História Fairy Tail: Imperium - Interativa - Capítulo 4


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Categorias Fairy Tail
Tags Fairy Tail, Fairy Tail Interativa, Interativa
Exibições 33
Palavras 3.641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo pessoal, ainda não terminei a semana de provas, mas resolvi posta o capitulo pois estou quase encerrando. Não tenho muito que falar aqui já que estou postando de ultima hora, então somente lhes desejo uma boa leitura e peço desculpas caso o capitulo tenha ficado muito grande. Espero que gostem.

Capítulo 4 - Livro Um: Glória.


Havia acabado de amanhecer e mesmo que aparentasse ser apenas uma manhã comum, no castelo, as coisas andavam bem mais movimentadas do que o normal, para todos os lados que olhassem haviam grupos e mais grupos de guardas descarregando carroças, movendo caixas de um lado para o outro e até mesmo preparando carruagens.

– Vamos continuem! Devemos terminar isso antes do nosso prazo! – Grita um dos guardas, porém o mesmo se destacava entre os demais por possuir uma armadura dourada.

– General Zane. – Chama um dos guardas, o mesmo possuía uma prancheta e uma pena em suas mãos. – Senhor o relatório chegou.

– Prossiga. – Ordena o General Zane.

– Os grupos C e D acabaram de descarregar mais onze carruagens de armamento militar senhor, o grupo B está progredindo cada vez mais com o estoque de suprimentos e o grupo E conseguiu cobrir mais 10% da floresta senhor...

- Excelente. A Ronda Imperial está prosseguindo melhor do que o esperado, se continuarmos nesse ritmo poderemos ganhar algumas semanas de vantagem em relação aos rebeldes.

– Com sua licença senhor, eu me retiro. – Diz o guarda pronto para ir embora.

– Espere, qual a situação do grupo A? – Pergunta Zane.

– O grupo A neste momento está cuidando de... – A expressão no rosto do guarda começa a misturar medo com extrema surpresa.

– O que houve?

– Eles estão estão encarregados de escoltar o Ministro de Guerra do Norte. – Diz o guarda com um certo peso na voz.

– Um Ministro de Guerra? Aqui? – Se surpreende Zane.

– Não apenas um meu caro general... – Uma voz ecoa aos ouvidos do general.

De repente, tanto o general quanto o guarda começam a sentir uma extrema pressão no ar, a fraca sensação de medo começava a tomar conta dos dois enquanto seus ouvidos pareciam ignorar completamente o barulho externo e se focar em passos, passos que se aproximavam cada vez mais.

– Senhor Vladi. – Cumprimenta o guarda engolindo o seco.

– Vladi, o que trais você ao castelo assim tão cedo? – Pergunta o General Zane enquanto encarava a expressão fria de Vladi.

– Vim buscar uma entrega, ela não chegou?

– O senhor deve estar se referindo a estranha caixa que nós recebemos ontem pela manhã. – Afirma o guarda.

– Mas de que caixa estão falando? – Pergunta o general Zane confuso.

– É uma pequena caixa de prata que possui o emblema da Fire Fênix em uma de suas faces, nós pensamos em manda-la para a guilda mas o bilhete que veio junto nos disse para mantê-la aqui até que alguém viesse busca-la. – Explica o guarda despertando o interesse tanto do general quanto do próprio Vladi.

– Essa entrega não estava presente nos últimos relatórios, isso significa que ela não passou pela inspeção do palácio. Por que vocês a mantiveram aqui? – Pergunta o General levantando levemente a voz.

– Oque acontece é que o bilhete que veio junto da caixa estava escrito em runas não é? – Diz Vladi surpreendendo os dois ali presentes. – Como vocês nem ao menos o enviaram para a inspeção eu devo presumir que as runas diziam que somente alguém com o emblema da Fire Fênix poderia tira-lo desse pátio, ou será que eu estou enganado? – Pergunta Vladi, porém estava claro que ele já sabia a resposta.

O silêncio se instala.

