História Falsa identidade - Capítulo 1


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Categorias Austin Mahone
Personagens Austin Mahone, Personagens Originais
Tags Austin Mahone, Fanfic, Mahomie
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Palavras 1.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo.


E aqui estou eu, dentro de um avião, voltando aos EUA, argh, será que nem nas férias eu paro de trabalhar?
Ah, foi mal, me chamo Alice Hernandez, mas em certos momentos me chamo Melissa Dallas heheh, pois é, longa história, e tenho 24 anos.
Sou norte-americana apesar de estar morando no Brasil até esse exato momento, porém, a partir de hoje estarei morando em Miami, adivinha o porquê, isso, a trabalho, que maravilha.
Deixei minha mãe, meu pai e meu irmão no Brasil, sim, eu moro com meus pais, nossa família sempre foi meio afastada e nos últimos anos tentamos mudar isso, mas voltando, deixei eles no calor do Rio de janeiro enquanto eu estou indo pro frio dos EUA pra ser, literalmente, babá de um menino já bem grandinho.
Eu até gosto do meu trabalho, me esforcei muito pra estar onde estou, mas sabe, só trabalho pra ser independente, até porque não quero vender miçanga na praia ou até mesmo vender meu corpo pra me sustentar, se é que vocês me entendem, mas agora chega de falar de mim..
             *FLASHBACK ON*

– Alice, seu celular tá tocando tem quase 5 minutos, tem como você levantar seu corpinho aí e atender essa coisa? - disse meu irmão, Christian
     Levantei, vi quem era e logo bufei.

– Alô?!

Ah que bom, achei que ia ter de descontar alguns dólares do seu salário, enfim, preciso que você vá me encontrar urgentemente no Starbucks. -Disse meu chefe

– Venha, senhorita Hernandez -desligou.

– AH MEREÇO. -Bufei inconformada por ter que sair do meu conforto, mas troquei de roupa e fui.
   
Chegando no Starbucks, percebi que meu chefe estava sentado em uma mesa um pouco isolada, já até imagino o que vem por aí. 

– Boa tarde, Sr. Mendes. -digo, já me sentando.

– Boa tarde. Alice, sei que está no período de férias mas a senhorita sabe que só somos chamados em caso extremos, não é? Então não deu pra deixá-la de férias. É um caso um tanto complicado. -disse ele me entregando uma ficha.

Encarei aquela folha, vi um garoto com olhos verdes, moreno, analisei melhor a ficha sabe, não a foto mas sim as informações, não entendi o problema e logo questionei.

– O garoto não tem nada na ficha criminal, só tem informações legais dele, por que me deu isso? -Franzi o cenho.

– Então, o problema não foi diretamente com o garoto, o pai dele foi morto porque se meteu com gente que não devia, mas aí, após a morte "do nada" -Diz fazendo aspas no ar-dele, os caras planejam "cobrar" o garoto e fazer mal a ele.

– Com quem ele se meteu? E quem era o pai dele?

– Não me recordo o nome do pai, mas ele se meteu com Tom Gene, um dos mais perigosos traficantes da América.

– Qual o plano? -Sabe, nem questionei, eu sabia que ele viria com aquele papo de "só você pode salva-lo, a vida dele está na suas mãos" e bláblá, eu me sentiria culpada e aceitaria mesmo.

– Você vai voltar a morar em Miami, por "coincidência" vai ser vizinha do Austin, vai virar amiga dele, e independente do que acontecer vai protegê-lo e se possível, vai prender ou até matar Tom. Ah, provavelmente a senhorita vai ter que ficar lá um pouco mais de um ano.

– Que? Como assim? Nós só somos chamados em caso extremos pra entrar e prender ou até mesmo entrar e matar, não pra ser babá de um homem de 26 anos, ainda mais por um ano, eu não sou segurança e nem detetive, Sr. Mendes.

– Olha só, você não acha que já mandamos pessoas pra fazer isso antes? O cara é um dos traficantes mais perigosos da A--ri-ca, já tentamos de todas as formas possíveis prende-lo e nada deu certo, e as ameaças ao garoto estão ficando mais perigosas, precisamos além de proteger o garoto, prender esse cara. Achamos mais seguro ter uma pessoa pra acompanhar o dia a dia do menino, servir literalmente de guarda-costas do que ir pro "combate" de cara e sair morto. Não adianta dizer pra eu mandar outra pessoa, a senhorita sabe que só confio em 3 pessoas daquele departamento, você, Peter e Lindsay, Lindsay está de licença maternidade e o Peter vai com você. Não tem porquê a senhorita negar, é super bem treinada e tem porte das melhores armas possíveis pra se defender, Peter vai estar lá pra te proteger também. -Bufei.- ok, tenho que ir quando? -Ele sorriu vitorioso.

– Sexta feira. –Hoje é quarta, pqp.

– Sabia que aceitaria, então, suas passagens já estão compradas, Peter vai te pegar em casa e vocês vão juntos, ele vai te guiar até sua nova casa e tudo certinho.

– Ok, Sr. Mendes, está tarde já, tenho que ir, vou indo, boa noite. -Digo me levantando e saindo.

– Boa noite e boa sorte, senhorita Hernandez.

– É, vou precisar.. –sussurei baixinho.

Cheguei em casa, expliquei a situação pros meus pais, eles já estão acostumados com essas situações quase repentinas, então só repetem a todo momento "toma cuidado." 

  Na quinta minha mãe me ajudou a arrumar minhas coisas, sim, eu deixei pra fazer em cima da hora mesmo, mas o importante é que minha mãe está ajudando.
  Já na sexta a tarde, minha mãe me perguntava inconstantemente se eu peguei meus documentos falsos e verdadeiros também, confirmei e peguei tudo, de repente escuto buzina de Peter, me despedi dos meus pais e saí, Peter me deu um selinho e logo me ajudou com as malas, e fomos pro aeroporto. 

Ah, sim, eu e Peter temos um caso, digamos assim, namoramos por 3 anos, mas por falta de tempo um pro outro, decidimos terminar, mas não adiantou muita coisa né, porque quando a gente se vê, ficamos.

Chegamos no aeroporto, pegamos uma baita fila no check-in, deixamos nossas malas, e fomos lanchar mas logo escutamos uns 4 avisos de última chamada pro vôo, corremos muito e procuramos nosso lugar e sentamos.
          
     *FLASHBACK OFF*


Apoiei minha cabeça no ombro de Peter, fiquei pensando em como seria esse caso e logo dormi. Só acordei quando estávamos já em terras norte-americanas, já estava de noite, então fomos pra minha nova casa, apesar do Peter estar em casa diferente, hoje ele ficaria por não conhecer tudo daqui.
   Chegamos em casa, como durmimos a viagem toda, estávamos dispostos, aí eu fiz ele me ajudar a guardar minhas coisas s2.
Quando terminamos, já estávamos bem cansados, tomamos banho e logo caímos na cama. 


Notas Finais


Oiee, bonecas! Tudo bom? 💕 Então, essa é minha primeira fic, que eu me lembre é a primeira hahah, espero que gostem, favoritem e deixem suas opiniões. 😘


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