História Fanfic: AMIGOS? - Capítulo 80


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Palavras 1.270
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Obrigada por lerem <3

Capítulo 80 - Capitulo 79 - Minha tarde incrível


Aline pov’s

        Foi muito fácil de o Manuel me convencer, não sei, mas eu tenho a impressão de que ele não falou aquilo por querer, pois quase certeza que ele só se envolveu com essas riquinhas metida à besta, mas de todo jeito, se formos ficar juntos, ele tem que me entender e esperar.

        Aquela lasanha estava deliciosa, comi mais que o suficiente, depois que me lembrei de que estava com a presença do Manuel, opa.

        Passamos um tempo vendo filme, realmente vimos dois nacionais: Minha mãe é uma peça 2 e Vai que cola, eu não sou muito fã desses filmes, o que basta é eu rir. E também se não víssemos filmes ele tentaria me beijar ai acabaria avançando sinal.

        Eu ri demais com os filmes, queria colocar outro, sendo que ele havia optado por terror, eu odeio. Sempre sonho depois com isso. Igual ‘quando as luzes se apagam’, eu dormi uma semana com luz acesa. E sem contar que eu meio que gosto de ver filme de terror com um garoto que eu gosto, para ficar abraçadinho, porem estou de olho no Manuel.

        Quando eu ia colocar mais um filme, ele demonstra que já está cansado de ver filme, o que eu invento agora? Series? Acho que não. Ele não aparenta querer ficar na frente da televisão.

        Pensei que ele iria me pedir para ficar com ele, de novo, mas não. Comentou que estava com fome, ótimo. Vou enrolar bastante na cozinha para não ter devaneios novamente.

- O que será que eu cozinho? – pensei – já sei!

        Era um prato simples, e um pouquinho demorado. Rayssa que me ensinou a fazê-lo alias, essa é a única coisa que ela sabe fazer também. Outra mimadinha.

        Eu estava me sentindo um pouco incomodada com ele apenas me olhando, decidi fazê-lo me ajudar então. Só que quando eu o puxei, sem querer ficamos centímetros de distancia um do outro.

- Como eu vou conseguir ficar longe desse menino maravilhoso por muito tempo. Senti que ele estava adorando esse momento. Ele segurou meu rosto e me arrancou um beijo. Porque eu negaria mesmo? Caso ele avance o sinal, eu paro. O que será meio difícil – pensei.

        Como eu ainda estava picando a mussarela e o presunto, e tinha que colocar no forno decidi terminar de picar primeiro, e enquanto assa, nós “conversamos”.      

- Er... – interrompi o beijo.

- Prometo não fazer nada – riu e encostou sua cabeça em meu ombro.

- Não é isso... E que... Vou terminar essa parte aqui ai depois...  – ele apenas levantou sua cabeça de meu ombro e foi pegar uma faca para me ajudar a picar.

- Ok – chegou com a faca – vou ajudar então.

- Você? – sem querer ri – Acho melhor ficar ali no cantinho, se não pode se machucar.

-... – ele apenas riu sarcasticamente – Ainda bem que tenho alguém para cuidar, não é mesmo?

-... – apenas ri sem olhar para ele.

        Terminamos de picar tudo e deixei tudo no forno, 30 minutos estavam programados. Coloquei um timer em meu celular de precaução para não deixar passar do ponto. Em seguida, eu e Manuel fomos a caminho para sala.

- Quero ate ver se essa comida vai ficar boa em – falou no tom sarcástico.

- Claro que vai – ri.

        Ele segurou minha mão e me puxou para ele, colocou a outra em minha cintura, mordisquei o lábio nervosa. Ele apenas sorriu e nada disse, começamos a nos beijar. Ele foi me guiando em direção ao sofá, sentou-se e me pos por cima dele.

        Coloquei meus braços em volta de seu pescoço e o beijo estava ficando mais intenso, ele apertava minha cintura, eu estava com receio ainda dele avançar, mas não fez. Ainda bem.

- Você é incrível – falou parando o beijo.

