História Fallen Angel (Sterek) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Personagens Cora Hale, Derek Hale, Dr. Valack, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Laura Hale, Liam Dunbar, Lydia Martin, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Peter Hale, Scott McCall, Talia Hale
Tags Comedia, Drama, Ficção, Mistério, Romance, Sterek, Suspense, Teen Wolf
Visualizações 85
Palavras 1.977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Luta, Misticismo, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meus leitores cheios de purpurina que pisam em cima das inimigas!
TURU BOM?!

Estou aqui com uma threeshot( não sei como se escreve, me desculpem) para vocês!Eu, particulamente, amei escrever a primeira parte!Espero que vocês também gostem, tanto quanto eu, desse pequeno mundo alternativo que criei!

AGORA CHEGA DE ENROLAÇÃO E BORA LER!








Boa leitura!

Capítulo 1 - O anjo


Fanfic / Fanfiction Fallen Angel (Sterek) - Capítulo 1 - O anjo



Os flocos de neve dançavam no ar enquanto eu corria adrentando a floresta,tudo parecia passar em camera lenta.Só auvia o som da minha própria respiração junto ao eco de meus passos que vagavam por todo aquele mar de arvores sem cor e vida.

Nada mais importava naquele momento, eu apenas queria esquecer todas as lembranças boas que guardava com tanto carinho em meu coração, os beijos quentes, as acaricias aconchegantes e as palavras de amor que ditavamos um para o outro toda a noite.Desejei ser um passaro a voar, sem laços com ninguém, apenas ter a liberdade como motivo de existir, ser um cavalo a correr pelo campo verde pertecente a natureza, me fundir com o universo, com o vacuo do infinito.

Tudo menos ser eu mesmo, sem ter estávida miserável.

  - Merda...-Sussurrei para o nada quando bati em uma pequena pedra e quase cai, não sabia para onde minhas pernas me levavam, o quão longe meu coração iria querer ir ou aonde eu iria parar, só sabia que não queria parar agora.

Estava seguindo mais e mais fundo na imensa floresta, as vezes pisava em alguns galhos assim assustando os corvos que se escondiam ali, olhei em volta parando de correr.As árvores sem cores, o frio a me consumir até que não sinta os dedos de minhas mãos, enquanto isto o céu deixava cair todo odio gélido em mim, era como olhar para dentro da minha alma.

Eu ri sentindo um gosto amargo na boca, gargalhei alto sentindo os restos dos meus sentimentos vazarem de meus olhos, eram quentes e salgados, mesmo assim eu continuava a gargalhar como louco em um hospício, porque eu realmente seja um louco dentro de um hospício chamado vida.


Enquanto chorava ...



Caminhei até o grande tronco caido me sentando e apoiando minhas costas no mesmo, meu corpo já sentia o calor da corrida indo embora, mesmo assim eu tinha medo de dormir e acordar novamente vendo que tudo era real, sendo praticamente improvavel que eu sobreviva a temperatura ou a tempestade de neve que viria logo.

Meu coração quebrado sentia mais medo do que nunca de ser salvo da morte, tento ele quanto eu queriamos ser abraçados por ela e levados para longe, talvez vagar pela terra sendo uma alma presa em um limbo invisivel, tudo isso seria melhor que acordar novamente e ver que ainda lhe resta vida correndo em suas veias.

Deixei minha cabeça cair para trás  enquanto meu corpo se deitava na gelada, porém confortavel, neve.Meu corpo tentava a todo custo se manter aquecido, mas eu já tinha desistido, apenas deixei minha mente me levar, minha música preferida surgiu em meio aos pensamentos que me rodeavam, o celular tocava ao meu lado enquanto a tempestade chegará, chegada a hora de meus ossos e carnes desistirem e sucumbirem enquanto o sono da morte vinha tocando minha canção de ninar tão esperada, fechei meus olhos adormecendo.


Minha mente me dizia...



Não tive sonhos nem pesadelos, eu só via a escuridão enquanto minha sanidade se perdia em algum lugar me deixando com os demonios da loucura, entretanto já não tinha medo.Não tinha medo das vozes, dos gritos, dos xingamentos e lamentações, era como estar no fundo do mar, eu não sintia mais nada, antes de me afogar eu senti meu corpo ficar pesado, poderia ser a neve se acumulando em cima de mim, depois me senti leve, algo quente embalava meu corpo.Assim, com estes sentimentos, perdi o único fio de ligamento de meu raciocínio a minha carne...







Que era chegada minha hora...