– E... eu vou busca-la agora mesmo senhor. – Diz o guarda balançando a cabeça como se tivesse saído de um transe. Ele rapidamente se vira e sai.

O general Zane por outro lado ainda parecia estar em transe, dentro do exército real ele era a pessoa com o instinto mais apurado e por algum motivo ele não conseguia se acalmar quando estava na presença de Vladi, o mesmo sem perceber estava com umas das mãos cravadas no cabo de sua espada como se fosse uma precaução para um ataque surpresa.

– Acalme-se general... – O general pisca seus olhos como se também saísse de um transe e relaxa a mão que estava prestes a sacar a espada.

– Os Ministro de Guerra, me explique.

– Pois bem. Eu não sei muito sobre os objetivos do Imperador quanto a isso, tudo que me foi dito é que em alguns instantes os seis ministros de guerra estarão aqui na capital e que terão uma reunião com o Imperador em pessoa.

– Entendo... – Diz o general Zane. – Eu só fiquei um pouco surpreso já que não fui informado que um de meus grupos estaria participando da escolta de um deles até aqui.

Vladi abre um leve sorriso. – Esse Ministro de Guerra em particular gosta de viajar sozinho, como é de se esperar ele não permitiu que nenhuma escolta o acompanhasse do Norte até a capital, então a decisão mais segura foi designar um grupo daqui para encontra-lo na cidade mais próxima, no entanto eles já devem ter chegado a capital.

– Senhor Vladi. – Grita o guarda retornando, dessa vez com uma pequena caixa de prata em suas mãos. – Aqui está.

Vladi observava a caixa como se procurasse algo, alguma pista que pudesse lhe indicar quem havia mandando aquele misterioso objeto.

– Eu estou indo... – Diz ele pegando a caixa e se dirigindo a saída do grande pátio do castelo. – Eu espero que tudo tenha sido esclarecido general Zane.

Zane por outro lado ainda seguia seu instinto, ele não desviou seu olhar de Vladi um único segundo até que o mesmo desapareceu em meio a movimentação.

– “Uma reunião com o Imperador e os seis Ministros de Guerra? Geralmente os ministros nunca abandonam seus postos, deve ser algo muito importante, mas sendo assim... Porque esse mal pressentimento não passa?” – Pensa o general Zane voltando novamente sua atenção para o guarda com a prancheta.

 

 

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Enquanto isso em meio ao lado pobre da capital de Fiore.

Um grupo de guardas da capital estava acompanhando uma carruagem, a mesma possuía um símbolo do Império porém não ostentava decorações nem adornos, parecia ser uma carruagem exclusiva para transporte, em sua condução estavam duas pessoas.

Uma delas era um homem adulto moreno, possuía corpo definido e cabelos castanhos espetados, seus olhos tinham uma cor amarelo brilhante enquanto o esquerdo era cortado por uma cicatriz, usava uma jaqueta de mangas rasgadas da cor marrom com detalhes verdes, calças cheias também marrons e botas de cano longo, em sua testa era possível notar uma faixa verde com detalhes brancos e em seu pescoço havia um pesado colar de esferas vermelhas., em sua cintura havia uma faixa com uma katana.

– Vamos homens! Devemos continuar nosso caminho até o castelo. ¬– Diz o homem apontando para o castelo que podia ser visto ao longe. Ele relaxa um pouco no banco da condução e olha para a pessoa ao seu lado.

Era um garoto jovem que possuía uma expressão um tanto calma em seu rosto, ele possuía cabelos médios brancos bagunçados, pele clara, seu queixo era triangular e acentuado, seus olhos possuíam uma cor castanho claro transparente que parecia se alternar para castanho escuro em certas ocasiões. Utilizava um longo sobretudo preto por cima de uma blusa vermelha.

– Você é bem quieto não é? – Pergunta ele voltando a olhar para a estrada.

– Não me entenda mal, só estou aqui para completar a minha missão. – Responde o jovem mostrando um pouco de desinteresse.

