História Família Snape-Segunda temporada - Capítulo 9


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Categorias Harry Potter, Saga Crepúsculo
Personagens Personagens Originais, Scorpius Malfoy, Severo Snape
Visualizações 35
Palavras 886
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Científica, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Capítulo 9.


POV Natalie.

Quando o professor Nicolas Snape chegou com os seus ossos crocantes me viu no processo de transformação.

Meu corpo todo queimava por dentro, parecia que estava havendo um incêndio no meu corpo, a garganta queimava.

Mas quando senti uma dentada no meu pulso parece que a queimação foi sumindo, senti uma pequena parte de meu sangue sendo sugado, mas o professor não surgiu muito.

Eu estava meio alheia a tudo, apenas lembro da cena dele de joelhos no chão, sua boca toda suja de sangue, olhos vermelhos como o sangue que estava em sua boca, olheiras profundas e uma expressão de dor.

Foi aí que ele desmaiou e eu fui desmaiei, era muita informação para minha cabeça.

Ele era um vampiro afinal, meu inimigo natural, por isso que ele fez cara feia quando sentiu meu cheiro, por isso que implicava comigo em todas as aulas.

Mas...porque me salvou?, porque ao invés de sugar todo o meu sangue ele se controlou?.

Porque?.

Porque?

Porque?.

E tudo que tenho a perguntar.

Quando acordei na manhã seguinte na Ala hospitalar olhei para meu pulso.

Era tudo real, a marca estava lá e doía tanto quanto a do meu pescoço que um vampiro insolente tinha tentado me jantar.

Olhei para o lado e vi o Professor Nicolas Snape.

Ele...parecia morto, estava mais pálido que o normal.

Ele estava apenas de calça então suas costelas estavam destacadas assim como todos os seus ossos, seus cabelos ressecados e quebrados, olheiras horríveis e rosto com ossos a amostra.

Ele não respirava e nem se mexia.

Me levantei e me ajoelhei no chão exatamente como ele fez comigo na madrugada que me salvou.

Peguei em sua mão gélida e disse.

- Sei que não somos melhores amigos, não nos gostamos muito mas.. Eu nunca desejei o seu mal, obrigado por ter me salvado, desculpe por ter tirado a sua vida, ou pelo menos quase ter tirado, não sei se está vivo, mas...Eu queria tanto saber porque me salvou!.

- Menos 40 pontos para Sonserina, sabe que a floresta proibida tem esse nome porque é proibida para alunos, sejam eles lobos ou não, é detenção hoje a noite!

Cruz credo, eu estava conversando com um cara acordado, ele apenas estava de olhos fechados, esse professor é sinistro.

Tirou pontos de minha casa e me colocou em detenção de olhos fechados e sem se mexer, apenas movia os lábios para falar.

Eu saí dos meus pensamentos qua do ele abriu seus olhos vermelhos, ele era bonito por ser um vampiro em parte.

Todos os vampiros tem esse dom, é como se fosse para atrair a sua preza.

Não sei porque, mas quando olhei para o seu rosto me deu um dejavú, como se já tivesse visto àquela expressão antes.

Não sei porque mas perguntei.

- O senhor...já esteve comigo antes?.

Ele deu um sorriso fraco e disse.

- Porque acha isso?.

- Não sei...é...como se já tivesse visto essas feições antes, talvez em um sonho!.

- Ou talvez a muito tempo atrás!.

- Está fraco, precisa se alimentar!.

- Não, não preciso!.

- Am?, quantos anos você tem?, está agindo como se tivesse 7!

- Não me provoca garota!

- E se eu lhe dissesse que tudo que diz esses dias foi...te provocar?.

- Passará o final de Semana me provocando então!, já que gosta tanto!.

- Ai, o senhor parece até o meu avô as vezes sabia?, chato!, implicante e ainda fica me prendendo em casa mas a única diferença é que o senhor me prende na sua sala!.

- Billy continua rabugento é?.

- Sim!, como sabe o nome do meu avô!.

- Am mm...eu sou legilimente e Oclumente!.

- Que isso?.

- Leia que vai saber oque é!.

- Não pode me dizer?.

- Am...não!.

- Porque?.

- Poruqe assim é mais divertido!.

- RAM..Não sabia que Darth Werder se divertia!.

- Acho que perde muito tempo vendo Guerra nas estrelas!.

- RAM...Luke Eu sou seu pai!.

- Não você não é!.

- Sou sim!.

- Não é!.

- Viu!; o senhor tem cara de quem assiste essas coisas!.

- Melhor do que assistir programa da Ana Maria Braga nas férias!.

- Verdade, meu tio assiste, é um saco!.

- Jacob não deve ter mais oque fazer da vida, só pode!.

- Conhece o meu tio?.

- Sim!.

- Conhece Bella?.

- Sim!.

- Perai, quem é você?.

- Professor Nicolas Snape!.

- Disso eu sei né!.

- Am...Meu pai é amigo de longa data do Cerlisle!.

- O senhor tem filhos?.

- Am...vai para sua cama!, precisa descansar!.

- Ai Tabom,Tabom!.

Me deitei na cama ao lado dele e perguntei novamente.

- Tem filhos?.

- Você não sossega mesmo né?.

- Só vou sossegar se me responder!.

- Ai Melin, garota chata!.

- Tem ou não tem?.

- Tenho!.

- Então é casado?.

- Divorciado!.

- Quantos anos seu filho tem?.

- Minha FilhA no caso!.

- Quantos anos?.

- Vai fazer 2 em Novembro!.

- Coitada!.

- Porque?.

- Oé, ela é sua filha ora bolas!.

- Ridícula!.

Íamos começar uma discussão quando a Anna Medibruxa chegou, ela sorriu para mim e disse.

- Os dois vão ter que fazer exame de sangue bruxo!.

Eu assenti e o professor Nicolas apenas bufou e revidou os olhos.

Ela foi com a varinha e retirou um pouquinho de cada um e colocou cada um em um frasquinho, olhou para os dois vidrinhos e olhou para nós dois e disse.

- Curioso, muito curioso, é exatamente o mesmo tipo sanguíneo, a única diferença é que o sangue do  Nicolas tem veneno de Vampiro.

Olhei para o professor Nicolas e arqueamos uma sobrancelha como se um estivesse imitando o outro.

Anna sorriu e saiu com os frasquinho, mas antes da mulher bonita sair o professor a chamou.

- Anna, chama o papai, por favor?.

Ela assentiu e saiu.









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