História Fanfic Carol e Therese - Nossas Vidas em Madison Avenue - Capítulo 19


Escrita por: ~

Exibições 89
Palavras 2.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Therese descobre sobre a gravidez de Carol e em meio a essa revelação inesperada a jovem viaja a São Francisco, para cobrir o festival de musica no maior clube de Jazz Soul da cidade, acompanha de seu amigo Dannie e da bela Ellen.

Obs: Veja Nota Final

Capítulo 19 - Medos e Canções (parte 1)


Fanfic / Fanfiction Fanfic Carol e Therese - Nossas Vidas em Madison Avenue - Capítulo 19 - Medos e Canções (parte 1)

Novembro 1953 – Domingo 2:10 da manhã

Os dedos macios tocaram seu rosto, a jovem morena sentiu hálito quente da respiração se aproximar de sua bochecha, um pequeno beijo aparentemente inocente, mas molhado, cheio de malicia e desejo, ela virou o rosto um pouco de lado envergonhada e foi presenteada com um segundo beijo em seu pequeno queixo delicado, em seguida, os beijos desceram para o seu pescoço que pulsava com receio, seus olhos tremiam ao se fecharem. Era um toque diferente, era uma forma diferente de sentir seu pescoço sendo explorado, ela estava gostando... Seu coração acelerou e ela não sabia o porquê, mas certamente era um misto de excitação e medo, nos últimos dias o seu pequeno coração estava sendo bombardeado de sentimentos e emoções. Quando os lábios vermelhos se aproximaram do seu, Therese lambeu os lábios para tentar falar alguma coisa, mas não conseguiu, seu lábios tremeram e sua boca ficou apenas entre aberta parada até os lábios se tocarem em um pequeno beijo. Um calor tomou conta de seu corpo, Therese não soube distinguir se era uma sensação relacionada ao excesso de álcool em seu sangue ou se eram as mãos delicadas e fortes que apertavam sua cintura, ela tremeu ao sentir seus corpos pressionados um ao outro. Quando beijo iniciou-se ela não se deu conta de como iria reagir e sem perceber ela estava retribuindo o beijo, sentindo suas línguas se encontrarem em uma dança diferente, um sabor diferente, um cheiro diferente, ela se sentiu estranha e não era apenas Ellen que estava beijando Therese mas, Therese também estava beijando Ellen...

_________________________

Novembro 1953 – Quarta-feira 8:58 (4 dias atrás)

Therese estava no avião olhando pela janela para as nuvens abaixo dela, em sua cabeça a única coisa que ecoava eram as palavras de Carol dizer que estava grávida, ela torcia um guardanapo de papel que ela pegou após servirem o café da manhã no avião. Dannie apenas observava as mãos de Therese, mas já estava incomodado com a repetição do gesto.

- Terry... Terry.

- Hã... O quê?

- Você não está bem, chegou no aeroporto com o rosto de quem não dormiu e não para de torcer esse papel, parece que quer matar alguém de forma obsessiva. Quer conversar?

Therese olha para as mãos, nem percebeu que estava segurando algo, fato, ela queria matar alguém, ela queria torcer o pescoço do Harge, ele era um maldito desgraçado que parecia que nunca iria sumir de sua vida e muito menos da vida de Carol. Ela odiava essa sensação de impotência e de falta de controle de sua vida. Therese fecha os olhos e Dannie percebendo o suspirar da amiga, coloca a mão sob a mão de Therese.

A jovem abre o sinto.

- Desculpe Dannie. Lincença. – Ela passa pelo amigo que apenas a olha com preocupação.

Ela vomita, vomita a raiva e o medo dentro daquele cubículo sem ar. Ela encosta na porta tentando respirar, ela passa os dedos no rosto retirando as lágrimas que simplesmente escorreram de seu rosto sem nenhum esforço. Therese estava com medo, ela não sabia o que iria acontecer quando ela voltasse, mas ela sabia que iria encontrar uma vida diferente do que ela estava sonhando com Carol quando foi para Madson Avenue e ela estava com medo, estava com medo de enfrentar Harge, era demais pra ela, era jovem demais para se meter em outra briga judicial em relação a guarda de uma criança. Imaginou a presença constante de Harge enquanto a criança era amamentada, ele do lado de Carol, comprando coisas para o bebê, enchendo o saco em relação a criação da criança. Therese sabia que Harge iria se sentir dono de tudo e todos, que ele iria criar ideia louca de uma família e atormentaria a vida de Carol e a dela constantemente. A jovem aperta os olhos e serra o dentes com raiva.

