História Fairy Tail - Fora da Lei - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Happy, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Natsu Dragneel, Zeref
Tags Fairy Tail, Happy, Lucy, Nalu, Natsu, Romance
Exibições 30
Palavras 980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii gente! Bom, aqui estava eu, sem nada pra fazer, passando pelas minhas notas quando eu encontro isso: uma história com os personagens de Fairy Tail em outro universo que eu tinha escrito nas férias de julho. Daí eu comecei a ler. Na época que eu escrevi, eu achei que tava horrível então o manti aprisionado nas notas. Mas quando eu fui ler agora, três meses depois... Não tá tão mal assim! Então aí está, caros amigos e amigas, espero que gostem!
P.S. Eu estou escrevendo uma outra fanfic, e eu demoro MUITO pra postar, então com no mínimo uma semana, qual seria o prazo para os capítulos? Vocês falam nos comentários! Bjs!
~PessoaLegal

Capítulo 1 - Capítulo 1



   Meus pés já estavam começando a doer, e as lágrimas salgadas que antes escorriam sem parar pelo meu rosto começaram a cessar. 
   Continuei a correr pela floresta, empurrando as folhas grandes em meu caminho e pulando os galhos caídos no chão. Quase escorreguei na lama úmida do chão por causa da chuva. Estava cansada.
   Já podia parar? Já podia descansar?
   Parei para olhar de volta pra casa, o lugar que abandonei. Esperei por um momento, exausta, algum guarda aparecer correndo para me levar de volta. Mas ninguém veio.

               *DUAS HORAS ATRÁS*
   
   - Traga-me um copo de vinho - disse Jude, um homem de meia idade usando um terno e de cabelos loiros quase brancos por conta da velhice, mais chamado por mim de Papai - Não, espere! - ordenou ele a Virgo, uma das inúmeras empregadas de nossa família - Traga dois copos e uma garrafa.
   - Papai, posso te pedir um favor? - implorei com o olhar. Sabia que meu pai era difícil de se convencer, e sabia que as chances de ele concordar comigo sobre o assunto que queria abordar eram quase inexistentes.
   - O quê foi agora, Lucy? - perguntou ele, que já parecia aborrecido só de saber que teria que ouvir um pedido meu.
  Respirei fundo, puxando meu cabelo loiro para um coque de lado e engolindo em seco. "É agora ou nunca, Lucy. Se você vacilar agora, talvez nunca mais tenha uma chance como essa."
   - Eu gostaria de renunciar meu lugar no trono como princesa, mas antes gostaria que você libertasse os seus nove escravos particulares: Aquarius, Virgo, Taurus, Gemini, Áries, Sagittarius, Câncer, Capricorn e Scorpio.
  Papai pulou da cadeira de veludo em que estava sentado, empurrando-a contra a parede, a clara expressão de raiva e indignação em seu rosto. Sabia que meu pedido era ridículo e impossível, mas eu precisava tentar. Não suportava mais, ver todos os escravos sofrerem nas mãos de meu rígido pai, e saber que um dia eu seria a razão de seu sofrimento. Eu não podia vê-los como inferiores, e sim como amigos, família. Também sabia que não queria ser princesa nem rainha, que meu real sonho era ser escritora. Um dia teria que desabafar tudo isso para meu pai, e finalmente tomei a coragem, um dia antes de meu casamento com um príncipe de outro reino.
  - Lucy Heartfilia, isso é inaceitável!! INACEITÁVEL!!! - gritou ele, claramente perdendo o controle - Eu oficialmente te proíbo de mencionar esses.. absurdos! Nunca mais quero ouvir algo desse calibre!!
   - Mas.. - tentei acalmá-lo, em vão.
  Era isso. Não tinha motivo para ficar surpresa, já sabia que esse seria o resultado desde o começo. Mas algo dentro de mim me dizia que não podia desistir assim tão facilmente. 
   - Te proíbo, PROÍ... - parou de gritar quando segurei seu braço.
   - Pai... por favor. Me dê essa chance, é só isso que te peço. - ele olhou-me por um tempo, como se estivesse cogitando em quem acreditar, em mim ou em seu orgulho pela riqueza e pelo poder - Mamãe falava que éramos livres para seguir nossos sonhos...
   Tarde demais. Papai já estava gritando, enlouquecido. Largou-se de minhas mãos e anunciou que eu casaria-me aquela noite mesmo. Mas o pior ainda estava por vir.
   - Não deixarei você renunciar seu título, mas já que você insiste, deixarei meus escravos irem. - algo que ele dizia não parecia certo. Como ia desistir tão facilmente do que defendia desesperado segundos atrás? - Irem ao túmulo! Guardas, matem todos os meus servos particulares. AGORA!!
   Não, não, não!! Tudo estava bem pior do que antes! 
   - Pai, por favor, não! Me escut..
   - Já chega, Lucy! Ou você nega tudo que falou agora ou eu matarei todos os servos!
   E agora? Meu mimo e idiotice colocaram em risco a vida de meus amigos! Só restava mais algo a fazer, algo que estava tentando evitar, mas a única solução neste momento!
   Corri em direção ao meu quarto, para longe dos gritos de meu pai e dos problemas que havia causado. Peguei a mala que havia preparado de manhã de baixo da cama, e corri em direção aos portões. Sim, ia fugir. Sabia que meu pai não ia matar meus amigos até eu voltar e os usaria para me subordinar. Até lá, eu teria tempo. Tinha que ter. Pouco antes de alcançar um dos portões da grande mansão, consegui ouvir as portas do salão abrindo, uma multidão de guardas saindo em minha direção e a voz de meu pai.
   - Você tem seis meses, Lucy!
  "Seis meses" pensei. Por quê ele estava me dando tanto tempo? Então percebi. Ele não queria me perder. Não podia. Por motivos econômicos e sentimentais. Estava certo que eu era incapaz, mas não queria arriscar me perder. Ambos sabíamos que não restaria muito fora dos mimos do palácio. Mas agora não tinha como voltar atrás.
   Continuei correndo, saí pelos portões e corri pelo reino, evitando os olhares e cochichos por onde passava. Cheguei na floresta que cercava o reino, até conseguir despistar os guardas. E aqui estava agora. Sem saber para onde ir ou... nada. Só sabia uma coisa: tinha que encontrar e entrar na Fairy Tail, para derrotar a imperadora de Fiore e o Spriggan. Então, decidi que tinha que ir para o reino do Norte, que agora não era governado pelos guerreiros de Tártaros, depois de Deliora ter sido derrotado. E era lá, descobriria mais tarde, que começaria minha aventura.

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   Acordei aos gritos. Outro pesadelo.
   - Outro pesadelo, maninho? 
   - Irmão...
   Sentado em uma cadeira fora da cela em que eu estava aprisionado por correntes, lá estava ele, me observando com uma cara sínica.
   Comecei a gritar e a tentar me soltar, em vão. Precisava sair de lá, encontrá-la e mantê-la só para mim. A loira de meus sonhos. E a vítima que eu sempre matava, em meus pesadelos.


Notas Finais


Não se esqueçam de ler as notas do começo, ou pelo menos o final delas. Até mais!!


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