História Fake Love - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Romance
Exibições 150
Palavras 2.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hj é o aniversário da nossa criança Jimin, 🌙><❤ então oq eu foi esse Comeback, e esse álbum, meu cú? Perdi em 0:01 quando entro a introdução SHSHHSHSHS ❤><🌈 e o V e o anjo, gente seis não sabe o quanto eu gritei, quando ele se virou, eu pensava " A vai se o Jungkook" tomei no cú SHSHHSHSHS
Desculpa qualquer erro🌈❤
Eu não me lembro o nome do padrasto se alguém se lembra me diz aí, vo agradecer, não postei antes dormi, acordo a semana inteira cedo, sem contar que segunda, terça e quinta eu tenho aula desda 7:30 até as 21:00 da noite, aí, só tenho tempo meio-dia, e olha e corrido pra carai ❤🌈 então me perdoem por não lembra o nome dele de coração mesmo shsbsh
Fico um texto mas né.

Capítulo 23 - Capítulo 23


Fanfic / Fanfiction Fake Love - Capítulo 23 - Capítulo 23

23.
   -E difícil esquecer essa sua voz. -ele virou. -Padrasto.

-Penso que não se lembraria dela.

-So pensou. -digo olhando em volta. -Mas então, porque tô aqui mesmo? -ele da um sorriso cínico.

-Victória não lhe disse?

-Disse mas me esqueci. -falo sem muita importância, por mais que por dentro eu estava com medo do que ele podesse fazer comigo, eu não iria levar muito a serio aquilo tudo.

-É bom se lembrar das coisas _______.- só de ouvir sua voz pronunciar meu nome de dava enjôo. -Ela deve ter lhe contado que Mark está nos devendo dinheiro a menos de 4 anos, ele não tem como pagar, então, falamos para que ele vigiar você, mas acho que ele meio que se apaixonou por você. -ele solta um suspiro pesado e me olha sorrindo. -Mas você não sente o mesmo, deve ser triste para ele, mas, ele não queria lhe trazer, tenho certeza que ele implorou para não vir.

-E ele disse que não era muito bom eu voltar, e quando eu perguntava porque ele apenas  me falava que eu poderia querer ficar, então eu nunca me importei muito. -falo dando de ombro.

-Acho que você deveria ter escutado ele, e não ter voltado. -ele se ageita na cadeira, e me olha. -Mas a questão é, vingança, não é essa a palavra, mas não a outra para disser o que eu quero de você. -ele da um sorriso leve. -Você irá pagar, por fazer eu ir para a prisão ______, vai pagar por eu perdeu o qur mai era precioso a mim nessa vida. -eu o olho incrédula. -Voce a tirou de mim, então tirarei tudo de você.

-Porque relembrar algo do passado?

-Eu quero me vingar, por você não sentir pudor, pena, e viver sua vida como se ainda fosse tudo normal, irei transformar sua vida em um inferno. -dou um sorriso fraco.

-Vamos ver. -me levanto da cadeira.

-Espero que esteja preparada, porque quando você menos espera lhe informei uma bala, como fez com ela. -ingulo em seco, e o olho.

-Foi um acidente e você melhor do que ninguém sabe disso.

-A querida eu sei que você queria fazer aquilo, você tirou tudo de mim, e eu tirarei tudo de você. -eu o olho e logo em seguida os dois homens adentram novamente e me retiram da sala.

~Porque ele quer se vingar por algo do passado, algo que nem mesmo eu me lembrava?~

______of.
∆Padrasto∆ on ( não me lembro o nome dele, então colocarei ∆padrasto∆ shshhshs).

Ela não sentiu nada, medo, arrependimento, nada, não senti nada no olhar vasiu, ela apenas sorriu, quando ia sair da sala, como uma louca. Respirei fundo assim segurando a respira por uns bons minutos e a soltando, a dor, o som do disparo, tudo, exatamente tudo se passava por minha cabeça ainda.

Flashback on.

08/07/2008 Terça-feira 22:12

-Querida cheguei. -digo a adentrar a casa.

-Pai!- escuto os gritos de minha filha desesperada. -AAAAAAAAAAAAA. -e assim, 3 disparos.

-Soo!?- grito correndo em direção as escadas, o barulho avia vindo de cima, eu tremia, meu coração subia e descia em uma velocidade grande, subi correndo tropeçando nos próprios pés. -Soo!?- ela não respondia. -Gahya!?- chamo por minha esposa, mas nada foi respondido, eu vi a porta entre aberta do nosso quarto e uma luz lá dentro, e um pequeno soluço.
Andei de vagar ate la, e abri a porta levemente, vendo uma cena horrível, minha esposa estava jogada em um canto em uma possa de sangue, minha filha não estava diferente e mais ao conto estava um homem, com um tiro no meio da testa, e sentado no escuro estava ______, apavorada.

