História Falling For You - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Sehun, Xiumin
Tags Baekyeol, Chanbaek
Visualizações 79
Palavras 2.802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá olá meus bolinhos <3 Tudo bem com vocês?
Primeiramente queria dizer que demorei porque essa semana teve prova
e eu fiquei tão brava com matemática que quase chorei por não entender droga nenhuma.
Só queria deixar registrado mesmo dsakjdsa
OBRIGADA PELOS FAVORITOS EU AMO VOCÊS NOSSA
OBRIGADA PELOS COMENTARIOS EU AMO VOCÊS NOSSA
Gente, vocês viram o JEON JUNGKOOK DE CADEIRA DE RODAS ???????? EU NÃO TO BEM.
Prevejo pisão na minha face, ansiosa pela fotinha dos outros nenéns <3
VÃO DAR VIEW EM KOKOBOP E FIQUEM SEDENTAS AO SOM DE THE EVE.

Boa leitura ~~

Capítulo 17 - Aquele que não liga.


Chanyeol POV

 

Baekhyun saiu praticamente correndo de minha casa, batendo a porta com força.

É claro que eu pensei em ir atrás dele, na verdade, tinha sido a primeira coisa que iria fazer, depois que ouvi a porta sendo fechada, um silêncio absurdo se instalou, só ouvia minha respiração meio ofegante por ter levantado da cama as pressas, quase caindo no meio do caminho para não deixar Baek sair, mas foi tarde demais. Eu sabia que ele precisava pensar, eu precisava também, não tinha processado ainda a história toda, e me sentia absurdamente culpado por ter falado aquilo ao invés de dizer que estava tudo bem, me sentia culpado também por deixá-lo guardar por tanto tempo vendo claramente em seus olhos que ele queria muito contar para mim, e mesmo contando, fiquei sem entender alguma coisas, principalmente o porquê de ele não poder me contar exatamente tudo que aconteceu, que eu provavelmente não acreditaria nele, essa era uma coisa que eu nunca faria, desconfiar de sua palavra, é claro que acreditaria em absolutamente tudo que saísse de sua boca.

Passar anos sem saber se ele estava bem, comendo direito, como se mantinha, chegando até mesmo em pensar que havia morrido, me angustiou de tal forma que eu desejo com todas as minhas forças não passar por isso nunca mais. Eu tinha me tornado totalmente dependente de Baekhyun, quando aquela merda toda aconteceu, sentia como se um pedaço de mim fosse levado, eu não estava realmente completo, me sentia tão triste, tão vazio. As coisas mais simples de se fazer haviam se tornado difíceis, comer era difícil, dormir, sair da cama, ir para a escola, respirar. Era tanta saudade que me sufocava, um bolo se formava em minha garganta e eu só queria gritar, chorar e espernear o quanto pudesse. Vivia junto de meu pai, tentando de todas as formas encontrar Baek de algum jeito, envolvendo polícia e tudo mais, minha mãe era a unica tranquila na casa, todos nós, inclusive SunHee, sofríamos todos os dias.

Depois de tanto procurar e não obter resultado nenhum, desistimos. Todos os anos no dia em que ele desapareceu, fazíamos alguma coisa, envolvendo meus amigos também, na semana de aniversário do seu desaparecimento, um sentimento horrível me preenchia, eu voltava a me isolar, tentado procurar respostas para aquilo e nunca achando porra nenhuma.

Deixei que minha mãe tomasse as decisões por mim, já que aparentemente ela sabia o que era melhor, casei-me com Yoona, mesmo contra minha vontade, porque aparentemente ela estava grávida de mim, sendo que eu tinha plena certeza de que nós nunca tínhamos feito nada. Disse-me que fora quando eu havia bebido muito, por isso não lembrava. Tudo mentira. Passou-se os nove meses e Yoona nem com barriga estava, nada de filho, muito menos de gravidez, meu pai havia descoberto que os exames de DNA eram falsos, então até nos dias de hoje, vivo lutando para me separar dela, finalmente conseguindo, iria assinar os papeis do divorcio na segunda-feira.

Eu não tinha forças para fazer nada do que gostava, mas com o tempo, aos poucos, me recuperei, não totalmente, mas eu decidi que não iria ficar mais enfurnado num quarto sem fazer nada, apenas vivendo com meus pais pelo resto da vida, precisava me ocupar para esquecer um pouco tudo aquilo, então, comecei a faculdade de música, que me ocupou tanto tempo que haviam dias que eu não pensava em nada de tão exausto, dei tudo de mim para conseguir me formar, e hoje sou professor música.

