História Fake Brother - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance irmãos
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Palavras 1.790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


O que será que vai acontecer nessa festa ?

A FESTA
A festa de Kaique promete.

Capítulo 7 - The Party


Fanfic / Fanfiction Fake Brother - Capítulo 7 - The Party

Acordei primeiro que o Micael. Surpreendi-me porque estávamos dormindo de conchinha e isso não me pareceu certo. De hoje em diante eu ia evitar dormir com ele.

Desde que o dia que Júlia veio aqui, ela não falou mais comigo e nem faço conta de falar com ela. Liguei para Krisla e marquei com ela para irmos ao shopping comprar uma roupa para festa do tal Kaique. Já era 10hs00min e u não havia tomado café da manhã e o Micah não havia acordado.

Tomei uma ducha bem rápida, penteei os cabelos e amarrei em um rabo de cavalo. Vesti uma roupa de ficar em casa e separei minhas roupas suja. Hoje era dia de a Rosa arrumar a casa e eu tinha que aproveitar. Desci com as roupas em uma cesta e fui para a lavanderia, mamãe estava lá.

- Bom dia mãe. – Comprimentei. – O que faz aqui?

- Bom dia. Estou ajudando a Rosa, ela terá que sair mais cedo e bem, eu não tenho nada para fazer.

- Ah. Eu trouxe roupa para lavar.

- Ótimo, deixa que eu coloco para lavar. Não quer ver se o Micael tem alguma roupa suja não?

- Tá, eu vou ver. – Falo já saindo. Corro até a escada e dou de cara com meu pai.

- Eii, pra que essa correria menina?

- Bom dia pai.

- Bom dia filha. – Ele me dá um beijo na testa.

- A mamãe pediu para ver se o Micah tinha roupa suja. É... Pai, o senhor pode me levar no shopping daqui a uma hora? Eu quero comprar uma roupa para festa.

- Já sei, quer dinheiro também né? – Meu pai sempre é tão bom, ele fala naquele tom de brincadeira.

- Sim pai. – Respondo.

- Eu deixo o dinheiro, mais não posso levá-la. Eu e sua mãe vamos fazer supermercado daqui a meia-hora, pede do Micael.

- Aff, se ele acordar.

Subo as escadas e meu pai desce rindo do que eu acabei de falar. Eu não teria pai melhor. Amo meu pai, dou muito valor ao homem que ele é. Apesar de ver muitas meninas aí não gostarem do pai delas, eu amava e respeitava o meu. Ele era um homem muito bom.

Abro a porta do quarto do Micael e vejo-o na cama, ele está desembrulhado, não sei como ele aguenta. O ar-condicionado está congelando esse lugar. Presto atenção na tatuagem nas costas dele. É um dragão enorme, mais ele não é feio, ele é lindo e feroz e eu fico hipnotizada com a imagem em suas costas. Ele se mexe e me tira do transe. Seu cabelo castanho claro está grande e quase caindo pelo rosto. Ele parece um anjo dormindo.

Tento manter o foco na roupa e procuro o cesto de roupa suja no banheiro dele. Tem pouca roupa, as pego e levo na mão. Desligo o ar e saio do quarto. Mesmo suja, as roupas dele inalam seu cheiro bom e me controlo para não cheirá-las. Deixo na lavanderia e subo para meu quarto para trocar de roupa.

Coloco um shortinho curto e uma blusa preta e uma rasteirinha. Passo perfume e coloco meu relógio. Ando até o quarto do Micael e ele ainda tá deitado. Céus, será que ele não cansa de dormir não.

- Micaeel! – eu o chamo.

- Que é? Deixa eu dormir molenga. – Ele responde todo sonolento.

- Você tem que ir me deixar no shopping, papai não pode ir e disse que eu chamasse você.

- Ai que droga, tu num sabe dirigir baixinha?! Porque não vai só?

- Eu não tenho habilitação, vamos levanta.

- Aff. Tá, mais eu vou de moto. – Ele fala levantando.

- É de moto mesmo, o papai vai sair no carro.

- Já é então. – Ele fecha a porta do banheiro.

Eu me sento na cama e poucos minutos depois ele sai do banheiro só de cueca. Como se isso fosse normal. Ele olha para mim e sorri quando percebe que eu estou olhando fixamente para ele. Nem eu havia percebido.

- Nunca viu um homem de cueca não? – Ele ri e veste um short preto.

- Já sim, acha que tenho quantos anos seu bobo.

- Uns 14? Porque você tava morrendo de medinho ontem. “Micah dorme comigo”, “Micah, eu tô com medo”.

- Parou. E se apresse, estou te esperando lá na sala. – Falei e saí do quarto.

 

Cheguei em casa era pouco mais que 18hrs, fui direto tomar banho e tomei aquele banho. Eu havia comprado um vestido preto com lantejoulas brilhantes e ficou perfeito em mim. Krisla e eu conversamos bastante. Contei do que havia acontecido entre Júlia e o Micael e fiquei supresa quando a Krisla falou que a Júlia estava muito mudada, ficando com todo tipo de cara e que agora ela andava até com a Beatriz.

Deve ser por isso que ela ficou com o Micael, a Beatriz me odeia. Espero que o Micah mantenha sua palavra. A Beatriz tem feito da minha vida o inferno, ela andava muito quieta ultimamente. Devia está tramando algo.

Terminei meu banho e fui fazer minha maquiagem. Decidi fazer um olhão e deixar a boca mais apagada. Fiz cachos nas pontas do meu cabelo e ficou maravilhoso. Vesti o vestido e coloquei um salto vermelho que eu tinha e ficou divino. Já tinha se passado cinco minutos do horário combinado para o Fernando me buscar e ele não havia mandado nenhuma mensagem.

