História Fairy Tail Corporation. - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~fairy_taiil

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Chelia Blendy, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Igneel, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Silver Fullbuster, Wendy Marvell, Zeref
Tags Gale, Gruvia, Jerza, Nalu
Visualizações 97
Palavras 2.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


pessoal, primeiramente queria agradecer por os favoritos e comentários!!! fico extremamente feliz!!
queria me desculpar também por estar postando em um ritmo que eu não costumava, antes era mais rápido. acontece que tô ocupada esses dias e minha criatividade tá falhando. :/
prometo tentar melhorar isso!

desculpem os errinhos e espero que gostem! 💕

Capítulo 17 - Dezessete.


Fanfic / Fanfiction Fairy Tail Corporation. - Capítulo 17 - Dezessete.

                                         19/08/2017. Sábado. 

Lucy.

Sete dias. Sete malditos dias. Eu estive desanimada, obvio. Afinal fora aniversário de morte da minha irmã. Não sou de ferro, precisava de um dia pra sofrer e sentir muito minhas dores. E foi o que fiz. 

O problema real agora é Natsu. O desgraçado tem me tocado como se eu fosse uma boneca prestes a quebrar e chorar. O que eu não fiz, nem faço. Acontece que não quero esses toques. Toda vez que tento me aproximar, ele se esquiva. Simplesmente se esquiva! 

Hoje era sábado e estávamos trabalhando apenas pela manhã. Andei a passos duros até a sala dele e abri a porta com violencia. Fechei. Ele me olhou assustado e logo sorriu. 

- Oe, Luce! Eu estava mesmo precisando falar com você. - mexeu em alguns papéis. - Tenho uma novidade..

- Natsu! - chamei a atenção dele brava. 

- Oi..? O que foi? Fiz algo? 

- Você não fez nada. Esse é o problema. 

Ele juntou as sobrancelhas confuso. 

- Como? 

- Natsu, eu quero...

- Lu!!! - Erza me interrompeu abrindo a porta e me abraçando. Caminhou até Natsu ficando de costas pra mim. 

Ele me olhava ainda confuso. 

- Foder. - mexi a boca sem emitir som. 

Pareceu entender o recado pois se surpreendeu e remexeu na cadeira. Sai brava da sala indo pro refeitório. Erza atrapalhou meus planos. Caminhei até Levy e Gajeel que conversavam animados se abraçando. 

- Lu-chan!!! Adivinha? - esticou a mão pra mim. - Estou noiva! N-o-i-v-a! - olhei pro anel de diamantes enorme.

- Levyyy!!!! - a abracei forte. - Não acredito, estou feliz por vocês!! Parabéns!! E você aí, - apontei pra Gajeel. - cuide bem do meu bebê. 

Ele assentiu e sorriu. Os dois se amavam mesmo. 

- Quero ser madrinha, Levy. 

- Será sim e no seu eu serei também. 

- Pode deixar. - pisquei.

Meu celular vibrou e eu atendi. 

- Venha até sua sala. 

Arrepiei. Era o Natsu. Com uma voz deliciosa. Corri o mais rápido possível pra minha sala. 

- Mira, estou indisponível pra qualquer um. - avisei a albina antes de entrar na sala. 

Lá estava ele, sentado na minha cadeira, com a bochecha apoiada na mão me olhando. Os botões da camisa social branca desabotoados, a gravata frouxa. Que calor! Minhas pernas tremeram de excitação. 

- O que? 

- Sente-se aqui, loira. - bateu a mão na mesa. - Na minha frente. 

Por Kami-sama. Finalmente. Caminhei e ele afastou a cadeira pra eu sentar na mesa, me sentei. Ele se aproximou e levantou minha saia lápis verde musgo deixando a mostra minhas coxas e quase a minha calcinha. 

- Sabe, - passou as mãos por minhas pernas e coxas, apertando, acariciando. - estive esperando você, dando seu espaço. - deu um beijo molhado na minha coxa direita e depois esquerda. Já sentia meu corpo todo queimando. 

