vocês podem fazer o que bem entenderem. – Olhei para o púlpito de madeira, contraindo meus dedos. – Vou começar pela parte que interessa vocês. 2010. Foi nesse ano em que uma garota veio para Coréia do Sul pela primeira vez. Passou seis meses em Namhae-eup, junto com sua irmã mais velha. Enquanto isso, seu irmão e irmã gêmea passaram os seis meses em Seoul. Durante esses seis meses, ela estudou em um colégio absolutamente normal, como esse, e sua irmã mais velha foi para um colégio interno feminino. Na escola ela conheceu uma pessoa que talvez muitos de vocês conheçam.

– Será que é a Yang-Mi? – Ouvi alguns murmúrios.

– Por longos seis meses, ouviu coisas indesejáveis, e em sua mente tudo parecia nublado. Ela queria morrer, acabar com aquilo, de uma vez por todas. E foi pensando isso que decidiu enviar uma carta para seu irmão e sua irmã gêmea, que estavam em Seoul. Deixou também uma carta para sua irmã mais velha, e por fim se despediu do mundo.

– Ela morreu? É a irmã da Luna! – Uma garota na primeira fila comentou.

– Eu ouvi na época que uma garota de matou, mas não fazia ideia! – Sua amiga sussurrou como resposta.

– Ei, Inoue, pare já. Você sofrerá as consequências depois. – Yang-Mi sussurrou próximo de meu ouvido, como um aviso. Um arrepio percorreu minha coluna, mas eu já havia feito tudo isso, não pararia agora, não mesmo.

– Há algo que vocês não sabem... – Continuei a falar. – É que-

Como num flash, a sala foi invadida por uma figura baixa. Cabelos longos e escuros, jogados de lado; a face abaixada, como se estivesse se escondendo de algo. Mas na verdade, era só mais uma de suas “surpresas”. Eu apenas esperava por seu show, para então dar meu real ultimato.  

O auditório estava em completo silêncio. As expressões surpresas e assustadas eram repetidas em todos os rostos – inclusive o meu –, exceto de uma pessoa: Son Yang-Mi. Seu sorriso convencido exibia um controle que, definitivamente, acabava comigo.

Eu havia dado meu ultimato para Son Yang-Mi, mas não sabia que agora sim seria a tão falada hora do show.


Notas Finais


Mais um capítulo sem frase(s) no meio, o que está acontecendo? aaaaaaa
Espero que tenham gostado, e já aceito as suposições de quem vai armar a real treta no próximo capítulo.
Amo vocês, até a próxima. Se cuidem meus amores estelares <33

[02/09]


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