História Falling; - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Drama, Revelaçoes
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Palavras 768
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Máscaras.



CANDACE

Minhas bochechas estão começando a ficar dormentes de tanto sorrir para os convidados, acredite, são muitos convidados. Eu suspirei quando mais um veio me cumprimentar, abrindo novamente o sorriso.

Não sei exatamente o motivo de minha madrasta (Jennie) exigir tanta gente assim na sua festa de aniversário. Quer dizer, 90% dessas pessoas ela nunca conheceu realmente, só viu na tv ou em revistas de moda. Mas todas as festas que minha família dá são assim, a gente nem sabe quem são as pessoas que vão desfrutar da preciosa comida que nós pagamos mas estamos sorrindo e acenando para elas, conversando como se fossemos amigos de velhos tempos. Estranho.

-- Ei, Candy! -- Meu irmão mais velho germinou atrás de mim, quase me matando de susto. Respirei fundo e coloquei a mão no peito, dramaticamente.

-- Eu sou cardíaca, garoto, não faz mais isso! -- Eu virei de costas e me deparei com Matthias. Ele tem os cabelos loiros quase dourados, pele bronzeada, olhos azuis, físico bom e... Ah, é totalmente gay. Mas meu pai não pode ficar sabendo dessa última parte (ou qualquer pessoa sem ser eu, então fiquem quietinhos).

-- Candy, preciso que você me faça um favor. -- Seu olhar pidão que já estava ali mas não tinha passado pela minha percepção dobrou de intensidade. -- Você pode distrair o Robert só por um instante? Eu preciso... Ham... Resolver algumas coisas.

-- Ah, sério mesmo, Matt? Pra isso eu vou precisar conversar com esses convidados e distrair o nosso pai e... -- Eu fui interrompida pelo ultra mega hiper poderoso olhar fofo pidão que ele me lançou, respirei fundo com a mão na cintura, não dá pra dizer não pra essa carinha. -- Tá bom, mas vai rápido ou eu te caço até no Japão e te puxo pela orelha de volta.

-- Isso! Valeu, Candy. Eu te amo, maninha. -- Ele bagunçou meus cabelos antes de sair e eu dei uma risada abafada. Matthias e eu sempre nos apoiamos muito um no outro. Quando nossa mãe foi embora, basicamente ficamos sozinhos já que nosso pai não é muito... Digamos... Presente. Dono de uma gravadora conhecida (Empresas Onyx's), ele passa mais tempo no escritório do que com a gente e normalmente nos deixa sozinhos com a megera da Jennie, nossa madrasta. Essa mulher tem sérios problemas.

O fato é que nós sempre fomos melhores amigos e sempre vamos ser, apesar de que ultimamente ele tem estado um pouco distante e bem na dele, é só um tempo difícil, nós vamos superar, não importa o que aconteça. Eu amo esse loirinho.


...


Eu parei um instante para respirar em um canto mais afastado. Agora é verdade, não aguento mais sorrir, minhas bochechas vão cair. Aonde ele se meteu? Ele já saiu a umas meia hora. 

Okay, calma, Candace, você consegue despistar os convidados até que eles comecem a perguntar sobre o Matthias, você consegue, você conse...

Senti uma mão segurando meu braço com uma força anormal. Olhei para o lado e lá estava Jennie, em seu vestido longo e escarlate, com uma grande abertura mostrando da coxa até o salto alto. Eu olhei para ela, como que indignada.

-- Aonde está seu irmão? -- O seu tom de voz não condiz com suas feições, calmas como uma praia em um dia nublado, mas suas palavras saem como se ela estivesse fazendo muito força para não me dar uma tapa.

-- E-Eu não sei. -- Eu menti, parcialmente sabia que ele tinha saído, mas não sabia para onde. -- Está me machucando.

-- Os convidados estão começando a sentir a falta dele e eu não o acho em lugar algum. Você não vai querer estragar a minha festa, não vai, Candace? -- Ela mirou-me com aqueles olhos verdes que não demonstravam um mínimo sinal de ira. Eu não entendia muito bem como a falta do meu irmão estragaria toda a festa, mas meu pai e minha madrasta afirmaram que não poderíamos sair da festa, mas nós sempre saímos, um sempre acoberta o outro. Só que dessa vez ela parece uma assassina.

-- N-Não, eu vou p-procurar. Agora... Solta o meu braço, p-por favor? -- Ela me olhou com um olhar de superioridade, o olhar que eu tanto odiava e soltou o meu braço, dando um sorriso meigo e bondoso.

-- Seja rápida. -- E ela saiu, o barulhl de seus saltos extremamente finos patendo na cerâmica. Eu suspirei e passei a mão em meu braço, a marca de seus dedos ficou ali estampada como em uma tatuagem. Respirei bem fundo uma última vez e fui pelo caminho da cozinha para sair pelos fundos do grande e escandaloso salão. Aí, santo Deus, me aj










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