História Falling Inside The Black - Capítulo 10


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Flavia Sayuri, Mariana "Satty" Ferreira (Pense Geek), Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft
Personagens Alan Ferreira, Felps, Flavia Sayuri, Mariana "Satty" Ferreira, Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes
Tags Aloid, Cellbit, Cellps, Felps, Mike, Mitw, Pac, Rafael Lange, Satty, Sayu, Tazercraft
Exibições 62
Palavras 1.023
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Fantasia, Lemon, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amigos <3 Como estão? Tranquilos?
Ainda estou jurada de morte desde ontem.
Então espero que curtam o cap <3
Até o próximo cap~

Capítulo 10 - The best thing you can do right now is to fall out.


[Point Of View: Tarik Pacagnan (Pac)]

Estava tudo em um silêncio perturbador, passei a mão sobre a cama ainda com os olhos fechados, sentindo a falta de Mikhael ao meu lado. Levantei um pouco minha cabeça e abri meus olhos, surpreso. Sentei-me varrendo o quarto com o olhar, constatando que eu realmente estava sozinho, nenhum rastro de meu namorado. Notei que ainda estava com as mesmas roupas de ontem, levantei da cama, troquei de roupa e andei até o banheiro, fazendo minhas higienes matinais.

Fechei meus olhos enquanto escovava os dentes, quando acabei de fazer a tarefa e tornei a abri-los esperei encontrar meu reflexo no espelho.

Mas não era o meu reflexo ali.

Arregalei os olhos e recuei para trás assustado, antes que eu me virasse para sair dali à porta se fechou em um baque alto, minha mão desceu até a fechadura da porta, tentando desesperadamente a abrir. Bati contra a porta pedindo por ajuda, prendi a respiração ao ouvir o barulho da torneira se abrindo lentamente.

Apenas o barulho da água na pia soava, como se aquilo me puxasse para a realidade, às torneiras da banheira se abriram. Minhas batidas contra a conta aumentaram, já não tinha mais forças para gritar. Não tinha espaço em baixo da porta para que a água escoasse, olhei com os olhos marejados em direção ao reflexo no espelho.

Um garoto de cabelos pretos em um topete e olhos castanhos escuros me olhava, um sorriso enorme estava presente em seu rosto. Sua mão se ergueu e com os dedos escreveu no espelho...

— Assassino... O que? Eu não fiz nada! — Gritei, o garoto pendeu um pouco a cabeça para o lado e escreveu logo em baixo. — Ele? Eu o matei? Eu não matei ninguém.

“Você fez parte disso”, meus olhos se arregalaram ainda mais, virei-me e continuei a bater contra a porta.

— Por favor, alguém me ajuda! — Tentei uma última tentativa, quando a água já batia em minha cintura. — Mikhael! Alguém...

— Tarik? — A voz de Alan soou do outro lado da porta, uma pontada de esperança surgiu em meu peito. — Está tudo bem?  Abra a porta...

 — Eu não consigo! — Fui aos poucos perdendo minha voz. — Alan, por favor...

— Gente, está tudo bem ai? — Rezende bateu na porta, Alan correu para abri-la, contando sobre a situação. — Puta merda, Tarik. Se afaste!

Afastei-me da porta, Rezende se jogou contra a porta uma, duas, três vezes. A porta se quebrou depois de várias tentativas, os olhos do maior se arregalaram, Alan correu em minha direção, se abaixando um pouco e me abraçando fortemente. Olhei de relance para Rezende, vendo-o passar a mão contra o espelho, como se apagasse algo. Alan se afastou um pouco, semicerrei os olhos ao notar o seu lado direito do rosto vermelho, com uma forma de mão. O menor pareceu notar que eu o olhava, tampando rapidamente com a mão.

— Quem fez isso? — Tirei sua mão de cima e apontei para a marca. — Alan, quem fez isso?

— O Lucas. — Sussurrou, abaixando sua cabeça. — Ontem ele disse que me amava, que eu era o parceiro dele. Mas quando levantei pela manhã ele estava beijando outra garota, quase se comendo com ela lá no sofá, eu fui tirar satisfação e ele disse que não era pra eu me meter em sua vida, acabou por me acertar um tapa quando retruquei. Estava subindo pro meu quarto quando escutei seus gritos...

— Eu fui seguir o Alan, para ver se estava tudo bem.  — Rezende deu com os ombros, sorrindo.

— Ele já te bateu antes? — Segurei seus ombros firmemente, olhando sério em sua direção. — Eu tive uma ideia, para ele aprender a te valorizar... Se troque, nós vamos em uma balada que é próxima daqui.

— Vai ser até bom para esquecermos esse susto que Tarik nos deu.

Mal sabiam que não era por minha culpa esse susto todo, mas o melhor que eu poderia fazer agora era esquecer e deixar para pensar depois sobre o que fazer.

[Point Of View: Felipe Z. (Felps)]

Rafael parecia um anjo dormindo, o meu pequeno anjo loiro. Minha mão direita acariciava seus cabelos carinhosamente, abaixei-me um pouco e depositei um beijo sobre sua cabeça. Ah, se ele soubesse como eu o amo...

Senti minhas costas ficarem um pouco frias, levantei-me da cama e olhei em volta do quarto, meu olhar pousou sobre um vulto preto próximo ao meu loiro, do outro lado da cama. Me teleportei para seu lado, segurando a pessoa pelo pescoço e a jogando contra a parede, o vulto atravessou a parede, para o lado do corredor. Corri atrás do mesmo, antes de sair do quarto dando uma última olhada em Rafael, não podia deixar aquilo em branco.

Encontrei a tal pessoa ainda se levantando, cruzei os braços, com um sorriso crescendo em meu rosto.

— Você não é nem louco de colocar as mãos em Rafael. — Falei me aproximando de si, a pessoa sorriu de um modo psicopata, fato que me fez parar de andar e respirar fundo. — Você não é louco de tocar em meu parceiro.

— Eu prometi que o vingaria, e eu vou vingar!

Fui empurrado com força para trás, cai sentando no chão, por conta da queda com os olhos fechados.

— Apenas observe as pessoas que você ama morrendo sem você não poder fazer nada!

Dito isso ele simplesmente desapareceu, arregalei os olhos correndo de volta para o quarto, podendo finalmente respirar aliviado ao encontrar Rafael do mesmo jeito que eu havia deixado quando sai, me aproximei de si e o abracei, fazendo com que acordasse confuso.

— Levante e se troque, vamos dar uma volta lá fora, tudo bem? — Avisei passando minha mão sobre sua bochecha direita, sorrindo calmamente. — Rápido, Rafa.

Depositei um selinho sobre seus lábios, me afastando de si. Cellbit ainda me olhava confuso, mas sem retrucar se levantou e foi até seu armário, procurando uma roupa para vestir.

E todo o meu sossego em relação aquele garoto se esvaziou, o medo de qualquer coisa que poderia acontecer com ele tomou minha mente, teria que me esforçar para manter sua segurança, eu não poderia falhar em relação a isso. Qualquer erro poderia acabar em um final trágico. 


Notas Finais


Ah, quase morte do Tarik...
Que lindo.
Cellbit: *Olha descrente*
~Um beijo, um queijo e fui!~


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