Minha cabeça rodava, os sussurros que me assombravam ainda orbitavam no fundo da minha cabeça enquanto eu lentamente acordava, acordava mais uma vez.Minhas palpebras pesavam tanto quanto meu corpo,  abri-las era como travar uma guerra contra meu corpo, mas consegui.Tudo estava embaçado, apenas distinguia a cor do trto acima, a luz estava machucando meus olhos então virei minha cabeça reclamando logo em seguida, uma pontada de dor atingiu meu pescoço.

Observei a parede tentando esquecer um pouco a dor, me concentrei em focar minha visão vendo assim vendo a simples comoda encostada na mesma.Ouvi alguns barulhos, eles ficavam mais altos a cada segundo e por fim a porta foi aberta, uma garotinha abriu a porta com cuidado e olhou-me se assustando, o garotinho que estava atrás  dela se assustou e a puxou.Sairam correndo gritando.

  - Ele acordou!Ele acordou!-Eles gritaram fazendo minha cabeça latejar, ouvia seus passos apressados batendo contra o chão de madeira, descendo uma espécie de escada.

Vozes começaram a surgir, pareciam discutir, brigarem entre si até que uma se sobre pos assim fazendo com que o silêncio caisse sobre o local.Suspirei fechando os olhos com força abrindo-os logo em seguida, como se tentasse acordar de um pesadelo, a porta se abre novamente com firmeza.

  - Finalmente você acordou querido.-Falou uma mulher sorrindo minimamente, seu tom era calmo e carinhoso como se estivesse falando com uma criança, ela não queria me assustar,sabia que eu estava entrando em alerta.-Nós te achamos na floresta, estava quase morto por causa do frio.-Ditou vindo em minha com calma, meu corpo estava acordando ainda quando senti e ela tinha percebido que eu tinha descoberto.


 - Mãe?-Perguntou uma garota, parecia com a mulher a minha frente, porém exalava juventude.Ela entra mais tímida no local.-Ele está bem?-Perguntou olhando para mim, ainda me encontrava deitado por causa da dor agonizante que percorria meu corpo.

Forcei meu corpo a sentar puxando a grande coberta junto a minha grossa capa, nenhum deles tinham me despido, apenas cuidado dos ferimentos leves em meu rosto.A mais velha me observava com calma e seriedade, já a outra tinha uma ponta de curiosidade em seu olhar, entretanto parecia respeitar meu espaço.

  - Não sei querida, eu iria ver agora.-Respondeu a, provavelmente, matriarca.-Vá buscar alguns panos quentes e remédios para a dor, peça para seu preguiçoso tio colocar mais lenha na laleira para aquece-lo, eu já irei descer...-Quando terminou a garota assentiu saindo as pressas do quarto, a matriarca não tinha tirado os olhos de mim, ela sorriu carinhosa.-Mesmo que consiga disfarçar bem seu cheiro eu sinto seu medo e o cheiro de lobo que está empreguinado em você, não irei perguntar nada sobre o que aconteceu com você antes, mas posso te garantir que não irei te fazer mal,nenhum de nós vai.


Olhei mais fundo em seus olhos, não sabia se pudia confiar em si, seus olhos diziam que sim, porém não queria me arrepender de novo.Apenas assenti com a cabeça, ela suspirou mantendo o sorriso carinhoso e gentil, foi até o armário a minha frente pegando mais cobertas.

  - Vou deixar essas coisas para você lá em baixo, depois volto para te pegar está bem?-Perguntou e novamente assenti, desceu rapidamente voltando logo em seguida, veio com cautela em minha direção para tentar não me assustar, passou um dos braços abaixo de meus braços e ajudou-me a levantar.Passamos pelo corredor com várias portas e descemos uma pequena escada até chegar na sala onde a lareira estava acesa.

Ela me arrumou na poltrona em frente a laleira, sentia ardência em minha pele fria por causa do contato com o calor do fogo, quando terminou de me arrumar a  matriarca se dirigiu para a cozinha.Senti olhares curiosos queimarem sobre mim, deviam ser as crianças de antes me observando, sorri com esses pensamentos.Queria chama-las e responder todas as perguntas que as rodeavam, entretando não tinha permissão para tal ato, não tinha a permissão nem de falar ainda mais brincar com as crianças.

  -Ah, mamãe já te trouxe para baixo.-Ditou a garota de antes vinho em minha direção com uma bandeija com frutas e suco,ela deixou a bandeija em sua da mesinha ao meu lado.-Bem, eu me chamo Laura, Laura Hale.Aquela mulher que te ajudou é Talia Hale, ela não deve ter te falado para não te assustar, muitas histórias correm solta sobre nós em outros bandos.-Laura me explicava com um lindo sorriso estampado em seu rosto.-Aqui tem algumas frustas e suco, eu queria te dar mais coisa já que você deve estar morrendo de fome, mas seu estomago deve estar sensível.Bom, terei que voltar para perto das crianças, qualquer coisa é só chamar!

