História Falling In Love: Dominando O Amor - Second Season - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Amor, Criminal, Drogas, Justin Bieber, Romance
Exibições 58
Palavras 1.558
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ PEOPLE!!!!!!!!!

Depois que postei aquele capítulo pedindo a ajuda de vocês sobre o caminho de Falling In Love tomaria ou poderia tomar, muitas de vocês me xingaram kkkkkk (o que foi muito ofensivo) mas me mostrou o quanto Falling In Love e amada e eu decidi continuar,

ENTÃO VAI TER FALLING IN LOVE SIM! ACHO QUE AGORA VOLTEI COM TODO O GAZ.

É isso aí.
Boa leitura!

Capítulo 11 - Faded


Fanfic / Fanfiction Falling In Love: Dominando O Amor - Second Season - Capítulo 11 - Faded

Pov's Kimberly D'larrony

Sair daquela mansão foi mais difícil do que eu pensava porque no fundo sabia que aquela seria a última vez em que atravessaria aqueles portões. 

A última vez em que estaria na vida de Justin Bieber. 

Eu não sabia para onde ir, para onde correr. Foi só então que me dei conta de que eu estava sozinha, minha vida girava em torno dele. Como pude fazer isso comigo mesma? 

- Para onde deseja ir, senhorita? - pergunta o motorista do táxi. 

Eu não sabia o que responder porque não sabia para onde eu desejava ir. Meu coração pedia para voltar e me jogar nos braços dele mas meu cérebro e todo o meu corpo estava cansado e machucado, eu não podia. 

Dei o endereço do único lugar em que eu podia passar a noite, o lugar onde um dia foi meu lar antes da bomba Justin Bieber aparecer. 

O caminho parecia ser mais longo do que eu me lembrava, a noite estava fria e o vento gelado, no céu não se via as estrelas. Ao olhar pela janela o mundo parecia triste ou talvez o meu mundo estava, era como eu me sentia: triste e apagada, como se estivesse desbotando. Justin era a minha cor e a partir do momento que decidi deixá-lo perdi minha cor. 

Agora eu precisava me achar de novo, ser quem eu realmente era, me encaixar no mundo. Eu precisava de um conforto, algo que me desse forças para continuar. Toco minha barriga, eu tinha alguém. 

O táxi parou em frente à minha antiga casa, a casa do meu pai. 

Estava escuro, isolado e silencioso, como tudo dentro de mim. A grama precisava ser aparada, as flores estavam secas e murchas. O portão estava destrancado e rangeu ao ser aberto. Ao andar pelo pátio a porta de entrada parecia cada vez mais distante. Depois do que pareceu ser uma eternidade, chego a porta, embaixo do tapete como de costume tinha uma chave. 

Ao entrar naquela casa me senti só, alguns dos móveis ainda estavam ali, com lençóis brancos cobertos de uma fina camada de poeira. As luzes estavam apagadas. Tateei o interruptor ligando as luzes e ao se acenderem tudo pareceu ainda mais solitário, a última lembrança que tinha dessa casa era diferente do que se encontrava agora, tinha varias pessoas trabalhando para servi meu pai e a mim. Hoje não tinha ninguém

Me arrastei para o meu antigo quarto e me surpreendi ao perceber que tudo estava ali, a não ser pelas minhas roupas que boa parte estava com Justin e a outra tinha ido com meu pai embora. 

Meu pai não fez questão de levar minhas coisas.

Entrei no meu antigo banheiro, me despindo e tomando o banho mais longo de toda a minha vida, vesti um blusa e uma calcinha qualquer que peguei da mala e me deitei na minha antiga cama. 

Era estranho como deitar na cama de alguém desconhecido, não tinha o cheiro do Justin nas roupas de cama, não eram cinza como a colcha de Justin, não era o quarto do Justin. Eu estava no meu quarto, o papel de parede rosa claro deixava isso claro, a colcha branca com pequenas florzinhas rosa, no canto esquerdo minha penteadeira, tudo ainda estava do jeito em que eu havia deixado. Tudo estava como antes. Antes do Justin.

Pov's Justin Bieber

Ela havia ido embora, ao sair pela porta levou meu mundo junto, agora me encontrava na minha própria solidão. Estava sentado no chão do meu escritório olhando para a parede como se aquilo fosse a coisa mais interessante na minha vida, e talvez fosse a partir de agora, porque eu não tinha mais ela. Perdi a única coisa que iluminava minha vida, agora estava no escuro, perdido na minha própria escuridão. Meu coração se quebrou em milhões de pedaços ao vê-la magoada, e o pior de tudo é que a culpa era minha, toda e somente minha. 

Ouço o barulho da porta do meu escritório sendo aberta mas não me dou o trabalho de olhar para ver quem é. Ao sentar do meu lado no chão percebo que é minha mãe. Ela não fala nada. Pega minha mão e entrelaça com a sua. 

Após um tempo em silêncio eu começo a falar. 

- Eu a perdi, mãe, perdi pra sempre.  sussurro.