Minha mãe bate na porta e entra, eu dou uma voltinha para ela ver meu look e ela sorri.

- Você está linda Lorraine. E, o Fernando está lá embaixo tem alguns minutos.

- Por que não me avisou antes mãe?

- Ele e seu pai estavam conversando querida.

Passei perfume e desci com minha mãe. Fernando estava na sala com meu pai. Ele estava lindo. Com uma calça jeans escura, e uma camisa de manga longa preta com detalhes azul claro. Eu tinha o Fernando como melhor amigo, mais qualquer menina babaria por ele. Seu cabelo escuro dava contraste aos olhos verdes e um belo sorriso.

- Uau, Frank sua filha está divina. – Fala Fernando vindo me abraçar.

- Está mesmo, cuide dela rapaz.

- Sempre, o senhor sabe disso. – Ele aperta a mão de meu pai e nos dirigimos a porta de casa.

- Ótimo e cuidado vocês dois. – Meu pai pega minha mãe pela cintura e ficam lado a lado nos observando da porta.

- Boa noite mãe e pai.

Fernando veio no seu Camaro do ano de 2004 eu acho. Ele me falou uma vez. Fomos em silêncio até a casa do Kaique, reconheci a moto do meu pai quando passei por ela e eu soube que o Micael estava lá. Kaique nos recebeu na porta.

- Ai trouxa, eu sabia que ela era sua namorada.

- Para com isso Kaique. – Fernando o repreendeu.

- Oi linda. – Kaique me abraça e cheira meu pescoço. – Ao longe eu vejo o Micael com nada mais nada menos do que a Júlia. Ele olha pra mim e fica tenso. – Bem, se o seu namoradinho aí não te quiser, me procura. – Ele me canta na maior cara de pau e alguém chama ele e ele nos deixa a sós.

- Fê, esse Kaique é bonitinho né? – Pergunto ao Fernando.

- Sério que você tá me perguntando se o Kaique é bonitinho, eu tenho cara de gay? – Ele ri.

Olho para ele e sorrio, porque ele tem cara de gay. Porque tem uns que são tão gatos e eles são ótimos amigos também. Eu tenho vários amigos homossexuais.

- Na verdade, tem. – Eu gargalho enquanto pego uma bebida de uma bandeja. – Vem, vou te apresentar o Micael.

Pego na mão do Fernando e vou em direção ao Micael. A Júlia se joga no Micah, mas, parece que ele não está nem se importando com ela. É o que eu espero. Ela nem fala comigo e eu não sei por que, mais eu acho isso um alívio. Ela realmente não parece ser mais quem minha amiga era.

- Micah, esse é o Fernando, meu melhor amigo. – Ele sorri e aperta a mãe do Fernando.

Eles começam a falar de futebol e eu acabo sobrando ali. Resolvo ir pegar outra bebida, ainda é cedo e já têm gente bêbada. Vou até a cozinha e coloco cerveja no meu copo. Me encosto ali, pensando na Júlia se esfregando no Micael, ela realmente estava perdendo seu valor. Isso tudo por culpa da Beatriz.

- Oi linda, por que está sozinha? – Falou o Kaique chegando perto de mim.

Kaique era bonito. Tinha cabelos negros e olhos castanhos. Tinha o seu charme. Seu sorriso era o que mais chamava atenção. Ele quase sempre usava uma jaqueta de couro preta.

- O Fê e o Micael ficaram conversando e eu fiquei sobrando.

- Ah, você conhece o Micael? – Ele perguntou.

- Ele é meu irmão.

- Sério? Ele não se parece com você.

- É uma longa história, meu pai criou ele, mais a gente não sabia. Meu pai namorou por alguns anos a mãe do Micael, ela já tinha tido o Micael e ele cresceu tendo meu pai como pai dele. É confuso.

- Entendo.

Chega um monte de gente na cozinha e a gente sai para o quintal, está frio. Ele tira a jaqueta e coloca por cima dos meus ombros. Achamos um lugar para sentar e sentamos.

- Você não é namorada mesmo do Nando não né?

- Sou não. Somos só melhores amigos mesmo. Por quê?

- Eu só queria saber, porque tudo dele é você e a Elizabeth.

- É, ele parece mesmo gostar dessa tal de Elizabeth, eu ainda não a conheço.

- Sabe, você é muito bonita. Sempre falei para o Nando.

- Ah, obrigada. Você também não é de se jogar fora. – rio – Brincadeira, você é bonito também Kaique.

Ele se aproxima mais e nossas bocas quase tocam, meus olhos se fecham e eu espero o beijo. Kaique me beija, me puxando para perto dele e é um beijo doce e carinhoso. Tem um leve gosto de tequila, que deve ser o que ele estava bebendo. Sua língua toma a minha da maneira mais gentil e minhas mãos seguram seus ombros. Ele me puxa para seu colo e o beijo intensifica mais um pouco. Eu puxo de leve seus cabelos e ele me aperta contra seu corpo, me puxando pela cintura. Estou quase sem fôlego quando ele para o beijo e desce beijando meu pescoço.

Quando olho para a porta, Micael está lá, ele parece furioso. Ele sai correndo mais não me atrevo ir atrás dele, não agora. Kaique toma minha boca novamente e paramos quando escutamos Fernando chamar a gente.


Notas Finais


Prometo postar o próximo capítulo nessa manhã ainda. Beijo:*


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