-______?- ela me olha assustada. -O que aconteceu aqui?

-E-eu e a So-Soo estávamos brin-brincando e aí ele. -ela aponta tremula para o homem morto. -E-ele entrou pela janela, e...é a pontou a arma para nós, a senhora Ga-Gahya, ouviu nossos gritos e então ele disparou, contra nós, mas eu fui rápida e joguei  Soo pa-para o outro lado. -ela mostra o braço ensanguentado. -E então a senho-nhora Gahya entrou, ele ia atirar nela!- ela começa a chorar forte. -Eu pulei nele, e a senh-nhora Gahya foi para o mesmo lado que nos é eu sem querer. -ela me olhou com os olhos derramando lágrimas. -Eu não queria. -ela só chorava, e soluçava  alto. -Então eu atirei. -ela me olha perdida. -Mas acerto a Soo. -ela ja não chorava mais e mantinha um olhar frio para os dois corpos a sua frente. -Então, eu o acertei na terceira tentativa. -ela inclina a cabeça para o lado e me olha, seus olhos estavam vazio, e assustadores.
Então ela levantou e andou até mim, ela estava com algo nas mãos, era a arma, ela andou devagar até mim, e estendeu, com a mão encharcada de sangue, a arma para que eu pegasse, estendo a  mão e a agaro.
Ela, sem nenhuma palavra, anda em direção a porta e sai, com o olhar vasiu, desceu as escadas e saiu pela porta principal, em silêncio.

10/07/2008 Quinta-feira 08:49.

-Você está dissendo que não lembra de nada?- a juíza pergunta mais uma vez a ______, que estava quieta, a menos de uma hora ela está a negar que estava lá, ou outra coisa.

-Você não estava lá ________?- pergunto calmo.

-Eu não sei, eu....eu não lembro. -ela diz balançando a cabeça.

-Você estava no quarto quando eu cheguei, contou oq eu ouve e me entregou a arma, você desceu as escadas e saiu, depois desmaio, não se lembra disso?- pergunto mais uma vez.

-Não.- ela diz me olhando nos olhos, ela estava mentindo, e estava mentindo bem.

-Suas digitais estavam na arma _____.- a juíza fala. -Não se lembra de nada?

-Eu já disse, eu não lembro de nada da quela noite, só me lembro de ter ido a casa de Soo e então tudo apago.

-Você está mentindo ______?- a juíza pergunta, ela não estava acreditando nas coisas que a criança estava falando.

-Se eu estiver mentindo, quero que me mate, agora.

Flashback of.

Epa nunca foi punida, ninguém nunca foi, um ano depois me envolvi com a mãe dela, assim me escondendo por uns 3 anos no papel de pessoa boazinha, mas eu não aguentava mais olhar para a cara dela, então foi ai que começou os maltratos, mas era só com ela, sua mãe se envolveu também então também levou, eu tirei a mãe dela e ela ainda se mantém firme, o que mais eu tenho que retirar dela para que ele me leve a sério é desabe como eu desabei?

∆padrasto∆ of.
_______on.

Porque ele quer vingança de algo que faz quase 9 anos, não faz sentido, eu me arrependo de não ter falado a juíza que eu estava lá, que eu vi, que eu matei, que eu lembrava, será que isso seria diferente? Ele ainda não fez nada comigo, então, eu poderia impedir qualquer coisa se pedisse perdão?
Vejo a porta ser aberta e por ela passar ele, com algo em sua mão, então seu rosto ficou a mostra quando a fraca luz pego nele.

-Ja se lembro de algo do passado?

-Não. -minto.

-Sim, sim, ainda não lembra. -ele suspira forte e sorri. Ele levanta o objeto, era um taco de baseball, ele anda até mim com uma cara sínica, ele levanta os braços junto ao taco e acerta a lateral do meu corpo, fazendo-me arfar de dor.

-Ja se lembrou?- mordo os lábios e fecho os olhos, para ver se a dor diminuía, mas ela ficava mais intensa, e mais uma foi acertada mas do lado o posta e nas costelas, fazendo-me gritar. -Seus gritos são músicas em meu ouvido. -ele continua a sorrir e a me socar com o taco, inúmeras vezes, ate eu nem sentir um mísero puxam de cabelo que ele me dá, meu corpo estava amortecido, e quando eu voltasse a sentido seria muito ruim, mas por hora vou agradecer por não sentir nada.

-Ja se lembrou?- eu não conseguia manter meus olhos abertos, ele me dá um tapa estalado do lado esquerdo de meu rosto, mas nada foi sentido. -Espero que você se lembre, até amanhã e me conte. -então vejo seu volto ir em direção a porta e deixar o taco de baseball do lado de dentro do quarto.

