História Fandolescentes: A Descoberta. - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Palavras 2.497
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi Meus Amados e Amadas!

Depois de tanto tempo, consegui postar um capítulo. A questão é que minha inspiração voltou, Brasiiiil!

Ótimo, Amabillys... sua inspiração voltou, mas a maioria dos seus leitores não acompanham mais.

Bom... eu tenho que falar sobre isso.

Eu agradeço a todos que chegaram até aqui, que não desistiram nem de mim, nem da nossa História. Me desanimou ao ver que a Fic caiu um pouco? Sim. Mas eu reconheço que a culpa foi toda minha, afinal, eu não aguentaria esperar uma Autora tão lenta como eu. Mas agradeço aos que tiveram paciência.

A fanfic está NA RETA FINAL.

Infelizmente.

Mas a 2° temporada chegará, ein?

Eu tô fluindo nas idéia!
Hahaha

Hoje eu tô que tô nas gírias...


Não vou mais enrolar. Aí está o Capítulo.

Vejo vocês nas notas finais.

Capítulo 31 - Capítulo 31


Fanfic / Fanfiction Fandolescentes: A Descoberta. - Capítulo 31 - Capítulo 31

      A dor é consequência do amor (Ariana Grande)

Babi

  Se eu passar um batom, será que o Max vai achar que foi por ele? Mas eu não quero mais nada com aquele idiota!

1. Não passar batom.
2. Não deixar chegar perto.
3. Não olhar pra ele.
4. Ignorá-lo de todas as formas existentes.
5. Não deixar que ele me beije.

Pronto. Com essa lista mental, será fácil não recair.

E eu não irei recair.

- Babi, ele esta vindo. - Carla me avisa.

  Bufo com ódio, raiva, estresse, agonia...

Saudade...

  Então, Danielle aparece com o Max de mãos dadas.

E ele poderia estar menos bonito, só pra me ajudar.

  Pelo amor de Deus! Ele é um malditamente  maravilhoso em todos os sentidos, mas tinha que ter alguma coisa pra atrapalhar tudo: Essa droga de magia e maldade entre nós.

Argh!

- Babi, por favor... escute e tente ser compreensiva. - Danielle me pede com uma voz suave.

   Me viro de costas. Se eu olhar para aqueles olhos azuis novamente, poderei me esquecer da lista mental que fizera.

- Não prometo nada.

  Escuto o barulho de um sumiço ao vento e sei que Danielle e Carla já não estavam mais lá. Doia saber que estávamos sozinhos e que meu egoísmo não me deixava matar a saudade sufocante que estava sentindo dele.

- Babi... - Max começa.

   Sinto o seu corpo se aproximando cada vez mais do meu.

  Já sentia minha garganta se fechando, se eu dissesse alguma palavra, de certo choraria. E ser fraca é tudo o que não estou querendo ser agora. Já que ele quer falar, vamos ver o que ele irá dizer.

- Você sabe que é tudo uma mentira, pequena... Você sabe que é tudo pelo nosso futuro. Imagine que vai passar logo, e que ano que vem moraremos juntos, uma casa só nossa... o início de uma vida!

   Dessa vez ele chegou muito, mas muito perto de mim. Eu conseguia sentir seu peito em minhas costas. Com calma, ele foi pegando em minha mão e eu poderia jurar que ninguém nunca conseguiria sentir o que estou sentindo agora.

  E o quanto eu senti falta dele me chamando de pequena. Meu Deus! Eu não me dava conta da profundidade da saudade que eu sintia até agora.

- Você sabe, Babi... Não deixa essa pressão acabar com o que sentimos um pelo outro. Já não foi fácil começármos o que temos hoje, não será fácil se ficármos separados!

   Eu já não conseguia conter as lágrimas. Elas vieram. Sem barulho, nem escândalo, não emitia som... Apenas caiam sem parar, como já era de hábito.

- Dói, pequena, dói muito te ver assim e não poder te ajudar! - Ele me abraça por trás - Eu sei que a culpa é minha, mas não se afasta de mim! É a única coisa que eu te peço...

Por quê não podia ser fácil? Por quê?

  Por quê eu sinto que se eu ceder, será pior?

  Afastei suas mãos de mim. Estava na hora de falar tudo o que eu tinha pra falar.

