História Fada com Garras - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Flare Corona, Frosch, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Minerva Orland, Natsu Dragneel, Orga Nanagear, Rogue Cheney, Rufus Lore, Sting Eucliffe, Wendy Marvell, Yukino Aguria
Tags Lucy, Nalu, Natsu, Rogue, Rolu
Exibições 196
Palavras 771
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capitulo Um


Lucy andava sem rumo pelas ruas de Magnolia, sua cabeça permanecia abaixada por todo o trajeto. Não importa o quanto tentasse, sempre que olhasse para qualquer canto desta cidade, lembranças de seus amigos viriam à tona. Após a saída de Natsu, Makarov dissipou a Fairy Tail. Infelizmente, a maga não conseguiu se despedir, na verdade, só soube disso dias depois, mas todos já haviam ido embora.

 

As lágrimas vinham novamente, foram incontáveis as vezes em que chorou naquele dia. Querendo ou não, seus olhos procuravam os cabelos escarlate de Erza, o cachecol de Natsu e o gelo de Gray. Nem mesmo Levy se despediu, todos seguiram seu caminho sem se importar com ela. Secou as lágrimas em sua blusa e adentrou seu apartamento, na esperança de vê-los atacar sua geladeira ou dormir em sua cama.

 

Nada. Tudo estava vazio e escuro, sem qualquer sinal de visitantes.

 

Sentou em frente à sua escrivaninha e pegou um papel em branco, passando a escrever a carta de sua mãe.

 

Faz tempo que eu não escrevo nada para você e para o papai, desculpe por isso. Aconteceram muitas coisas recentemente, a guilda foi dissolvida e eu estou sozinha de novo. Eles seguiram seus caminhos sem se importar comigo. Pensei que erámos todos amigos, mas eu estava errada, nem ao menos se despediram de mim.

 

O que eu faço? Não consigo nem ficar no meu apartamento, tudo me lembra eles. Até Happy se foi, o exceed mais fofo que eu já vi. Não tenho mais ninguém para conversar sobre livros, ninguém para me fazer companhia. Você sempre dizia que as coisas iriam melhorar, mas já se fazem três dias desde que soube disso. Está demorando mais do que pensei. Vou ter que comprar mais papel e escrever cerca de vinte cartas, uma para cada um que me abandonou.

 

Aliás, vou ficar sem escrever por algum tempo, desculpe.

 

As lágrimas caiam lentamente de suas bochechas, sem pressa para alcançar a madeira de carvalho da escrivaninha. Foi até seu guarda roupa e colocou suas roupas em uma bolsa surrada e antiga, não queria usar a mala. A mala que a acompanhava em missões. Trancou a porta do apartamento e devolveu as chaves para a dona.

 

[...]

 

O trem seguia calmamente, Lucy apenas via as montanhas e a grama verde ficar para trás. Nesse momento, se seu time estivesse aqui, o barulho estaria instalado e os outros passageiros reclamariam com eles. Mas, ao invés disso, o silêncio predominava na cabine. Ela deixou seu livro no apartamento, não tinha mais inspiração para escrever um final feliz quando sua vida estava uma bagunça. Todos os personagens eram baseados neles, mas a guilda parecia uma lembrança distante.

 

Ao sair do trem, caminhou pelas ruas de Crocus enquanto observava as pessoas sorrirem e conversarem umas com as outras. Seus pensamentos foram interrompidos quando algo se chocou contra seu corpo, jogando-a para longe. Sua visão estava embaçada e escurecia aos poucos, até que não pudesse ver mais nada.

 

- Fada-san! - Uma voz abafada e distante gritou antes que Lucy perdesse a consciência.

 

[...]

 

Abriu os olhos lentamente e esperou sua visão focar. Estava em um quarto, uma mulher de cabelos rosados misturava algumas ervas que ela não soube identificar. Ao seu lado, um pequeno exceed esverdeado dormia, mas a julgar por suas caretas, estava tendo pesadelos.

 

- Onde estou...? - Falou com um fio de voz.

 

- Fada-san? - O pequeno que dormia ao seu lado abriu os olhos e sentou, ainda um pouco sonolento.

 

- Fada-san? Esse é o meu nome? - Mostrou uma feição confusa.

 

- Frosch vai chamar Rogue-kun! - Voou quarto afora, voltando alguns segundos depois com um moreno de olhos escarlate.

 

- Lucy-san, como está se sentindo? - Ele falou com uma voz rouca.

 

- Lucy-san? Meu nome não era Fada-san? - Cruzou os braços, ficando claramente irritada.

 

- Você não lembra de nada?

 

- Não.

 

[...]

Rogue decidiu não contar para Lucy sobre a Fairy Tail, apenas contou os fatos que eram fundamentais: nome, idade e magia. Ele também conversou com Frosch e os espíritos celestiais, pedindo-lhes que não contassem nada sobre seus amigos. O moreno fazia o jantar com um Frosch cantarolando algo na sala de jantar.

 

- O cheiro está bom, Rogue-san. - A voz doce e suave de Lucy disse atrás dele.

 

- Obrigado. - Limitou-se a dizer.

 

Jantaram em silêncio, e logo os três se recolheram para seus quartos. Lucy ficaria no de hospedes, o qual era bastante aconchegante. Fechou a porta atrás de si e deitou na cama, ainda pensativa.

 

- Seu nome é Lucy Heartfilia, uma maga celestial de 17 anos.



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