- Hum... 

- Não poderia imaginar que você queria... Como disse mesmo? - passou a mão pelo lado interno da minha coxa. - Foder. 

Todo o calor que eu sentia no meu corpo se alojou no meio de minhas pernas.

- Infelizmente, não temos tempo. - olhou pro relógio. - Em 7 minutos tenho uma reunião. - fiz um bico. - Mas... Eu vou te fazer gozar. 

- Puta que pariu. - suspirei quando ele tocou minha intimidade fazendo movimentos circulares. - Então faça, p-por favor. 

Ele se levantou e puxou minha nuca prensando nossos lábios. Abri a boca na mesma hora e ele aprofundou o beijo, me deixando ainda mais quente. Continuava a massagear meu clitóris por cima da calcinha que já estava molhada enquanto mexia sua língua sobre e ao redor da minha, isso é demais pra mim. Que beijo fodido de maravilhoso. Se afastou me dando um selinho e seguindo molhando meu pescoço com seus lábios quentes. 

- Deite-se na mesa, Luce. 

Me deitei afastando o máximo os papéis e as canetinhas que estavam ali, agradeci aos céus que meu notebook está do outro lado da mesa. Ele sentou na cadeira novamente e se aproximou. 

- Mais pra beirada, loira. 

Me remexi ansiosa. Encostei mais na beirada e consequentemente perto de sua boca. Ele levantou ainda mais minha saia agora deixando evidente minha calcinha. Passou a mão por minhas pernas até chegar nas coxas e afastá-las mais. 

- Porra... - ouvi sua voz e estremeci. Queria olhar pra ele. - Você faz eu me sentir sufocado nessa calça. 

Oh, Kami-sama. Não poderia adorar mais ele dizer o quão o deixo excitado. Onde diabos esse homem estava esse tempo todo? É obvio que nunca acreditei em sexos eternamentes perfeitos, ou até mesmo perfeitos, culpa da minha frustração sexual. Ok, já tive sexos incríveis, coisas de uma noite e tudo mais. Mas acreditar em tensão sexual tão intensa a ponto de me fazer encharcar só de ouvir algo.. Que nada. Erro meu. Pois era exatamente o que acontecia com o maldito do Natsu. 

Ele deu beijinhos por cima da minha calcinha e eu choraminguei, chupou e lambeu. Eu me sentia em um forno, e isso porque ainda tinha uma peça impedindo de chegar exatamente lá. Senti seus dedos nas laterais da minha calcinha e logo depois foi removida. Suspirei. É agora.

Como um ritual, ele assoprou o ar quente e os dedos separaram meus lábios. Me remexi, gemi, o queria tanto que sentia vontade de me impulsionar pra frente. Não foi preciso. Sua língua lambeu toda a extensão de mim e chupou inteiramente. Arqueei e choraminguei, queria mais e foi o que ele fez. Continuou me chupando enquanto eu me mexia o guiando, apesar de que ele já conhecia onde me satisfazer. Sai de mim ainda mais quando ele investiu seus dedos, dentro e fora, vai e vem. Movimentos circulares e velozes enquanto chupava meu clitóris devagar e com cuidado. 

Com muito custo, ofegando e gemendo, olhei pro relógio na parede. 4 minutos. Revirei os olhos quando ele prensou sua língua sobre meu ponto sensível. E lá vem aquela sensação que não canso de sentir. Uma onda quente me invadiu com mais força e seguiu até minha barriga e vagina. Tudo fervilhou e ao mesmo tempo, minha mente nublou. Flutuando. Forte, impiedoso meu orgasmo chegou. Gemi quase como um grito e quando tentei voltar a realidade, ele ainda não havia parado de me chupar e me foder com os dedos. 

Aquela sensibilidade estava demais, meu ar parecia sumir. - O que... Natsu...

- Shhh...