- Você fala que dói, Max? Dói pra você? - Espalmo minhas mãos em seu peito. Ele se afasta. - Te dói quando está beijando ela? Ou será dói quando ela fica se esfregando em você? Sabe o quanto dói em mim? Imaginar dia e noite se seus sorrisos quando está com ela são influência ou se são de verdade? Quem está sofrendo mais aqui? Você ou eu?

  Os olhos de Max se arregalaram em espanto com minhas palavras.

Logo, uma fúria tomou os seus olhos.

- Você está tentando dizer que eu estou me divertindo com isso tudo? Que eu não sofro, Bárbara? Eu não estou acreditando... - Max levanta suas mãos, olhando para os lados. - É uma competição? Você quer medir a dor agora? Vence quem sofre mais ou quem sofre menos?

Eram perguntas, mas sabíamos que estávamos apontando os defeitos uns dos outros pelas entrelinhas.

  Argh! Tudo bem que eu peguei pesado, mas essa era a hora que ele cede e me beija. É difícil seguir o roteiro?

- Por vezes você vem fazendo isso comigo, Babi. Se brigamos, eu peço desculpas; se você erra, eu tenho que ceder. Se qualquer coisa acontece, é como se fosse minha obrigação resolver! Eu sou um cara diferente e já aproveitaram de mim por conta disso, e por muitas vezes eu sofri. Eu achei que dessa vez seria diferente... Eu achei que você me trataria diferente - Max murmura com uma raiva nítida em seus olhos.

  Eu sou uma bruxa... Eu não me dava conta de que fazia isso com ele! Mas ele é tão diferente, que eu achava que eram reações naturais dele, e quando brigávamos, eu esperava ele começar a se desculpar. Na verdade, acho que nosso relacionamento caiu no comodismo sem que percebessemos...

Max continua:

- Mas hoje será igual aos outros dias, Babi. Esse momento juntos é o primeiro de muito tempo. - Chega mais perto de mim. -E não vou desperdiçar esse momento, vamos ter a vida toda pra discutir.

   Essas palavras caíram em mim como uma garrafa d'água pra quem passara anos andando no deserto. Era a porta de esperança que eu precisava, era a aquilo que me daria forças pra perceber que estamos sofrendo, mas o final,  pode ser só o recomeço da nossa história.

   Então Max me beijou, e eu não queria ceder tão fácil. Mas aquelas palavras abriram todas as brexas que eu havia escondido e eu não sabia nem qual era a primeira regra da minha lista mental.

  Ele me beijou com tanta paixão, que eu me esqueci de todos os problemas. Todos.

  E como eu pude me esquecer o quanto eu o amo? Como?

  - Vamos esperar tudo isso passar? Eu te prometo que será melhor do que era...

Esperar... É tudo o que viemos fazendo ultimamente.

-  Eu não sei, Max. - digo insegura. Ele me conduz à cama, me fazendo sentar ao seu lado. - E se você não for o cara certo pra mim? E se eu não for a pessoa certa pra ti?

   Max me olha no fundo dos olhos. Seriamente. Como nunca havia olhado antes.

- Eu não sei porque você continua com essa sua insegurança. Babi, o que é que eu preciso fazer pra te provar que você é tudo pra mim?

   Dava pra perceber que ele se sentira triste com o que falei.

- A questão não é você fazer alguma coisa, Max... É a circunstância em que estamos que torna as coisas difíceis.

    Max pareceu refletir por alguns segundos.

- Então, não estamos deixando de gostar um do outro, mas a pressão de tudo isso faz com que pensemos dessa forma? - pergunta, tantando entender minha linha de raciocínio.

- Exato.

  Max me abraçou bem apertado,  tudo nele exalava saudade; tudo em mim exalava insegurança. E eu não queria acreditar ou criar a ilusão  que ele gosta de mim tanto quanto eu gosto dele.

- Eu estava me esquecendo do quanto você é linda... - Sorriu, me deixando boba com o comentário.

  Não respondi nada. Eu queria matar a saudade que sentia, mas algo em mim ainda tinha muita preocupação...

   Preocupação que se esvaiu no momento em que seus lábios tocaram os meus novamente. Meu
corpo agia sem minhas ordens e quando eu me dei conta, já estava no colo do Max, aprofundando aquele beijo.
    Aquela falta de ar idiota chega sem ser convidada, me deixando puta da vida.

