História FairyTail High School - Academia das fadas - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail, Naruto
Tags Naruhana, Nawen, Wentsu
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Palavras 2.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem pela demora. Eu acabei me enrolando... Na própria preguiça ¬¬

Vou tentar postar mais rápido!

Capítulo 4 - 004- Terceira aula - Natsu se arrepende...?


Capítulo 004 –

 

Todos olharam surpresos para Natsu, e ficaram mais surpresos ainda quando Gajeel e Katsu assentiram, olhando para Lucy e Jude, sendo que todos notaram que os dois loiros sorriam. Layla e Yukino olhavam para os familiares com os olhos arregalados, pois notaram que o que pai e filha pretendia era exatamente isso.

 

-Entendo. Pela idade de vocês, seria bom se arrumassem uma esposa, principalmente pelo peso que vão carregar nos ombros nos anos seguintes. – Disse Jude, com seu tom de voz. –Com um grande pesar no coração minhas filhas serão oferecidas a vocês dois, Natsu Dragneel e Katsu Dragneel.

 

Lucy sorriu, enquanto olhava para os irmãos. Yukino, no entanto arregalou os olhos, dando passos oscilantes para trás. Natsu percebeu isso, e segurou um rosnado, que estava preso em sua garganta a minutos. Ele voltou a encarar Jude, com um sorriso que mal chegava aos olhos.

 

-Parece que sua filha mais nova não quer isso, sr. Heartphilia. Se for mesmo este o caso, prefiro que ache outra garota no lugar dela, ou nada feito. – Disse Natsu, fazendo o loiro erguer uma sobrancelha. Ele ia rebater Natsu, porém olhou para os olhos do rosado, se assustando um pouco.

 

O olhar de Natsu era assustador, feroz, como o de um predador almejando sua presa. E essa presa, era, sem sombras de duvidas, Jude. O loiro pareceu se desconcertar com aquilo, enquanto olhou para Yukino com certo rancor, fazendo a albina se encolher, e ser acolhida nos braços de sua mãe, que olhava para Jude com desprezo.

 

-Pois muito bem. Eu possa arranjar outra no lugar de minha filha mais nova... Mas então, neste caso, Lucy será sua noiva, e futura esposa, Natsu Dragneel. E quero que cuide muito bem de minha amada filha. – Disse ele, com um sorriso, que para Natsu era irritante. – Acho que com tudo isso acertado, podemos ir para casa, pois creio que já resolvemos tudo que temos para resolver.

 

Nisso, todos se levantam, sendo que se dirigem para a porta da saída, com Igneel e Skiadrum os acompanhando. O moreno olhou para o ruivo, sendo que viu que o mesmo tinha uma veia saltada na testa, enquanto sua mão estava completamente fechada, com força, enquanto uma veia pulsava em seu braço.

 

Eles finalmente chegam na porta em que entraram, sendo que a família de Jude sai, embora era notável que Layla e Yukino se mantivessem afastados do homem, e consequentemente de Lucy, que estava colada em seu pai.

 

-Desejamos um boa noite, Igneel e Skiadrum. Ainda essa semana, quero estar oficializando o noivado deles, se não incomoda a vocês. – Disse Jude, saindo dali em seguida.

 

Logo após os empregados levarem eles ao carro deles, Igneel empurra a porta com força, fazendo com que ela se fechasse em um estrondo. Ele se vira, e encostas as costas na parede, enquanto rosnava com raiva. Ele fechou seu punho, e o bateu com força na porta, criando outro estrondo.

 

-PORRA! – Gritou, com cólera. – Homem desgraçado... Filho da puta... Como ousa...

 

-Calma meu irmão. – Disse Skiadrum, colocando a mão no ombro do mesmo. – Ainda deve haver um jeito de negar isso. Podemos fazer os garotos voltarem atrás com a ideia. E outra, precisamos mesmo fechar um negócio com eles? Podemos simplesmente recuar e...

 

-Isso não é possível, Skiadrum. – Disse Igneel, com um olhar furioso, e olhando fixamente para um canto. – A economia em Fiore está indo de mal a pior, com essa história de um possível esquema de corrupção no conselho, que tem tanto poder quanto a família real. E as nossas empresas são as maiores do continente. Se nos unirmos, podemos levantar a economia de Fiore, e impedir que tudo caia em uma crise econômica, o poderia ocasionar uma guerra com outros países, que não são Fiore. E acredite, isso não seria bom para um país sem dinheiro. Para isso, precisamos manter a economia estável, e para isso, essa união é necessária.

 

-Droga... Eu havia me esquecido disso. – Disse Skiadrum, fechando seu punho com força. – Mas... Força-los a casar é...