– Ah sim, a missão de me escoltar em segurança até o castelo não é? Eu devo admitir que fiquei surpreso quando cheguei em uma cidade qualquer e fui recebido por uma guarda da capital, pra falar a verdade fiquei um pouco decepcionado.

O jovem adquire um leve interesse. – Você é interessante. – Diz ele com um sorriso de olhos fechados.

O adulto fica confuso.

– Para falar a verdade nunca pensei que um ministro de guerra recusaria escolta em uma viagem pelo país, muito menos que decidiria chegar ao castelo passando pelo lado pobre. – Explica o jovem.

O ministro de guerra pensa por pouco tempo antes de sorrir. – Sabe, com meras palavras já é possível se ler uma pessoa por completo, e a primeira impressão que tenho de você, é que é alguém com experiência, porém mesmo sendo um integrado da capital eu posso dizer que você não acredita de fato no Império... infelizmente vou ter que dizer que não seremos amigos, mas ainda assim é um prazer conhece-lo, eu sou Dan, o Ministro de Guerra do Norte. – Ele estende a mão para o jovem.

– Me chamo Twevor Braker. – Diz ele também estendendo a mão e cumprimentando Dan.

– E então Twevor, oque você pretende aqui na capital? Sabe, este mundo é um lugar imenso, um jovem como você poderia estar em qualquer lugar, mas ao invés disso você veio parar aqui. Tem algum motivo em especial? – Twevor ficar pensativo.

– Acho que não tenho nenhum motivo em especial, em poucas palavras... eu busco por mudança.

De repente a carruagem para.

– Ahn!? Mas oque houve? – Pergunta Dan em voz alta.

Mais a frente da carruagem era possível se avistar uma figura humana bloqueando o caminho.

– Por favor, eu preciso de ajuda. –  A figura se revela ser uma jovem garota.

Ela possuía cabelos longos, loiros, porém os mesmos eram irreconhecíveis pela quantidade de sujeira que o mesmo possuía, seu rosto mesmo sujo aparentava jovialidade, possuía a pele clara, porém manchada e olhos que pareciam ser prateados pintados de ouro. Usava um vestido brando amassado, sujo e com certas partes rasgadas.

– Não temos tempo para isso! Saia da nossa frente. – Ordena Dan levantando a voz.

– Mas... mas eu estou precisando de ajuda. – Diz a garota com a voz chorosa.

– Não tenho tempo para perder com o lixo do lado pobre. Homens, tirem-na de lá. – Os guardas rapidamente se mobilizam para frente e vão em direção a garota.

– Francamente, vocês do Império não tem coração mesmo não é? – Diz a garota estranhamente mudando seu tom de voz para algo semelhante a deboche. Um gatilho é ouvido.

De repente o primeiro guarda que se aproximava da garota cai no chão morto. O ferimento em sua cabeça sangrava enquanto os outros guardas olhavam pasmos e a garota apontava uma pistola D.E. em sua mão direita.

– Como puderam negar ajuda a uma pobre garotinha... – Pergunta ela novamente em tom de deboche enquanto suas roupas e aparência suja se limpavam e revelavam seus reais cabelos longos loiros e reluzentes enquanto sua pele era limpa e sedosa.

– Uma ilusão!? – Dan fica surpreso.

Os guardas avançam novamente, porém a garota não se mostra pressionada e habilmente desvia de todos os golpes desferidos contra ela.

– Maldita! – Grita um dos guardas correndo em sua direção para lhe desferir um corte vertical, porém no meio de seu trajeto o homem começa a correr mais devagar e cai morto aos pés da garota.

Em sequência, todos os guardas caem de joelhos e deitam mortos. – MALDITAAA! OQUE VOCÊ FEZ? – Grita Dan desesperado ao ver o enorme número de corpos.

– Não foi oque eu fiz. – A garota mantinha uma expressão calma. – Foi oque “ele” fez. – A garota desvia o olhar.

