História Falling in Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Jason Grace, Luke Castellan, Nico di Angelo, Percy Jackson, Piper Mclean, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Thalia Grace
Tags Jasiper, Percabeth, Thaluke
Exibições 94
Palavras 1.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey amorécos!
Tudo bem com vocês? Espero que sim.
Então, queria pedir mil desculpas pela demora, hoje em dia é difícil trabalhar com a tia Cricri (criatividade).
Espero que gostem do cap.
Beijinhos no coração.

Capítulo 2 - Alma de Pipa


Descreve ser feliz, mais com outro gosto
A melhor maquiagem e o sorriso no rosto
E ela vai com o seu jeito,que ninguém entende
Mais deseja tê-la, mais almeja tê-la
Uoô
No celular retocando o batom
Vendo mensagens que acabou de ler
Uoô
Pegou uísque e foi sem direção com aquele jeito, que ela sabe ter
E prefere ficar só, mas não sem ninguém
Disse que o amor já foi melhor
Hoje melhor é viver bem" - Tribo da Periferia, Alma de Pipa.

Lembro-me como se fosse ontem.
Eu era apenas uma garotinha, mas eu era a garotinha perfeita, com meus longos cachos dourados e meus olhos cinzentos, eu era educada e inteligente, doce e simpática, mas nunca foi o suficiente, não é mesmo?
Minha mãe sempre foi maravilhosa, com seus longos cabelos castanhos e seus olhos cinzentos ela era o que toda mulher queria ser, independentemente e magnífica, à beira da perfeição. Mas nunca é o suficiente não é?
Porque ela era 20 anos mais nova, meu bem, ela tem idade pra ser minha irmã. Mas isso não te impediu.
Então você se foi, deixou sua filha e sua mulher. Minha mãe era forte, mais não o suficiente, ela entrou em depressão.
E PORRA! Você não podia simplesmente ter pedido o divórcio? Claro que não, minha mãe tinha que encontrar vocês em um motel barato de beira de estrada. Será que isso foi o suficiente?
Minha mãe se reergueu, se tornou fria e eu mais forte, pra ela, eu era apenas um estorvo, nada que eu fazia era o suficiente.
Se um dia eu encontrar meu querido papaizinho queria agradecer a ele por isso.
Puta que pariu, eu vou para Stanford! Não é o bastante, ela foi pra Harvard.
Minhas notas são impecáveis! Você quase levou bomba em biologia bimestre passado, chama isso de esforço e dedicação?
Eu era apenas uma garotinha perfeita, com mais crises do que muitos adultos, aprendi a sorrir, ninguém se importa o que está acontecendo por trás da máscara. Eu planejava o futuro perfeito, a vida perfeita.
Afinal, eles dizem que ninguém é perfeito, eles não conhecem Annabeth Chase. Pois, na vitrine da minha vida, ninguém tem mais facetas do que eu.
Os meninos me desejavam e as meninas queriam ser eu, eu sou a garota mais inteligente da escola e capitã das líderes de torcida, eu sou a namorada do capitão de time de Lacrosse(ao menos eu era), eu sou a oradora da turma. Eu vou para a faculdade perfeita, vou crescer na vida e se tornar melhor do que a minha mãe já sonhou em se tornar algum dia, pois eu daria orgulho a ela.
Mas eu queria saber por que caralhos eu não conseguia me sentir bem com isso. Eu sabia que tudo isso era falso, mas eu só queria me sentir viva uma vez na vida.
Desde então comecei a me tornar uma adolescente rebelde, fiz uma tatuagem e aprontava com meus colegas, isso era bom, mas nunca o suficiente.
Então era o baile ou nada, porque eu queria viver um conto de fadas ao menos uma noite. Teria a noite perfeita, me tornaria a Cinderela, ou ao menos um cosplay bem feito, iria ao baile com um garoto maravilhoso que eu não conheço, super conto de fadas, dançaria uma música romântica e esfregaria na cara do reino, ou escola se preferirem, que eu sou a princesa da porra toda.
Então aqui começa a história de como uma noite pode mudar completamente o rumo de uma vida.