- Porra! – Ela soca a porta atrás dela, o problema não era ter mais uma criança, o problema era todo o contexto, a forma como Carol engravidou, tendo que ceder as vontades de Harge, “Droga!Droga!DROGA!” ela grita em sua cabeça com olhos fechados, querendo afastar as imagens de Carol com Harge em sua cabeça, ela não conseguia imaginar o que Carol sentiu naquela noite, sozinha com Harge se aproveitando dela devido seu amor por sua filha. A jovem volta a respirar fundo, mais uma onda de enjoo sobe em seu estomago e mais um vomito de raiva e medo é despejado e ela senta no chão cansada.

_____________________________________________

Novembro 1953 – Quarta-feira 14:10 (4 dias atrás)

Therese, Dannie e Ellen chegaram ao Hotel, a jovem estava encostada no balcão da recepção usando óculos escuros que ela comprou no aeroporto para amenizar o rosto cansado, os quartos ficaram um ao lado do outro. Dannie fez questão de carregar as coisas de Ellen, que cedeu sem muitos problemas, Therese carregou sua própria mala, não gostava que terceiros fizessem o que ela poderia fazer sozinha, a vida toda a ensinou a cuidar de si mesma. Apesar de Dannie, demostrar total cavalheirismo, Ellen apenas sorria para ele em agradecimento, carregar a mala a deixou livre para falar com Therese.

- Tome a chaves do meu quarto Dannie e guarde minhas malas por favor.

Therese olha de relance para Dannie um pouco atrapalhado com as malas e as chaves para abrir o quarto de Ellen que ficaria no meio entre Therese e Dannie. A jovem abre a porta do seu quarto e Ellen entra sem ser convidada, mas não fecha a porta e Therese coloca a mala na cama.

- Therese.

A jovem retira os óculos e se vira para Ellen, que observa o rosto cansado de Therese. – É... Você não parece nada bem, eu e Dannie começaremos o trabalho depois do almoço, você pode ficar aqui e descansar um pouco, na verdade eu te dispenso do trabalho por hoje.

- Não. Eu prefiro trabalhar. Eu não quero ficar aqui com os meus pensamentos...

- Têm certeza? Eu posso cobri-la sem problemas – Ellen esfrega um dos braços da jovem, que não têm nenhuma reação.

– Quer conversar? Sei que não nos conhecemos muito, mas se quiser.

- Não obrigada. Eu... Vou tirar um cochilo e encontro vocês depois do almoço se não se importar.

- De maneira alguma – sorrindo

– Descanse, precisamos de você. – Ela pisca para Therese e se retira do quarto.

– Bons sonhos.

Therese olha em volta e tranca a porta. Ela caminha até a janela e observa a rua e fechas as cortinas deixando o quarto escuro; ela acende um abajur e começa a se despir e ao se livrar das roupas ela entra debaixo das cobertas macias abraçando um travesseiro, e estende o braço para desligar o abajur. Therese fecha os olhos, ela precisava dormir, ela precisava sair do corpo mesmo que fosse por uma hora, estava totalmente esgotada.

Não demora muito e ela cai no sono.

______________________________

Novembro 1953 – Quarta-feira 15:44 (4 dias atrás)

Dannie, estava no maior The Club Jazz de São Francisco onde iria ocorrer o festival de música, o clube estava fechado sendo apenas organizado para o evento, o jovem estava conversando no bar com os dois coordenadores do evento que duraria 4 dias e Ellen estava ao lado de Dannie, observando sua entrevista e levantando alguns pontos.

Therese estava afastada, sentada em uma mesa longe de Dannie e dos entrevistado, o que não era comum, porque ela gostava de se envolver com toda a história que seria contada. Ela já tinha tirado muitas fotos, tanto dentro do clube como fora, o seu interesse seria mais tarde quando Tony Bennett iria se apresentar. Ellen já tinha conseguido a entrevista com o cantor antes da apresentação e eles iriam se encontrar logo mais. Ellen observa Therese distante, mesmo prestando a atenção na entrevista ela não consegue deixar de observar a jovem. Therese tira a câmera do pescoço e massageia com dedos a parte de trás do pescoço.

Therese pega um cigarro em sua bolsa e se levanta fazendo sinal para Ellen que iria sair um pouco, mesmo sabendo que poderia fumar dentro do bar, ela queria ar fresco. Ao sair os olhos de Therese piscam devido o sol brilhante de inverno e acende o cigarro o protegendo do vento fraco e frio, ela encosta na parede e olha para o céu azul deixando seus olhos se acostumarem com a luz e o calor suave e confortante do sol que aquece delicadamente suas faces,  Therese fecha os olhos e traga novamente o cigarro. A morena estava pensando o quanto errado foi não ter ligado para Carol, ela não avisou que tinha chegado bem em São Francisco, Therese não queria ouvir nenhuma pergunta a respeito do que ela pensava sobre o bebê. A jovem não conseguia pensar em nada de bom para dizer a respeito dessa gravidez para vida de ambas, não que ela não quisesse a criança, mas não sabia como dizer a Carol que a vida não seria fácil para elas e que não poderiam compartilhar um filho ou filha de forma livre, já era difícil com Harge no pé delas por causa de Rindy, o que dizer de um bebê. - “- Carol... Droga! Eu devia ter te ligado... “ – A jovem se sentia arrependida e egoísta, como deixar Carol preocupada no estado que ela estava.

