História Fake Brother - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance irmãos
Exibições 60
Palavras 1.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oii, demorei um pouco. Dias corridos, provas e trabalhos. Mais tá aqui mais um capítulo.

O CIÚMES
Micah fica com ciúmes e surta, Loh tem sua primeira magoa vindo de Micah.

Capítulo 5 - The Jealous


Fanfic / Fanfiction Fake Brother - Capítulo 5 - The Jealous

Minhas amigas ficam malucas quando veem o Micael. Conto tudo a elas enquanto vamos para primeira aula. Conto a elas tudo que aconteceu de ontem para hoje.

- Não me diga que ele deitou na mesma cama que você!? – falou Júlia.

- Ai você tem tanta sorte Lorraine, eu queria ter um irmão lindo assim! – comentou Krisla.

- Meninas, até parece que vocês nunca viram um homem na vida. – falei. Já estava ficando chato e eu queria prestar atenção na aula.

- Você podia ajeitar ele para uma de nós amiga. – Krisla falou.

Eu não tinha nem imaginado em pensar nisso. Algo lá no fundo disse que nunca faria isso, pois ele era meu irmão e ele também não ia querer uma garota mais nova como minhas amigas.

- Gente, quer prestar atenção na aula. – reclamei.

Foi mesmo que dizer para falarem. Eu nem dei mais bola, as deixei conversando e prestei atenção na aula. Eu adorava a aula desse professor. Ele explicava bem e eu não precisava nem estudar para as provas porque o que ele falava era imediatamente enfiado na minha cabeça.

As outras aulas foram normais e uma vez ou outra eu conversava com as meninas, pelo menos elas esqueceram mais o Micael. Quando a última aula acabou fui até a sala do Fernando, meu melhor amigo. Precisava conversar com ele e eu adorava ficar com ele. Seu abraço era o segundo melhor do mundo, o primeiro era o do meu pai.

- Fêeee! – Gritei.

- Pera Laine, eu tô terminando de copiar aqui. – ele respondeu.

Fiquei esperando na porta da sala. Só o Fê que me chamava de Laine e eu adorava isso. As meninas saíram da sala e me chamaram, mas eu falei para elas que ia esperar o Fernando.

- Bora Fernando, tua namorada tá te esperando! – Um dos amigos do Fê chamou a atenção dele enquanto ele guardava o caderno na mochila.

- Eu não sou namorada dele. – Respondi.

- O Fê diz que é! – O cara rir e o Fê fecha a cara.

- Kaique, para de graça. Eu não falo isso, ela é minha melhor amiga.

Fê anda até a porta e coloca o braço ao redor do meu pescoço. A gente vai até o pátio e senta em um banco que está vazio. Me deito no colo dele e começo a contar tudo. Ele fala também que ficou com uma tal de Elizabeth de novo e eu bagunço com ele.

- Quem é aquele cara na moto que as Krisla e a Júlia estão conversando? – Fernando perguntou.

Olho em direção e vejo as minhas amigas com o Micael. Ele está gargalhando e nem percebeu que estou aqui. Minhas amigas são um bando de atiradas, meu Deus!

- Ah, aquele é o Micael. – Respondi.

- Hummm... O cara é boa pinta.

Quando as meninas apontam para mim e o Fernando, Micael muda de expressão e fica sério. Até muda de posição. Eu me sento e os amigos do Fê chegam falando de uma festa. Eu me despeço dele com um abraço e um beijo no rosto. Caminho até onde o Micael está. Minhas amigas mandam beijinhos e vão embora.

- Pelo visto você já conquistou minhas amigas hein? – Tento descontrair.

- Pois é.

Ele me entrega o capacete e coloca o seu, sobe e na moto e não me fala nada. Eu subo também e imediatamente ele acelera e quase me derruba. Eu agarro nele e ele acelera mais ainda pelo meio da avenida. Eu estou nervosa e com medo. Ele não tinha reagido assim ainda, não sei nem por que ele está bravo.

- Micaeeel, para a moto já! – Grito.

- Micaeel, para a moto! – Eu dou murros nas costas dele e ele procura um lugar para parar.

Eu desço da moto enfurecida e ele também. Eu pego a chave da mão dele e subo na moto. Ligo ela e mando ele subir.

- Sobe!

- Nem estando louco, eu subo nessa moto! – Ele grita.

- Você acha que não sei pilotar uma moto?

- Tenho quase certeza.

