História Fallout - Paraíso Devastado - Capítulo 1


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Categorias Fallout
Tags Apocalipse, Científica, Fall, Fallout, Ficção, Fim, Games, Guerra, Mundo, Nuclear, Out
Exibições 4
Palavras 651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção Científica, Sci-Fi, Steampunk, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Areia Fofa


Fanfic / Fanfiction Fallout - Paraíso Devastado - Capítulo 1 - Areia Fofa

Houve um dia, no passado em que a água já fora de um azul vivo, muito convidativa para um mergulho. Hoje em dia a cor verde musgo não te deixa nem um pouco à vontade com a ideia de se banhar no mar da praia de Copacabana.

A brisa que vem do mar é refrescante apesar do cheiro, um cheiro ácido que irrita as narinas, mas nada que com o tempo você não aprenda a suportar. Depois de um tempo observando as gaivotas pescarem, você nem percebe mais qual cheiro está te irritando, tudo se torna um cheiro só. A brisa muda a direção e começa a sobrar do Sul trazendo novos aromas, só então percebo a chegada deles, o seu cheiro de ranço podre não deixa dúvidas ao que estou vendo, são ghouls. Criaturas que ficaram no meio do caminho, nem morto nem vivos, com sua pele descamada e algumas partes se soltando do corpo, não torna a visão dessas mutações lá muito agradável, ainda mais quando estão em bando.

Saco o meu rifle laser que carrego nas costas pela bandeirola. Esse é o meu bebê, uma arma capaz de pulverizar alguém com um disparo bem colocado.

Me debruço na areia da praia, ela é macia e fofa penso rapidamente nas pessoas que desfrutaram dessa praia em dias passados, uso a areia fofa como calço para o meu braço o que dá maior apoio ao rifle, felizmente o rifle diferente das armas com pólvora não produz quase coice o que facilita bastante a minha precária escora feita com o meu braço e a areia.

Eles estão a uns 150 metros, longe para um disparo, mas o suficiente para ouvir os seus grunhidos. Preciso ficar atento e ser preciso nos disparos, afinal assim que perceberem aonde estou virão na minha direção a uma velocidade incrível, e será precisa muita concentração para acertá-los, não posso errar.

Estou com o meu ventre totalmente rente a o chão, não vai ser fácil e muito menos rápido me levantar com essa armadura toda, aliás esse é o motivo pelo qual escolhi lutar, a armadura não me permitiria fugir furtivamente desses ghouls, eles estariam na vantagem me perseguindo com essa pesada armadura e confio muito mais na minha habilidade com o rifle, para dar conta de meia dúzia de ghouls na praia dando sopa.

Respiro fundo, miro no ghoul bem ao centro do grupo, disparo.

O primeiro disparo acerta em cheio na cabeça da pobre criatura, vejo a cabeça voando para alguns metros longe do corpo. Agora começa o desafio os outros 4 enfurecidos correm na minha direção, desengonçados e se mexendo de forma constante, os tiros que disparo são bem menos efetivos, acerto nas pernas de alguns e nos braços, mas nenhum fatal, o bom é que os que acerto na perna ficam lentos e um pouco para trás, me dando mais tranquilidade de mirar, quando chegam a uns 50 metros ai sim meu rifle faz valer toda a sua potência, mato dois logo em sequência, os tiros no peito e na cabeça se mostram fatais. Os outros dois se aproximam mais uns 15 metros, mas feridos nos braços e pernas, não são um grande desafio, com mais alguns disparos os envio em definitivo para a terra dos mortos, e dessa vez eles não irão voltar mais.

Enquanto me levanto e guardo o meu rifle, olho para os corpos dos ghouls no chão, só então percebo a besteira que fiz. Haviam seis deles quando os avistei e eu havia derrubado somente 5, faltava um. Tarde demais, o ultimo havia se esgueirado para fora do meu campo de visão durante a batalha, deu a volta se enfiando no meio de um emaranhado de galhos e arvores mortas, quando o vi já estava em cima de mim, tarde demais para sacar novamente o rifle, a distância era muito curta, a baioneta era a melhor pedida.

 

 

 

 

                                                                                                                                             Continua ...



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