História Fall Away - Joshler - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Twenty One Pilots
Personagens Josh Dun, Tyler Joseph
Tags Blurryface, Drama, Joshler, Psicopatia, Romance Gay, Suícidio, Tysh
Visualizações 28
Palavras 766
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


"Mas tia, você demora 65432456 de anos pra postar capítulo e quando posta é uma merda dessas?"
É gente, foi mal, titia não tá nos seus melhores dias, mas vou me esforçar.
Não desistam de mim kkk'

Espero que gostem do capítulo

Boa Leitura :D

Capítulo 12 - Ele ainda não está morto


 

– Ruby… - falo, perplexo.

– Olá garotão. – ela sorri. O sorriso doce, puro… o sorriso que, por anos, aquecia meu coração e me dava esperança uma estranha sobre a vida. Não pude evitar que meus lábios se afastassem e formassem um sorriso maior que meu próprio rosto. Como ela poderia estar aqui, em pé, na minha frente?

– Como…? – pergunto, ainda sem entender. Ela suspira, pega minha mão e me faz levantar com um impulso. Agora tendo que olhar para baixo para encará-la.

– É uma longa história, mas assim como o Blurry, também faço parte da sua mente agora. – ela explica, fazendo uma pequena careta ao fim da frase. Arqueio as sobrancelhas, confuso. Um pequeno desconforto se forma em minha garganta, com medo da resposta para o que ia perguntar.

– Isso significa… que você… também quer roubar “meu posto”? - faço aspas com os dedos. Ela ri, negando com a cabeça, sem tirar o singelo sorriso de seus lábios.

– Eu só quero te ajudar. – afirma. Mas assim que faço uma careta confusa, ela volta a explicar. – Você não consegue sair da floresta, certo? Blurryface entrou em guerra e você não consegue chegar perto do Joshua sem que algo aconteça, não é? – não soube direito se aquilo era uma pergunta ou uma afirmação, mas apenas assenti em resposta. – Pois bem, tudo isso tem um motivo. – suspira – Eu não posso te dizer tudo nos mínimos detalhes, por outro motivo que também não devo te contar, mas posso te mostrar o suficiente para você ligar os pontos. Vem comigo? – ela ergue sua pequena mão em minha direção. Relutante, seguro-a com a minha, sentindo um pequeno choque. Enquanto minha pele estava queimando, a dela era gelada, muito gelada, fazendo-me lembrar da última vez que a vi. Não, não foi uma cena bonita.

– Pra onde vamos? – pergunto. Ruby se vira para mim, um brilho estranho tomava conta de seus olhos caramelados, que agora estavam praticamente dourados, contrastando com sua pele negra e cabelos escuros, mas numa sutil harmonia com seu vestido vermelho ruby.

– Feche os olhos. – fala, sua voz doce num tom um pouco mais grave e autoritário. Sem nem pensar em retrucar, fecho meu olhos.

Sinto um forte arrepio em minha espinha e uma estranha sensação de frio na barriga, que passou em segundos. Ouvi um “abra”, vindo de Ruby e assim que baro os olhos, tenho minha surpresa, que me deixou um tanto boquiaberto.

Agora estávamos em um lugar completamente diferente, um grande corredor. Vazio, gélido, sem cor.

– Não pergunte, apenas me siga. – Ruby ordena, então começando a andar. Acompanho-a, com um turbilhão de dúvidas rondando minha mente, criando hipóteses, fazendo meu corpo estremecer a cada ideia aterrorizante, mas no fim, apenas sigo seus passos, afinal, confiava mais nela do que em mim mesmo.

Passamos por inúmeros quartos, e ao ver algumas macas, com pessoas deitadas – das quais eu não conseguia ver os rostos – pude concluir que aquilo era um hospital, apesar de se assemelhar muito mais a um necrotério.

Chegamos a um quarto, cujo o número era vinte e um e Ruby para na frente da porta, encarando-me com um olhar sério e imponente.

– Não surte, não grite, não tente fazer nada estúpido… isso pode bagunçar as coisas. Se você fraquejar, Blurryface toma o controle! - ordena, e antes mesmo que eu respondesse, como se soubesse o que eu diria, abre a porta, dando-me passagem para o quarto.

Relutante, dou passos cautelosos para dentro do quarto, ainda sem entender porque estava ali, mas com receio do que veria. Não sabia se de fato poderia me controlar e o medo de perder para o cara borrada de novo fazia meu sangue gelar.

Enfim, adentro completamente o ambiente sem vida. Ao olhar em volta, vejo uma maca e me aproximo dela, lentamente. Mas quando vejo quem estava li, meu corpo entra em choque, meu ar se esvaio de meus pulmões de uma única vez, o que me fez ir pra trás, quase caindo, caso Ruby não me segurasse.

– Josh… - solto um sussurro surpreso, os olhos arregalados olhando para o corpo cheio de aparelhos deitado sobre aquela cama de hospital, cheio de aparelhos ligado ao corpo.

Seus cabelos que devia ser coloridos e cheios de vida, estavam completamente desbotados e secos, sem vida. Sua pele ainda mais pálida que o comum e olheiras enormes embaixo de seus olhos, mesmo que ele estivesse desacordado.

– Se acalme, garotão. Ele ainda não está morto. – fala Ruby, soltando-me ao s poucos quando viu que eu não iria mais cair. Meu coração falha uma batida e me viro pra ela, com um olhar transtornado.

 

Como assim, “ainda”?!

 


Notas Finais


Tá uma merda? Tá. Mas deixe seu comentário, isso vai me ajudar a melhorar e me inspirar a continuar.

Espero que tenham gostado (oq eu duvido bastante), o cap foi curtinho, mas foi o que consegui escrever

É isso. Beijineos e:

Stay Alive, frens! Eu juro que vale a pena.

|-/


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