História Fall - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Romance
Exibições 25
Palavras 520
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


- Espero que gostem;
- Plágio é crime;
- Me digam o que acharem;
- Fiquem á vontade para colocar músicas;

Capítulo 1 - Prólogue


Pov Alice

Ah, o dia em que tudo começou. Aquele dia parecia mais um dia normal para mim, um dia como qualquer outro na cidadezinha em que passei a morar. 

Era uma quarta-feira de inverno, eu acordei com Sara, a mais velha das meninas do orfanato em que moro, me dando leves empurrões. Não demorei muito para me arrumar e descer aquela escadaria. O café foi o de sempre, algumas frutas e leite. A maioria das meninas já estavam á mesa e conversavam entre si. O silêncio tem se tornado um incômodo ainda maior para mim. Eu nunca pude as ouvir, conversar normalmente sem ter de me esforçar para demonstrar com gestos o que queria dizer. 

Suas bocas mexiam sem parar, seus olhos levavam um brilho enquanto falavam, algumas riam, gatgalhavam com o que era dito e eu apenas as adimirava, mantendo meus olhos fixos aos seus movimentos. Parecia tão fácil para elas, parecia tão mais natural.

Ruth, a cordenadora do orfanato, se aproximou de mim enquanto pronunciava diversas palavras que não faziam sentido algum para mim. Sua boca se mexia e eu apenas a encarava, tentando entender algo que dizia. Decifrei uma ou outra palavra, mas continuei a encarar com um ponto de interrogação evidente. Ela pareceu se lembrar do detalhe que me impedia de entender o que ela dizia e logo pegou um bloco de notas e começou a escrever nele. "Precisamos conversar" ela havia escrito no papel. Balancei a cabeça assintindo e a segui para o escritório.

Novamente Ruth escreveu algo em seu bloco de notas, "você consegue aconpanhar a minha boca?"

Ainda era um pouco difícil para mim fazer a leitura labial, ainda mais quando as pessoas falavam rápido demais, mas sempre que podia eu tentava.

Balancei a cabeça positivamente e ela continuou, devagar:

— Você já tem 17 anos — fez uma pausa e eu já soube do que aquela conversa se tratava — você fará 18 mês que vem e terá de partir. 

Abaixei a cabeça; já esperava por isso. Estou velha demais para esse lugar, apesar de não ter mais ninguém. Olho para os lados segurando as lágrimas e enfim a olho sem ter o que dizer. 

O que deveria eu dizer naquele instante? Nada pode demonstrar o desespero que senti sobre aquela cadeira dura e desconfortável. Nada e ninguém poderia resumir a sensação de abandono que senti, porque ninguém desejaria estar em meu lugar. Quem desejaria ser surda como eu? Ouvir nada mais do que o silêncio de seu olhar? Tudo que tenho ouvido por esses dias é a tristeza do meu coração, a solidāo de viver e ser indesejada. Eu estou sozinha. 

Apenas concordei com suas palavras vazias e que, mesmo assim, me tingiram feito brasa. Saí daquele escritório e, quando passava pela sala daquele orfanato, vi alguém que nunca imaginei ver novamente. Meu coração acelerou e, em questão de segundos, já me encontrava chorando. Me aproximei daquela televisão e encarei bem aquele rosto, tentava ao máximo ouvir o que ele cantava, mas eu tinha plena certeza que nada ouviria, se não o silêncio.

Eu me via infeliz por não poder ouvir sua voz.


Notas Finais


Continuo?


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