História Falling for one criminal - Capítulo 4


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Categorias Fairy Tail
Personagens Aquarius, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Personagens Originais
Tags Criminosos, Drama, Gale, Gruvia, Jerza, Nalu, Romance
Exibições 169
Palavras 1.511
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hellai. Depois de muitos meses, vim postar esse cap, postaria dois de uma vez, mas os deixarei na curiosidade.. ahsuashua eeh provas finais, mas quarta acaba, GRAÇAS A DEUS
Enfim.. Boa leitura, espero que gostem.

Capítulo 4 - 29 dias: Não mexa nas minhas coisas


Fanfic / Fanfiction Falling for one criminal - Capítulo 4 - 29 dias: Não mexa nas minhas coisas

Demorei um pouco para dormir por causa da vergonha, mas no fim acabei “desmaiando”. Quando acordei fiquei repassando a cena até que meus neurônios começaram a voltar a funcionar. Eu estava na cama.  Com o cara que me sequestrou. E só de experimentar uma vez o abraço de alguém que eu não conheço, já me senti confortável. Corrigindo. O abraço do cara que me sequestrou, me mandou calar a boca de uma forma medonha, apontou uma arma na minha direção e ainda atirou! Tudo bem que agora está um amor comigo, mas.... Isso é muito confuso.

Olhei para trás e vi que ele me observava. A janela continuava fechada e eu senti meu rosto corando devido a uma aproximação repentina da parte dele.

- Você... – Ele continuou se aproximando até que senti minhas bochechas queimarem, mas não foi pelo que eu pensava e sim porque ele estava apertando com força. – Me derrubou da cama! Qual o seu problema? Doeu! – Ele disse emburrado.

- Des-Desculpa. – Respondi sem pensar enquanto ele suspirava e levantava da cama. Passei a mão sobre o local do beliscão que ele havia me dado. – Grosso – Murmurei.

Ele ajeitou sua blusa social e olhou para mim sorrindo e meu Deus, que sorriso.... Neurônios, não fujam assim, voltem!  – Vou descer primeiro, Juvia vai aparecer aqui daqui a quatro minutos, finja que está dormindo e que eu não apareci aqui.

- Por que? – Parecia que era algo muito óbvio e que o que fizemos (dormir) era MUITO errado. O pecado dos pecados. – Qual o problema de você ter ficado aqui? – Perguntei instintivamente, mas o olhar dele me fez mudar de ideia e de repente minha curiosidade se dissipou. Opa, mágica existe.

- Tenho que ir. Fique bem arrumada, Teimosa. – Ele sorriu fraco e saiu do “meu quarto”.

Me ajeitei novamente na cama e fingi que estava dormindo, e, assim como ele disse, Juvia apareceu pouco tempo depois. – Senhorita Lucy, você deve acordar agora. Todos estarão te esperando para o café da manhã. – Fingi um gemido me virando para o outro lado. Ela suspirou, abriu as janelas e jogou minha coberta no chão, me balançando logo em seguida. – Senhorita Lucy. Acorde. – Abri os olhos, quase ficando cega por causa da luz do sol, e me virei para ela que segurava minha roupa em uma mão e os sapatos na outra. Antes que eu pudesse protestar, ela tirou a minha blusa e colocou um vestido em mim com longas mangas de tecido transparente e vermelho com as costas abertas em um “V”. Ele era um pouco maior que os outros, porém, mesmo assim curto. Eles só me deram coisas extremamente curtas até agora.... Completou com um sapato fechado de salto. Segui para o banheiro para escovar os dentes enquanto Juvia penteava o meu cabelo e fazia uma linda trança embutida. Acho que posso até me acostumar com esses cuidados. – Hoje nós vamos receber a visita de uns representantes de algumas outras gangues, então você deveria parecer apresentável. – Ela argumentou.

- Mas o que eu tenho a ver com isso? – Perguntei suspirando. Era um problema atrás do outro, e esse é somente o meu segundo dia.

- O senhor Gajeel quer analisar as reações deles. Não sei se tenho permissão de falar, mas por aqui tem muita gente que te odeia, que te quer morta, e muita gente que quer te ter para conseguir o dinheiro. – Só que meu pai não parece convencido de que quer pagar! – E o senhor Gajeel não pode deixar isso acontecer. – Ela apontou para a presilha que estava ao meu lado e eu a entreguei. – Não se preocupe, aqui dentro, ninguém tentará nada durante essa reunião, e Gray irá te guardar só para garantir que nada aconteça, além disso ele cozinha uma torta de maçã maravilhosa, quem sabe se você pedir ele faça para gente.... – Ela sorriu piscando para mim.

- Pode deixar. – Sorri. – Mas.... Achei que Natsu que ficaria responsável por mim...

- Ah sim, mas ele não está aqui agora. As coisas estão complicadas em negociações de territórios e armas e ele é o único que... – Ela mordeu o lábio parecendo se xingar mentalmente de mil e uma coisas. – Me desculpe, por favor, finja que não escutou nada.