 

-Eu sei. – Disse Igneel voltando para a cozinha. Ao chegar lá, ele nota que as garotas não estavam ali. Wendy, Mavis e Levy haviam sumido, deixando apenas Natsu, Katsu e Gajeel, junto com Grandeeney e Metalicana, que encaravam o vazio. – No fim de tudo... Agiram assim para proteger suas irmãs, não é?

 

Natsu olhou para seu pai, dando um sorriso fraco.

 

-Desculpe. Sei que devia ter me segurado, mas não aguentei imaginar outro homem tocando na Wen... Nelas. Achei nojento. Elas são inocentes demais, e forçar elas a casar com alguém que não amam, e que possivelmente não conhecemos não me parecia uma boa ideia. – Disse Natsu, olhando para seu pai. – Não me arrependo, mas acho que fiz o que é certo.

 

Igneel suspirou, e deu um sorriso com um pouco de orgulho, se lembrando de si no passado.

 

-Eu faria a mesma coisa que vocês fizeram, se estivesse no lugar de vocês, então não há porque se desculpar. – Disse o ruivo. – Mas elas não aceitaram muito bem. Enfim... Esqueci de dizer que o nosso querido sócio dono das ferrovias de Fiore está vindo para cá, terminar os estudos.

 

Todos se surpreendem ao ouvir isso. Katsu olha para seu pai.

 

-O Koori está vindo para cá? – Questionou, desacreditando. Igneel assentiu.

 

-Sim, ele precisa terminar os estudos, mesmo sendo o dono da ferrovia. Afinal, com o que aconteceu... Ele tomou a decisão de assumir tudo que era de seus pais, e cuidar de sua irmã. Eu tenho orgulho daquele meu sobrinho. – Disse Igneel, sorrindo. – Eles devem chegar lá pela 1:00 da manhã, pois segundo a Cherria me disse quando me ligaram que ele cismou em vir guiando uma locomotiva.

 

-É a cara dele fazer isso. – Disse Grandeeney, suspirando. Nisso, ela olha para Natsu. – Natsu, eu quero conversar com você um pouco.

 

O rosado olhou para sua mãe, sabendo sobre o que ela ia falar. Ele assentiu, num gesto com a cabeça. Ambos se levantaram da mesa, indo em direção do escritório de Igneel. Nisso, ela se virou, olhando para o restante, que ficou na mesa:

 

-É uma conversa entre mãe e filho, então, não ousem ouvir atrás da porta. – Todos assentem, sabendo que se desobedecerem tal ordem poderiam conhecer um lado não muito amistoso da mulher.

 

Eles saem completamente da cozinha, cruzando a sala, indo em direção de uma porta dupla. Grandeeney abre as duas portas, deixando Natsu entrar, com ela entrando no cômodo atrás dele. Após entrar, ela fecha a porta, e passa o trinco, deixando ambos ali dentro. Natsu se encaminha, e se senta na poltrona de seu pai, sendo que ela ficava atrás da mesa.

 

A mulher se encostou na parede ao lado da porta, cruzando os braços e olhando para o filho.

 

-Você sabe o que você acabou de fazer? – Questionou Grandeeney, num tom de desgosto. Natsu encarou os papéis que estavam em cima da mesa de seu pai. Com custo, ele olhou para a mãe.

 

-Sim. Acho que pela primeira vez na vida estou querendo me arrepender. – Respondeu. Ele sentiu uma leve rajada de vento, e quanto notou, sua mãe estava ao seu lado. Grandeeney não era considerada a mulher mais veloz de Magnólia sem motivo.

 

-Não estou dizendo sobre se casar. Você por acaso pensou no impacto que isso vai ter sobre sua irmã? – Natsu olhou para ela com os olhos arregalados. Nisso, voltou a olhar para os papeis em cima da mesa, não querendo olhar para sua mãe.

 

Havia um pouco de verdade, se lhe fosse dito que ele agiu sem pensar, e que, por um momento, se esqueceu dos sentimentos de Wendy, o que ele nunca deveria ter feito. Deveria ter colocado a felicidade da mesma acima de tudo naquele momento.

 

-Eu sei… Não pensei nela, e quando me dei conta, havia dito aquilo. Mas o fato de imaginar ela sendo beijada por outro… Tocada por outro homem… Me deixa com raiva. Eu não podia deixar aquilo prosseguir de forma alguma. Mas agi por impulso também. – Disse o rosado, fechando os punhos. Grandeeney suspirou, enquanto se sentou na mesa, e acariciou a cabeça do filho.

