História Falso amor- The8 - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Xu Ming Hao "THE8"
Visualizações 175
Palavras 3.719
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Hentai, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse será o ultimo de hoje amanhã coloco o restante.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Vou fazer valer a pena.


Fanfic / Fanfiction Falso amor- The8 - Capítulo 1 - Vou fazer valer a pena.

Imagine The8

 

The8 on

Hoje realmente vai ser um dia de surpresas. Espero que boas, hoje eu irei conquistar a linda Yong Mi. Nunca pensei que uma garota linda como ela pudesse querer algo comigo, mas ela chegou de mansinho e foi conquistando aos poucos meu coração, não que eu a ame, mas eu gosto dela, depois de um tempo de convívio quem sabe eu possa dizer que a amo. Planejei muitas coisas pra me declarar pra ela, por isso acordei cedo.

Desci pra tomar café e encontrei meus pais com meu tio que faz muito tempo que eu não via. Sentei a mesa.

-- Bom dia. Olá tio quanto tempo que não o vejo, o que faz por essas bandas? – comecei a escolher o que ia comer.

-- Você realmente cresceu então eu casei e antes que se ofenda nem festa teve. E resolvemos nos mudar pra cá. – pela cara dele ele estava realmente feliz.

Minha mãe sorriu pra mim e não deu bronca e nem nada. Alguma coisa ela vai pedir.

-- Mãe? Diga logo o que a senhora quer. – estava sem tempo pra enrolação.

-- Querido assim você me ofende, mas já que perguntou, vamos sair em casais, e gostaria que você ficasse junto com a enteada do seu tio, vocês tem idade parecida, vamos passar esse final de semana na praia. – não queria ficar com uma estranha grudada em mim 24 horas bem no dia que vou conquistar Yong Mi de vez.

-- Tenho escolha? – fechei os olhos rezando internamente.

-- Não. – curta grossa e direta.

-- Não custava tentar né. – ser persistente com a minha mãe é um erro severo.

-- Elas devem estar chegando. – e como se fosse num passe de mágica realmente a campainha tocou. E meus pais simplesmente levantaram e junto com meu Tio e a nova Tia se foram, sem deixar quaisquer indicações ou conselhos do que poderia e deveria ser feito. Ela sorriu pra mim, e acenou em comprimento e foi se sentar na sala.

Meus pais não estão aqui, nem os dela. Vou deixa-la em casa e vou fazer o que tenho que fazer. Eles não irão saber e se descobrirem será quando voltarem e se descobrirem antes, estará longe demais para que aja uma punição.

Quando fui dizer a ela que não saísse daqui porque eu tinha compromissos a fazer, mas o fixo de casa começou a tocar e eu obviamente atendi pesando ser importante devia ter desligado assim que percebi que era minha mãe.

-- Querido esqueci-me de dizer, em hipótese alguma á deixe sozinha, em casa onde for apenas a leve. Simples. Agora se por algum acaso você desobedecer e eu souber, tomarei as “devidas providencias”.  – petrifiquei e apenas ouvir o bip indicando que ela havia desligado.

“devidas providencias”

                                            “devidas providencias”

“devidas providencias”

                                           “devidas providencias”

“devidas providencias”

Isso ficou passando pela minha cabeça recordando todas as vezes que ela disse essas duas palavrinhas e todas elas EU ME FUDI!

Despertei de meus pensamentos com ela abanando meu rosto com um divertimento visível em seu rosto.

-- Você está bem? Era sua mãe imagino. – chutou um palpite rindo da minha reação. Mesmo sem graça acabei rindo também.

-- Sim foi. – passei as mãos pelo meu cabelo, realmente estou enrascado.

-- Olha tudo bem eu ficar por aqui, vai fazer o que estava planejando, posso passar o tempo assistindo um filme juro que não saio e nem conto que saiu. – uma ideia tentadora, mas não sei ainda se ela é amiga ou um falso cognato.

Não sei quem disse mais disse bem. Mantenha os amigos perto e os inimigos mais ainda. É assim essa frase? Deixa pra lá.

-- Não você terá que me acompanhar mesmo. – seria divertido a ver por aí quando queria ficar vendo tv. Ela não pareceu se abalar retirou a mochila das costas e pôs no sofá.

-- Então vamos ou poderá se atrasar. – ela não se incomoda? Estava incrédulo.

-- Você não se incomoda somos estranhos um para o outro. – ela pareceu pensar.