Dan desvia sua atenção para seu lado direito e vê Twevor segurando outra pistola D.E. e a apontando-a para sua cabeça.

– Oque significa isso?

– Você está bem Annie? – Pergunta Twevor ignorando a pergunta de Dan.

– Não se preocupe, eles não conseguiram encostar sequer um dedo em min. – Responde Annie.

– Você está junto com ela? Seu traidor! – Dan se posiciona rapidamente para empunhar sua katana porém uma bala passa rapidamente ao lado de seu rosto e o assusta.

– Não se mexa! Da próxima vez vou atirar para matar. – Afirma Twevor ainda com a fumaça do ultimo tiro saindo de sua pistola D.E.

– Por que você traiu a capital? – Pergunta Dan afastando um pouco suas mãos da katana.

– Eu não traí a capital, nunca nem estive do seu lado para começo de conversa. – Afirma ele surpreendendo Dan. – Nós descobrimos que os ministros de guerra estavam vindo para a capital, um de cada vez, e para a nossa sorte, um deles gostava de viajar sozinho... – Dan pragueja. – Se não fosse uma escolta improvisada eu nunca teria me infiltrado tão fácil.

De repente Dan começa a rir, Twevor e Annie se surpreendem. O riso logo se transforma em uma gargalhada e o mesmo relaxa as mãos.

 – Me respondam algo... todas essas ações que vocês tomaram, foram baseadas nos seus ideais não foram? Ou foram baseados em verdades absolutas?

– E já lhe disse que luto por mudança. – Responde Twevor sem desviar seu olhar.

– Seu Império é um sistema sujo, nós iremos derruba-lo com nossas próprias mãos. – Responde Annie com seu olhar ainda calmo.

Dan sorri de olhos fechados. – Entendo. Agora me respondam outra coisa... oque vocês veem no meu peito?

Ambos ali olham para a jaqueta de Dan e veem uma medalha prateada com o símbolo do Império.

– É por este brasão e pelo meu titulo de Ministro de Guerra... QUE EU NÃO POSSO PERDER PARA REBELDES COMO VOCÊS! – Dan rapidamente junta suas mãos e um circulo mágico marrom se forma. – Woody Make: Trap Box.

De repente quatro paredes de madeira com espinhos se erguem do chão e se fecham em Annie.

– Annie! – Grita Twevor.

Dan aproveita a distração de Twevor e o desfere um chute que o derruba da carruagem.

Woody Make: Wall. – Dan começa a correr e cria um grande muro bloqueando o caminho para que pudesse escapar.

Twevor rapidamente se levanta. – Annie, responda!

Dentro da caixa armadilha sem teto que Dan criou, Annie se encontrava completamente ilesa, a mesma havia se posicionado de forma que ficasse entre os espinhos nas paredes.

– Eu estou bem. Atrás dele. – Diz ela jogando sua pistola D.E. para cima enquanto Twevor pegava a mesma com sua mão esquerda.

 

 

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Dan já corria muito além doque seu corpo suportava, o pouco de sua roupa estava completamente desbotada e o mesmo ofegava a cada passo. Ele corre mais um pouco e entra em um beco para descansar.

– Droga... – Pragueja ele se apoiando nos próprios joelhos. – Acho que enfim me afastei deles... – Ele apoia as costas em uma das paredes do beco e começa a recuperar o fôlego.

– Você até que corre bem. – Dan escuta uma voz.

– Quem está ai? – Uma figura se mostra dentro do beco.

Ela anda até a luz e se revela Annie. Dan fica completamente surpreso.

– Não pode ser!

Dan sem perder tempo começa a correr em direção a saída do beco, porém pouco antes que conseguisse chegar lá Twevor aparece e o mesmo recua.

– Vocês realmente não entendem não é? – Pergunta Dan se virando para Annie. – Vocês não são nada comparados ao Império! Não importa o quanto lutem, não importa o quanto persistam, um dia não terão mais recursos nem forças, quando esse dia chegar vocês perceberão que tudo aquilo pelo qual vocês lutam não tem sentido nenhum e toda sua esperança será substituída por puro desespero...

