História Fairy Doujinshi's - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel
Tags Gale, Gruvia, Jerza, Miraxus, Nalu, Romance
Exibições 99
Palavras 2.324
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Escolar, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me desculpem a demora de postar meus amores, só tive alguns probleminhas aqui mas está tudo resolvido e pronto para mim postar que novamente...
Boa leitura.

Capítulo 4 - "Uma Pequena Esperança"


Fanfic / Fanfiction Fairy Doujinshi's - Capítulo 4 - "Uma Pequena Esperança"

Sorrir, para que sorrir?! Se isso não tinha mais motivo de felicidade e parecia mais um filme de terror. Na verdade, um filme de terror seria bom agora, seria bom uma ficção macabra, uma diversão assustadora demais, isso sim seria bom uma hora dessas...

Em uma hora de vida ou morte... Numa hora em que Levy McGarden estava em coma, coma a dois anos. Tudo por conta de uma pancada forte da queda em um muro alto, bem alto, e isso foi de exato segundo, imediato.
Mas isso não era o pior,  o pior era que Gajeel Redfox, o cara que vivia xingando ela parecia bem culpado, na mente dele, afinal ele estava junto a ela e não pôde fazer nada quando ela caiu, não conseguiu segurá-la, só conseguiu abraçá-la depois de vê-la caída mole com olhos fechados no meio daquele chão... O que o fez chorar, como ele chorou naquele dia de dois anos passados, e deixava lagrimas cair todos os dias ao visitar a menina, ele na maioria da vezes chorava ao sonhar com a queda da garota, até se tornou um cara sozinho. Não queria ninguém o incomodando, queria apenas que a azulada acordasse daquilo... E nessa altura do campeonato não podia dizer não ao que sentira, estava apaixonado por ela, apenas queria dizer isso com a certeza de que a mesma estaria ouvindo plenamente oque dizia, só não teria o seu desejo realizado, não neste momento. E era isso o que mais queria; que Levy acordasse e ouvi-lo dizer que estava completamente apaixonado por ela.

Mas, podia ser que em seu aniversário de 20 anos ela sairia daquele maldito coma? Não, impossivel, apenas com um milagre... Pois até mesmo os médicos dali tentavam colocar na cabeça do moreno que o estado de volta dela era de 16%, então significava que os outros 84% era que Levy não voltaria e sim seguiria para um lugar melhor. Mas quem disse que o Redfox se importava?! Estava nem aí para o que falavam, oque pareciam falar era que ela tinha mais chances de acordar do que ir direto à morte, isso era oque se encaixava em sua mente, porquê mesmo ele estando sozinho na horrivel situação, ele tinha fé e esperança que aquela McGarden que ele via deitada, voltaria... Só seria ruim explicar tudo para ela, afinal, gostava de tudo explicado, e bem explicado, e Gajeel não era bom nisso, não mesmo. Ah, mas mesmo ele não sabendo dar a explicação certa para a mesma, falaria mil vezes até ela entender, pois o que importava mesmo era vê-la sair dali.

E sabendo que a menina não o ouviria,não teria a mínima reação, mesmo assim, comprou um presente para ela, até porque era seu aniversário, e um aniversário é de extrema importância. E claro, havia comprado o que a garota mais gostava: livros, ele comprou a coletânea de um dos livros mais importantes que era para ela à dois anos atrás, era de quatro livros esse ano, afinal, todo aniversário da mesma desde que ela foi parar ali, seu presente era os novos livros da coletânea. E com isso lia cada semana um livro diferente para Levy, mesmo sabendo que não ouviria, se sentava na cadeira ao lado e ficava o dia inteiro lendo para ela, e no final, lhe beijava a testa e dormia ao seu lado, com todas essas vezes as enfermeiras com dó colocavam por cima dele uma coberta, sempre percebiam que o mesmo dormia segurando a mão da azulada, que ficava parecendo uma grande concha em cima da mão da menina.

Mas hoje os médicos iriam lhe dar a notícia de que Levy McGarden não tinha mais chances de vida, ela não iria se recuperar, que ele teria de colocar isso em sua cabeça pois não tinha mais jeito, ela não ia voltar. E claro, se ele ouvisse isso socaria a cara do médico ou de quem lhe desse essa notícia, porque para ele, ela estava sim viva, e que voltaria para mostrar isso a todos que duvidavam, pois ela era forte, ela não era uma egoísta como ele, ela era espetacular, sabia de tudo que era notícia, era inteligente, poderia fazer uma lista de qualidades que a azulada tinha mas ele não. E sabe por quê? Porque para ele, ele era apenas um egoista marrento babaca. Só que ele não era isso de verdade, mas era isso que ele pensava. Como a mente daquele ser era difícil de lidar... Agora todos entendem oque Levy passava tentando acertar a mente do metaleiro, coitada. Mas mesmo com ele dessa forma, sentia sim seu coração disparar com ele, sentia suas bochechas ruborizarem ao ouvir uma malícia do grandalhão. Só não tinha coragem de dizer, e agora, poderia não ter nem mesmo uma certa vida para viver junto a ele.