-- Não. Mas não é isso que nossos pais querem? Vamos nos conhecer e fazer amizade que mal tem nisso? – ela estava certa, não há mal o porem esta no fato que será constrangedor pra eu estar com ela.  Suspirei derrotado.

-- Siga o mestre. – digo rindo.

-- Sim senhor. – ela falou com uma voz diferente e isso realmente me fez rir.

Estava andando por alguns lugares que sabia que ela ia. E quando encontrei minha linda Yong Mi. Apenas fiquei observando sua mão para tentar adivinhar o tamanho ou como conseguiria comprar o anel do tamanho ideal. Estava distraído pensando.

-- Você gosta daquela garota e quer saber o tamanho do seu dedo é isso? – mas que? Será que pensei alto, olhei pra ela assustado ou será que lia mentes?

-- Nada disso que está pensando, apenas está na cara, você está olhando pra ela feito um idiota e está encarando a mão dela, como se lá estivesse a resposta e ela fosse chegar até você.

-- Okay gênio agora me diz como irei fazer isso? – ela sorriu convencida e saiu em direção a Yong Mi. E proferiu rindo.

-- Veja e aprenda. – ela caminhou por perto de onde ela estava e se agachou reparei que ela encarava o anel em mãos e olhava diversas vezes pelo local e ela enfim se aproximou do alvo e meu coração disparou. Parecia dizer algumas coisas e o anel logo foi parar no anelar da garota em questão e sorrisos e conversas e agradecimento. Vejo-o minha cumplice sorrir, mas quando veio em minha direção depois de ter despistado um pouco um seu rosto era pura raiva e aquilo eu não entendia quando chegou ao meu lado bufando.

-- 16. – disse fazendo gestos pra sairmos dali.

-- Como? – do que mesmo ela está falando.

-- O tamanho do dedo dela. Idiota. – porque ela está me insultando.

-- Ei o que lhe fiz?

-- Me deve um anel e não interessa se não tem dinheiro eu quero ou quando conquista-la peça meu anel de volta, por favor. – realmente ainda não tinha entendido vendo minha atual expressão ela notou que não entendi.

-- Quando fui descobrir o tamanho do dedo dela peguei meu anel e fingi que o tinha achado e perguntei se era dela, logo ela pôs no dedo e disse obrigado, como pode? E o pior não podia dizer “querida não é seu devolve” agora você me deve.

-- Eu não porque eu? – não vou juntar e sacrificar mais dinheiro suado por anel e coisas do tipo que nem serão pra mim.

-- Porque foi por você. – ela disse bufando. Pensei em dizer que eu não pedi, mas fui atingido por suas palavras, foi por mim ela foi até lá e perdeu algo valioso para ela, de fato ela não poderia ficar lesada.

-- Tudo bem quando chegarmos á joalheria pode escolher algo. Mas tenha piedade de mim não tenho dinheiro sobrando. Ela pegou em minhas mãos em um aperto.

-- Sim senhor. – e mais uma vez me fez rir com suas gracinhas. Fomos á joalheria que minha mãe costuma ir. Logo quando adentramos fomos recepcionados, por uma senhora gentil e faladeira.

-- No que posso ajudar?

-- Gostaria de ver alguns anéis de compromisso. – ela sorriu e a acompanhei até uma estante com diversos anéis enquanto minha nova amiga se perdia nas coisas do lugar mais parecia não ter achado nada do seu agrado.

-- Sua namorada não parece animada pra compra ou ela ainda não sabe? – corei com a possibilidade.

-- Na verdade é para outra garota ela é apenas uma amiga. – sua expressão parecia desapontada.

-- Que pena quando vocês entraram jurei que era o casal jovem mais lindo que já vi. – ela continuou dizendo, apenas me limitei a procurar o que fosse a cara da Yong Mi.

Já estava com a vista embaçada de tanto olhar e procurar até que vi o perfeito. A senhora estava atendendo outras pessoas enquanto eu esperava.

-- Ming Hao? – ela capturou a minha atenção ao me chamar, ela sabia meu nome e eu não sabia o dela, meu tio deve ter falado.

-- Qual o seu nome? – ela pareceu confusa, mas logo disse.

-- (Seu nome). Eu não encontrei nada parecido com meu anel e nada também que vi gostei, vou esperar lá fora, mas não se preocupe em me dar algo. Não foi nada. – assim ela saiu sem nem esperar uma resposta. Era evidente sua tristeza por sua perda e sinceramente estava me sentindo culpado.

Quando a senhora voltou mostrei o anel em questão, não foi nada barato e quando estava saindo algo me veio á mente, não posso substituir o anel antigo, mas posso dar algo pra ela. Voltei pra senhora.