 

-Eu entendo que isso aconteceu. Deveria ter previsto que agiria assim nessa situação. É tão parecido com seu pai, que era me dever ter previsto isso. – Disse ela, dando um sorriso triste. – Mas agora não é hora de chorar pelo leite derramado, ou tentar mudar o que já foi feito. Temos que colocar as coisas no lugar, e agir de cabeça e sangue frio. Os Heartphilia são uma família importante de Fiore, e Jude Heartphilia é um cretino miserável. – Explicou Grandeeney. – Sua persuasão já fez com que empresas sumissem do mapa, para o próprio bem dele.

 

Natsu estava apenas ouvindo o que sua mãe dizia, sendo que a cada palavra, ele queria pular no pescoço do loiro. Para o rosado fazer isso seria como ganhar um presente de natal antecipado.

 

-Entendo… Eu caí em uma armadilha, por assim dizer, não é? – Questionou o rosado vendo sua mãe assentir. Nisso, ele se jogou para trás na poltrona, passando as mãos pelo rosto.  Ele olhou para a albina em sua frente, tirando a mão dos olhos, vendo que ela tinha um sorriso triste para ele.

 

-Acho que não vai conseguir pensar em nada para escapar disso agora. Sugiro que vá ver sua irmã. Ela deve estar chorando sem consolo em cima da sua cama nesse momento. – Disse a albina. Nisso, Natsu se lembrou de algo que queria perguntar para sua mãe.

 

-Hey, Okaa-san, você não acha... – Ele foi interrompido por Grandeeney, que abriu um sorriso, como se estivesse esperando que ele fizesse tal pergunta.

 

-Vocês dois juntos? Isso é bem errado. Mas provavelmente, você é o único homem que existe no mundo para ela. O único que pode a deixar feliz. O único para ela. – Explicou a albina. – Eu irei acobertar vocês de seu pai até onde me for possível, mas não se esqueça que uma hora ele vai descobrir, e você vai ter de confrontar ele cara-a-cara.

 

O rosado assentiu. Ele abraçou a mãe, e depois saiu correndo dali, indo em direção das escadas que iam para seu quarto. Subiu as escadas correndo, quase tropeçando e caindo, porém, conseguiu continuar sua apressada subida. Logo chegou ao seu quarto, abrindo a porta, notando que estava tudo apagado. Nisso, viu, encolhida em sua cama, uma pequena azulada de 15 anos, abraçada com uma de suas camisetas. Ela chorava copiosamente, cortando o coração de Natsu.

 

O rosado andou até sua cama, se deitando na mesma, ao lado de Wendy, que soluçava um pouco. Ao sentir o irmão mais velho ali, a azulada largou a camiseta dele que estava abraçada, e o abraçou no lugar da peça de roupa.

 

-N-Natsu! – Exclamou ela gaguejando. O rosado apertou ainda mais a irmã contra seu corpo, beijando a cabeça dela. – Você não vai casar comigo?

 

O rosado sentiu o coração apertar ao ouvir isso. Ele sabia que legalmente nunca poderiam se casar, e ainda não havia pensado em casamento ainda. Tudo aconteceu tão rápido que não tinha assimilado tudo ainda. Claro que ela iria querer se casar. Natsu sabia que Wendy era do tipo romântica, que iria querer estar ao lado do companheiro o tempo todo, iria querer formar uma família com ele, e isso queria dizer que iria querer ter filhos. Ele afastou esse pensamento da cabeça um pouco, ainda teria que enfrentar seu pai antes disso.

 

-Vou minha pequena… Mas eu tenho que resolver isso primeiro. Me desculpe. Foi culpa minha. Eu não pensei em você, e agi de maneira impulsiva, passando por cima de seus sentimentos. – Ele sentiu os lábios dela colando nos seus. Era um beijo bom, pois o rosado já havia ficado viciado nos mesmos. Os lábios de Wendy eram macios, e apaixonantes para Natsu. Ele se virou, colocando ela por cima de seu corpo, enquanto a beijava.

 

O ar logo se fez necessário, fazendo com que eles se separassem. Ela olhou para ofegante, e mesmo com o rosto marcado por lagrimas, ela secou as poucas que ainda queriam cair de seus olhos, e sorriu para ele.

 

-Você queria me proteger, Natsu-nii… Obrigada… Mas eu preferia me casar ao invés de ter que ver você fazendo isso. – Disse ela, surpreendendo Natsu.  “Ela iria se sacrificar por mim? Iria sacrificar a felicidade dela por mim? ” Pensou ele. – Eu te amo muito, Nat-nii… Você veio ficar comigo… Eu… Posso ficar aqui com você? Essa noite?

