História Fanfics 10/10 - Capítulo 8


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Categorias Originais
Tags Engraçado, Fanfic, Histórias, Instagram, Top
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Palavras 1.150
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Ajudante anônima


Fanfic / Fanfiction Fanfics 10/10 - Capítulo 8 - Ajudante anônima

>2014

>belo horizonte

>prazer, henrique

>estava apaixonado por bárbara a poucos dias atrás

>ela é a garota mais bonita do colégio

>entreguei bilhetes e comprei presentes para ela

>ela aceitava, e logo depois me ignorava

>bárbara vive rodeada de garotos ricos e populares

>o que iria querer comigo? umas voltas de bike pelo bairro ouvindo musica pelo meu ipod?

>minhas atitudes não possuem valor algum

>suas belas e fiéis companheiras, carol e lara, são arrogantes e cruéis

>carol humilhava pessoas sem condições financeiras, enquanto lara só dava moral para caras que tinham carrões e bolso cheio

>nenhuma delas possui alguma forma de sentimento pelo próximo

>o ruim era que nem próximo eu era daquelas garotas

>bárbara me encantava mesmo sendo rude

>ela era mais doce que suas amigas e possuía a pose que milhares passam anos tentando adquirir

>queria conquista-la

>premiar a mim mesmo com aquela linda mulher

>mas eu não sabia o que fazer

>passava dia após dia tentando achar uma forma de conquistar barbara sem pagar micos e levar aqueles foras ao som de sweet dreams

>e pensei que seria impossível

>até abrir meu caderno e encontrar um bilhete misterioso

>havia um número de celular e uma mensagem

>"posso ajuda-lo com barbara"

>poxa, estava tão na cara assim?

>pensei que fosse um trote e iria jogar fora

>mas queria saber quem me mandou aquilo

>adicionar contatos

>salvar

>prontinho

>envio mensagens, faço ligações... nenhuma resposta

>mas havia um perfil no mensageiro qualaplicativo

>status: disponível

>visto hoje às 7:39

>mandei um oi e logo a mensagem foi visualizada

>"diga o que você quer", respondeu

>achei meio clichê

>disse que queria saber quem era o dono daquele perfil

>não houve respostas

>aguardei dois minutos e comecei a digitar

>logo me enviou outra mensagem

>"sou uma ajudante anônima, sei que você tem uma quedinha por bárbara e ela sempre te ignora, quero ajuda-lo"

>não sabia o que digitar

>mandei um emoticon e logo perguntei como

>e então ela me disse que deveria descobrir uma forma de ver se ela gosta de mim

>"precisa ver se há alguma possibilidade dela ser sua"

>estranhei e permaneci em silêncio

>logo depois ela enviou algo de meu interessante

>"barbara adora flores azuis"

>minha duvida persistiu, mas parecia ser uma pessoa confiável, mesmo sem foto do perfil

>fui de bike em uma floricultura e comprei um buquê de flores azuis

>coloquei em uma vaso com água

>irei levar para bárbara amanhã e pedir uma chance de ser seu amigo

>amigo que quer comer a amiga, claro né

>o dia amanhece

>levanto, amarro as flores com um laço

>quando chego no colégio me caminho até barbara e suas amigas

>os caras me olham estranho

>ela abre um sorriso meia desagradada, mas logo aceita as flores

>sorri como só ela conseguia

>agradeceu com um abraço

>naquele dia eu era o mais feliz do colégio

>sorrindo feito bobo no corredor

>esperando ela se sentar para que eu fizesse um convite formal para um encontro

>barbara sentou e eu perguntei

>ela deu uma gargalhada olhando para suas amigas

>rejeitou em menos de doze segundos

>disse que eu não fazia o tipo dela

>carol ria enquanto lara sentia a vergonha alheia

>os caras caçoavam de mim

>puta merda, barbara filha de uma puta!