-- Gostaria de ver alguns colares. – ela sorriu pra mim. Como se soubesse algo que não sei.

-- Dessa vez é pra sua amiga? – apenas acenei que sim. Na hora bati os olhos em um cordão de ouro com um pingente de coração vermelho, vai ficar lindo na pele dela. Paguei e saí.

-- Nossa você demorou. Vamos você tem que ir a uma floricultura. – olhei pra ela espantado.

-- Você lê mentes e não quer me contar! – afirmei e me surpreendi quando abracei. Mas nos dois assim parecia certo, balancei a cabeça jogando esses pensamentos pra longe.

-- Apenas supus. – soltei dela voltando a andar do seu lado. Decidi que vou dar o colar quando chegarmos a casa, talvez ela queira ir á festa do Vernon. Passou mais alguns minutos e chegamos á floricultura.

-- Estou nervoso, depois das flores é só chama-la e botar tudo pra fora.

-- Você não acha que está gastando dinheiro demais com essa garota? Porque não fala primeiro e depois dê as coisas como comemoração de um mês ou até uma semana. – olhei feio pra ela que se calou, a Yong Mi vale o esforço e gasto.

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Depois de escolher o buque fiquei em uma parte mais afastada do mesmo parque que a vi antes, depois de muito insistir ela está vindo ao meu encontro. Quando a vi não pude deixar de sorrir.

-- O que é tudo isso The8? – disse olhando a minha mão, também olhei a dela vendo o anel da (seu nome), não combinou com ela, sim era bonito porem a dona não era ela, com certeza pedirei o anel de volta.

-- São pra você. – entreguei a ela, que logo pegou. Antes de pegar o anel resolvi falar.

-- Yong Mi meus sentimentos por você são impossíveis de guardar, e gostaria de saber se você pode aceita-los. – ao terminar de falar vi em sua face uma expressão jamais vista por mim, ela suspirou, passando a mão pelo rosto que parecia... Furioso?

-- Não posso aceita-los porque não gosto de você e nem como amigo. – e simplesmente meus sentimentos junto com as flores foram ao chão e o pior literalmente pisou neles.

-- Mas por quê? – agora minha voz estava fria, realmente não sou tão trouxa.

-- Minha aproximação de você foi apenas pelo circulo de amigos que tem agora que faço parte e que sou convidada pras festas sem precisar de um pedido seu não preciso mais de você. – tudo nela parecia diferente, agora eu vejo como foi tudo suspeita e quão falsa ela é e foi. Fiquei ali petrificado pensando em todas as vezes que eu poderia ter notado sua falsidade e esperteza, até que algo que realmente eu não esperava aconteceu.

-- Você devia se envergonhar! – (Seu nome) diz e em seguida acerta um tapa na cara da Yong Mi que fica chocada, minha salvadora pega de volta seu anel.

-- Você realmente não vale o sacrifício. Nem o dinheiro gasto, não vale nem o feijão que come se é que come pra ser essa coisa desnutrida. – (Seu nome) pegou o buque do chão e mirou na Yong Mi.

-- O que vai fazer sua vadia! – Yong Mi diz já se preparando pra correr.

-- Vou fazer valer a pena. – e foi pra cima dela, batendo o buque na outra garota, ao redor estava cheio de pétalas de rosas que estavam se despedaçando. Yong Mi apenas gritava e eu ainda não estava acreditando nos acontecimentos até que não restou uma pétala no buque fazendo assim ela parar de bater na outra, que logo saiu correndo.

-- Você está bem Ming Hao? – ela perguntou. Acabei rindo de gargalhar a cena foi épica ainda bem que não dei o anel para aquela aproveitadora.

-- Estou melhor do que merecia por ser um babaca que ela enganou tão fácil. – ela agora me acertou um tapa no braço.

-- Se está falando idiotice realmente deve estar bem. – saímos dela rindo do que aconteceu, estava ferido, mas não sou de desabafar ainda mais com uma garota, nada contra, mas é esquisito é.

Tomamos um sorvete pra acalmar os ânimos e vi que a melhor coisa do meu dia foi ter recebido aquela tarefa com a minha mãe, ela realmente era uma garota legal. Voltamos pra casa. Estávamos vendo tv quando pensei na festa. Quer saber eu vou.

-- Ei vamos numa festa comigo? – ela riu.

-- Você não está me achando com cara de estepe né? – ri também e a chamei de besta.

-- Eu já iria chama-la de toda forma mesmo.

-- Então ia me deixar de vela.