Minha mãe era um verdadeiro embuste, se envolvendo na minha vida de todas as formas,  eu até tinha uma suspeita de que ela havia ajudado Yoona na falsificação do exame de DNA, tanto que hoje em dia, ela vive perguntando se eu tenho certeza se quero me separar da mulher maravilhosa que Yoona é, como infelizmente estamos falando de minha mãe, eu não podia simplesmente dizer ''Se ela é tão maravilhosa assim, case-se com ela, oras!'', na verdade, eu podia sim, mas era um tanto bundão.

Fazia muito tempo desde a ultima vez que vi meu pai, ele está internado num hospital psiquiátrico, não tenho a mínima ideia de quando ele sairá, e por ordens de minha mãe, não posso vê-lo de jeito algum a não ser que ela me acompanhe, isso só me faz suspeitar de que tem algo errado, já tem algum tempo que ele vive lá, sem querer, acabei ouvindo ele dizer algo do tipo ''eu sei o que você fez'' para minha mãe, então depois ela veio com histórias dizendo que ele não sabia do que falava, que estava louco, então num piscar de olhos, ele foi internado.

Voltando no caso de Baekhyun, eu iria atrás dele, mas não agora, ele provavelmente não me ouviria, não atenderia minhas ligações, muito menos me receberia em sua casa. Esperaria até o dia seguinte, para que pudesse esfriar sua cabeça, então ai sim, conversaríamos e eu pediria desculpas, dizendo que entendia o seu lado, afinal, se ele fez tudo aquilo, é porque tinha seus motivos. Se roubou para fugir, como havia dito, então o lugar onde estava, não lhe fazia bem, não via outra opção a não ser isso. Se ele vendia seu corpo em troca de dinheiro, com toda certeza Baekhyun não tinha mais o que fazer, não tinha como arrumar dinheiro, eu sabia disso, conhecia o menor, ele não era uma pessoa ruim, muito menos se entregaria pra qualquer pessoa se não estivesse realmente precisando. Baekhyun deveria ter passado por tantas coisas, e sofrido tanto quanto eu, o admirava por ter continuado lutando, pra enfim voltar, ter sua casa e começar a trabalhar para ganhar dinheiro honesto. Ele disse que foi jogado ao relento, apenas com sua bolsa sem nada dentro, por alguém que fez todos acreditarem que havia saído de casa por pura vontade. Talvez minhas suspeitas tenham aumentado.

Passei tanto tempo pensando que quando vi, passava das 5 horas da manhã, tratei de deitar em minha cama, pegando meu celular e enviando uma mensagem para Baek, perguntando se ele estava bem, é claro que não obtive resposta alguma, apenas visualizou. Bom, pelo menos ele tinha chegado em casa.

Olhei para o teto branco, enrolado nos cobertores quentinhos, pensando no quanto me sentia bem ao saber que tinha Baekhyun de novo ao meu lado, eu iria me resolver com ele, nem que tivesse que ficar plantado na frente de seu prédio, uma hora ele teria que sair.

E com esses pensamentos não demorou muito para que eu caísse no sono.

 

[...]

 

-... Mas você é um jumento mesmo, aonde foi que errei quando te criei?- Kyungsoo esbravejou do outro lado da linha.- Você só faz merda, seu merda.

 

- Ok, ok, eu já entendi.- Suspirei.- Eu preciso da sua ajuda com outra coisa.

 

- Fala.- Respondeu seco, ainda estava bravo.

 

- Lembra quando eu disse que achava que minha mãe estava envolvida sobre o caso da Yoona?- Perguntei, mordendo o lábio.- Então, eu acho que ela também tem uma pontinha no caso do Baek.

 

- Por que acha isso?- Seu tom abaixou, ficando extremamente sério.

 

- É só que ela tinha ficado tranquila demais com o sumiço dele, vivia tentando colocar na minha cabeça que ele tinha ido embora por vontade própria, querendo deixar a polícia de fora, então ai veio meu pai dizendo que sabia o que ela fez - Dei uma pausa, respirando.- E ele foi internado, não acha isso estranho?

 

- Sim, eu acho.- Bufou.- O que vamos fazer?

 

- Ainda não sei.- Respondi pensativo.- Vou tentar arrancar alguma coisa dela quando nós nos encontrarmos hoje de tarde, quem sabe dê certo.

 

- Sim, tente isso, mas não diga nada sobre o Baek, se caso ela tenha algo a ver com isso, não ficará nada contente em saber sobre ele ter voltado.- Me avisou.- E falando nele, como se sentiu quando soube do que aconteceu?

 

- De inicio fiquei surpreso, mas não é como se eu estivesse bravo ou algo do tipo, eu só não queria que as coisas chegassem ao ponto que chegou, eu o entendendo, e não penso em me afastar, muito menos julgá-lo.- Tirei aquilo do fundo do meu coração.- Meus sentimentos não diminuíram nem um pouco.

 

- Ai que lindo, emocionante, te criei bem.- Kyung provavelmente estava satisfeito.