- Ahn, tudo bem, não quero que você se meta em encrenca de qualquer maneira. – Sorri. Se estou curiosa? Espero que pergunta seja retórica. Apesar disso, eu realmente não quero que ela se meta em problemas, Juvia não parece ser uma pessoa ruim, mas espera, por que eu estou começando a simpatizar com pessoas que me deram 30 dias de vida mesmo?

- Fique aqui, eu irei buscar o Gray e já volto. – Ela sorriu se retirando.

Esperei um tempo até não conseguir mais aguentar de tanto tédio. Não poderia fazer nada a não ser ficar sentada, uma vez que o vestido ou o cabelo poderiam estragar. Me levantei pisando forte.

Eu preciso de dar uma respirada. Olhei pela porta. Não havia ninguém no corredor. Prossegui dando de cara com uma escada, também não havia ninguém. Onde estão as pessoas dessa mansão? Esconderijo ou o que quer que seja. Bem, de qualquer forma, é mais conveniente para mim. Sem pensar duas vezes a desci e me senti aliviada quando percebi que estava no jardim de trás. Respirei fundo, aquele ar maravilhoso e o barulho dos pássaros a minha volta.... Me fazia lembrar da minha infância, das viagens que fiz junto a minha mãe, e de momentos felizes. As árvores e flores davam um toque de paz que eu não conseguia descrever. Adentrando ainda mais o local vi que havia uma pequena estátua de uma mulher e ao lado uma homenagem com uma foto. Ur era seu nome, ela tinha cabelos curtos e pretos, olhos penetrantes e um sorriso muito lindo e tocante. Havia ali, também, um caderno. Achando que era algo como um diário pertencente a ela, o abri, mas estava enganada. Era de Gray. Por que ele deixou ali?

“Esse diário pertence ao Gray, não leia se não for o Gray, invasão de privacidade! ”

É a primeira frase do caderno. Passo mais a frente e percebo que algumas partes estão marcadas.

“ Hoje é o meu aniversário de 11 anos, em outras palavras, o meu primeiro aniversário sem a Ur.  Também é o pior dia da minha vida... O lyon foi embora. Eu estou sozinho. Estou com medo. O dinheiro que a Ur me deu acabou. Não tenho comida, não tenho água, não tenho família. Acho que vou ter que começar a trabalhar. Eu estou treinando todos os dias, assim como ela me disse. Não consigo achar o tal do Metalicana, mas eu consegui aprender a construir um pequeno abrigo, pelo menos eu me escondo da chuva e até que ficou fofo. Eu queria que ela estivesse aqui para ver.. ”

Meu coração se apertou ao ler aquelas palavras e imediatamente senti o diário sendo puxado de minhas mãos. Quando eu olhei para cima, a única pessoa que eu não queria que aparecesse estava ali.

- Mas que merda garota. Não mexa nas minhas coisas, porra. Não sabe ler ou é apenas idiota? Está achando que só porque o Gajeel está te protegendo eu não posso te machucar? – Eu estava tão perplexa por causa do medo que senti apensa com seu olhar que me limitei a ficar calada. Ele suspirou. – Que seja, vamos. – Com um gesto grosseiro de me levantar, Gray me puxou pelo braço até dentro da casa onde o empurrei numa tentativa de falha de me livrar de suas mãos, o que o fez apertar mais ainda o que provavelmente se tornaria um roxo.

Antes de entrarmos na sala Juvia estava no corredor. – O que está fazendo? – Ela avançou para cima da mão de Gray me livrando de seu "toque suave".

- Ela leu o meu diário! – Ele disse irritado. Essa frase me fez imagina-lo como um dançarino de boate... gay. Acabei rindo um pouco com a minha imaginação, mas fui silenciada por seus olhos fumegantes.

- Você é idiota? – Ela suspirou o puxando pela orelha até o canto da sala. Não pude escutar nada, mas fiquei me divertindo com a imagem formulada em minha cabeça...

Quando voltaram Juvia estava sorrindo e Gray parou na minha frente passando a mão pela nuca. Ele parecia mais calmo. – Me irritei sem motivos, não acontecerá de novo. – Juvia o cutucou com o cotovelo, sem perder o sorriso o fazendo revirar os olhos. – Desculpa. – Ela o acalmou em 10 segundos, o que será que esses dois têm?

- Pedido de desculpas aceito se você me der uma torta de maçã. Sempre foi a minha preferida e eu fiquei sabendo que você cozinha muito bem.

Ele soltou uma risada e me conduziu até a porta. O clima rapidamente ficou pesado quando ela se abriu e todos olharam para mim. Senti que estava sendo estrangulada. Alguns olhares de descrença, alguns olharem de curiosidade, olhares perversos.... Mas um olhar, aquele olhar foi diferente, e mais.... Estava acompanhado de um sorriso tentador. O que não mudou meu medo em relação aos outros.

Continua....


Notas Finais


Aeho, o que acharam?


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