-- Vai ou não? Se for não nem eu vou. – ela pareceu pensar e concordou. Subi pra me arrumar já que estava quase na hora. Ela também foi. Quando fui pra sala espera-la pra minha surpresa ela já estava lá. Está na hora de entregar o colar olho em sua mão e seu anel está lá sorrio.

-- Tenho algo pra você apesar de que agora você já recuperou seu anel de volta. – ela colocou sua mão aberta sinalizando que queria o presente e logo dei. Ela parece ter gostado. Virou de costas pra mim.

-- Coloca, por favor? – realmente não pude negar, ao estar próximo ao seu pescoço senti seu cheiro maravilhoso. Puxei mais o ar enquanto colocava o colar e vi a pele dela se arrepiar e em um desejo puro carnal senti vontade de morder ali, mas me segurei.

-- Vamos?

-- Sim senhor. – sua voz arrepiou meu corpo todo agora ela não modificou a voz, não sei se estou viajando, mas parecia que estava diferente sua voz, talvez sedutora.  Peguei o carro que uso apenas em certas ocasiões.

Diversas vezes me peguei admirando as pernas dela, estava tentado a parar o carro e beija-la até ouvi-la pedir por mim dentro dela. Parei em frente á festa.

-- Aaa se não fosse pelo meu tio, eu desistia dessa festa apenas pra beijar você a noite toda. – olhei de relance pra ela, realmente eu não queria que ela pensasse que estava usando ela, porém ela estava realmente levando minha mente ao delírio.

-- Ele não precisa saber. – respondeu mordendo o lábio, minha mão voou pra sua coxa a apertando, quando fui avançar sobre ela pra capturar seus lábios, mas o infeliz do Vernon bateu no vidro acabei bufando de raiva o que tirou uma risada dela.

Saímos do carro, Vernon veio logo contando quem já estava ela apenas vinha atrás acompanhando, mas eu estava de olho nela.

Apresentei-a á turma o engraçado foi a Sung Yong Mi saindo da roda com visível medo dela. Todos gostaram dela, o que me fez sentir um pouco de ciúmes, pelos olhares que estávamos trocando era visível que temos coisas a resolver, ela não tira os olhos de mim e nem eu dela. Realmente eu queria seu corpo e no resto a gente pensa depois.

-- Você quer algo? – queria uma cerveja a noite ia começar bem, porém não beberei mais que isso tem que leva-la de volta em casa em segurança.

-- Tem refrigerante? – perguntou próxima ao meu ouvido, acenei que sim e disse pra ela não sair de onde estávamos.   

Segui pra casa em direção á cozinha estávamos no quintal, quando a filha de belzebu apareceu.

-- Você não quer estar com aquela bruta e sim comigo, sei de um quarto vago pra gente. – senti nojo aos seus lábios encostarem a minha pele do pescoço e a afastei.

-- Estou satisfeito com a minha companhia e se me der licença ela me espera. – segurou meu braço já estava preste a ser rude.

-- James vai cuidar dela, vem. – tentou me puxar, mas ao ouvir o nome daquele porco, larguei as bebidas lá mesmo e sai correndo.

Esse cara já nos deu muitos problemas nunca o chamamos, mas ele sempre entra de penetra e ele tem hábitos nojentos e sem respeito nenhum aos demais, cheguei ao quintal e ela não estava mais lá, fiquei desesperado, aquele idiota se encostar-se a ela, esta morto. Quando ouvi os gritos dela segui pra onde o som indicava, e os vi, corri pra chegar, por mais que ela batesse nele, ele era maior e não tinha muito efeito, eu via que ela estava se recusando a chorar. Quando cheguei, o soquei nas costas fazendo ele larga-la pela dor, mas logo se voltou pra mim, se ele queria brigar a gente ia, soquei a cara dele até cair no chão, bati não só pela (Seu nome), mas também por todas as garotas que ele ousou tocar sem permissão, meus amigos logo chegaram me tirando de cima dele, vendo a situação todos já sabiam que acontecia levaram ele pra longe cheguei até ela.

-- Pelo amor de Deus me diz que está bem. – digo a trazendo pro meu peito. Que apenas acena que sim, estava com raiva de James e raiva da Sung Yong Mi como pude gostar de alguém que faz algo assim pros outros. Era na verdade apenas uma suposição idiota de que gostava dela. Sorte a minha que ela já se mostrou, contei aos meus amigos e eles disseram que tiraria ela do circulo de amigos porque o que ela fez é imperdoável.

