História Fanfics Do Castiel - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce, Guns N' Roses
Personagens Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Kentin, Kim, Letícia, Li, Lynn, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Priya, Rosalya, Viktor Chavalier
Tags Bolinhos, Casterin, Castiel, Celebridades, Electramustaine, Erin, Fanfics, Guns N' Roses, Músicos, Rock, Selena Gomez, Só Verduras, Spirit Fanfics, Taylor Swift, Verdades, Winged Skull, Zoeira
Visualizações 144
Palavras 1.821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


REEEELOUZÃO! Tudo bacon vocês?
"Uai, Electra, voltando tão cedo assim?" Eu sei, eu sei, risos. É porque hoje é um dia special, sacas?

hOJE É DIA 12 DE AGOSTO, MINHA GENTEM! Bem retardado postar hoje só porque é o aniversário de alguém que nem existe, mas deixa eu ser feliz, cara :')
Obviamente não é niver do Castiçal na fic, mas o que vale é a intenção.

Nota importante: no começo terão alguns diálogos em itálico porque representam falas em outro idioma, então como eu não vou escrever nada nele, deixei assim só pra diferenciar. Entenderão melhor lendo.
Boa leitura! <3

Capítulo 17 - No Futuro


Fanfic / Fanfiction Fanfics Do Castiel - Capítulo 17 - No Futuro

Quando crescer, eu quero ser como você. — O garoto declarou enquanto eu me agachava para autografar seu CD.

É? Bem, se treinar muito, olha que você consegue. — Encorajei-o sorrindo de canto, com meu mediano sotaque holandês, logo lhe entregando o objeto.

É, e eu também! — sua irmã mais velha revelou ao meu lado. — Quer dizer...

Mas, Heidi, você é menina! — Thomas argumentou, agora olhando para cima para nos alcançar.

Ei, Tom, mas meninas também podem ser rockeiras — pisquei um olho, tomando a liberdade de lhe dar o apelido.

Heidi abriu um grande sorriso ao me ouvir dizer aquilo. Após, encarou Thomas, seu irmão de oito anos, com uma sobrancelha erguida, como se dissesse um “viu?”.

Podem? Sério?

Meninas podem o que elas quiserem. — Ambre se pôs na conversa, posicionando o celular que segurava à sua frente. — Agora sorriam para a foto!

Agachei-me novamente para me aproximar mais da altura de Thomas, ao mesmo tempo em que Heidi agora se tornava a mais alta. Abracei ambos de lado e minha nova fotógrafa/segurança/perseguidora (ou apenas uma desocupada) tirou uma foto nossa, dizendo depois que a colocaria mais tarde em seu Instagram.

Vocês não voltaram, não é? — Heidi perguntou por entre o sorriso. E eu não entendi direito.

Quê?  

Você e ela! — sussurrou quando desfizemos a pose, apontando a cabeça na direção de Ambre de um modo discreto, e a garotinha não parecia feliz se isso fosse verdade.

Oh, não! — me diverti vendo-a olhar para o céu e suspirar aliviada. — Quantos anos você tem mesmo?

Quinze — respondeu lentamente, sorrindo pensativa. — São só uns nove anos de diferença! Sabia? Espera...

Wow, calma aí! — ergui os braços, não acreditando que ela tenha calculado aquilo, ainda que achasse meio engraçado.

Despedi-me de meus fãs e voltei a andar pelo centro de Amsterdã com Ambre. A capital holandesa variava tons de laranja e amarelo por quase todos os lugares, tendo uma organização quase costumeira, onde o sol parecia sempre brilhar. Sem contar que as pessoas emanavam simpatia. E eu tinha certeza que eu em si não influenciava em nada, ou pelo menos achava que os holandeses realmente eram legais.

— Você sendo decente e afável é meio raro. Adoro. — A loira ao meu lado comentou.

— Ei, eu sempre sou assim. — Opus-me.

Agora voltávamos a falar em inglês.

— Claro que é. — Ela deu alguns passos mais adiante, passando por mim. Logo me dei conta de que já estávamos perto de nosso carro. — O que vai fazer agora?

— Voltar ao hotel. Kentin disse que queria falar alguma coisa comigo. E você?

— Não sei... Talvez eu vá à Casa de Anne Frank. — Respondeu enquanto parávamos de andar, chegando ao destino.

— Ah, tá. Eu ouço a história dessa guria desde que eu nasci — relatei.

— E quem te contou com certeza é alguém que preste. — Ambre ficou em minha frente, encarando-me com o cenho erguido, mas depois o franziu de leve. — Viktor está lá?

— Sei lá — dei de ombros com indiferença —, provavelmente.

