História Fall Hole - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Belindamastrick, Fallhole
Visualizações 46
Palavras 1.366
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá anjos.

Obrigada a todos os favoritos e as pessoas que tiraram um tempinho para comentar <3

Nesse capítulo vocês vão poder conhecer um pouquinho da personalidade da Belinda, essa personagem que eu amo de paixão.

Por favor me deixem saber o que estão achando, beijão.

Capítulo 2 - One


Fanfic / Fanfiction Fall Hole - Capítulo 2 - One

Duas semanas antes

Eles dizem que eu sou um problema, que sou malvada, que sou egoísta e que sem dúvida, não dou importância nenhuma, para ninguém.

Odeio os boatos, odeio quando as palavras são sussurradas em uma forma que eu não consiga escutar.

E eles me odeiam também.

— Belinda, você já começou a sua tese? — Claire chama a minha atenção, e eu levanto os meus olhos que estavam vidrados no copo vermelho de plástico, até ela.

— O quê? — eu pergunto. Realmente não sei sobre o que ela está falando, eu nem estava prestando atenção.

— T-e-s-e. — ela soletra, reviro os olhos, esmagando o copo entre os meus dedos, minha amiga dá risada, sinto alguns olhares sob mim e respiro fundo.

Universidade de [email protected]

— Esqueci. — murmuro, me levantando bruscamente da cadeira, os meus saltos fazem barulho no chão,  observo os olhares em minha direção conforme vou me distanciando, sempre assim, um novo boato por semana. — Perdeu alguma coisa, aqui? — eu quase grito, o garoto arregala os olhos  e desvia de mim.

— Se controle. — Claire aperta o meu braço, enquanto me puxa para o corredor. — Você prometeu se comportar.

— Eu estou me comportando, não estou?

— Se querer matar os coleguinhas é se comportar, você não está nem tentando.

— Eles são um bando de gente insuportável que ama falar sobre mim. — eu sussurro.

— Eles não sabem nada sobre você. — ela murmura, eu assinto, eles não sabem. — E bom, você nunca ligou para isso também.

— Sabe, eu não me importo, quero que eles se danem. — eu planto um beijo em sua bochecha, ouvindo sua risada escandalosa soar pelo ar, enquanto entra em sua sala de aula, eu continuo caminhando, até entrar na classe de gêneros do jornalismo. O professor me entrega um olhar autoritário pelo atraso, mas sei que ele mal pode esperar para sentir os meus lábios nos dele, de novo.

Matthew é um cara bonito e charmoso, que além de gostar de violar leis, beija muito, muito bem. Não vejo problemas em me agarrar com um professor, que é uns três ou quatro anos mais velho que eu, mas claro que a diretoria vê e já me avisou, baseado em boatos que se descobrirem a verdade, Matt está demitido e terá a carreira condenada e eu expulsa da Universidade de Fall Hole. Mas, eu sei que ninguém vai fazer isso, porque eu pago uma mesada gorda o suficiente para a Universidade me amar.

[ … ]

Termino de passar a máscara preta, nos meus cílios, e então mando um beijo para o espelho, no mesmo tempo que a porta do banheiro bate e meu irmão entra desesperado, semicerro os meus olhos em sua direção, esperando uma boa explicação para ele estar dentro do meu banheiro, sendo que ele tem um em seu quarto.

— O que está fazendo aqui? Eu poderia estar tomando banho.

— Você sempre tranca a fechadura quando está fazendo isso. — é verdade. O encaro, ele está ofegante e está me incomodando.

— Ainda não respondeu a minha pergunta.

— Ah, você não gostaria que eu respondesse. — bato com os meus saltos no piso, bufando.

— Desembucha. — ordeno.

— Eu fiz algo errado e preciso da sua ajuda. — ele parece tão sério, que já começo a pensar em quanto dinheiro terei que tirar da minha conta. Não o respondo, porque ainda estou esperando a continuação, mas obviamente ele não percebe, acho que está esperando eu dizer sim, sim, sim, como papai e mamãe sempre fazem quando ele faz merdas. — A polícia está lá embaixo.

— A polícia? Minha nossa, dessa vez você se superou. — eu passo por ele, ambos temos 21 anos, já que nascemos no mesmo dia e praticamente quase no mesmo horário, porém eu pareço ser a gêmea mais velha.

— Sinto muito.

— Sente, é? — não o deixo responder, caminho pelos corredores, descendo a escada com fortes pisões, receber a polícia na sua casa de manhã não é algo que alguém deseja.