Não a soltei um minuto, estávamos indo embora, mas tive que parar o carro estava muito nervoso só de pensar no que poderia ter acontecido com ela, minha vontade é de matar.

-- Ei calma já passou.

-- Não, você não tem noção do que ele faria com você? – como ela estava calma?

-- Eu sei, mas não fez você me salvou. – ela tentou me tocar, mas eu ainda estava com raiva e sai do carro. Encostei-me ao capo, o vento frio batendo na minha cara estava ajudando, mais alguns minutos e poderíamos voltar pra casa, mais vejo uma movimentação.  

(Seu nome) sentou no capo perto de onde eu estava e simplesmente sem dizer nada começou a acariciar meus cabelos me acalmando ainda mais, não resisti e senti que estava muito longe, me encaixei no meio de suas pernas depositando minha cabeça em seu ombro e sentindo seu cheiro maravilhoso. Dessa vez não me freei e puxei sua blusa ao lado beijando sua pele recém-descoberta, tirando um suspiro da mesma.

Suas caricias ficaram mais intensas conforme eu intensificava os beijos, avancei no seu pescoço a fazendo jogar a cabeça para trás, logo me vi excitado. No seu ouvido proferi essas palavras:

-- Vamos pra casa ou transarei com você aqui mesmo. – ela gemeu e me trouxe para perto.

-- Então faça aqui mesmo. – continuei no seu pescoço, mas não resisti e o chupei.

-- Mas alguém pode ver.

-- O que está esperando? – foi o estopim capturei seus lábios, enfiei minha língua em sua boca, buscando tudo o que posso, sugando seus lábios, e com todos os direitos minhas mãos passeavam fervorosamente pelo seu corpo. Mas algo veio em minha mente o fato de que umas horas atrás, havia-me declarado pra outra, e mesmo beijando seus lábios tentei adverti-la.

-- Vamos pensar nisso depois, agora apenas me foda da melhor forma possível faça-me ficar sem voz de tanto gemer seu nome.

Ela voltou aos meus lábios agora estava mais afoito pelos seus lábios, tão desesperados que algumas vezes nossos dentes se chocaram, mordi seu lábio inferior enquanto erguia sua blusa deixando seus seios a minha mercê. Eram perfeitos encaixaram em minha mão não resisti em aperta-los arrancando um gemido manhoso da mesma. Há puxei, fazendo-a descer do capo a virei de costas pra mim, sem nossas bocas coladas pude notar o quanto ela estava ofegante. Desci seu short até seus joelhos, abri minha calça, meu membro já estava vermelho e bem duro precisando de alivio, levei dois dedos á boca dela que chupou prontamente. Com a outra mão rasguei sua calcinha arrancando um gemido que quase me enlouqueceu senti as vibrações em meus dedos na sua boca.

Retirei os dedos da boca dela, levei-os a sua intimidade a saliva se misturou com sua própria lubrificação a deixando mais molhada pra me abrigar. E sem poder mais esperar me enterrei nela, um gemido saiu de meus lábios, não pude conter as investidas fortes contra a pélvis dela, ela gemia meu nome, pedindo por mais o que me motivou a ir mais rápido, com minhas mãos na sua cintura a empinava-a a mais pra mim, tendo um contato maior, ambos gemíamos muito, puxei seus cabelos trazendo seu corpo mais próximo ao meu. Subi uma mão aos seus seios o acariciando, tirando frases desconexas da mesma. Estávamos pingando de suor, mas o prazer estava valendo. Meu nome não sai de sua boca parecia sair por vontade própria e quando a senti me apertar, não resistiu e a chamei pedindo mais dela. Ela gozou a senti estremecer e gritar em êxtase. Mas algumas estocadas. E chegaria ao limite e assim foi, mas antes de me jorrar nela, retirei meu membro gozando nas suas costas. Ela estava gostava gostosa demais debruçada no capo acabei por depositar meu corpo em cima do dela. Sujando-nos ainda mais, retirei minha camisa e nos limpei, subi o short dela e quando ela estava mais recuperada ajeitei sua blusa, rimos de toda a situação. Voltamos ao carro.

Já voltando pra casa a olhei e estava quase caindo no sono.

-- Mas já está cansada? – realmente eu queria aproveita-la até o ultimo segundos antes dos nossos pais chegarem.

-- Apenas poupando energia pra quando chegarmos. – e antes de fechar os olhos piscou provocativa pra mim.

É hoje... 

                       É hoje... 

É hoje... 

                            É hoje... 


Notas Finais


Comentem! Fique atentos que mais está por vir.


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