- Hey... – Therese pisca algumas vezes, para voltar a se acostumar com a luz e olha para Ellen a sua frente.

– Poderia me fazer o favor? – Ellen leva o cigarro a boca e Therese leva a chama do isqueiro até a ponta do cigarro, Ellen faz concha com as mão para proteger a chama, assim que o cigarro acende ela toca a mão de Therese delicadamente com os dedos, a jovem apenas a olha de lado com estranhamento, afastando a mão e se sentindo incomodada ela guarda o isqueiro e a mão no bolso. A jovem traga seu cigarro totalmente alheia a Ellen olhando o movimento da rua, mas Ellen estava supervisionando o seu trabalho, Therese não podia ficar tão isolada, depois de alguns instantes fumando em silêncio, a morena resolve falar algo.

- Como Dannie está indo?

- Muito bem, acho que terá muito material para enviar amanhã cedo. Na verdade, vocês podem deixar o material comigo que eu chamarei alguém para enviar ao Times... Empolgada para hoje a noite?

- Sim... – Ela traga o cigarro olhando para Ellen, que lhe dá um pequeno sorrido de lado levantando as sobrancelhas, o que faz Therese sorrir e rir um pouco de sua resposta mentirosa.

- Está tão obvio assim?

- Sim, foi bem ridículo.

Therese sorri.

- Desculpe, eu não estou nos meus melhores dias, prometo ser mais verdadeira nas minhas próximas mentiras. – O vento sobra fazendo os cabelos de ambas cobrirem parte de seus rostos, elas ficam olhando uma para outra com um pequeno sorriso nos lábios. Therese afasta o cabelo do rosto e termina o cigarro.

- Bem... Até mais. – Therese volta para dentro do bar e Ellen apenas a observa ainda com o pequeno sorriso nos lábios, assim que a porta se fecha, Ellen fala consigo mesma.

- Realmente mocinha... Você não consegue mentir. – Ela traga o cigarro, achando graça no que acabou de dizer sozinha.

_____________________________

Novembro 1953 – Quarta-feira 22:16 (4 dias atrás)

Therese estava sorrindo ao ouvir a música agitada que tinha tirado as pessoas de suas mesas e a fazendo os casais se arriscarem na pista de dança, a jovem estava de cabelo preso e diferente da habitual vestido ela estava de calça e camisa social, raramente ela usava calça, mas acreditava que se sentiria mais solta para fotografar em um ambiente agitado. Apesar do grande público ter vindo para prestigiar Tonny Bennett, a música que estava agitando as pessoas neste momento era um jovem cantor negro e cego, chamado Ray Charles.

- Nossa! Ele é realmente incrível! – Therese diz gritando para Dannie ao seu lado.

- Estou impressionado.

- Acho que você deveria dar uma atenção especial a ele. – Therese diz a Dannie, antes de voltar ao salão para fotografar os casais dançando, ela queria um foto que mostrasse a música tomando conta das pessoas e não foi difícil de conseguir depois de alguns tiros. Therese se aproxima do palco e tenta fazer uma foto especial do jovem cantor negro com seus óculos escuros, ela queria aproveitar a pouca luz para destaca-lo, ele tinha muita energia no palco mesmo estando sentado diante de seu piano. A jovem gostou da entrevista com Tonny Bennett e de conhecer um dos maiores cantores americanos, mas gostou muito mais do iniciante Ray Charles, de sua simpatia e energia na pequena entrevista que deu a Dannie, ele estava ganhando espaço na grande mídia, Therese e Ellen acharam que deveriam dar destaque ao jovem promissor que tinha assinado recentemente um contrato com uma grande gravadora.

Quando Therese o fotografava na entrevista, ele quis conhece-la, falar com a mocinha da câmera e vê-la, Charles tocou seu rosto o que a deixou tímida, ele frisou a beleza de seu sorriso e disse que ela tinha uma bela voz. Apesar de Therese estar sorrindo o tempo todo ele a perguntou o porquê ela estava sentindo tanto medo, o que a surpreendeu. O cantor respondeu que o fato de não ter a visão, o fez descobrir outras formas de chegar ao coração das pessoas e que a música era uma delas, as vezes o toque ou uma canção era a melhor forma de expressar e ouvir uma pessoa. De fato, ele foi o único que percebeu seu medo, ela apenas o agradeceu pelas palavras e pela preocupação, mas ao sair do camarim ela pensou muito sobre esse modo de se comunicar com o mundo.