Prendo o lábio inferior entre os dentes conforme vou me aproximando, realmente há um policial parado na porta de entrada de nossa casa, ele me observa chegar até ele, calmamente, o que querendo ou não, faz o meu estômago se revirar.

— Belinda Mastrick? — empino o nariz, assentindo. — Quantos anos você tem?

— O que isso te interessa? Não está aqui para falar com Ashton Mastrick? — pergunto, o seu semblante é sério, mas eu não ligo.

— Jovem, eu posso te prender caso não responda as minhas perguntas. Sou Edward P. — ele me mostra um distintivo, ignorando a segunda pergunta que fiz. — Quantos anos você tem?

— Vinte e um. — bufo.

— Muito bem, então você já é maior de idade, legalmente.

— Sim, eu sou.

— Você tem um carro, modelo Masserati, placa 2321 - 17, da cor vermelho sangue?

— Sim, como sabe disso? — me sinto preocupada.

— Esse carro foi encontrado pelo sistema de segurança de trânsito, fora do limite de quilômetros permitidos, na rodovia de saída de Fall H. Infelizmente, você não pagou as duas multas que mandamos para a sua caixa de correio entre Dezembro e Março, sendo assim, precisaremos rebocar o carro, até que a multa seja  paga.  — o encaro incrédula, eu não usei esse carro para sair da cidade.

Ashton, Ashton, Ashton.

Esse é o único nome que brilha na minha mente agora.

É por isso que sente muito, irmãozinho? Af.

Eu bato a porta na cara do policial, sentindo meu rosto esquentar de raiva.

— Ashton! — eu grito e em menos de três segundos meu irmão aparece na minha frente, com uma xícara de café em mãos e um sorriso que mistura medo e loucura. — No dia da festa de confraternização do primeiro ano da universidade você usou meu carro e saiu da cidade, porque o seu estava estragado e além de usá - lo sem minha total autorização, ultrapassou o limite de velocidade e consumiu com as multas para mim não receber?

— Ah, não. — ele nega, mas seu olhar de culpado o entrega, eu lhe dou as costas, segurando o fio da paciência.  Pego a minha bolsa e puxo a minha carteira de dentro, caminho calmamente até a porta novamente.

— Você está ferrado. — ele fecha os olhos e parece estar fazendo algum tipo de oração, eu o ignoro, abrindo a porta e encarando um policial totalmente irritado. Ele começa a falar, mas eu não deixo. —  Quanto preciso pagar? — pergunto, ele se cala, me entregando um papel. Eu bufo de raiva ao ver os quatro dígitos no papel. — Pago para quem? — reviro a minha carteira.

— Não para mim! — ele exclama. — Se não quiser que o carro seja rebocado, eu lhe dou uma carona até o departamento de trânsito, lá você paga e está livre para passear com o seu carro novamente.

— Que seja. — eu o acompanho.

[ … ]

Depois de pagar a multa, espero no departamento de trânsito, até meu irmão vir me buscar, por incrível que pareça, ganhei uma viagem de vinda, mas de ida não. Ah, esses policiais incompetentes, que querem apenas extorquir dinheiro de moças e coçar a barriga gorda. Entediada, meus olhos passeiam por todos os itens de decoração, até pararem em um jornal em cima da mesa de centro, me estico, e pego.

DEZESSEIS JOVENS DESAPARECIDOS.

QUANDO QUE ISSO VAI CHEGAR AO FIM?

Minhas pernas fraquejam ao ler o título principal, já são dezesseis, não consigo acreditar que ainda não encontraram o culpado pelos desaparecimentos. Esses jornalistas só se importam em criar uma manchete que choque toda a sociedade, mas não fazem uma pesquisa boa, aposto que algumas horas em frente ao computador renderiam muitas pistas, boas o suficiente para mim crescer na carreira de jornalista e esfregar na cara de toda a Universidade de F. H,  que eu, denominada popular e patricinha, consigo ser mais inteligente que todos eles juntos.

Me perco em pensamentos que nem percebo que minha carona já chegou, meu telefone toca em um ritmo irritante me avisando, eu abro um sorriso amarelo direcionando a todas aquelas pessoas que trabalham no estabelecimento e marcho em passos largos para fora dali, encontrando meu irmão, me esperando.

Não consigo pensar em qualquer outra coisa que não seja a razão desses desaparecimentos estarem acontecendo, se descobrisse provavelmente conseguiria algo interessante em troca, talvez mais respeito e consideração, aos olhos de todos, principalmente de meu pai.













 


Notas Finais


Yay, estou ansiosa com essa estória gente, ela é muito importante para mim.
@enflorastes no twitter.

See you <3


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