História Falling Inside The Black - Capítulo 8


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Flavia Sayuri, Mariana "Satty" Ferreira (Pense Geek), Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft
Personagens Alan Ferreira, Felps, Flavia Sayuri, Mariana "Satty" Ferreira, Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes
Tags Aloid, Cellbit, Cellps, Felps, Mike, Mitw, Pac, Rafael Lange, Satty, Sayu, Tazercraft
Exibições 73
Palavras 1.291
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Fantasia, Lemon, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amigos <3 Como estão? Tranquilos?
Então, avisos aqui.
~ Capítulo não recomendado para pessoas fracas emocionalmente.
~ Menores de dezoito também.
~ Quem se encaixar nessas classificações pode pular para o final do capítulo, e tal.
Eu considero ele um dos mais pesados que já escrevi, não sei o que vocês vão achar.
Mas vamos lá, não é? ~Risada~
Vamos ao capítulo!!
Cellbit: Antes vamos fazer a linha do +18, já que tem excesso de violência.
+18~ +18~ +18~ +18~ +18~
Aê, agora vamos.

Capítulo 8 - In Jealousy There is More Self-love than True Love.


[Point Of View: Lucas Amaral (Void)]

— Eu não estava preocupado com você, porra! Eu quero que você se foda!

— Ah, então por que estava me procurando com o Tarik mais cedo? — Sua resposta me fez ficar em silêncio, não sabia como responder ao certo. — Me erra, Void.

Os minutos iam se passando e a discussão entre nós não cessava, havíamos subido as escadas já discutindo, o menor pedia para que eu parasse de gritar e o deixasse em paz, não estava com cabeça para discutir. Mas não o dei ouvidos e continuei gritando, segurei seu braço enquanto me virava minimamente e encostava a porta, Alan tentou se debater para se soltar, pedindo para que eu o largasse.

— Void, você está me machucando! P-Pare com isso, p-por favor... — Gaguejou, segurando minha mão com seus olhos marejando.

— Estou te machucando?  Eu pedi para que você não saísse sem eu ao seu lado, não pedi? Então por que está reclamando?

Larguei seu braço e apertei seu rosto com força, um sorriso macabro surgiu em meu rosto, seus olhos se arregalaram diante de minha feição.  O empurrei para trás, fazendo com que caísse sentado na cama. Caminhei até o criado mudo, peguei uma garrafa d’água e despejei em um copo, Alan me olhava assustado, limpando o sangue que escorria de suas bochechas.

Alguns toques sobre a porta me chamou a atenção.

— Alan? — A voz de Rafael Montes soou, peguei um pequeno envelope que estava escondido e o rasguei, despejando o conteúdo no copo d’água. — Será que eu posso falar com você?

Peguei o copo em mãos e me aproximei de Alan, virando seu rosto em minha direção.

— Beba. — Pedi falando baixo, entreguei o copo em suas mãos e o encarei profundamente.

Estava logico que tinha algo em sua bebida, rodava um turbilhão de pensamentos em sua cabeça, até parecia que ele não sabia que demônios podiam ler mente. Aos poucos fui tomando seus pensamentos e logo em seguida o controle de suas ações, um sorriso enorme surgiu em meus lábios quando o mesmo virou o copo em sua boca, tampei-a para que não cuspisse fora o líquido. Abaixei-me um pouco, depositando um beijo em sua testa.

— Void, o que tinha nesse copo? — Alan questionou com dificuldade, seus olhos se fecharam lentamente, segurei o copo para que não caísse de suas mãos e logo vi o menor tombar para trás inconsciente.

Curvei-me um pouco e acariciei suas madeixas castanhas, o peguei estilo noiva, arrumando-o melhor na cama e cobrindo-o até a cintura. Guaxinim continuava batendo insistentemente na porta, a encarei durante alguns segundos, antes de pegar um par de luvas cirúrgicas no criado-mudo e vesti-las, indo o atender.

— Você. — Toda animação que sentia se esvaiu, semicerrou os olhos suspirando. — Será que pode chamar o Alan? Preciso falar com ele.

Sai do quarto e tranquei a porta, passando a ponta de minha língua sobre meus lábios.

— Você deveria ficar longe do que me pertence. — Sorri debochado, Guaxinim retribuiu o sorriso. — Ou isso pode acabar mal, sabia?

— E o que você vai fazer?

A respiração do moreno falhou, sua mão direita subiu até seu pescoço o segurando enquanto tossia freneticamente, o mesmo caiu de joelhos no chão buscando por ar, implorando por ajuda. Sua mão direita se ergueu em minha direção, notei um filete de sangue escorrendo no canto de seus lábios antes que caísse desmaiado no chão.