- A culpa foi sua. - autch! Essa doeu. 

- Mãe! - reclamo.

- Eu não vou te defender Justin, você sabe que você não está certo nem um porcento na história, mas sou sua mãe e me preocupo com você, apesar das burradas que você faz você sempre continuará sendo meu filho. Se precisar conversar estarei aqui, mas se você acha que vou te defender como quando você era criança está enganado, sou sua mãe mas também sou justa. Amo aquela menina como se fosse minha filha e o que você fez com ela foi horrível.

- Eu sei. 

- Não, você não sabe. - Pattie fala um pouco mais alto, não posso defender a mim mesmo de suas duras palavras, ela está certa e eu estou errado.

Largo sua mão e puxo o cabelo nervoso. 

- Cometi o maior erro da minha vida. - lágrimas começam a brotar no canto dos meus olhos e eu pisco várias vezes para afastá-las. - Tá doendo, mãe! 

- Eu sei, querido... - ela me puxa e eu deito a cabeça no seu colo, como ela fazia comigo quando criança. - Queria ter palavras pra dizer que tudo vai ficar bem mas eu estaria sendo hipócrita, você a ama ou diz que a ama. Quando machucamos alguém que amamos não machucamos só a pessoa mas também á nos mesmos. Tá doendo e vai continuar doendo, vai ser um inferno mas eu vou estar aqui. Sempre.

- Eu preciso dela, eu não quero mais nada. Só ela. 

- Dê um tempo a ela...

- Não - levanto do seu colo. - Não posso, se fizer isso ela pode ir embora, ela é impulsiva e faz coisas no calor do momento.

- Você sabe onde ela está? 

- Não.

- Então querendo ou não você vai ter que dar um tempo a ela. 

Revirei os olhos, minha mãe conseguia ser bem chata quando queria. 

- Eu achei que seria diferente, que ela iria me perdoar como sempre fez e seguiríamos em frente como sempre fazíamos. Eu estava errado. 

- Você a subestimou. 

- Eu sou um burro! - resmungo com amargura - Como pude subestimar a garota que nunca faz o que eu espero que faça?

- É, nisso concordamos. - eu a encaro. - Você é um burro! 

- Se for pra ficar aqui falando do meu erro você pode ir embora. - ela levanta os braços em rendição.

- Desculpe se a verdade dói. Já que você está me expulsando eu vou embora. - ela se levanta e caminha até a porta. Reviro os olhos. 

- Eu a pedi em casamento.

Digo baixo e no mesmo momento me arrependo de ter dito. Ela se vira e me encara com os olhos arregalados. 

- Não finja tanta supresa. 

- É que depois da Tessa eu não...

Levanto com raiva. Sempre Tessa, Tessa aqui Tessa ali, quando todo mundo vai perceber que minha vida não gira em torno da Tessa, que eu estou pouco me fodendo pra ela? A minha escolha de palavra quase me faz rir. Eu sou um babaca, um completo babaca, que só faz babaquice. 

Ninguém jamais irá compreender o que sinto pela Kimberly, está além da compreensão. Não precisa de compreensão, precisa apenas ser sentido. Ela é meu ar, todo o meu mundo, o centro do meu universo. E agora ela foi embora, me deixando no escuro sem saber o que fazer.

- Não sei o que fazer, estou perdido. - digo olhando nos olhos da minha mãe buscando uma solução.

- É compreensível. 

- Preciso dela mais do que imagina.

- Eu sei. 

- E agora ela me deixou.

- Sim, deixou. 

- Acabou tudo. 

- Sim, acabou. 

- Só vai concordar com tudo que eu falar? 

- Você só está falando verdades, então, sim eu vou. - ela cruza os braços e me encara de volta. Típica pose de dona Pattie.

- Você é chata. 

- E você é um burro.

- Sim, eu sou. 

Olho pra ela que solta um suspiro dando um riso. Acabo rindo também. 

- Está tarde, por quê não vai dormir? 

- Vou tentar. - ela ergue as sobrancelhas. - Juro que vou.  balança a cabeça em negação.

- Boa noite, Justin Bieber.

- Boa noite, Dona Patricia. 

Minha mãe sai do escritório e eu me encontro sozinho novamente. Depois de algum tempo, uma hora talvez, decido ir dormir. 

Após um banho, vou até o closet pegar uma cueca e não encontrar as coisas dela ali me dá um vazio, ignoro e vou me deitar.

Deitar na cama só ferra com tudo ainda mais, a cama king size se torna imensa sem sua presença, normalmente ela ocupa a maior parte da cama o que me deixa puto, mas hoje daria tudo para tê-la aqui comigo. A cama está fria e solitária, não faz nem um dia que estou sem ela e já sinto sua falta.

Como posso viver sem ela pra sempre se não aguento nem algumas horas?  

Continua...


Notas Finais


Infelizmente esse capítulo não teve nada deles dois juntos, decidi fazer assim para que vocês entendesse bem o que cada um senti a respeito da ausência do outro.

Vejo vocês no próximo capítulo.
Xoxo
Breh <3


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