 

- Mas você acabou de me chamar de jumento, praticamente.- Provoquei.

 

- Isso não te faz menos burro.- Deu uma leve risada.- De qualquer maneira, se você esqueceu, eu tenho dois filhos para cuidar que mais parecem que tem molas nos pés de tanto que pulam e não param quietos, só de olhar me cansa.

 

- Cuide dos seus filhos então, e dê um beijo neles por mim.- Ri um pouco, me despedindo.

 

- Se ao menos eu conseguisse pegá-los, daria com toda certeza.- Suspirou cansado.- Até mais, boa sorte com sua mãe e Baekhyun.

 

- Certo.- Foi o que eu disse antes de encerrar a ligação.

 

Tratei de começar a me arrumar para sair, indo tomar um banho rápido e vestir uma roupa confortável. Como ainda tinha tempo de sobra, resolvi dar uma organizada em minha casa, principalmente na sala que estava um pouco desarrumada, dava graças a Deus por Baekhyun não ter tido tempo de reparar na bagunça, e falando nele, resolvi mandar várias mensagens para ele, dizendo que precisávamos conversar, mas é claro que ele continuava sem me responder, talvez eu merecesse isso, Kyungsoo tinha toda razão ao me chamar de burro, fiz ele acreditar que eu sentia nojo de si, quando na verdade nada daquilo importava, só queria devolver isso ao passado e seguir minha vida em frente com ele.

 

[...] 

Já dentro do café, esperava pacientemente minha mãe que estava um tanto atrasada, fazia alguns minutos que eu pedi um expresso que não demorou a chegar, mas pelava de tão quente, então bebericava vez ou outra, olhando desinteressado para as coisas em minha volta. Peguei meu celular, checando minhas mensagens, vendo apenas que Kyung havia me mandado algumas fotos das crianças que sujaram a cozinha inteira tentando fazer biscoitos sozinhos, meu amigo pelo chat parecia bem bravo, e não sabia aonde eles tinham visto alguém fazendo biscoitos para tentarem fazer. Eu sabia.

Ri um pouco, guardando o celular novamente no bolso, apoiando um dos braços sobre a mesa, balançando as pernas e voltando a bebericar o café que não estava tão quente assim.

Olhei para a porta do estabelecimento, então ali surgiu minha mãe, com suas típicas roupas caras, meio quilo de maquiagem na face, com aquele ar que só ela tinha, que nem eu mesmo sabia identificar o que diabos significava. Ela me procurou com o olhar, logo me achando e vindo em minha direção.

 

- Desculpe a demora, acabei me distraindo com algumas coisas.- Tirou seu casaco pesado pendurando na cadeira, logo puxando-a para sentar-se.

 

- Não tem problema.- Falei, desinteressado, apenas bebendo mais um gole de café.

 

- Queria te perguntar novamente se você realmente quer se divorciar, ainda da tempo para desistir dessa ideia absurda.- Ela falou séria.

 

- Eu estou bem sim mãe, obrigada por perguntar.- Sorri forçado para ela, que me olhou torto.

 

- Não é hora para a suas gracinhas.- Suspirou irritada.

 

- Vou te falar isso pela ultima vez e espero que você entenda de uma vez por todas que eu tenho certeza do que estou fazendo, sou um adulto agora, você não pode, nem vai decidir as coisas por mim.- Falei com a voz calma, olhando nos olhos dela.

 

- Pois fique sabendo que Yoona é uma moça boa e-

 

- Eu não gosto de mentiras.- Disse simples, ela me olhou surpresa.- Vocês duas mentiram para mim, mas eu te perdoo, porque você é minha mãe, e só queria o melhor para mim, estou certo?- Minha expressão era neutra, minha voz saia suavemente. Vi seus olhos desviarem dos meus, percebendo um movimento em sua garganta, indicando que havia engolido saliva.

 

- Claro, sou sua mãe e sei o que é melhor para você.- Ela esfregou as mãos nas próprias pernas. Estava nervosa.- Mas mudando de assunto, você ainda vai fazer aquilo que faz todo ano?

 

- Ah, o aniversário do sumiço do Baekhyun?- Ela assente.- Não, resolvi que seria melhor parar com isso.

 

- Graças a Deus, eu já não aguentava mais!- Ela disse sem conter alegria, mas depois pigarreou, voltando a pose séria de antes.- Digo, por que isso de repente?

 

- Baekhyun deve estar bem agora, não é como se estivesse morto ou algo do tipo, apenas sinto que está tudo bem e que não preciso fazer mais.- Dei de ombros.

 

- E como sabe que ele está bem?- Ela perguntou desconfiada. Apoiei os braços sobre a mesa, relaxando meu corpo, sem tensão alguma em mim.

