História Falling in love for the first time (Hiatus) - Capítulo 12


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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Boyce, Cameron Dallas, Camila Cabello, Hailee Steinfeld, Hayes Grier, Jack & Jack, Matthew Espinosa, Nash Grier, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes, Sofia Carson, Taylor Caniff
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Boyce, Cameron Dallas, Camila Cabello, Hailee Steinfeld, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes, Sofia Carson, Taylor Caniff
Tags Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Camilla Cabello, Hailee Steinfeld, Jack & Jack, Magcon, Matthew Espinosa, Nash Grier, Romance, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes, Sofia Carson, Taylor Caniff
Visualizações 41
Palavras 1.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quem é vivo sempre aparece! 😂 Hello peoples, depois de um mês sem capítulos, voltei! Espero que gostem, beijitos 😘

Capítulo 12 - Twelve


Fanfic / Fanfiction Falling in love for the first time (Hiatus) - Capítulo 12 - Twelve

A estadia na casa de Shawn foi ótima. Visitamos vários cassinos, algumas boates e até alguns bares conhecidos em Las Vegas, mas infelizmente não tive a oportunidade de conhecer Camryn. Shawn achava que era muito cedo para começar a misturar as coisas e de certa forma, compreendi o lado dele.

Agora eu estava voando de volta para casa, com a certeza que o meu melhor amigo ficaria bem na minha ausência. Só não sabia dizer se eu estava preparado para enfrentar todo o drama que Toronto me reservava. Já fazia muito tempo que eu não conversava com Alyssa e nem com Sofia, e eu odiava admitir que sentia a falta delas. Maldita hora que me permiti sentir algo por uma mulher.

Assim que o avião pousou, segui direto para o meu carro que eu havia deixado estacionado no aeroporto mesmo e fui para casa. Para a minha surpresa, quando cheguei na minha humilde residência, Cameron estava dando uma festa de arromba. Puta merda, eu vou matar este desgraçado! Desci do carro batendo a porta com força, e adentrei na sala, onde havia uma cassetada de adolescentes bebendo e se drogando. Comecei a procurar por Dallas, para arrancar o couro dele e não o encontrava em lugar algum.

Subi para o meu quarto, ficaria lá até essa maldita festa acabar — espera aí! Quando foi que Matthew Espinosa rejeitou uma festa? Algo está muito errado aqui — mas quando abri a porta, adivinhem só o que eu encontrei: ela mesma, Alyssa e Cameron Boyce se esfregando na minha cama. Agora sim eu vou matar um!

— Mas que porra é essa aqui? — gritei, fazendo com Aly se assustasse e saísse de cima do Boyce.

— Matt? Não esperava encontrar você aqui. Sofia me disse que você tinha ido viajar — ela tentava consertar sua própria roupa, que estava toda amassada.

— Fui, mas já voltei. Agora quero saber que merda vocês estão fazendo no meu quarto — cruzei os braços.

— Estávamos brincando de casinha, Matthew — Cameron falou debochado.

— Já chega! Fora! — abri a porta e apontava para a mesma.

Quando Boyce passou pela porta, a fechei antes que Alyssa pudesse sair, segurando seu braço para mantê-la no lugar.

— Você fica aqui — encarei seu rosto bem de perto — o que pensa que está fazendo, caralho? Você me ilude, me usa, me joga fora, me troca por esse babaca e agora acha de vir transar com ele no meu quarto? Olha, eu sou idiota, mas aceitar isso já passa dos limites.

Meu rosto ardia devido a raiva que eu sentia naquele momento. Aquela garota só podia estar zoando com a porra da minha cara. Aly parecia sem reação e sem saber como lidar com o meu acesso de fúria. Ela tocou meu rosto com sua mão livre e foi aproximando seus lábios lentamente, iniciando um beijo calmo e suave.

Por impulso, soltei o braço dela que eu segurava anteriormente e assim, as mãos da garota adentraram por dentro de minha camisa, acariciando a pele daquele local levemente. Aquilo era covardia. Alyssa sabia o poder que conseguia exercer sobre mim e eu não poderia me render a ele, por mais que quisesse.

Aly tentava tirar a blusa de meu corpo a todo custo, enquanto distribuía beijos molhados em meu pescoço. Antes que ela conseguisse me despir, meu último resquício de sanidade deu sinal e empurrei a menina para longe de mim. Minha respiração era falha, mas consegui formular as palavras e dizer:

— Hoje não, Alyssa — encostei meu braço na parede, tentando me recuperar.

Óbvio que ela me lançou aquele olhar frustrado, bufou e saiu apressada pela porta, batendo o pedaço de madeira atrás de si mesma. Sentei no chão e encarei o teto acima de minha cabeça, me perguntando como pude ser tão idiota de beijar a menina que segundos antes estava quase transando com outro na minha própria cama. Eu me tornei aquele tipo de cara que jurei que jamais seria: o que é feito de capacho por uma mulher.

...

Depois de um longo tempo sentado naquele carpete, resolvi me levantar e fazer algo da vida. Troquei os lençóis e comecei a desarrumar a mala que havia levado para Las Vegas, separando as roupas sujas que eu levaria para a lavanderia. Quando já estava quase acabando, ouvi batidas nervosas na porta de meu quarto. Já abri a mesma e fui falando:

— Escuta aqui, Alyssa, se você acha que pode voltar aqui... — antes que eu pudesse terminar a frase, percebi que não era Aly ali e sim Camila, que por sinal, estava chorando — o que quer Cabello? Como já deve ter percebido, não estou com paciência.

A mesma adentrou no meu quarto sem esperar que eu a convidasse. É por essas e outras que odeio ela.

— Nash está lá embaixo beijando outra garota, Matt. Aquela cena acabou comigo — ela disse entre soluços e chorava ainda mais.

— Então a lei do retorno realmente funciona? Quem diria hein — dei risada debochado enquanto Camila me fuzilava com o olhar.

— Não tem graça, Matthew.

— Ah tem graça sim, e sabe porque tem graça? Porque meses atrás você fez a mesma coisa com Shawn e não se importou nem um pouco com ele — eu tentava manter o tom de voz calmo — você tinha alguém que faria qualquer coisa por você e jogou fora. Bem feito — sorri satisfeito.

Camila me olhou incrédula, parecendo não acreditar que eu havia dito aquilo. Mas era a verdade. Sem pensar duas vezes, a garota se levantou de minha cama e saiu estressada pela mesma porta que Aly havia saído anteriormente. Já era a segunda garota raivosa naquele dia.

Como minha paciência já estava curta, resolvi descer até o andar debaixo e acabar com essa palhaçada de festa, antes acontecesse mais alguma coisa indesejada. Desci as escadarias calmamente, e avistei o rádio que tocava uma música estridente, indo até ele e o desligando da tomada. Instantâneamente, fui vaiado pela multidão que dançava ali.

— A festa acabou! Acho bom irem saindo antes que eu ligue uma mangueira e coloque vocês para fora na base da água — cruzei os braços enquanto observava a multidão saindo.

Aos poucos a sala foi ficando vazia e sobrou apenas um corpo jogado no sofá e sem camisa, deduzi que era o Cameron.

— Quando você melhorar esse porre, nós teremos uma conversa bem de perto — disse e subi as escadas novamente.

— Aí maninho! Senti sua falta! — pude ouvir a voz mole do garoto e revirei os olhos logo em seguida.

Continua...



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