>tinha que esquecer aquela garota má e sem coração

>chego em casa, me deito na cama

>gloriosa por três horas seguidas

>tinha que aliviar o estresse

>então recebo uma mensagem

>é a merda da ajudante anônima

>aposto que é uma gorda escritora de fanfics

>"sinto muito"

>sente o caralho, comecei a digitar palavrões

>mas ela me reconfortou com um mensagem

>"a culpa não é sua querido henrique, barbara trata as pessoas como se fosse lixo, não se culpe por isso, você merece algo melhor, ela é só um devaneio da ilusão"

>limpei os palavrões escritos

>naquele momento refleti sobre mim

>agradeci educadamente

>ela tinha razão

>eu estava cego por barbara, não conseguia ver o quanto ela era inferior

>não era eu quem perdia uma chance de ser feliz

>era a caralhuda sem coração daquela barbara

>me levantei da cama e sorri após tanto tempo sendo um trouxa escravoceta

>a campainha toca

>desço as escadas e abro a porta

>um convite para uma festa

>peguei com delicadeza

>era uma festa na fraternidade ao sul da cidade

>nunca convidavam caras como eu

>olho para a rua e não vejo ninguém

>uma mensagem chega

>"vá para essa festa e seja feliz"

>eu não sabia quem era aquela garota, mas ela havia salvo meu ano em poucos momentos

>agradeci

>mas ela não visualizou

>pelo visto me bloqueou

>não me desanimei, tinha uma festa para ir

>tênis bacana

>blusa xadrez pra combinar

>aviso minha mãe e pego a bike

>o caminho é longo mas quando vejo o local minhas frustrações do mês vão todas embora

>carrões estacionados a frente

>garotas de biquini correndo pelo jardim

>bebidas de graça

>caras legais falando de assuntos legais que não seja futebol ou automóveis

>um paraíso

>meus olhos brilham

>sou diretamente recebido por pessoas divertidas

>entrego meu convite e entro naquela bela casa de fraternidade

>tudo organizado

>até o que estava desorganizado deixava aquele local maneiro

>iria virar a noite e curtir com a galera

>mas o diabo sempre aparece aonde não é chamado

>uma mercedes para e o líder da fraternidade desce, acompanhado de ninguém menos que barbara

>logo atrás, carol e lara, com o cinismo explícito na cara

>PUTA MERDA DO CARALHO, IRIAM ME ZOAR

>corro para o jardim tentando não chamar atenção

>o que aquelas desgraçadas faziam lá?

>perdi a animação

>se eu ficasse lá, barbara obviamente iria me humilhar na frente de toda aquela rapaziada legal

>envio uma mensagem para a tal ajudante anonima

>digito "valeu mesmo, me mandou para outro lugar onde barbara esta"

>envio

>a porra não visualiza

>ouço a risada maléfica da barbara no jardim

>aquela merda acabou com meu objetivo de farra

>vou até o orelhão e tento ligar para o número

>iria descobrir quem era aquela pessoa

>ouço um celular vindo da fraternidade

>cancelo a ligação e o celular para de tocar

>olho atento para ver quem é

>tento novamente e ouço o toque mais uma vez

>lara se levanta

>é seu celular tocando

>ela atende e eu ouço sua voz pelo orelhão

>meu silêncio permanece enquanto ela pergunta quem liga

>mando ela olhar para o orelhão

>ela se vira e olha em meus olhos

>por que ela tentaria me ajudar?

>termino a ligação e pego minha bike

>vou embora dessa merda de local

>ainda lembro das humilhações que lara me fez passar

>preparo o pedal e ela grita meu nome

>atravessa o jardim através das belas moças de biquini e corre até mim

>ela atravessa a rua e me pede perdão por tudo

>eu não consigo falar

>viro meu olhar para o lado contrário e ela entra na frente da bike

>seu olhar cheio de lágrimas mostra arrependimento

>mas por que eu estava bravo com ela?

>lara só tentou ajudar

>eu a perdoo e a agradeço

>mas ela não aceita agradecimentos

>"eu não quero agradecimentos caro henrique, eu quero uma carona"

>ela se senta no quadro da bike e olha em meus olhos

>em poucos minutos, lara me fez mudar de opinião sobre ela

>"quero que passe entre todos esses carros de merda", diz ela sorrindo

>eu começo a pedalar enquanto os cabelos dela encontram o vento com a minuciosidade de cada segundo

>ela encosta sua cabeça em meu peito e sorri

>passamos entre os carrões ali presentes

>ouvindo we are the champions em meu ipod

>foda-se as vergonhas e as humilhações

>barbara e carol olhavam com ódio

>enquanto eu a levava em minha simples bike, eu descobri o valor das minha atitudes



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