História Fan Life - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Dinah Jane, Fãs, Lauren Jauregui, Normani Kordei, Norminah
Exibições 31
Palavras 1.540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Halooooo...
Então, decidi juntar meus os amigos e fifth harmony e fazer uma fanfic, vamos ver no que vai dar.

Capítulo 1 - Estamos de volta


Brenda POV

As paredes da boate tremiam devido ao som alto e estridente.
E eu só conseguia pensar em como eu não queria estar aqui, deveria ter ficado em uma de nossas casas, mas minhas irmãs decidiram me arrastar para à Exchange Ninghtclub, que não era a melhor boate que de L.A, costumávamos a ir em lugares vips onde somente a elite da sociedade frequentava.

A Exchange era uma boa escolha para noite, ás pessoas sempre muito bem vestidas e o atendimento era impecável.

A boate era muito bem decorada, suas cores azuis e pretro deixa o clima ainda melhor, nos dando somente a visão das  luzes coloridas e o grande telão atrás do DJ.

- Qual é maninha você ja foi mais animada. - Me cutucou.

- Eu não queria estar aqui bruna.- Suspirei.

-Você precisa relaxar e esquece-la.

-Eu ja esqueci, mais não queria estar aqui. - reforcei

- Então vá embora, sinceramente, eu estou cansada dessa sua cara de merda. A garota te traiu e te deu o pé, ela é uma vadia e nunca te mereceu.
Agora se você quer viver no seu quarto lembrando dela e se afundando vá em frente, mas enquanto estiver comigo melhore esse sua cara. - Sua expressão era séria porém seu tom era calmo.

Bufei e segui para a área vip, afinal o que eu poderia dizer? Ela estava certa.

Bruna era a mais velha de nos três eu era a do meio e á caçula era natalhia ou como ela prefere, naty.

Nosso pai era agente musical e um dos diretores e dono da Sony Music Entertainment, então sim, éramos bem resolvidas financeiramente.
Nossa mãe dona de uma dad agências de modelos mais famosas so mundo, nos seus tempos de glória fora uma grande modelo no Brasil e depois conquistou no mundo todo.

Minha irmã adorava passar um tempo nas agências "apreciando" o trabalho de mamãe. Pegará tantas modelos que não lembrava seguer os nomes, quando ás garotas a encontravam  novamente, eram tratadas apenas com à sua boa educação dura e fria. Era cômico e nossa mãe desaprovava seu comportamento, mas suas reclamações nunca à fizeram mudar.

Natalhia era meu bebê, vivia de olho em seus passos odiava quando engraçadinhos e engraçadinhas arrastavam suas patas para ela.
Apesar de ser a mais nova e ter pouca idade seu corpo era chamativo aos olhos dos outros. Era extremamente fofa e as vezes ainda demostrava a inocência da idade, outrora demostrava saber muito.

E eu, eu ficava entre a responsabilidade e a falta dela.
A minha pouca paciência contribuía muito para ás desavenças entre mim e meu pai, ele apostava muito em mim e por algum motivo e odiava toda a pressão que ele insistia em por em minhas costas. Bruna deveria carregar esse fardo e não eu, ela é a mais velha.
A um ano as coisas estavam calmas em casa eu até adotará uma grande responsabilidade e procurei saber mais sobre a empresa da família.
Afinal bater de frente com meu pai para sempre não era uma opção.

Nossa sexualidade não fora poblema para nossos pais, nossa mãe simplesmente queria nossa felicidade e nos alertou várias vezes sobre os interesseiros.
Nosso pai simplesmente dissera que tínhamos bom gosto.

-Vamos beber, eu quero sair carregada hoje - Letícia gritou e eu sorri com seu entusiasmo com as noites de bebedeira.

Letícia era nossa prima, nossos pais eram irmãos e ela também carregava o fardo de ter que lidar com a outra parte da empresa, por ser filha única o pai apostava que ela manteria sua parte da empresa de pé.

Nossa noite estava extremamente agradável, resolvi esquecer os poblemas e me divertir com minhas irmãs, não abusei da bebida afinal alguém precisava estar sóbrio no final da madrugada.

Natalhia avia desaparecido na pista de dança acompanhada de letícia, odiava não ter meus olhos sobre a pirralha más por hoje à deixei curtir.

-Olha se não são as irmãs grinnan, de volta a Los Angeles queridas? - Aquela voz irritante e repleta de ironia. Suspirei vendo minha irmã se tornar completamente séria ao se virar.

- Mandy Levy... -Sorri falsamente- para seu desgosto voltamos e dessa vez para ficar.

- Ótimo - Sorriu forçado- nos veremos muito por aí grinnan - Piscou para Bruna.

- Não pretendo ver sua cara nunca mais Mandy - Bruna disse simples se virando novamente.