Não, era mesmo isso? Eu senti o mundo virar de cabeça pra baixo e retornar, o ar pesou ainda mais e eu prendi a respiração. A onda quente retornou ainda impiedosa, dolorosa, prazerosa. Meu coração parecia sair pela boca, minhas roupas molhadas de suor, meu cabelo grudado na testa e então mais um e mais um. As ondas mesmo diminuindo a força gradativamente, ainda me enlouqueciam. Um maldito orgasmo múltiplo e eu sequer acreditava que tal preciosidade existia. 

Eu estava tremendo, meus olhos abertos sem enxergar absolutamente nada, os sons ao longe retornando aos poucos. Nem sequer percebi que ele vestiu minha calcinha mais uma vez e me limpou com um lenço. Eu havia gozado, como prometido. E ainda foi além disso... Ele me puxou pra cima com força e eu tentei recuperar a visão. Minha respiração estava acelerada e percebi que ele também tentava tomar fôlego. 

- Natsu...

Ele riu baixinho. Tirou meus cabelos da testa e beijou minha boca rapidamente. Olhei pra ele ainda boquiaberta. 

- Eu...

- Você é foda demais, loira. Seu corpo, suas reações, seu cheiro, gosto. - suspirou e beijou meu pescoço. 

- Caralho..... 

- Como foi? 

- A sensação mais incrível que já experimentei. 

- Imagino que já tenha tido. - sorriu fraco e começou a abotoar a camisa enquanto respirava rapidamente. 

O puxei pra perto e o beijei, ele retribuiu. 

- Na verdade não, e olha que já tentei sozinha. - sorri. 

Ele me deu um sorriso largo. Ajeitei sua gravata. 

- Tenho que ir pra reunião. Restou 1 minuto. 

Eu ri. Enlacei seu pescoço com meus braços. 

- Mais tarde... 

Ele encostou no meu ouvido. 

- Eu vou te foder. 

Era tudo que eu queria ouvir. Beijou meu pescoço e piscou pra mim. Saiu andando bagunçando os cabelos pra arrumar e sumiu da minha vista ao fechar a porta. Me joguei na minha cadeira me afundando nela. Nunca vou me esquecer desse dia e principalmente, desse homem. 

Olhei pro estado deplorável das minhas roupas suadas. Preciso trocar isso. Apertei o botão do telefone pra falar com Mira. 

- Sim, chefa? - deu um risinho. 

- Aff. - ri também. - Pede pra Juvia vir aqui por favor e trazer uma roupa. 

- Hummmmm. Pode deixar.

Gargalhei e desliguei o telefone. Peguei uma toalha no banheiro, tirei minhas roupas e me enrolei nela. Juvia abriu a porta da sala com uma sacola na mão.

- O que você estava fazendo, sua vagabunda? 

Me joguei no sofá rindo. 

- Tendo orgasmos múltiplos. Já ouviu falar por acaso? 

Ela riu. - Não só ouvi falar, como já experimentei. 

- Maravilha, maravilha. 

- Vai tomar banho, ridícula. Olha aqui sua roupa. - jogou a sacola em mim. 

Me levantei com a sacola e corri pro banheiro. 

- Vou ficar te esperando aqui. - gritou. 

Tomei um banho rápido pra tirar o suor. Sai já vestida penteando o cabelo. 

- O que foi? 

- Natsu te falou da viagem? - ela me perguntou.

- Não... - me sentei no sofá. 

- Vamos viajar semana que vem. 

- Quem vamos? 

- Nós. Pro litoral. O lugar é lindo de morrer.

- Hum.. Acho que era disso que ele queria falar hoje mais cedo. 

- E você com seu fogo não permitiu. 

Rimos. - Verdade. Bom, podemos programar durante a semana. Hoje só quero ir pra casa com meu quase namorado. 

- Você deveria pedir Natsu em namoro logo. 

- Hum... Quem sabe né. 

                                             25/08/2017. Sexta.

Natsu. 