E agora as 13:00 da tarde, o Redfox havia voltado com uma sacola de presentes para ela, não era tão grande nem tão pesada, afinal, só tinha três livros ali dentro, mas que tinham muitas, muitas, muitas páginas. Vinha em uma sacola bonita amarela personalizada com o nome de Levy em azul nas duas partes, e com borboletas com só apareciam ao baterem de encontro com a luz, era lindo. Logo, Gajeel se sentou na poltrona que se sentava todos os dias e olhou para a garota, sorrindo, e falando com a mesma como se ela estivesse ouvindo, chegava até à cantar para a McGarden, essa era a única parte boa dela estar em coma, ele mostrava que sabia cantar. Um pena só a garota não estar ouvindo, porque ele não cantava tão mal assim, seria até bom de ouvir, se ela estivesse ouvindo claro.

E ele ficou lá, falando, cantando, "conversando" com ela, mostrando-lhe os seus presentes. Até o médico lhe chamar para conversar, isso foi por volta da virada do dia para a noite, pôde se dizer que foi no pôr-do-sol. Logo quando chamou o moreno, recebeu sua cara de poucos amigos em troca, e quando disse a frase: "Me desculpe ser tão grosseiro de certa forma com o senhor, mas... A Senhorita Levy, não tem chances de vida, só acordaria por um milagre." Foi dito e feito, o dr. recebeu um soco em seu olho esquerdo que de imediato ficou roxo, e então Gajeel saiu furioso de sua sala e voltou de encontro à Levy, abriu a porta e fechou-a com cuidado, mas logo quando olhou para ela chorou, se ajoelhou ao lado direito da maca da garota e chorava olhando o belo e formoso rosto da mesma. Passava a mão no rosto dela e chorava, lembrando-se e se culpando por tudo, por ter sido um idiota, um cara que à xingava, um babaca sem coração. Via-se sem mundo. Isso porque viveu o colegial inteiro junto a menina, e só percebeu oque sentia ao ver a menina indo para o hospital para ficar nessa maldita maca. Então pôs-se a colocar a cabeça deitada com a testa em cima da barriga daquela baixinha, chorou durante uns 10 minutos.

Ele havia pensado em tudo, se ele nasceu mesmo para ser um babaca, se isso era apenas um castigo de Deus porque ele era um cara ruim, ou se nunca seria feliz... Por quê?! Por quê?! Por quê essas pessoas não tinham esperança em que gente que estava ali doente não sobreviveria?! Seria por quê também já perderam alguém?  Ou por quê sofreram muito na vida? Não tinha razão, era apenas uma idiotice pensar que pacientes morreriam só porque ficaram ali por tempos, se existe milagre por que não tinha um milagre para mostrar à aqueles que existe sim esperança no doente? Pois Gajeel Redfox queria um milagre para salvar Levy dali, se isso era o que precisava para a mesma continuar viva, então acreditaria que existe milagre. Pode ser que nunca foi de ter esperança nem fé, mas agora, ele tinha até vontade de estar entre a vida ea morte também para buscar a McGarden, porque ele preferia morrer do que ver ela morrer. E isso era o que estava acontecendo... Ela estava morrendo, e ele não poderia fazer nada, só depois de pensar em tudo ele pensou em uma coisa idiota. Tão idiota que poderia colocar como span e jogar fora. Pensou em uma borboleta, uma linda borboleta branca, que travou o céu e parou em uma pequena mão delicada com unhas desenhadas, era linda... Então chorou de novo, e continuou com o pensamento da pequena borboleta branca com asas brilhantes... E apenas soltou um: "Minha pequena borboleta..." e viu que a morte era inevitável naquele momento...
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-...G...Gajeel...

