História Fanfic Right Now: Living Through Danger - Capítulo 55


Escrita por: ~

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Categorias Kylie Jenner, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Kylie Jenner, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Bebidas, Brigas, Comedia, Drogas, Escola, Romance, Segredos, Tragedia, Traições
Visualizações 139
Palavras 1.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 55 - S.s - V


–– Você não é mais uma criança Alice! –– Minha mãe grita. –– Mas, quer se tratada como uma.

Ela tinha razão, eu não era mais uma criança, já era uma mulher, mas tomava atitudes iguais uma adolescente. Meu pai estava com o nariz quebrado e nem se quer olhava mais na minha cara. Derek no começo quis ri, mas quando viu a situação de seu irmão ele fechou a cara para mim também. Agora, sentada no sofá da sala, eu vejo o quanto machuco as pessoas que tanto amo. Machuquei Niall, por fazer ele me escolher ao invés de sua família, e agora ele está preso. Machuquei meu pai, por desafiá-lo e ver o cara que ele tanto odeia as escondidas. Machuquei Derek por não ter escolhido ficar com Niall ao invés de ter fugido com ele. E machuco cada vez mais ela, fazendo-a passar estresse quando está grávida de gêmeos.

–– Eu terei que matar ele para você entender que é pra você ficar longe dele? –– meu pai grita vindo em minha direção. Eu me levanto e antes que eu perceba estou gritando com ele.

–– Mate-o ou torture ele eu não ligo, o meu amor por ele não vai passar. A culpa não é minha se fui achar amor nos braços dele. –– Antes que notasse, eu tinha acabado de cuspir as palavras na cara dele. Meu pai não disse nada, apenas levantou a mão e me bateu no rosto. Eu caí com a força de sua mão no chão, ao lado do sofá. Eu olhei para ele e o observei se transformar em um homem totalmente diferente.

–– Você irá me obedecer a partir de agora, ou irá para um colégio interno fazer o último ano. Você vai esquecê-lo querendo ou não. –– Ele fala dando-me as costas.

Minha mãe está paralisada olhando para a parede. Derek vem até mim e me ajuda a levantar; eu segurei fortemente o braço de Derek é desabei em seu ombro. ‘’Calma, tudo vai ficar bem’’, meu tio repetia enquanto alisava meu cabelo e me aperta contra seu corpo musculoso. Eu não sabia o que tinha nado em meu pai para chegar em um ponto dele me bater. Será que só eu não conseguia ver que Niall não era pra mim? Todos sempre falaram, todos tiveram a mesma conclusão e só eu que não me tocava o que era melhor para mim? Que merda tinha acontecido comigo? Ou com ele? Eu não fazia idéia... Droga!

~(...)~

Estava deitada, com a porta trancada e sabendo que tinha, no mínimo, dez seguranças do lado de minha janela. Eu encaro aquelas fotos, e aquelas pessoas pareciam estranhas de mais para mim. Quando meu celular tocara, eu me neguei a levantar para pegá-lo, mas ao imaginar que poderia ser Liam novamente eu corri até a mesinha de estudos. E estava certa, era ele.

–– Oi, sou eu. –– Ele fala. –– Eles tentaram empreitar as ligações do seu celular, mas eu fizera isso primeiro, então, talvez eles te dêem um novo celular. –– Liam completa.

–– Tudo bem... Liam, eu o vi! –– Apresso-me para falar.

–– Eu sei, eu estou te seguindo. –– ele fala ainda no mesmo tom: duro.

–– Qual o plano mesmo? –– Pergunto curiosa. Sento-me em minha cama novamente enquanto vejo a neve cair.

–– Bombardearei o presídio onde ele está. –– Liam responde.

–– Tenho pensado, e acho que tenho um plano melhor... –– informo.

–– Qual? –– A voz dele parece desesperada.

–– Eu.

–– Hã? –– ele não entende.

–– Tenho terapia quase todos os dias. Quarta, eu posso ir à terapia de manhã e me livrar dos policiais na volta. Ficarei escondida o restante do dia. Meu pai fará a polícia de Londres inteira ir atrás de mim... Isso te dará tempo para tirá-lo de lá. –– Digo.

–– Colocarei um celular em baixo da pia do banheiro da sua psicóloga. Pegue somente na quarta, me entendeu bem? Lá te darei algumas instruções e entrarei em contato. –– Informa.

–– Certo... –– respondo. –– Liam! –– Falo um pouco mais alto do que o normal antes que ele desligue a chamada.

–– Hum?

–– Quando vocês diziam que eu e Niall nunca daria certo, qual era o motivo? –– Pergunto fechando os olhos e começando a morder os lábios.