- Uau! - Max diz ainda sem fôlego. - Continua a mesma pervertida...

Sorri ao me lembrar dos descontroles que tinha quando estávamos juntos.

   Me dá um desconto, vai?! Estamos falando Max, Brasil!

- E você continua o mesmo estraga prazeres...

   Max  me olha como se quisesse contar um segredo.

- Eu não deveria te dizer isso, mas hoje eu estou propenso a ultrapassar os limites.

  Foi o fim do meu controle. Agarrei o Max com toda a força e ataquei seus lábios com paixão.

Max

   Eu. Sentia. Muita. Falta. Disso.

Muita, muita falta!

- Você não imagina a falta que eu estava sentindo de você. - digo quando ela me deixa respirar.

   Ela sorri maliciosa.

- De mim ou do meu descontrole? - arquea a sombrancelha.

- Pode ser as duas coisas? - digo com inocência.

  Ela me dá vários beijos.

- Você não presta Max Renault!

   Babi não perdia tempo. Quando menos esperei, já estava sem camisa.

  Nossos beijos eram urgentes e pedia por algo mais intenso.

  Eu queria tanto quanto ela. Como eu queria!

Mas não... Está fora de cogitação!

   Já vai ser uma bela sacanagem o que serei obrigado a fazer amanhã. Algo mais profundo pioraria toda a situação.

   Mas eu não quero pensar nisso... Não hoje.

- Eu acho que chegou a hora em que eu digo que precisamos nos controlar. - Sorrio enquanto ela bufa em reprovação contra meus lábios.

- Eu acho que chegou a hora em que eu digo que você é muito chato! - reclama saindo do meu colo.

   Nos puxo para debaixo das cobertas.

- Mina vem cá, eu quero te beijar... Vamos parar de nos olhar, e vem me agarrar. Vem viver a vida comigo... - Cantei baixinho.

  Ele me olhou com um sorriso de orelha a orelha. Eu sabia que ela gostava de me ouvir cantar.

Em menos de segundos  já estávamos nos beijando de novo e Babi não me deixava vestir a camisa novamente...

    E nossa noite foi seguida assim: matando a saudade que tínhamos um do outro.

   (...)

Já eram 05:30 da manhã e eu não havia pregado os olhos um minuto sequer. Passei a madrugada toda pensando em como terminar sem que ela se machuque e de uma forma que a Lohanna pense que a machuquei.

  Babi se mecheu, me fazendo ficar ansioso.

É  agora.

- Bom dia... - ela sorri me beijando.

  Você consegue, Max! É por ela que estás fazendo isso.

- Só se for pra você. - Digo recusando o beijo.

  Eu não acredito que tive coragem de recusar esse beijo!

  Babi me olhou um pouco surpresa.

- Está tudo bem, Max? - ela pergunta preocupada.

   Meu coração vai doer por isso.

- Estou aparentando estar bem por acaso? -  tento ser sarcástico.

Ela se sentou na cama. Pude ver a confusão em seus olhos.

- Max, eu falei algo que lhe magoou?

Eu tenho que conseguir!

- Olha Babi, pára de drama... Você é egoísta demais pra combinar com esse papel.

 

Babi

  Eu não consigo entender.

Estávamos tão bem... por quê ele está agindo assim agora?

- Nem vem com essa sua carinha de inocente. Isso você também não é. Eu me cansei de brincar de garoto bonzinho... Acho até que você foi fácil demais, perdeu a graça.

  Não... ele não podia estar falando sério. O Max não é essa pessoa que ele está mostrando ser. Não é possível!

- Pára, Max. - disse firme. - Eu não sei por qual motivo você está me dizendo essas coisas, mas vamos conversar.

  Ele riu da minha cara.

- Meu Deus!  Por quê eu fui inventar essa brincadeirinha? - Falava olhando pro céu.  - Agora essa patricinha não vai mais sair do meu pé... -  Ele voltou a me olhar. - Olha aqui, bonequinha: Eu nunca gostei de você... eu sempre gostei da Lohanna. Aliás, já estávamos juntos antes mesmo de você cair nesse joguinho.

