História Família Snape-Segunda temporada - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Visualizações 13
Palavras 697
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Papai Nick


Nicolas andava de um lado para o outro na sala de sua casa esperando a filha chegar, quando a campainha tocou Nicole foi na maior empolgação do mundo.

Quando estava com sua filha era um dos poucos momentos que ele abandonava a carranca e colocava um sorriso na cara, um dos poucos momentos que ele deixava de ser rígido e virava um papai coruja.

Assim que abriu a porta Rebeca de 1 aninho pulou no colo do pai feliz.

Sophie revirou os olhos e entregou a mochila de Rebeca para Nicolas.

- Quem é a coisa mais linda do papai?.

Perguntou Nicolas que tinha o rosto coberto por marcas de batom por conta dos beijos da filha.

- Eu é calo papai! 

Nicolas sorriu e disse.

- Hoje, vamos almoçar na casa do Vovô Sev sabia?.

- Que legal papai, tomala que tenha suco de abobola! 

- Oh sempre tem suco de abóbora naquele casarão, desde quando eu ttinha a sua idade sabia?.

- Ixi a muito tempo altas! 

- Está chamando o papai de velho é?.

- Sim!.

Nicolas deu um sorriso e colocou a menina no chão e disse.

- Vamos pela rede flu está bem?.

- Podemos levar o Satanás?.

- Aquele gato pulguento deve estar em algum lugar da casa, eu não sei onde!.

- Ali papai!.

Rebeca pegou o gatinho no colo e deu a mão para Nicolas, os dois entraram na rede flu e foram para mansão Snape.

Ao chegarem, Nicolas deu um abraço em Diana e se sentou.

Severo desceu as sacadas feito vulto e abraçou a neta.

A menina deu um beijo em Diana e no avô e sentiu no colo do pai.

- Papai, acho que o Satanás está com cede!.

Nicolas pegou a varinha e conjurou um potinho de água e disse a filha.

- Eu ainda Mato esse gato! 

- Papai, se você mata o Satá eu me mato!.

Nicolas sorriu se derretendo pela carinha da filha e disse.

- Senti sua falta querida!.

- Eu também papai, lá na casa do Vovô está muito chato, ele e a mamãe ficam jogando Cartas o dia todo!.

- Imagino querida!.

- Papai, eu quero molar com o senhor, não quelo molar com a mamãe!.

- O papai tem que trabalhar Vampirinha!.

- Eu julo que fico quietinha papai!.

- Amor, não é por isso, é que...você é muito pequena e não pode ficar circulando pelo Castelo sozinha!.

- Mas papai, a mamãe falou que o senhor não gosta mais dela!.

- A mamãe e o papai estão passando por um momento difícil amor, prometo que daqui a um tempinho isso vai mudar!.

- Então o senhor gosta da mamãe?.

- Não!.

- Então se não gosta da mamãe, também não gosta de mim?.

- Claro que o papai gosta de você, papai ama você mais que tudo nesse mundo amor, você acredita no papai?.

Rebeca abaixou a cabeça, Nicolas suspirou e disse.

- Quem disse que eu não gosto de você mocinha?.

- A mamãe!.

Nicolas suspirou, desviou os olhos para Severo e olhava a cena paternal com cautela.

Nicolas levantou o rosto da filha com o dedo indicador a fazendo olhar em seus olhos e disse.

- Nunca acredite quando alguém dizer que o papai não gosta de você, porque sempre é mentira, se alguém disser que o papai não te ama pense que eu te amo ainda mais, e mais!.

- Eu te amo papai!.

- Eu também te amo Vampirinha!.

- Ah papai, o senhor prometeu que ia me ensinar a andar como vulto!.

- Isso você vai aprender na hora que mais precisar correr filha!.

- Eu já precisei correr das chineladas da mamãe muitas vezes, e nada aconteceu! 

- Oque a senhorita andou aprontando para sua mãe lhe dar umas chineladas heim?.

- Nada demais!.

- Sabe que se eu souber que está falando palavrões novamente vou ser obrigado a lhe dar umas palmadas no bumbum não é?.

A menina corou e abaixou a cabeça, Nicolas suspirou e disse.

- Você falou palavrões não é?.

A menina tapou o rosto com as mãos e Nicolas ordenou sem alterar o tom de voz.

-  Rebeca Frump Snape, olhe para mim quando estou falando com você!.

A menina olhou para o pai e disse.

- Dicupa papai!.

- Oh...está bem, dessa vez eu desculpo!.

A menina fez menção de sair do colo do pai mas Nicolas a buxou para um abraço e disse.

- Não fica triste comigo, papai ama você filha!.




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