- Desculpe. Eu já sabia disso – falei convencida.

-... – deu aquele sorriso maravilhoso dele – desculpa de novo, eu me sinto mal ate agora por ter falado aquilo para você – encostou novamente sua cabeça em meu ombro – desculpe...

- Tudo bem... – apenas fiquei fazendo cafuné em seus cabelos loiros bagunçados.

        Eu o coloquei para deitar em meu colo, eu queria fazer uma pergunta para ele, mas estava com vergonha, continuei fazendo cafuné em seus cabelos, e pensando se eu devia perguntar.                                           

- Algum problema? – Manuel me tirou de meus pensamentos.

- Se importaria se eu perguntasse de seus pais?

- O que quer saber? – sentou-se de frente para mim.

- Você não parecia feliz em dizer que seu pai viajou a negócios... Isso é comum?

 -... – suspirou – Sim... Costumo ficar sozinho em casa ou viver em festas e casas de amigos.

- E sua mãe? – eu perguntei na maior tranqüilidade, por um momento eu havia esquecido que ela tinha ido embora, opa. A sonsa da Aline pensa na cagada depois – Desculpa... Eu me esqueci...

- Tudo bem... Bom, ela sumiu quando eu tinha 10 anos, foi uma viajem sem volta. Agora que eu já cresci, provavelmente foi por amante, pois se meu pai era assim com ela como ele é comigo, ela tem razão de arranjar outro – ri com seu comentário.

- Não fala assim... Tenho certeza que ele deve ser legal.

- Não é não – riu – Mal sabe das coisas que acontecem em minha vida... – disse meio para baixo.

- Ta... Vamos mudar de assunto.

- Ok... – riu – Quer saber de mais alguma coisa?

- Quantas namoradas... você teve? – eu estava curiosa.

- Nenhuma – ate parece.

- Não minta.

- Não estou.

- Serio? – realmente isto me deixava surpresa.

- Não sou muito romântico – vou ter que mudar isso – e nunca quis nada serio com uma garota.

- Ata – olhei para os lados, era meio estranho falar disso.

- Ei – tocou meu rosto, olhei para baixo e ele estava sorrindo – Você é a primeira que vem no meu apartamento sabia?

- Que privilegio – sorri.

        Ficamos conversando, nos beijando, ate que se passaram os trinta minutos. Espero que esteja no ponto a comida. Ele pegou os pratos e colocou no balcão para nós. Servi e fiquei olhando cada detalhe de sua expressão. Será que ele gostou?

 

- Ate que você cozinha bem – falou rindo.

- Eu sei – disse convicta para não mostrar insegurança.

 

        Depois de comermos Manuel disse que tinha acabado de receber um convite para ir a uma festa, ele me chamou para ir junto.

- Tenho que ver com minha mãe.

- Tente ao maximo por favor, quero muito que você vá...

- Ta bom...

        Olhei as horas e já eram 18h00min, se eu fosse a essa festa tinha que ir embora, pois tenho que me produzir. Avisei a Manuel, e o mesmo se ofereceu para ir comigo, de carro, com certeza. Como não era tão longe minha casa, não demorou. Despedi-me e disse que ligaria para ele caso eu fosse.

        Entrei em casa e meu pai estava fumando com meu tio no quintal, apenas dei “oi” e fui atrás de minha mãe. Ela estava no quarto dobrando algumas roupas.

        Admito, não foi fácil convencê-la a me deixar ir, ela disse que as meia noite era para a princesa estar em casa, concordei e fui me arrumar. Afinal ele me deixou ir, pois odiava quando meu pai fumava, e ainda por cima trazia os amigos, não queria eu perto “dessa” gente.

Avisei a Manuel que eu iria com ele, o mesmo pareceu ficar bastante animado com a noticia. Fui me arrumar logo, pois sei o quanto sou demorada.

Coloquei um vestido preto, a cor que combina com tudo e por meu amor ao preto, um salto da mesma cor. Mandei mensagem para Manuel vir me buscar, enquanto isso eu mexeria no celular.



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