   Lágrimas começaram a sair dos meus olhos.

- É mentira! - Gritei. - Você não é assim!

Não ligava se iria acordar os outros. Eu só queria entender o que estava acontecendo.

- Eu vou te contar tudinho, fica tranquila. Eu esbarrei sem querer em você. Naquele tempo, eu já havia conversado com a Lohanna e combinamos que reataríamos o namoro assim que ela chegasse. Então, quando conversávamos via internet, Lohanna citou um tipo de brincadeira que ela viu acontecendo no Colégio dela e propôs que fizessemos. Eu topei e logo me lembrei da tolinha ingênua em que havia me esbarrado. - explicou - Eu sempre tive facilidade em enganar as pessoas, mas você foi muito boba! Agora sei por que seu ex-namorado se cansou de você. Ingênua demais... O resto foi coincidência.

  Eu não conseguia mais enxergar aquele Max que todos elogiavam. Agora eu enxergava a sua verdadeira índole.

   Meu ódio era maior do que qualquer coisa. Quando vi, já tinha dado um tapa na cara dele.

- NUNCA MAIS CHEGUE PERTO DE MIM! SEU MONSTRO ASQUEROSO! VOCÊ MORREU PRA MIM, MAX! EU TE ODEIO! - Dizia com fúria - QUE VOCÊ SOFRA TUDO O QUE ME FEZ SOFRER! 

  Saí dali sem me importar com nada.

- Filha? O que houve? - Meu pai aparece no corredor junto com minha mãe e os pais daquele ser monstruoso.

Abracei meu pai com força.

- Papai... p-por favor, me tira daqui! - disse solussando.

  Papai me olhou preocupado, mas não perguntou mais nada.

  Fomos para um dos quartos mais distantes que havia. Os pais do crápula já não estavam mais ali.

- Filha, precisamos saber o quê está acontecendo... - mamãe pediu.

  Contei tudo a eles. Tudo aquilo que Max falou e que ficou plantado em meu coração. 

   Eu ainda não conseguia entender. O Max era tão... tão... bom! Não aparentava um tipo de cara que brinca com o coração dos outros assim. 

  Tudo parecia tão perfeito. O pedido de namoro, as vezes que podíamos dormir juntos, o seu cavalheirismo...

    Parando pra pensar, estava tudo perfeito demais. Ele era perfeito demais. Boba fui eu que acreditei cegamente nele, dava pra perceber que havia algo errado ali.

  E o que falar da noite passada? Eu podia ver amor naqueles olhos, podia ver sinceridade. Agora eu só vejo um moleque vazio, sem amor pelos outros.

- Filha, pode ser só algo em relação a essa pressão em que estamos. O Max é tão bom... Não faria esse tipo de coisa. - Papai me disse.

-  Papai, não quero saber! Essa pessoa morreu na minha vida a partir de hoje. Ele soube brincar, estava tudo armado.

   Mas não vou o dar esse gostinho de vitória. Não vou deixar que ele veja que brincou e mentiu direitinho.

Sequei minhas lágrimas.

- Mamãe, eu preciso fazer uma única coisa hoje e queria que vocês deixassem-me sair com a Carla e a Danielle.

   Mamãe olhou para meu pai e pareciam que se comunicavam através do pensamento. Enfim, eles não conseguiram me negar, estava nítido que eu sofria com tudo aquilo.

Eles me deixaram ir à tarde.

- Eles estão vindo! - Minha tia chegou quarto, ofegante.


Notas Finais


Quem são Essa pessoas que estão chegando????

Gente, meu ❤ doeu ao escrever essa separação... Doeu muito. Mas é Necessário!

Amores... eu estou lendo uma fanfic MARAVILHOSA que se chama:

Família Reviere: Preciosa Esmeralda.

É simplesmente perfeita. Não é divugação, nem combinado. Aliás, a Autora nem imagina que estou falando sobre a história dela. Mas é realmente muuuito boaa!

Tem essa séria da Família Reviere e também a Série Diga que me ama. Então está aí uma ótima dica!

Quem estiver lendo uma história original, bem escrita e com bastante drama, pode me indicar, okay?

É só isso mesmo... Tchau amados e amadas!

Espero que tenham gostado, e até o próximo capítulo! ❤❤❤


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