— Não se preocupe você não vai morrer agora... Eu disse agora, não disse?

[Quebra de Tempo]

A bíblia não mentia quando dizia que nunca se deveria confiar em demônios, seres tão traiçoeiros e impuros assim, possessivos. Questiono-me o porquê de eu ter escolhido arrastar esse peso morto até o galpão abandonado no qual eu havia achado mais cedo, seria muito mais fácil eu ter me teleportado até lá. Mas faz parte, não é? Arrastar um corpo não é nada demais, apenas leva um pouco mais tempo e acaba por esfolar as partes expostas do corpo contra o chão.

É algo divertido de se fazer, principalmente com pessoas que acham que tem o direito de roubar o que pertence a outras.

Larguei os braços de Rafael e destranquei o cadeado que mantinha o galpão trancado, liguei as luzes, voltando o arrastar para dentro. Apenas encostei a porta para que eu pudesse sair com mais facilidade mais tarde. Cantarolei baixo indo até uma mesa com várias armas, optei por pegar um taco de basebol com arames em sua volta, voltei até si e chutei de leve seu braço.

Sem resposta, apenas um baixo resmungo. Repeti o ato ainda sem obter resposta, ergui o taco e o desci com toda a força possível contra sua perna, seus olhos se arregalaram e o mesmo tentou se levantar. No que Rafael se colocou de quatro aproveitei a distração e desci novamente a arma contra suas costas, fazendo com que seu corpo se chocasse com tudo contra o chão novamente.

Uma gargalhada alta escapou de meus lábios, já dos seus apenas gemidos dolorosos no qual eu estava adorando ouvir, em alguns momentos gritos repletos de dor e angustia. Peguei uma faca que estava em meu bolso, com esse contra tempo Guaxinim tentou se levantar para correr, agarrei a gola de sua blusa e finquei a faca na lateral de suas costas, descendo até sua cintura.

— Sabe qual é o seu problema? Não sabe o seu lugar. — Falei em meio aos risos, agarrei seus cabelos e arrastei seu corpo ainda consciente até próximo à parede. — Eu odeio pessoas assim.

Segurei firmemente seus cabelos e empurrei com força sua cabeça contra a parede, conseguia ouvir perfeitamente o barulho de alguns de seus ossos quebrando. Deixei que seu corpo escorregasse até o chão, virei-me e caminhei até a mesa de utensílios, peguei uma serra enferrujada, mas que ainda cortava e me aproximei novamente. Ergui sua mão e fiz questão de cortar lentamente cada pedaço de seus dedos, uma poça de sangue se formava a sua volta, não pude deixar de rir e cantarolar.

Não entendia como ele ainda respirava.

— Ainda está respirando, uh? Eu não posso deixar o meu “namorado” muito tempo sozinho, então acho melhor acabar logo com isso. — Posicionei a serra sobre seu braço e cortei de uma só vez, ele não reagia mais. — É frustrante não conseguir ouvir os seus gritos de dor, vou deixar você aqui mesmo agonizando, o destino vai se encarregar de saber se você vive ou não.

Joguei a arma no chão e caminhei calmamente até a porta do galpão, mas antes que saísse peguei um isqueiro e joguei sobre o chão de madeira, retirando as luvas e as deixando ali mesmo. Fechei a porta do local e coloquei o cadeado novamente, me virando e voltando para o hotel.

Ainda faltava uma pessoa em minha lista, e ela não escaparia.

Quando cheguei ao quarto notei que Alan estava acordado já, seus olhos se arregalaram ao ver a quantidade de sangue em minhas roupas. Tranquei a porta, indo em sua direção.

— V-V-Void... Isso é sangue, quem você...?

O silenciei me jogando sobre si, circulando sua cintura com os meus braços e apoiando meu rosto na curva de seu pescoço, fazendo com que deitássemos comigo por cima de si. Alan respirou fundo nervoso, levantei-me um pouco e direcionei minha mão direita até sua bochecha, me abaixando para depositar um beijo em seus lábios.

O menor corou fortemente e tampou seu rosto com as mãos, me aninhei contra si e suspirei.

— Eu não vou te machucar. — Sussurrei, afundando meu rosto ainda mais contra a curva de seu pescoço. — Apenas... Não faça perguntas e confie em mim, está bem?

Aquela loucura se tornara ainda maior quando o mesmo concordou receoso, e então adormeci com o mesmo acariciando meus cabelos lentamente.

Eu finalmente conseguiria dormir em paz. 


Notas Finais


...
Cellbit: É...
Sou uma pessoa morta?
Cellbit: Ninguém gostava do Guaxinim dessa fanfic mesmo.
Tá.
~Um beijo, um queijo e fui!~


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