História Falling in love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Homossexualismo, Revelaçao, Romance, Sofrimento
Exibições 8
Palavras 1.454
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Orange
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente, ja tenho alguns capitulos prontos, os primeiros capitulos são reais, aconteceram comigo, comentem para saber se posto mais ou não, boa leitura.

Capítulo 1 - O COMEÇO


Eu me lembro de tudo como se tivesse sido isso a apenas algumas horas, mas na verdade faz 3 anos desde tudo aconteceu. Desde então não se quer tem um dia no qual não pense nisso.

Meu nome é Julia Maria , tenho 19 anos e moro em Santa Catarina, interior de um pais caindo aos pedaços. Meus pais são separados desde que eu tinha um ano, vivo com minha mãe, tenho uma relação boa com ambos, porem sempre fui mais próxima da minha mãe, temos uma relação super aberta e bem estruturada, ela é meu maior orgulho, morei a vida toda com ela, até eu sair do colegial e ir fazer faculdade. Atualmente estou cursando engenharia elétrica e estou morando sozinha a exatos 9 meses.

Ah 3 anos atrás eu estava no primeiro ano do colegial, o auge de qualquer sonho adolescente, fazia alguns meses que tinha me mudado para uma cidadezinha chamada rio do sul, minha mãe me matriculou em um colégio interno, muito famoso na região onde a mesma já estudou.

Não me preocupei muito com amizades novas, afinal nunca fui uma pessoa difícil de fazer amizade, eu acho que pelo meu jeito extrovertido de ser, mas não se engane isso era só mais um dos vários estereótipos que eu usava para me camuflar.

Enfim começou as aulas, como disse logo arranjei amigas de classe, em falar nisso uma das meninas é minha melhor amiga hoje em dia a qual posso confiar qualquer segredo. A principio ia tudo muito bem, até um dia o professor regente mudar todo mundo de lugar para separar os grupinhos e não haver conversas paralelas, obvio que ninguém gostou da ideia.

Eu pelo contrario não me importei muito, fui encaixada para sentar na segunda fileira e na terceira cadeira, sendo o lugar bem atrás de uma menina que aparentemente nunca tinha reparado na sala antes,  eu como sempre comunicativa, a cutuquei para me apresentar, ela olhou para trás sorrindo dizendo que se chamava Bruna, quando ela virou a única coisa que consegui perceber foi em seus lindos olhos azul piscina contornados por uma camada preto, definitivamente de dar inveja, falei.

Os dias foram passando, alguns meses tudo normal, a única coisa que mudou foi que eu e a Bruna se tornamos muito amigas, -sabe quando você gosta tanto de alguém que sempre quer estar perto ou conversando ?!- viramos melhores amigas muito rápido, sempre fazendo trabalho e passando o recreio juntas, era uma amizade normal, mas mesmo com tantas amigas q eu tinha, com ela sempre foi mais legal de estar, a pesar de sermos muito diferentes uma da outra, eu morena de olhos castanho e Bruna, ahh, a Bruna com aqueles cabelos loiros dourados e olhos azuis maravilhosos. Nossos estilos musicas? Totalmente diferentes, ela curtia rock, e eu sempre fui mais de um pop, ou até mesmo funk, musicas dançantes, sou uma garota com hiperatividade, não consigo ficar parada.

Eu e a Bruna sempre discutíamos muito, mas nada serio, ate que no final do Primeiro ano, eu fiz uma brincadeira que ela não gostou muito, assim gerando uma briga feia, eu era muito criança aquela época, mas as vezes levar a vida pro lado cômico é muito mais divertido e leve. Depois disso, me senti muito mal, Bruna era aquele tipo de menina que nunca pedia desculpa, seu orgulho era maior que seu coração, não a culpo. Já eu era totalmente o oposto se eu não estivesse de bem com alguém que gosto, eu ficava muito mal, me sentindo um lixo, por isso já dar pra perceber que sempre eu dava o primeiro passo e me desculpava.

Enfim o ano letivo acabou, entramos em férias por 3 meses, durante esse período nos não nos vimos nenhuma vez, estava tudo bem na nossa amizade, mas não conseguimos combinar nada por estarmos viajando com nossas famílias.

As férias se passaram muito rápido, apesar de eu e a Bruna não se ver, nos se falávamos todo dia, acho que isso nos aproximou muito.

As férias acabaram, o e segundo ano do colegial estava começando, juntamente nos 3 primeiros dias de aula não fui, alegando estar doente para escola e para minha mãe, o que era mentira, realidade eu estava com uma espinha enorme e me neguei a sair de casa com aquilo em mim.