–– Alice, você é filha do chefe da policia de Londres, ele um bandido... Você tem um futuro todo planejado e ele só pensa no agora. Para você era amor, para ele é momento. O mesmo que ele diz sentir por você, ele disse sentir por Morgan. Ele não ama ninguém além dele mesmo. Niall é assim, você tem que aceitar isso. Se você continuar com essa tolice de querer salvá-lo dele mesmo, será você que vai se machucar no final, não é ele. Niall nunca te amou de verdade e nunca te amará. Aprenda a aceitar isso é siga em frente. –– Liam fala tão sinceramente que meu mundo parece não ter mais chão.

–– Tudo bem... –– digo e desligo.

Como é que todo mundo pode perceber isso, e eu não? Eu não sou cega, nem tenho problema para captar as coisas... Será que eu sou apenas um momento para Niall? Como pode ser? Como posso não significar nada para alguém que tanto amo? Como é que Deus permite isso? Só ele sabe a dor que estou sentindo em meu peito... Não é orgulho, não é brincadeira, é um aperto... Um aperto sem fim. É como se quisesse chorar todo o momento só de lembrar dele. Não é fácil lutar contra o que não pode se ver. Como posso lutar contra meu coração? E se nunca fosse acontecer e eu que me iludi achando que ele me amava também... E agora, será que ele quer apenas me usar para sair da cadeia? Eu sou apenas uma oportunidade para ele se livrar de tudo?

Antes que pudesse me tocar estava em minha cama de olhos fechados, com o coração partido, e lágrimas saindo em silêncio dos meus olhos. Quando me toquei havia amanhecido e eu tinha passado a noite inteira pensando. Pensando em tudo, não só em Niall. Talvez quando tivesse ido ver Niall, Deus tentou me mostrar algo. E eu desconfiava do quê. Me levantei e peguei o celular para pedir um táxi, depois corri para o banheiro, tomei um banho, lavei os cabelos, o sequei é fiz babyliss. Saí do banheiro e caminhei até o closet. Pego uma meia-calça preta, meia transparente, um vestido curto e uma jaqueta preta é um dos meus saltos. Depois de vestida, eu desci as escadas e parei na mesa. Todos quase cuspiram o que estavam comendo.

–– Estou pronto a esquecê-lo. Mas, preciso de um favor seu pai. –– Falo convincente.

–– Qual? –– ele pergunta me olhando de cima baixo.

–– Preciso que me dê o endereço do detetive Kurt... –– Falo um pouco com medo. Meu pai me encarou nos olhos e depois de minha mãe segurar é apertar sua mão para fazê-lo encará-la e vê-la assentir sorrindo para concordar ele olhou para Derek e por último para mim.

Greater London fora as únicas palavras que consigo ler no papel em que meu pai escrevera. O coloquei dentro da bolsa e saí de casa. O táxi que havia ligado antes de ir tomar banho estava a minha espera na porta de casa. Eu entrei no carro e peguei o papelzinho para dar ao motorista. Apertei meu telefone tão forte com minhas duas mãos que jurara que não demoraria muito para quebrá-lo. O carro parou em frente a um condomínio de prédios. Certo... Quinto andar, bloco sete. Cobertura. Eu conseguia, sem problemas. Assim que saí do carro eu caminhei até a entrada.

–– Qual apartamento, senhorita? –– o velhinho fala.

–– Bloco sete, cobertura. –– respondo. Ele sorriu para mim, mostrando sua banguela, e abriu o portão para que eu entrasse.

Eu caminhei até o bloco sete e peguei o elevador, depois de entrar no imenso prédio. Cliquei no botão número cinco e contei mentalmente quando minutos era até o elevador para. Três minutos e meio, ótimo... Rápido de mais, droga! Assim que as portas abriram, eu dei de cara com a única porta do corredor. Eu respirei fundo e caminhei, quase caindo do salto, até a porta. Quando parei a centímetros da mesma, eu toquei a campainha tão rapidamente que me arrependi no mesmo instante. Olhei para trás para ver se dava tempo de correr de volta para o elevador e não, era tarde de mais. A porta se abrira e uma mulher loura, alta e magra e só com uma camiseta branca aparecera na porta.

–– Desculpe, não é o apartamento do Kurt? –– pergunto com vergonha de por talvez ter parado no bloco errado.

–– É sim... E quem é você? –– a mulher pergunta se encostando na porta. Kurt aparece sem camisa sorrindo.

–– Quem é? –– Ele pergunta e quando me encara seus olhos se arregalam e vejo suas bochechas corarem. –– Alice? –– ele sussurra.


Notas Finais


Oie meus amores, espero que gostem do capítulo. Por favor comentem o que estão achando. Beijos, Dêh! ♥♥♥


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