Annie rapidamente avança contra Dan, o mesmo não perde tempo e com um impulso para trás tenta evitar o ataque de Annie.

– Woody Make: Hands. – Novamente um círculo mágico se forma e inúmeros braços com mãos abertas brotam do chão e vão em direção a Annie.

Annie não recua e com movimentos sagazes começa a se desviar do ataque, de repente dois braços surgem e tentam fecha-la, porém Annie é mais rápida e passa entre os dois, logo em seguida um terceiro surge e em um pulo de puro reflexo Annie acaba sendo atingida no ombro. Naquele momento, enquanto Annie ainda se encontrava no ar, dois braços brotam das paredes que formavam o beco e vão em direção a Annie.

– “Agora acabou, ela não pode se desviar disso.” – Pensa Dan.

Annie se utiliza de todo o seu peso para se jogar para frente e mais uma vez as duas mãos acertam suas costas de raspão, ela pousa quase de joelhos e avança contra Dan, ele não perde tempo e se inclina para trás, tanto Dan quanto Annie se encaram durante a cena e Annie apenas toca levemente no Brasão Imperial que se encontrava no peito de Dan.

– “Eu venci!” – Dan rapidamente se vira e saca sua espada para desferir um golpe mortal em Annie. – MORRA...

Dan não sente nada em sua mão, sua katana havia desaparecido, ele vê Twevor ainda na saída do beco e Annie, bem a sua frente com uma espada enfiada em seu peito.

– Ma... mas – Dan cospe uma poça de sangue. – A minha katana? Mas quando...

FLASH BACK:

Dan havia se inclinado para desviar da investida de Annie, em meio a execução da manobra a mesma encosta no Brasão Imperial em seu peito e logo depois passa direto.

FIM DO FLASH BACK

– Foi naquela hora? – Ele vê o olhar frio de Annie e Twevor. – Esse lixo rebelde... como pude perder pra esse lixo rebelde?

Annie retira a katana do peito de Dan e em um rápido movimento passa dois dedos na lâmina limpando o sangue.

– Quando esse dia chegar, nós estaremos prontos. – Annie estende a mão e retira o Brasão Imperial de Dan, ele cai morto logo em seguida.

Os dois começam a se dirigir para a saída do bem.

– Não precisa perguntar, não foram ferimentos graves. – Fala Annie antecipando a pergunta de Twevor.

– O estado das suas roupas me diz o contrário. – Responde Twevor dando de ombros. – Vamos procurar o Diego, aquele idiota deveria ter encontrado com a gente antes de atacar a carruagem.

De repente eles começam a escutar som de palmas. – Foi um belo show. – Eles veem uma sombra sentada encima de um dos prédios que formava o beco.

Ele era um jovem adolescente, seu rosto era definido e possuía um queixo triangular, seu corpo era levemente definido e sua pele possuía um tom levemente bronzeado, seus cabelos eram negros e bagunçados e seus olhos possuíam um tom castanho vibrante. Usava um sapato preto com calça também preta, possuía um sobretudo amarelo e por baixo uma camiseta preta.

Ele joga uma pequena bolsa de corda para Twevor.

– Está atrasado. – Diz Twevor pegando a pequena bolsa. – Só conseguiu isso?

– Eu não pude pegar mais nada, os guardas estão muito alarmados por causa da Ronda Imperial.

– E agora que nós matamos um Ministro de Guerra vai ficar pior... – Fala Annie pegando uma roupa que estava dentro da bolsa. – Nós temos que voltar logo, a carruagem tem um alarme que dispara quando usam magia...

– Por isso ele não usou magia logo de cara... – Conclui Twevor.

– De nada... – Uma pequena lácrima cai aos pés de Twevor e Annie.

– Você desativou!? – Fala Annie um pouco surpresa.

– Olha só, não é que você fez algo de útil. – Debocha Twevor.