Cara, ele ficou insuportável do nada. Eu arranco na moto e mostro para ele que eu sei pilotar uma moto, que não é porque sou uma mulher que não posso pegar em uma máquina dessa. Eu paro na frente dele e mando ele subir novamente.

- Ok, me convenceu. Mas, eu piloto. Desce!

- Então para de ser escroto e piloto como gente e não como um louco. Tenho amor a minha vida seu idiota!

Eu desço da moto e ele sobe e logo eu subo novamente. Dessa vez ele dirige com cuidado e mesmo assim eu chego em casa soltando fogo pelas narinas, estou possessa, eu não fiz nada para ele agir daquele jeito.

Subo as escadas correndo e bato a porta do meu quarto. Jogo a mochila no chão e pulo na cama. Esmurro o travesseiro e grito de tanta raiva. Fico ali respirando. Tentando entender por qual motivo ele ficou assim.

 

Acordo com batidas na porta, eu nem tinha dado fé que havia pegado no sono. Olho no relógio e vejo que já anoiteceu. As batidas param e eu sei que é o Micael, porque se fosse meus pais, eles entrariam.

Tiro o uniforme da faculdade e vou para o banheiro. Tomo aquele belo banho, lavo o cabelo e passo um esfoliante no rosto. Estou me sentindo outra depois dessa ducha. Visto um shortinho e uma camiseta da minha banda favorita.

Pego meu celular e vejo que tem várias mensagens. Todas da Júlia, a última é ela dizendo que estava vindo aqui, talvez fosse ela batendo na porta do meu quarto. Começo a escutar gemidos e eu não acredito que o Micael está transando uma hora dessas e bem, ele mal chegou aqui.

Ligo para a Júlia e escuto uma melodia longe, a melodia do celular dela. Parece vim do quarto do Micael e quando os gemidos cessam por um momento eu fico em choque por ser a Júlia que está no quarto do Micael. Mando uma mensagem para ela.

Quando terminar sua atividade sexual, faça o favor, vá direto para casa.

Eu não sei o que sentia, eu só sei que eu sentia uma agonia enorme no peito e eu fiquei super magoada com a Júlia e com o Micael também. Hoje não era o meu dia. Deitei na cama e me permiti chorar. É nisso que dá ser chorona demais.

Quando toda a sessão pornô no quarto ao lado terminou, depois de alguns minutos eu desci, minha mãe e meu pai estavam assistindo televisão e eu dei um beijo em cada um deles. Eles perceberam que eu estava chorando e eu inventei uma desculpa, disse que foi por causa de um filme. Eles acreditaram.

Fui na cozinha e fiz um sanduíche com carne de hambúrguer, presunto, queijo, ovo e milho verde. Peguei um refrigerante e subi para meu quarto, dando boa noite aos meus pais.

Acabei dando de cara  com o Micael saindo do quarto. Abaixei a cabeça e entrei no meu quarto. Estava passando As Branquelas em um canal de filmes e eu adoro esse filme, deixei por lá. Comi meu sanduíche como um leão, eu realmente estava com fome. Assim que terminei, Micael entrou no meu quarto.

- O que você quer? Bate mais na porta não? – Reclamei.

- Você andou chorando? – perguntou.

- E daí se eu tava chorando? – ele fechou a porta e se escorou nela, passou a mão pelos cabelos e olhou para mim novamente.

- Eu queria pedir desculpa.

- Pelo o quê? Pelo que fez de manhã ou por comer minha amiga?

- Como você sabe que eu comi a Júlia?

- Até parece que sou surda. Além disso ela me mandou várias mensagens dizendo que vinha pra cá, e fui eu que liguei para ela quando vocês estavam gemendo feito uns loucos.

- Ah, desculpa pelas duas coisas então. Eu não sei o que deu em mim, eu não sou assim.

- Que bom, desculpo. Mais por favor não vá saindo por aí comendo minhas amigas, já basta ficar escutando elas dizerem que você é bonito e blá blá blá. Não quero ficar escutando o que você faz e não faz na cama e muito menos nada sobre seu corpo, falou?

- Tá bom. Então eu estou perdoado? – Ele pergunta, cauteloso.

- Sim.

- O que você tá assistindo?

- As Branquelas.

- Posso assistir também?

- Chega aí.

- Pausa aí, vou fazer pipoca e trazer refri pra gente. - ele fala já quase saindo do quarto.

- Só não coloca fogo na cozinha pelo amor de Deus! – eu grito.


Notas Finais


A noite se der, faço mais um capítulo. Beijo, espero que gostem :*


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