Assim se foi, ouvi sua voz com um tom  reepreendor enquanto falava com os pequenos.Minha barrriga implorava pela comida posta ao meu lado e eu sabia que poderia pega-la quando quisesse, entretanto não consiga tirar as malditas regras impostas a mim desde pequeno, um medo invadia todo o meu ser só de lembrar as vezes que eu desobedecia.Era como se essas lembranças criassem um muro, uma coisa que me impedia de esticar minha mão e pegar aquelas deliciosas frutas.

  - Pega logo moço!-A voz infantil ecoou pela sala, a minha frente se encontrava a mesma menina que abrirá a porta.-Não ta conseguindo?Seu braço ta dodoi?-Perguntava curiosa, eu a olhei tentando não intimida-la.Acenei positivamente com a cabeça, realmente meu braço estava doendo.-Eu pegu pa' você!-Exclamou alegre,pegou a bandeija e a posicionou em meu colo.Queria rir do seu jeitinho de falar meio errado.

  - C-Cora!Laura disse pra não inco...inco...Pra não deixa o moço brabo!-Brigava o menino de cabelos loiros cacheados, o menininha apenas mostrou a língua e disse.

  - O moço num conseguia pegar as fruta então eu ajudei ele!Num é verdade moço?-Ela perguntou para mim com aqueles olhos brilhantes, acenti sorrindo.-Ta vendu?!Eu só ajudei!-Falou ela sorrindo vitoriosa, o loirinho revirou os olhos e olhou para mim.

  -Se você precisar de ajuda é só chamar moço, Tia Talia falou que já somos grandes, então a gente podi ajuda!-Falou estufando o peito junto a Cora, acenti novamente tantendo segurar o riso.

 - Moço, qual é seu nome?-Perguntou Cora, eu engoli a seco sorrindo meio sem jeito, bebi com vontade o suco para molhar a garganta amtes de responde-la.

 


-M-Meu...Nome...-Estava com dificuldade para falar já que não o fazia a tempos.-É Stiles.-Terminei suspirando, o sono estava voltando, porém minha barriga ainda brigava por comida.

  


Mas quando a morte chamará meu nome...



- Stiles.-Os dois repetiram juntos, pareciam felizes por ouvir um nome tão...Diferente, sorri acentindo e me voltei para o caixo de uvas, comendo-as saboreando cada mordida, mesmo que eu as engolia com rapidez.

  - Stiles está com muita fome.-Falou o loiro rindo,a menina ao seu lado riu também.

  - Crianças!O que eu disse sobre não incomodar o moço?!-Perguntou Laura indo na direção dos dois.

  - A gente ajudou o Stiles a pegar as frutas!-Exclamou a menina indignada, o menino concordou.

  - Stiles?-Perguntou a maior olhando para mim e depois para as crianças, confusa com meu nome.

  - Sim ué, é o nome do moço, não é Isaac?-Perguntou para o loiro, ele acentiu com a cabeça freneticamente.

  - Ah...Me desculpe...Stiles.-Pediu envergonhada.-Pensei que você conseguia pega-las, devia ter deixo a bandeija mais perto.

  - Tudo bem.-Respondi calmo, não tinha como ela saber de qualquer forma, ela deu um largo sorriso por...Ouvir minha voz (?).

  - Vamos crianças, deixem Stiles comer em paz!-Disse para as crianças que resmungaram desanimadas, ela riu e as puxou de volta para a cozinha.

A vida discordou junto ao amor da decisão...

Comi as frutas rapidamente enquanto minha barriga reclamava por mais, não me lembrava se eram dias, semanas ou meses que não comia tão bem.Por fim bebi novamente o suco com vontade, tentei colocar a bandeija novamente na mesinha e quando iria conseguir coloca-la a porta de madeira escura da entrada se abre, pude sentir o vento forte da tempestade entrar pela mesma assim como o moreno de olhos verdes, ele logo fechou a mesma rapidamente olhando diretamente para mim.

"Esta alma ainda tem tempo!" Declararam então...

Derrubei a bandeija no chão, o copo se estraçalhou.Continuei o olha-lo e ele também olhava para mim, sangue respingava no chão, ele tinha um coelho morto em suas mãos.

  -Então o anjo caido por fim acordou?-Perguntou com a voz rouca, fazendo um arrepio subir em minha espinha.

A morte lhe dera mais uma chance.





Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!

Deu muito trabalho revisar este capitulo, para alguns este capítulo pode ser até pequeno, mas eu não estou acostumada em escrever quase 2 mil palavras assim.Espero que tenham paciência comigo ;u;
Devo ter repetidos muito as palavras, ou deixado um ou outro erro passar.Peço desculpas por isso!





Até o próximo capitulo!


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