Diego dá um leve sorriso e logo em seguida pula do prédio onde estava, ele pousa tranquilamente diante dos outros dois.

– Nós já fizemos o bastante por hoje, acho que já está na hora de voltar. – Fala Annie e os dois acenam com a cabeça.

 

 

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Dentro do castelo, Vladi andava calmamente entre os corredores de pedra enquanto analisava atentamente a caixa de metal que havia recebido. Ele anda por um curto período de tempo até que chega em frente a uma porta.

Ele entra. A sala não era muito grande, suas paredes eram feitas de pedra assim como os corredores do castelo e não ostentavam decorações, em duas de suas extremidades haviam dois vasos grandes de planta, em sua parede esquerda havia uma média estante repleta de livros e ao centro era possível se notar uma mesa e um grande tapete com um símbolo de uma fênix. Atrás da mesa havia uma grande janela com vista para as várias casas e cortiços da capital.

Ele senta à mesa e coloca a caixa em seu centro. – De onde você veio? – Pergunta Vladi para si mesmo. Vladi ergue sua mão esquerda e uma leve aura mágica é liberada, ele aproxima a mão da caixa e a mesma começa a liberar uma leve aura que se agarra a mão de Vladi. – Interessante. Mas parece que não é... ¬– Vladi corta seu pensamento subitamente.

Ele fica em silêncio por breves segundos e uma pequena brisa entra pela janela. Vladi fica de pé e olha para a janela.

– Senhor Vladi!!! – Grita um guarda entrando desesperado.

– Sim eu sei, tem ratos na minha cidade. – Ele encara a cidade com um leve olhar de desprezo.

 

 

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Diego, Annie e Twevor estavam quase na saída da capital, o trio havia se desviado pelas ruas do lado pobre da capital da maneira mais discreta possível e enfim haviam chegado na zona fantasma da capital.

– Esse lugar ainda me causa calafrios. – Comenta Diego olhando em volta.

– Por que chamam de Zona Fantasma mesmo? – Pergunta Annie.

– É um lugar bem estruturado, aparentemente normal, mas por algum motivo desconhecido essa área foi completamente abandonado... – Explica Twevor.

– Motivo desconhecido? – Pergunta Diego curioso.

– Os boatos se espalharam rápido, histórias e rumores de que pessoas que tentaram viver aqui acabaram desaparecendo ou morrendo sem explicação, a população pode ou não acreditar nisso, mas ainda assim, ninguém quer vir comprovar.

Eles andam mais um pouco até se aprofundarem na zona fantasma. De repente Diego para de andar.

– Algum problema? – Pergunta Twevor.

– Você não sentiu? – Pergunta Diego sem desviar o olhar. – Cuidado! – Diego em um movimento preciso desfere um golpe rasteiro em Twevor e Annie derrubando os dois. Logo em seguida duas cartas de baralho voam por cima de suas cabeças e se prendem na parede mais ao longe.

– De onde veio? – Pergunta Annie.

De repente mais duas cartas voam na direção de Diego, ele desvia o rosto enquanto a primeira carta subitamente passava ao lado de sua bochecha, porém ele não perde tempo e usando sua mão direita ele rebate a segunda carta.

– Com apenas uma mão? Impressionante. – Os três desviam sua atenção para um muro ali próximo e veem duas figuras.

– E ai oque você acha? – Pergunta a figura que se encontrava sentada no muro embaralhando cartas em suas mãos.

– Eles parecem fortes, isso me deixa animado! – Responde a segunda figura que estava em pé.

As duas figuras pulam do muro e se revelam dois jovens.

– Tente não brincar muito Kazuo...

– Eu lhe digo o mesmo Edgar.

 

 

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– O jogo começou irmão. – Fala Vladi enquanto contemplava a capital de Fiore.


Notas Finais


E por hoje é só, lembrando que estou aberto a criticas (construtivas obviamente).
Espero que tenham gostado, farei o possivel para que o proximo capitulo saia logo. Até la.


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