A modelo mudou seu olhar, deixando um pouco de interesse passar percebido. Assentiu vagarosamente, como se estivesse calculando algo. Medo.

— Quer um conselho? — perguntei retoricamente. — Cai fora.

— O quê?

— Viktor já tem um caso com o trabalho dele. — Afirmei simplista.

Ela, de início, mostrou-se surpresa, mas não demorou a rir.

Pessoas mudam — disse em holandês. — E desde quando você serve ‘pra me dar conselhos do tipo?

— Sério? — abri a porta do carro, sorrindo sarcástico. — Mas e então? Vai me ouvir ou não?

 

***

 

Depois de indicar ao motorista que iria voltar ao hotel, a irmã gêmea do meu caro Nathaniel decidiu que iria voltar junto comigo mesmo. Conclusão: Ambre não me ouviu.

Claro que eu não tinha nada a ver com ela e o empresário gatinho (ironia), e não podia negar que acharia super estranho, mas realmente não teria sentido eu interferir em nada. Até porque eu tinha coisas mais interessantes para me preocupar, tipo o que Kentin queria falar comigo.

Mesmo fora de casa, o cenário parecia o mesmo: bagunças, comida, instrumentos e seres vadiando por todo lugar, tudo bem espalhado e misturado. No entanto, isso era só questão de tempo. Questão de tempo até que alguém arrumasse tudo, nós saíssemos para cumprir algum compromisso, e então voltássemos para causar a desordem novamente.

Parecia eu com minha casa. Mas, certo, eu não sou tão desorganizado.

— Você pegou meu shampoo! — Alexy praticamente enforcava o irmão, que estava sentado num canto do sofá, enquanto aquele se debruçava de leve no encosto. De repente, anotei mentalmente que gêmeos não era algo muito do bem.

— Não peguei! Eu tenho cara de quem precisa do seu shampoo? — e Armin tentava se soltar com uma mão, tendo a outra segurando seu PSP com certa distância.

No meio daquilo tudo, Kentin parecia um cachorrinho encolhido e medroso, mas estava muito mais ligado em seu mundinho particular — piscianos! —, mexendo tranquilamente no notebook que repousava em seu colo. Nem parecia que um homicídio estava prestes a acontecer bem ao seu lado.

E eu havia pegado um pouco da mania de Ambre de achar que signos é a resposta para tudo, esta que, junto de Lysandre e Viktor, era “inteligente demais” para ficar na pequena sala de entrada do nosso quarto que mais parecia um mini-apartamento.

Esparramei-me no sofá grande e confortável, porém, longe daquelas coisas — embora um tanto perto de Nathaniel. Uma tigela de batatinhas estava dando sopa perto de mim também, a qual não demorou a ser atacada pela minha linda mão, do meu lindo braço que parecia mais uma lesma branca quando o gesso foi retirado. Agora ele estava normal.

— Ei! — Nathaniel reclamou, tirando o livro que lia da cara por um instante. Perguntei-me como ele conseguia ler próximo à Alexy e Armin. Ah, lembrei! Eu fazia isso. — Vai buscar ‘pra você, seu folgado!

— Oh, não. Eu nem vi que estava ao seu lado e pertencia a você, que coisa. — Ironizei, colocando as batatas que peguei na boca ao mesmo tempo em que encarava a expressão falsamente enfurecida de meu companheiro.

— Kentin, você quer ouvir uma história legal? — Alexy perguntou, finalmente se aquietando e deixando o mencionado entre ele e Armin, o qual agora já tinha voltado a morrer em seu vício.

— Ahn... Não, talvez outra hora. — Kentin sorriu mínimo, logo após desviando seu olhar para uma criatura bela, que furtava batatinhas do baterista do Winged Skull e que só observava o que acontecia ao redor. Vulgo eu. — Castiel, precisamos conversar.

— Eu sei, você já disse. Fala aí, sou todo ouvidos. — Lhe respondi.

— Ok. — Meu agente limpou a garganta e mexeu em algo em seu notebook, sem demora começando a falar sobre o que via na tela. — O que você me diz sobre... “Castiel Korman bebe todas em Las Vegas”?

Eu ri.

— Qual é? Eu estava comemorando uma coisa.

Logo, bem logo mesmo, eu já sabia o que ele queria. Estava começando...

— Olha, você até mostrou o dedo do meio para as câmeras! — simulou uma fictícia animação. — Não dava para ser menos delicado?

— Eu estava estressado! — me defendi. — O que tem? Essas fotos vão virar icons legais uma hora.

De forma abrupta, todos os presentes pararam imediatamente o que faziam e me olharam. Maneiro, agora eu precisava de uma definição para “icon”, mas eles não pareciam interessados em saber, de qualquer forma. Mas eu também não deveria ter citado aquilo. Ah, dane-se. Meu vocabulário fanfiqueiro ainda não tinha ido embora.