-Se ela tentar algo, bata, não se deixe levar pelo rostinho bonito que ela tem. -o homem ao seu lado confirma com a cabeça. -Ate depois Baby. -e sai dando uma risada alta, sinto meu corpo pesar mais,fazendo-me fechar os olhos.

(...)

Meu corpo todo estava extremamente dolorido, cada movimento, desde tentar abrir os olhos ou piscar, doía, de um jeito insuportável.

-Vejo que acordou- a voz dele ecoou pelo quarto, meus olhos ainda semi-abertos, não o focavam, mas após algumas piscadas consegui velo, em um terno preto elegante, não podia disser que ele era feio, aos seus quase 50 o homem era bonito,  muito bonito se exagero, ele passava pela fachetaria de uns 30, 40 mais que isso você estaria mentindo.
Mas eu avia me acostumado com a forma nojenta do homem que ao olha-lo assim era estranho de algum jeito, a barba que antes era comprida e mal cuidada, estava bem cortada e fazia harmonia ao rosto levemente redondo, os cabelos que antes eram sujos e fediam estavam cortados em um corte mas esportivo e bem lavado, as roupas gastas e com buracos agora eram substituídas pelo terno, levemente alinhado ao seu corpo.

-Se lembrou de algo?- si to minha garganta seca, e meu estômago embrulhar.

-A-agua. -digo com dificuldades ele me olha descrente e pede a um dos homens que me traga água, o mesmo volta minutos depois é me ajuda a beber o líquido.

-Esta pronta para falar agora?- ele se ageita na cadeira nada confortável, mas tudo era mais confortável do que estar lá, amarada pelas mãos e pés em forma de estrala no meio de uma velha sala de treinamento.

-Eu já disse, que nao me lembro de tudo.- por um lado não era mentira, nem tudo que avia acontecido na quela noite era lembrado por mim.

-Me conte o que você lembra, estou curioso. -ele da um sorriso maligno para mim.

-Me lembro de estar, no quarto da Soo, estávamos brincando de boneca, até a hora que eu gritei por ver um homem atrás da mesma, ele tentou atirar em nos mas eu a empurrei levando o tiro em meu braço esquerdo, após isso a senhora......a senhora Gahya apareceu, e assim ele tentou atirar nela mas de novo tentei impedi-lo mas ela foi para o mesmo lado. -começo a chorar lembrando das imagens dela caindo no chão já sem vida alguma e se formando uma posa de sangue em sua volta. -Então ele deixou a arma cair eu a peguei e tentai atira nele mas acertou Soo!- a dor do meu corpo era forte, mas meu choro e soluços eram mais fortes. -E então eu tentei mais dois tiros, assim o acertando na cabeça.

-Porque mentiu que não lembrava de nada?- ele diz um pouco alto.

-Fui obrigada. -eu ainda chorava.

-Por quem?

-Minha mãe,ela sabia do que você seria capas, você iria fazer minha vida ficar um inferno se eu dissesse que a via visto, minha mãe sabia que você iria cair para cima dela, e ela era a única da minha família que avia sobrado, meu pai fugiu por sua culpa, meus avós morreram por sua culpa, ela não podia deixar eu sozinha, e ainda mais por sua culpa. -eu o olho ainda chora do.

-Não tenho culpa se não pagaram o que deviam, seu pai volto não volto, ele me pagou uma semana depois da morte de sua mãe. -ele sorriu sínico. -Ele não sabe o que você fez.

-Eu não fiz nada de errado.

-Mas fez com que a Juíza achasse que eu era louco.- ele diz entre dentes. -Freqüentei uma psiquiatra por UM ano. -ele diz se levantando.

-Okay, me perdoe, mas não tem mais volta, você não vai conseguir reabrir o caso, então desista. -eu peço a ele.

-É não tem mais volta, para nenhum de nós. -ele retira uma arma e aponta para mim. -Eu te perdôo, mas você terá que pagar igual a eu estou pagando. -e então sorri para mim.







Notas Finais


Realmente me desculpe qualquer erro, e comentem o que vcs estão achando Okay, ela está quase no final, sim ela terá no mínimo uns 30 capítulos, e pouco é eu acho que é pouco mas, já bolei ela inteira então o último capítulo está quase pronto na minha cabeça💔❤🌈 mas será bem comprido prometo SHSHHSHSHS bjsssss❤🌈>< irei postar talvez quarta novamente sábado tenho aula o dia todo, pq querem ocupar o meu colégio, (eles vão entrar em greve) ocupar pra quem não sabe é os alunos ocuparem, tipo ficar no colégio trancados de greve sem aula, segunda e pra entrar em greve então se isso acontece tenho tempo pra escreve bastante pra vcs ❤🌈><


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