Passando esses três dias e a espinha já ter sumido finalmente pude ir para a aula, cheguei na escola comprometei todos meus amigos e coloquei minha bolsa na ultima carteira da sala, eu estranhei o pai de Bruna sempre deixa ela muito cedo na escola, mas quando cheguei ela não estava lá, ainda a professora não tinha chego na sala, então fiquei levantada de costas para a porta conversando com algumas de minha colegas, contando os babados das férias, quando do nada sinto alguém pulando nas minhas costas e dando um abraço mega apertado se assim posso dizer, não pensei duas vezes sobre quem era, só podia ser a Bruna, nunca vou esquecer o momento dela me abraçando dizendo que estava morrendo de saudades.

Bom depois disso, os dias foram se encaminhando normais, meu grupinho sempre sendo o mais barulhento da sala,( normal), nosso famoso quarteto assim que nos chamavam era composto por mim, Bruna Fernanda e Debora. Acho que aqueles momentos com elas sempre vão ficar guardado no meu coração eu amava cada uma delas de um jeito especial, Fernanda sendo toda papas na língua ela e a Debora parece que nasceram sem filtro entre o cérebro e a boca, pois falamos tudo o que vinha em suas cabeças. Depois de varias ida a diretoria separaram a gente na sala, fomos distribuídas em polos opostos na sala do internato. Mas sempre dávamos um jeito de badernar aquele lugar.

Os dias foram passando, e minha amizade com a Bruna ficava cada vez mais intensa, aquela amizade grudenta, mas eu adorava isso, toda hora rindo e tirando fotos, sempre quando dava ficava a noite no ginásio do colégio pra ver a Bruna treinar, ela fazia patinação, e por sinal era muito boa naquilo, varias medalhas de torneiros fora do estado. Já ela tentava sempre ficar para me ver treinar, mas não eu não faço patinação-risos- jogo futsal e sim sou ótima nisso, a única coisa da minha que comecei e não desisti de primeira, como Bruna eu também possuía diversas medalhas da minha categoria.

A gente se falava todo dia na escola, e quando acabava a aula continuávamos conversando por mensagens, impressionante como tinha assunto sempre, as vezes ficávamos conversando por horas no telefone. Claro que como tudo na vida não são mil maravilhas, começaram rumores pelo colégio todo, sobre minha amizade com a Bruna, por nos se abraçar diversas vezes em públicos nos corredor da escola, falamos que eram lésbicas, eu nem sabia o que era isso, e não entendia o por que disso tudo, então não posso abraçar ou brincar com minha amiga pq outros estão incomodados.

Esses rumores foram piorando cada vez mais, cada vez com mais intensidade chegava em nossos ouvidos, - lésbicas-. Pra falar a verdade não dava muita bola, por que sabia que não era verdade, ate que um certo dia a Bruna me chamou para conversar isso era depois na aula, foi por mensagem, dizendo que achava que gostava de mim, (eu sempre fui muito ingênua, pois tinha uma vida ativa com os meninos, ativa no sentido de beijinhos até porque eu era muito nova. Já a Bruna nunca comentava de rapazes, a mesma já se quer beijou um.) na hora a única coisa que pensei foi  “eu também”, e ela retrucava, -mas de um jeito diferente Julia-, eu não podia negar que minha amizade por ela era meio obcecada, mas na minha cabeça nunca passou que eu pudesse gostar dela do mesmo jeito que somos indicadas a gostar de garotos, assim forçando minha resposta com eu também Bruna, não sei ao certo mais sei que é diferente do que sinto pelas outras amigas.

A partir dai nos duas só falamos isso, mas sempre tudo foi muito ingênuo, falamos em morar juntas, e fazer faculdade em outra cidade, porem ate o momento nunca pensamos em beijo ou algo do tipo, até porque aquele sentimento recíproco era um tanto quanto estranhamente novo pra a gente. A Bruna sempre foi muito imaginativa e criativa, vivia contando sonhos que tinha de nos duas, sempre eram sonhos bons, começamos a se chamar de amor, os abraços e carinhos aumentaram, paramos de ligar para os outros comentando.

O ruim é que ficamos tão juntas que começamos a viver em nosso mundinho próprio, a parit dali não era mais quarteto era apenas eu e a Bruna e Bruna e eu. Mas era tão bom


Notas Finais


falem o que acharam, espero que tenham gostado,


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