Olhei no relógio. Seis horas da manhã. Bocejei e me espreguicei tomando coragem pra levantar. Tomei um banho e me vesti. Chequei minha mala mais uma vez. 

- Happy, venha aqui. Você vai ficar com minha mãe.

O peguei no colo e sai arrastando a mala até o carro. Guardei no porta-malas e pus Happy no banco carona. Coloquei o celular no encaixe e liguei o carro. 

- Ligar para amor.

- Ligando para amor.

Aguardei os toques, essa loira era uma enrola pra atender. 

- Natsu? 

- O próprio. Já está pronta? 

- Sim. Está vindo? 

- Vou deixar Happy na casa da minha mãe primeiro. 

- Ok, tô esperando. Ja nee

Ela desligou e eu continuei dirigindo. Íamos viajar com o pessoal, e seria nessa viagem que eu a pediria em namoro. A Luce é imprevisível, estranha do jeito dela, as vezes insensível, mas acredito firmemente que ela irá aceitar. 

Estacionei o carro e desci com o Happy no colo. Minha mãe apareceu sorridente na porta. 

- Meu bebê! - me abraçou e encheu de beijos. 

- Mãe, bom dia! Trouxe o Happy pra ficar com vocês durante minha viagem. 

Ela o pegou no colo. 

- Vou cuidar direitinho e você tome cuidado, ok? Quando chegar me mande mensagens. 

- Pode deixar, Dona Grandine. 

- É mamãe que diz. - fez bico. 

- Mamãe. - ri e a dei um beijo na bochecha saindo em seguida pro carro.

Parei em frente ao prédio de Luce e liguei pra ela novamente. 

- Estou na porta. 

Minutos depois ela apareceu com uma mala de rodinhas e outra de mão menor. Abri o porta-malas e joguei a maior lá. Entrei no carro e ela também. 

- Fala sério, que sono! - bocejou. - E o pessoal? 

Sorri e a dei um selinho demorado. 

- Bom dia, princesa. Estão indo também. 

- Que bom, principe. - riu. - Bom dia! - passou a mão pelos meus cabelos. - Está cheioroso demais, uau. 

- Você também. 

Ela encostou seu nariz no meu pescoço e deu um beijinho. Sorriu divertida. 

- Que tortura, Luce. Dê mais beijinhos. 

- Nãão, concentre-se na estrada. - piscou. 

Fiz bico e dirigi pro aeroporto. Quando chegamos o pessoal já estava lá. Entreguei a chave do carro pro rapaz levar pra empresa e sai com a minha mala e a de Luce. 

- Olá! - Erza nos cumprimentou. - Ansiosos? Eu estou muito! 

- Oi, meninas. - Luce acenou pra Levy, Juvia e Erza. - Oi, meninos. - acenou pra Gray, Jellal e Gajeel. - Eu estou super ansiosa! Amo praias e afins. 

- E aí - encostei nos rapazes. - Caralho, essas malucas tinham que marcar pra tão cedo a viagem, em.

Gray bocejou. - Nem me fala, tô dormindo em pé. 

- Levy teve que entrar no meu quarto gritando pra eu acordar. - Gajeel fez careta. 

- Erzinha me deu beijinhos. - reviramos os olhos pra Jellal. 

- Sorte sua que ela não te dá uma surra. - chequei o horário mais uma vez. 

A voz no auto-falante nos avisou que o nosso voo ia decolar. 

- Ei, vocês! Vamos logo! - Levy gritou pra nós. 

Saíram andando na frente enquanto a gente ia atrás falando sobre outra viagem. 

- Não pensem que não estou ouvindo vocês cochicharem sobre algo aí, ein. - Juvia nos fuzilou, principalmente o Gray. 

Rimos sem graça e eu olhei pra Luce. Nossos olhos se encontraram e ela sorriu pra mim. Sorri de volta. 

- Vai pedi-la em namoro? - Gray sussurrou pra mim. 

Sem tirar os olhos dela, respondi. 

- Com certeza. 








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