 

Nem passou pela cabeça do rosado negar tal pedido. Ele não iria dizer não para sua amada irmã. Ele assentiu. Nisso, ela tirou seu vestido, ficando apenas com roupas intimas. O rosado, apesar de já ter visto a irmã nua corou ao extremo. Ela pegou a camiseta dele que estava abraçada antes do mesmo chegar no quarto. Ela olha para ele com curiosidade.

 

-Vai dormir com essa roupa, Onii-chan? – Questiona Wendy, com ar de inocência. O rosado olha para o próprio corpo, e se lembra que ainda está com as roupas sociais que sua mãe o fez vestir para o jantar. Ele pega uma bermuda e uma camiseta. Nisso, corre para o banheiro, se trocando no mesmo. Ao sair de dentro dele, Wendy o olha confusa.

 

-Porque correu para o banheiro, Onii-chan? – Questiona, com ar de inocência. O rosado cora, e coça o queixo, não querendo contar para ela que não queria arriscar quebrar sua inocência ou algo do tipo. Embora ela se trocasse na frente dele sem se preocupar com nada.

 

-Eu estava precisando usar, então aproveitei a deixa. – Mentiu, coçando a nuca. Wendy apenas assentiu, enquanto ele se deitava na cama, e ela o abraçava. – Boa noite, Imouto…

 

-Boa noite, Onii-san…

 

 

Katsu correu para a garagem, sabendo que encontraria quem estava procurando ali. Viu o Vectra branco com a porta aberta, sendo que havia alguém sentado no banco do motorista. Ele deu um suspiro triste, e num fio de voz, disse:

 

-Mavis... – Sussurrou. Nisso, andou até o carro, chegando do lado esquerdo do mesmo, vendo a loira sentada, encarando o painel do veículo. Os olhos dela estavam cheios de lagrimas, enquanto segurava o choro.

 

O coração de Katsu derreteu ao ver essa cena. Ele tirou a pequena de dentro do carro, e a apertou num abraço, sentindo as lagrimas dela caírem, molhando seu tórax. Podia ouvir a voz dela, enquanto soluçava um pouco, apertando as mãos no tórax do mesmo, enquanto ele apoiou a testa no topo da cabeça dela.

 

-Eu não quero… Não quero… Você não pode me deixar! Você prometeu não me deixar sozinha nunca mais! – Exclamou ela, chorando. Katsu acariciou o cabelo da irmã mais nova, enquanto buscava acalmar ela.

 

-Eu não vou te deixar sozinha. Nem que eu precise matar aquele homem, você não vai ficar sozinha, Mavis… - Disse ele. A loira ergueu o rosto, olhando para ele. Em seguida, tomou os lábios do azulado, que aceitou o beijo.

 

 

Grandeeney via a cena de longe, sendo que Levy chegou atrás dela. A albina olhou para a azulada, mas não se importou.

 

-Você sabia… Tia? – Questionou Levy.

 

-Sim, tanto deles dois quanto da Wendy. Katsu e Mavis estão juntos há um bom tempo. Eles dão um perdido em todo mundo, para ficarem juntos, depois aparecem, dizendo que estavam brigando, e fingindo estarem bravos um com o outro. – Explicou Grandeeney.

 

-Bem… Isso funcionou bem… Eu nunca imaginaria que eles fizessem isso. – Disse Levy.

 

Nisso, a albina se virou para Levy, e piscando um olho, disse, com um sorriso largo:

 

-É por isso que a Mavis-chan pode se tornar uma grande estrategista! Ela só vai precisar de uma chance para brilhar!

 

Na mansão dos Heartphilia, Jude estava em seu escritório, aparentemente satisfeito com o que tinha ocorrido na mansão Dragneel. Nisso, Lucy entrou em seu escritório, parecendo um pouco preocupada. Ela olha para o pai:

 

-Tou-san, aquela mulher disse que ia embora com a tonta da Yukino. – Disse a loira. – Isso não pode nos atrapalhar?

 

Jude olhou para ela, e deu um sorriso maldoso.

 

-Elas não vão a lugar nenhum. A idiota da Yukino ainda me tem utilidade. Claro que não foi como eu queria, mas ainda sim deu tudo certo. Eu tenho os dois filhos de Grandeeney e Igneel comendo em minha mão. – Disse ele, olhando para a palma da mão. Em seguida, fechou a mesma. – E com isso, logo terei a mãe dele. Grandeeney Uchiha, aquela que negou seu clã. Mas mesmo que tenha negado o clã, ela não negou sua Kekkei Genkai... Que é o que eu almejo. Se eu colocar minhas mãos no Sharingan, Fiore estará em minhas mãos… E nós dois teremos poderes absoluto sobre esses lixos…

 

Lucy sorriu, de forma contente. Ela havia acabado de ouvir exatamente o que queria de seu pai.

 

-Mal posso esperar, Tou-san.



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