____________________________________

Novembro 1953 – Quarta-feira 23:41 (4 dias atrás)

Após muitas fotografias, entrevistas e um dia de corrido, o trio voltou ao hotel. Dannie estava falante e cheio de um charme canastrão para cima de Ellen, o que fazia Therese achar graça e rir as vezes. Eles pararam no corredor da entrada para seus quartos.

- Nós não comemos nada, deveríamos pedir uma pizza e tomar umas cervejas, que tal meninas?

Therese olha para Ellen e Dannie, ela sorri para o amigo, ela queria que ele ganhasse a aposta, mesmo percebendo que ele estava longe de ganhar.

- Desculpe, mas eu preciso colocar o meu sono em dia, vou pedir algo para comer no quarto e ir direto para cama.

- Uma pena. – Diz Ellen.

- Aproveitem sem mim. – Therese diz caminhando até o seu quarto.

- Um programa a dois e uma pizza... Era o meu sonho pra hoje a noite.

- Por favor. - Dannie dá o braço para Ellen para acompanha-lo e ela o faz rindo.

- Você realmente tenta.

- Sempre.

Therese entra em seu quarto, tirando os sapatos e abrindo as calças, ela acende o abajur e pega o telefone e liga para a recepção, enquanto tira as calças faz o pedido para lhe enviarem qualquer lanche que tiverem e um suco de maçã. Em seguida ela vai direto para banheiro para uma ducha rápida, depois de 15 minutos sua comida chega. De roupão sentada na cama ela come seu lanche de atum em silêncio e olhando para o telefone, pensava em Carol e de como ela queria protege-la, mas não se sentia capaz. Depois de comer metade do lanche, ela resolve ligar para Carol. O telefone tica várias vezes, Carol deveria estar deitada com sua camisola de seda, Tehrese adorava as camisolas de Carol, amava sentir o corpo da loira no tecido delicado, ela sorriu com a lembrança e finalmente alguém atende o telefone.

- Oi... Sou eu. – Therese diz com cuidado e apertando o telefone na orelha.

“- Finalmente. Estava morrendo de preocupação, por que não me ligou mais cedo? ”

Therese coloca a mão na testa e aperta o olhos e respondeu mentalmente “Porque sou uma idiota medrosa! ”

- Desculpe amor, eu estava muito cansada e o dia foi realmente corrido.

“- Eu entendo. Espero que a viagem tenha sido tranquila”

- Sim foi. – e mais uma vez ela completa mentalmente sua resposta “Tirando o fato que passei mal o voo todo de tanta preocupação. ”

Um silêncio se instala entre elas na linha telefônica, certamente era o momento em elas estavam esperando alguém dizer algo sobre o bebê e era exatamente desse momento que Therese estava com medo. A jovem ainda não estava pronta para responder qualquer pergunta sobre a gravidez, mas seu coração não negava que estava morrendo de preocupação com Carol.

- Carol... Você está bem?

“-Sim meu anjo. Apenas preocupada com você. ”

- E eu com você.

Silêncio novamente, era um silêncio estranho, parecia que o tempo estava indo embora como água. Ambas estavam com medo e sabiam disso, mas estavam tentando parecer forte de alguma forma, mas era obvio para as duas que não estavam conseguindo, principalmente longe uma da outra.

- Eu... Eu preciso dormir... Prometa que irá se cuidar até eu voltar.

"- Com certeza... Agora descanse. Te amo."

- Eu também te amo Carol... – um pequeno sorriso aparece em seus lábios. – Boa noite.

"- Boa noite anjo."

Therese desliga o telefone e fica com a mão sob ele pensando sobre o que Carol significava para ela. Elas nunca tinham tido uma conversa tão vazia e cheia de buracos como essa, o amor que a jovem sentia por Carol era imenso, mas de fato ela estava precisando de um tempo para organizar as ideias de seu futuro com sua mulher e a última coisa que ela queria era Carol machucada de alguma forma, mas parecia que independente da decisão que fosse tomada a dor estaria presente de alguma forma. A jovem morde seu lanche e fecha os olhos e ao abrir ela diz para si mesma.

- Daremos um jeito.

Therese queria acreditar em seu pensamento.


Notas Finais


Venham!! Estou preparada para as pedradas hehehehe

Comentem, me xinguem, briguem e se alguém quiser elogie hahahaha...
Espero ainda ter leitoras rsrs :b

Beijos.
Obs: Ray Charles de fato falou sobre a questão de como chegar ao coração da pessoas.
Em 1953 foi a época em que Ray Charles começou a ganhar destaque com a música Mess Around https://www.youtube.com/watch?v=rCz47pqT2u4


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...