 

- Eu não sei, mas prefiro acreditar nisso.- Sorri pra ela.- Eu vi que você vai fazer uma festa de negócios, por que não tira o papai do internato um pouco? Seria bom para ele socializar com pessoas que entendem daquelas coisas de trabalho que tanto adora falar.

 

- Ele ainda não está bem o suficiente para sair.- Respondeu rapidamente.

 

- Eu liguei lá de manhã e disseram que está tudo certo com ele.- Menti.- O que custa tirá-lo de lá um pouco ? Até parece que você não quer que ele volte, tem algo que está escondendo?- A mulher a minha frente parou por um instante, me olhando tensa, parece que alguém aqui não sabe disfarçar bem.- Eu estou brincando.- Dei uma risadinha com gosto, vendo seus músculos relaxarem mais.

 

- Eu já disse pra parar com essa brincadeiras sem graça.- Ela bufou desgostosa.- Eu vou deixá-lo participar desse evento, mas só porque quero nossa família toda novamente.

 

- Então vou aproveitar esse momento tão importante para apresentar alguém a vocês.- Bebi o resto do café que estava na xícara, que ficou vazia.

 

- Oh, quem é a garota?- Ela perguntou interessada.

 

- Ele é uma pessoa muito boa, você vai adorá-lo.- Falei com um sorriso no rosto.- Mas agora eu não tenho mais tempo pra conversar, preciso ir preparar algumas coisas para a aula de amanhã.- Ela me olhava torto, mas eu não liguei.

 

- Nós já conversamos sobre você estar se envolvendo com garotos.- Respondeu seca.

 

- É, eu sei, mas não ligo.- Pisquei para ela, levantando da cadeira, ajeitando minha roupa e deixando-a ali, sozinha, enquanto saia do estabelecimento.

 

Andei sobre as ruas geladas, indo até onde meu carro estava estacionado, sentia-me mais satisfeito que nunca, pegando a chave do meu veículo, destrancando-o e entrando no mesmo, dando partida, dirigindo pela rua molhada naquele fim de tarde, na direção do prédio de Baekhyun, disposto a tentar falar com ele.

Estacionei um pouco antes de chegar no prédio, sabia que o porteiro, senhor Kim, não deixaria eu entrar, provavelmente o menor havia avisado que não queria me ver. Antes de sair do carro, olhava de um lado para o outro, pensando no que poderia fazer para conseguir subir, do outro lado da rua havia uma cafeteria, decidi ir lá para pegar um café para viagem, esperava que meu plano desse certo.

Redirecionei meus passos para o prédio, parando em frente ao portão, logo vendo o senhor Kim da portaria me olhar, abrindo o portão, e eu beberiquei o café, como sempre, quente demais. Andei em passos lentos até estar frente a frente com o porteiro que me olhou com os olhos semicerrados.

 

- O senhor Byun disse que não quer receber visitas hoje.- Respondeu sério.

 

- Eu preciso muito falar com ele, não tem como abrir uma exceção? Por favor, é importante.- Implorei.

 

- Olha garoto, o senhor Byun chegou muito abalado ontem, acho melhor deixá-lo.- Encostou suas costas na cadeira, de braços cruzados.

 

- Eu realmente estou preocupado, ele não me atende de jeito nenhum, e nem deixa eu me explicar.- Passei as mãos pelos cabelos, desarrumando-os.

 

- Desculpe, ordens são ordens.- Ele disse neutro.

 

Me virei, andando o mais lento que pude, até que fingi tropeçar, derramando todo o café no chão propositalmente, fazendo um pouco de escanda-lo. O senhor Kim correu até mim, perguntando se eu estava bem, se tinha me queimado já que o café também caiu sobre minha mão que tomou a coloração avermelhada. Pedi desculpas para o senhor, que correu para sabe se lá onde atrás de um pano, aproveitei a deixa, esfregando minha mão sobre a calça, ardia um pouco, mas aquilo era o de menos. Corri até as escadas perto do elevador, tratando de subir o mais rápido possível de dois em dois degraus, finalmente chegando no andar de Baekhyun, arfando, cansado e um tanto suado, parando em sua porta, apertando a campainha várias vezes. Rezava para que a sorte estivesse comigo e que o menor abrisse antes que o senhor Kim aparecesse ou interfonasse.


Notas Finais


KATIAU.

A fic ta chegando ao fim minha gente, vocês até conseguem prever o que vai acontecer daqui pra frente né? Eu sei, me desculpem por isso :(
Desculpem qualquer erro e obrigada por lerem até aqui.

Mas antes de ir, preciso dizer que to sofrendo já que não consigo parar de ler The Faults in Byun Baekhyun, uma fic cheirosinha linda do wattpad, se vocês quiserem dar uma olhada lá, recomendo, é ótima <3

Vão ouvir the war do exo também, adorei todas as musicas <3


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