Era uma vez uma menina que se preparava para ir ao baile, essa menina era a mais bonita do reino, quer dizer, da cidade de São Francisco e com certeza seria a rainha do baile.
Ela ouviu a campainha tocar e desceu delicadamente as escadas.
-Aonde você vai Annabeth? - Perguntou sua queridíssima mãe.
-Ao reino de Far-far-away, em busca do amor verdadeiro, ah, e talvez eu volte transformado em ogra.
Ela apenas se limitou a revirar os olhos.
-Apenas não volte tarde, ok? -Ela chegou mais perto de mim e  tocou meu rosto com o polegar. -Você está linda querida.
-Obrigada, mamãe.
Ela sorriu depois fechou a cara.
-Deixe que eu atenda a porta.
Ouvi vozes, espero que minha mãe não tenha dado uma dura em Percy, Athena é famosa por seu olhar gélido e assustador.
Ouvi minha mãe me chamando e me dirigi até a porta, assim que Percy me viu abriu a boca e ficou me olhando de um jeito estranho, abaixei a cabeça corada. O que? Quem sou eu e o que fizeram comigo mesma?
-Juízo. -Disse minha mãe e saiu andando em direção a sala.
Sai pela porta e a fechei atrás de mim.
Peguei o queixo de Percy e o levantei.
-Fecha se não entra mosca, e pra você saber, você também fica maravilhoso dê smoking. -Pisquei pra ele e sai andando em direção ao carro, não acredito!
-Você alugou uma limusine?!!
Ele coçou a cabeça.
-Bom, eu achei que era isso que os garotos fazem quando levam uma garota ao baile, mas se não gostou eu posso devolvê-la.-Ele parecia meio desapontado.
-Está brincando? EU AMEI! -Disse e o abracei, ele pareceu meio estático de em um primeiro momento mas logo depois retribuiu o meu abraço.
Dei um beijo estalado em sua bochecha e sai saltitante em direção a limusine, o máximo que meu salto me possibilitava.
Aquele objeto torturador de pé me fazia ficar quase do tamanho de Percy, ainda não via tanta vantagem nisso, mas o que uma mulher não faz para se sentir magnífica?
-Uau! Aqui dentro é magnífico! -Disse ao entrar na limusine, Percy entrou logo depois, com um sorriso convencido em seu rosto.
-Bom, acho que eu sou um ótimo acompanhante. 
Ele chegou mais perto, sua respiração se misturou a minha, sua respiração era quente e a minha ofegante por pouco seus lábios roçaram nos meus. E ele se afastou quase que bruscamente, com um sorriso satisfeito e uma garrafa de vinho na mão.
Devo ter feito uma cara de decepção muito evidente pois ele começou a rir.
-Idiota. - Disse dando um tapa em sua cocha.
-Se quiser um beijo, Annie, vai ter que pedir.
-Nunca!-Exclamei. Ele deu um sorriso de lado, olhei para cima e vi um teto solar. - Há! Um teto solar.
-Você nunca entrou em uma limusine?
-Não, porque eu entraria em uma limusine? Você já entrou em uma limusine?
-Não, nunca entrei em uma limusine. Mas você tem cara de princesinha mimada, com certeza já devia ter entrado.
Revirei os olhos.
-Não vai abrir?
-É claro. 
Ele abriu o champanhe e eu tomei da mão dele e dei um gole.
-Você tem idade para beber?
-É claro! Eu tenho dezoito; e antes que você diga, não eu não repeti de ano, eu entrei atrasada.
-Não ia dizer nada. - Ele levantou as mãos em sinal de rendição.
-É quantos anos você tem?
-Dezenove, faço vinte em agosto.
-Faz faculdade?
-Direito.
-Sério? Você não tem cara de quem quer ser advogado.
-Isso é porque eu não quero ser.
-Na verdade você tem cara de criminoso, não de quem prende.
Ele piscou pra mim, mas não negou.
Fomos nos embebedando até a escola, que com certeza não teria bebidas alcoólicas, eu já estava parcialmente bêbada, sou uma pessoa muito fraca para bebidas.
Abri o teto solar e coloquei a cabeça para fora.
-Ei Percy, como estamos de noite isso é um teto noturno, não é mesmo?
-Creio que sim.
Percy não estava bêbado, e parecia desanimado por isso.
Soltei um riso pelo nariz e voltei com o meu tronco para dentro do carro. Só que ao invés de sentar no banco eu sentei no colo de Percy.
-Você tem que se animar. - Disse olhando em seus olhos.
-Já estou bem animadinho, meu bem.
Sorri e fui chegando perto do seu rosto.
-Nada de sexo na limusine. - Disse o motorista com a cara enfiada na janelinha.
Corei e sai do colo de Percy, ele apenas se limitou a rir da minha cara.
Logo chegamos e eu desci do carro, o álcool ainda estava em meu organismo e minha animação pareceu contagiar Percy.
As alunas que chegava começaram a me encarar e a secar Percy.
Me agarrei ao seu braço e desfilei em direção às portas da escola, o ginásio, onde seria feito o baile não era muito longe da entrada.
Fomos entrando e Percy disse que ia pegar algo para beber, aguardei em um canto e a primeira coisa que eu avistei foi Drew Tanaka, com seu adorável cabelo azul vindo em minha direção com um Ethan a tira colo.
-Parece que veio sozinha não é mesmo Annabeth, sabe, eu não me importo de estar com o cabelo azul, pois eu estou com o Ethan. Já faz um tempinho que ele vem correndo atrás de mim, parece que você perdeu o namorado Annabeth. Pelo menos isso eu consegui tirar de você.
Levantei uma sobrancelha e ri, ri com gosto. Patético.
-Minha querida Drew, às vezes você se supera. Eu podia ficar a noite inteira dizendo o quanto você é inferior a mim. Mas não quero gastar saliva com isso, que bom que você conseguiu fisgar o Ethan, só ainda não tinha terminado com ele por pena. Sei que você adora ficar com os meus restos.
-Hey Annie, trouxe a...
Peguei Percy pelo colarinho e tasquei-lhe um beijo, e mesmo surpreso ele beijava muito bem. Na verdade se existisse um prêmio para melhor beijo com certeza Percy ganharia.
O soltei e olhei para Drew.
-Este aqui é meu par, como você pode ver, infinitamente melhor que Ethan.
Ela revirou os olhos e murmurou um "vadia" e logo saiu puxando Ethan.
-Você é má. -Disse Percy com um sorriso de canto.
-Faço o possível.



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