-L-Levy...? -Sentiu uma mão acariciar seus longos cabelos negros, arregalou-se os olhos de encontro com o belo rosto daquela menina que lhe olhava preocupada, sem pensar duas vezes abraçou a mesma com vontade, claro, sem muita força para não machucar. Começou a sorrir feito um menininho que ganhou o presente de Natal, e novamente chorou, só que de felicidade, deixando-a com mais preocupação, então segurou o rosto do moreno e o fitou. Logo ele deu um grande sorriso largo e tomou os labios da McGarden em um selinho, ficou por dois segundos assim e então a garota lhe cedeu e se beijaram, o moreno nem percebeu que Levy sorriu entre o beijo mas estava feliz, se era o primeiro dela ele não sabia, se era o primeiro dele ela não sabia, mas sabiam que era o primeiro "deles", estavam apaixonados, isso ele ouviria da boca de Levy, e ela também ouviria da boca do Gajeel. Mas agora neste instante somente o toque de suas línguas em uma dança ritmada e amorosa, era o suficiente para os dois, pois transmitiram tudo ali, Gajeel segurava a nuca da garota com a mão esquerda e a outra apoiada na maca, equanto Levy segurava o rosto do moreno com as duas... Quando o ar lhes faltou separação- se lentamente fitando um ao outro, até a outra perceber e ruborizar o rosto de forma, vamos se dizer; ela ficou muito vermelha. Enquanto via o outro rindo feliz e encostando suas testas e acabaram rindo de forma como duas crianças no parque de diversões.

-Levy... Sei que não vai entender nada agora mas... Vou lhe explicar, juro, mas agora só quero que me ouça. Até porque eu não esperei tanto para não falar nada! Eu fiz você sentir vergonha e raiva de mim, eu te fiz se sentir inferior... Mas era um modo de colocar ma minha cabeça de que você não era nada pra mim, mesmo que já no coração isso não importasse, porque aqui no meu coração, você é como se fosse um diamante de tão preciosa, e isso eu só fui perceber ao te ver cair, porque naquele maldito dia, eu sentir uma forte dor no coração de te perder... E agora eu percebi que bastasse eu ter esperança que eu te veria para me ouvir, e é isso o que eu mais queria... Que me ouvisse eu te dizer: Eu te amo Levy McGarden, e sempre vou te amar. -Isso fez o coração da pequena se desmoronar, ela estava surpresa com tais palavras, como ele havia mudado o vocabulário, como ele havia sido romântico. Isso foi a melhor coisa que poderia se ouvir, uma declaração perfeita, de um homem que era o dono do seu coração, porque aquilo a fez se derramar-se em lagrimas salgadas e quentes que escorriam de seus olhos passando em sua bochecha e pingar em seu queixo. Estava sorrindo, estava feliz com o metaleiro. Então não pôde calar sua boca.

-Gajeel... Você melhorou o vocabulário, hihi. Também melhorou o modo de como me despedaçar, pois assim você me deixa sem saber o que responder, nunca foi um cara que quisesse ser romântico. E isso nunca foi difícil de lidar, e sabe o por quê? Porquê eu sempre te amei, sempre amei ver você vindo em minha direção, amo você sorrindo, amo você inteiro, suas qualidades, amo até seus defeitos... Que você pensa ser muitos mas que aos meus olhos são apenas faíscas pequenas que todos cometemos. Amo quando você vem me irritar... E sabe como posso provar isso? Porque é só encostar em meu coração que só falta sair pela boca quando você fala perto de mim, ou quando você sussurra, isso faz ele parecer todas escolas de samba juntas no carnaval, e meus olhos ah, quando você está se esforçando para alguma coisa meus olhos viram a galáxia interia com estrelas cadentes a traçar o céu azul que de tão escuro parece preto... Preto... Preto é a cor de seus cabelos, dos seus longos cabelos que eu tanto amo, macios e rebeldes, mesmo sendo longos. Eu sinceramente amo acaricia eles quando você cai de sono no meu colo... Então Gajeel, resumindo: eu também te amo Redfox! -Não se sabe quem estava mais feliz naquele momento, quem estava mais radiante, só sabem que estavam amando a sensação de amor que sentiam um pelo outro. Iriam se beijar novamente até o médico abrir a porta dando de cara com a paciente que deveria estar indo de encontro com a morte ali, sentada na maca sorrindo para o amor de sua vida...

Passaram tempos depois daquele dia, até que claro um dia, o metaleiro resolveu perguntar qual era o tema dos livros que era comprara todos os aniversários da menina falava. Afinal, esses ele estava esprerando para que a azulada contasse à ele. E descobriu que falava de uma fada esperançosa que foi transformada em borboleta para ajudar os infermos, e essa fada passava através de sonhos como a "borboleta branca"... Deixando uma esperança no coração de cada pessoa...

Oque deixou o metaleiro abobado com tudo isso, mas logo passou, porque não tinha tempo, tinha que amar a garota que ele teve que aprender a ter fé para vê-la feliz, junto a ele... Sempre....



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