— Certo... — Kentin continuou. — Se liga: “boatos afirmam que o guitarrista do Winged Skull teve sua carteira confiscada por dirigir alcoolizado”. Poxa, essa é a minha parte favorita dessa história.

— A culpa não é minha se a polícia me parou — tentei justificar-me.

A culpa é das estrelas. — Alexy riu, fazendo-me não pensar duas vezes antes de lançar uma almofada em sua direção. — Ei!

— Enfim, é claro, Castiel, nada é culpa sua. — O moreno me encarou com seus olhos verdes, contendo ironia nestes. Mas ele era péssimo em ironia, eu era o rei dela. — Só achei que passar um tempo como um sedentário te faria pensar melhor na vida.

— E eu achei que as férias te deixariam mais simpático, mas que pena, ambos nos decepcionamos. — Alfinetei-o, já cansando daquilo tudo. — E por que você só fala do que eu fiz?

— Porque eu sou seu agente pessoal, inteligência. Se um dia eu for deles, eu vou falar deles também. — Enfatizou no “seu”, indicando os outros.

Revirei os olhos de forma lenta, sem qualquer pressa, completo de tédio. Para começo de tudo, nem era para estarmos ali. Teríamos um show para fazer no outro dia, então... Que orgulho, eu nunca havia me sentido tão responsável.

Meu agente pessoal fechou o notebook, colocando-o de lado e me encarando depois como se encara uma criança desobediente que possivelmente não tem mais solução.

— A questão é que você parece não se importar com o futuro, Castiel. — Retomou sua fala, deixando-a mais mansa. — Mas um dia você vai ficar velho e feio e tudo o que vai te sobrar será sua provável eterna fortuna e má reputação, porque você não liga se está atrapalhando o fato das pessoas estarem conseguindo voltar a te amar ou não.

— Velho sim, mas feio... — sorri fechado, um sorriso largo e ousado. — E elas já me amam, não deixaram de amar e nem vão.

— Ótimo, vai nessa. — Ele deu de ombros, se levantando.

— Vou.

Kentin saiu do meu campo de visão após copiar minha revirada de olhos nível hard, e eu voltei a me encher com aquelas batatinhas que tinham um gosto diferente das que eu costumava estocar em meu armário, mas ainda assim eram boas.

Eu estaria livre até as 18h, contudo, não fazia a mínima ideia do que poderia fazer. Procurar entretenimento na cidade: completo; procurar algo interessante para se fazer pelo hotel: estava completo desde mais cedo; socializar com meus companheiros de viagem: super completo. Nem era uma opção, na verdade.

No fim, eu havia mergulhado em um verdadeiro tédio. E eu nem era uma pessoa tão difícil — talvez — de agradar.

Kentin Wood era “um mala”. Não no sentido ruim, é claro, mas era porque eu apostaria uma palheta autografada que ele sabia que deixaria suas palavras rondando minha mente. Oh, yeah. Ele sabia que eu não costumava pensar muito no futuro, mesmo que tivesse feito isso uns tempos atrás.

O caso é que, durante minha existência até ali, eu fui esse tipo de pessoa que vive procurando esquecer o passado, viver o presente e não se ligar tanto no futuro. Mas eu acabei descobrindo que pensar no que pode acontecer no famoso depois não é tão ruim. E é óbvio que ninguém sabe o futuro, mas, apesar de pouco conhecimento sobre, eu não saberia responder se alguém chegasse e dissesse “ei, como se imagina no futuro?”.

Complicado. Complexo. Cabuloso. Aquilo eu não sabia, porém, olhando para tudo o que já tinha acontecido, constatei como eu poderia tentar evitar o indesejado.

Seja alguém que preste, eles disseram. Estaria eu, Castiel Korman, na hora de fazer isso? 


Notas Finais


Fãs da Anne me abracem <3 -q
Espero que tenham pegado umas referências que deixei perdidas por aí e fELIZ BIRTHDAY, CASTIELO! tu é ruim mas nois te ama.

Só queria dizer que:::: agora só faltam mais 2 caps pra fic acabar. EU SEI! Mas eu penso, PENSO, em fazer um cap especial e tal só pra não deixar a fic acabar com 19 caps — precisa estar com 20 (me dá agonia :)).

Desde já, já deixo bem claro mais uma vez que amo todos vocês e que vou entrar em bad profunda quando finalizar essa fanfoca que eu também amo demais, mas é a vida. Chorisos.
Qualquer duvids: perguntar. Espero vocês, até mais! ♥


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