Bruna e Mandy tiveram um relacionamento de dois anos durante o tempo que minha irmã morou em Los Angeles, ela avia se apaixonado e se entregado totalmente a loira. Durante a época seus sorrisos eram grandes sempre que tocava no nome de sua ex amada.
Um belo dia quando chegava de uma viagem ela encontrou Mandy na cama com outra e essa foi a última vez que vi um sorriso verdadeiro em seus lábios.
Minha irmã se fechou emocionante, não permitia uma aproximação que não passasse de uma noite de sexo.
Eu não a julgava por isso, afinal seu coração fora partido duramente.

-Hey, tudo bem?- perguntei receosa.
- Tudo ótimo pirralha. Ela não tem mais poder sobre mim não se preocupe. - Tomou um gole de sua vodca e sorriu.

- Que bom, não quero te ver na fossa novamente . - Tomei o resto de champanhe em minha taça sobre o olhar de minha irmã - O que foi?

-Champanhe? Sério? - fez uma careta.

-É mais leve, e mais agradável ao meu paladar. Nas reuniões de papai nunca falta, peguei o costume. -Dei de ombros.

-Papai não deveria te forçar a isso, você acabou de completar dezessete anos. - ela era contra as ideias de meu pai, mais eu não à permitia dizer nada.

- Eu decidi fazer isso bru, não a mais volta. Esta tudo bem. -Suspirei - Vamos dançar? - concordou com um gesto de cabeça e descemos para o primeiro andar.

Dançamos a noite toda, bruna passou boa parte do tempo na compania de uma bela morena de corpo escultural.

Quando achei que estáva na hora chamei a mais velha e fomos em busca das outras duas garotas.

Depois de muita procura achei naty aos beijos com um moreno forte e dono de  mãos bobas.
Quando eu e bruna avistamos a menor o seu 'acompanhante' estava descendo suas mãos para a bunda de minha irmã. Uma raiva imensurável tomou conta de meu corpo e quando eu finalmente ia correr para tirar minha irmã dos braços do marmanjo projeto de academia bruna me segurou e pediu para eu me acalmar e não aprontar confusão.

Quando naty se juntou a nós novamente lhe lancei meu melhor olhar repreendedor. A menor abaixou a cabeça e nada disse.

Ja estávamos a procura de Letícia a bastante tempo e bruna ja cogitava ligar para ela quando a avistei jogada em um dos sofás do segundo andar.

Estava acompanha de uma garota de cabelos curtos e negros.

As duas pareciam bem amigas afinal estavam com os braços sobre o ombro uma da outra e pareciam ter muito assunto, minha prima e a outra garota, até então deconhecida, trocavam duas palavras e riam como se a coisa mais engraçada do mundo tivesse acabado de ser dita.

-Letícia? Precisamos ir. - Bruna à chamou quando nos aproximamos.

Seu olhar confuso parou em nos e derrepente ela explodiu em uma gargalhada alta.
A desconhecida ao seu lado a encarou por alguns segundos e por fim acabou acompanhado nossa prima. Suspirei vendo que seria complicado tira-la dali.

-Letícia - bru a chamou mais alto e sua voz já mostrava o quão irritada estava ficando.

As risadas pararam e o olhar confuso e quase parecido ao de uma criança que teve seu doce roubado, tomou conta do rosto de minha prima.

-O que foi? - Perguntou baixinho como se seu próprio pai estivesse ali lhe dando o maior dos sermões.

-Sua bêbada, vamos embora. - Eu disse já me aproximando e a puxando seus braços para cima de meus ombros.

-Vamos pegar meu unicórnio? Eu quero meu unic...- abaixou seu rosto e vômitou em meu tênis branco. -... cornio... vamos sher? - Ela ignorou totalmente o fato de ter me sujado de vômito e voltou sua atenção para a garota no sofá.

-Quem é você? - Minha irmã mais velha encarou a garota no sofá que eu custava ficar de olhos abertos.

-Sheron Dieckmann- respondeu de forma lenta. Seu sobrenome não me era estranho, porém não pensei muito sobre. - Preciso de uma carona, não estou em condições de dirigir.

- O que você acha? -Bru me fintou.

-Leve elas para nossa casa. - entreguei letícia para bruna, a mais alterada pelo álcool ainda falava sobre seu unicórnio colorido e de como queria levar Lauren Jauregui para dar uma volta com ela e seu unicórnio. - E eu levo o carro da outra ali. - apontei para Sheron.

A peguei e apoiei seu corpo no meu e seu braço passava pelos meus ombros.
Do lado de fora ela me mostrou qual era seu carro, um Nissan GT-E branco, a garota tinha bom gosto.

-Suas chaves? Cadê?- Perguntei.

-No bolso direito.- Peguei as chaves em seu bolso e abri o passageiro a colocando dentro.

Esperei bruna dar partida em sua Lamborghini gallardo squadra corse preta e a segui.


Notas Finais


Xoxo ❤


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