História Marcas de um passado - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Alexandre Nero
Tags Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Exibições 200
Palavras 889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - PIETRO


Fanfic / Fanfiction Marcas de um passado - Capítulo 13 - PIETRO

             Sábado 3 de outubro 

                 — Pai, nem acredito que você conseguiu convencer a mamãe e me trazer pra cá. 
  
                  Durou muito, mas Alexandre conseguiu virar a cabeça de Giovanna para que ele viajasse com o filho. Giovanna nunca passou um final de semana longe do filho, então para ela estava sendo a coisa mais difícil do mundo. Mas mesmo assim ficou feliz em ver a alegria no olhar de Pietro quando ela havia aceitado. 
   
                     — Falei que convenceria ela, Pi. Prometo fazer desse final de semana o melhor de todos, beleza? 

                   Estica a mão para cima para que o filho tocasse, mas não era um toque qualquer, era um toque especial. Um toque que os dois haviam batizado de "toque do cabeludo e do loirinho" é estranho, mas foi a única coisa que veio na cabeça de Pietro. 
  
                     O lugar que eles estavam era incrível. Tinha muito verde, lago e uma casa de madeira, que estava mais para mansão. Não ficava muito longe do rio, máximo 20 minutos com o helicóptero de Alexandre. 


                       — Só de andar de helicóptero pela primeira vez já faz esse o melhor final de semana de todos. Foi super maneiro, pai. 
     
                 Disse o menino com um sorriso de orelha a orelha e os olhinhos brilhando de alegria.

                        — Sabia que você iria gostar, campeão. - O abraça carinhosamente e faz um carinho em sua cabeça. 
            
                          — Quem não gostou muito foi a tia Cleo. - Diz a respeito da madrasta passar a viagem inteira de cara emburrada. Se fosse por ela, ela não estaria ali. Convenceu até Alexandre de desmarcar essa viagem, mas depois de contar a Pietro que não iriam mais, acabou não resistindo ao olhar triste do filho voltando atrás novamente.

                          — Ela é sempre assim, enjoa com o helicóptero. - mente. — Bom, vamos lá pra você conhecer a casa. 

                    Entram na casa e Pietro se encanta cada vez mais. O lugar era simplesmente perfeito, bem decorado, espaçoso. Conheceu também o Max, cachorrinho que ficava correndo pra lá e pra cá dentro da casa. 

                           — Ei, pera. Não me lambe assim. - Pietro cai no chão para brincar com o cachorro e começa a rir e Alexandre é claro, olhava aquilo praticamente babando em cima do filho. 

  
                             — Pelo visto ele gostou de você. - Rir mais ainda, mas fecha a cara ao ver Cleo chegando na sala com cara de poucos amigos. 


                         — Porquê esse cachorro pulguento está aqui dentro? - Para em frente à Pietro, que continuava no chão. 

                           — Ele está brincando comigo, tia. - Diz ainda rindo e ela se agacha até ficar na altura de Pietro. 

                       — Meu amorzinho, ele traz doenças. Além de ser imundo. 

                    — Pai, ele pode ficar aqui dentro comigo? - pergunta Pietro sem dar muita atenção a Cleo. 

                        — Claro que pode, filho. Fica aí brincando com ele, enquanto eu vou conversar com a tia Cleo aqui rapidinho. 

                 O menino nada responde, apenas fica ali no chão brincando com Max. Alexandre puxa Cleo pelo o pulso e a leva até o escritório da casa. 

    
                          — Ei, tá me machucando! - Reclama ao chegarem no escritório. 

                          — É pra machucar mesmo. Dá pra você melhorar pelo menos essa cara?-Diz completamente irritado, enquanto apontava a mão toda para ela ao falar. 

          
                           — Ninguém mandou você inventar de viajar com esse fedelho pra cá. Você sabe que eu não gosto daqui, quem é o velho daqui é você. Quem gosta de calmaria, natureza. 

                      Alexandre não sabia o porque, mas logo pensou em Giovanna com aquilo. Ele também odiava um ambiente daquele estilo: calmo, verde. Mas foi com Giovanna que ele aprendeu a gostar. Ele se via aposentado naquele lugarzinho calmo. 

                       — Ficava no rio orás!  Eu não te obriguei a vim. - Não deixa a sua frieza de lado. 
         
                         — O que está acontecendo, Nero? Você agora só quer saber desse fedelho e da mãe ridícula dele. O que é? Tá querendo bancar o bonzinho agora? O pai de família?  - Não deixa de jogar sujo também e fala algumas verdades para Alexandre. Ele iria responder, mas o eco do som do celular toca na hora. 

                     — Preciso atender! É de alguns empresários de São Paulo. - A encara. — Vai ver se o Pietro precisa de alguma coisa. - Ela continua parada em sua frente com a cara emburrada. — Por favor, Cleo. - Ela finalmente cede e volta para a sala. 




XXXXXXXX

               

                    Já no Rio de Janeiro tudo corria bem. Giovanna chamou alguns amigos para almoçarem em sua casa e estavam rindo na sala de uma piada que Giane havia contado. 

                 — Não! Para! Eu não aguento mais rir. - Diz Giovanna com as mãos na barriga.

                   — Só mais uma. Porque o bombeiro não anda? - Todo mundo o encarnou com uma cara de interrogação e logo disseram para que ele continuasse a piada. — Porquê ele SÓ-CORRE.
                          
                    Ali foi a deixa para todos caírem na gargalhada. 

                      — Minha barriga... Ai!! Eu não aguento com esse goxxtoso do Giane. - Diz Amora. — Deusa, pega lá mais vinho pra gente vai. Preciso aprender mais algumas piadas aqui. 
           
              Giovanna a chama de preguiçosa, mas faz o que a amiga pediu e vai até a cozinha buscar o vinho. Com o vinho já em mãos ela acaba sentindo uma sensação entranha, logo diz para si mesma "bebi demais". Mas ao andar novamente acaba sentindo um aperto em seu coração e deixa a garrafa de vinho de espatifar no chão. 

                  — PIETRO! 

 


 


Notas Finais


Ops, Pietro?.. Alguma sugestão? Beijo e até a próxima:)


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