História Marcas de um passado - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Alexandre Nero
Tags Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Exibições 161
Palavras 634
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Tchau, Alexandre


                — Esse telefone do Alexandre que só dá ocupado.
                Giovanna continuava com uma sensação estranha e o seu nervosismo só crescia mais, e o seu coração não ficava para trás, pois estava cada vez mais apertado.

                 — Deusa, toma essa água com açúcar e se acalma. - Entregou o copo para ela e se sentou ao lado da mesma no sofá.— Nós sabemos do que o Alexandre é capaz, mas não com o Pi, Gio. Se tivesse acontecido alguma coisa ele já teria ligado. -Tenta acalma-la. 

                      — Não adianta, Amora. Eu só vou me acalmar quando eu falar com o meu filho! Eu preciso saber se ele está bem. -Diz com a voz tomada conta pelo o nervosismo e bebe toda aquela água praticamente em um gole só. 
     
     Ligação On
                 
                      — Aiii!! Até que enfim, Alexandre. - finalmente consegue falar com Nero. 

                       — Gio? Giovanna? O que aconteceu? -Se arrepiou ao ouvir a voz de Giovanna do outro lado da linha. 

                    — Eu que te pergunto, cadê o meu filho, Nero? - Não deixou de sorrir ao ver que ela o chamou pelo o seu sobrenome. 

                     — Nosso! Nosso filho, Giovanna. E ele está aqui e muito bem, pra que falar desse jeito?- Fica sem entender o porquê daquela pressa de falar com Pietro. 

                       — Porquê eu preciso ouvir a voz dele. Passa logo o celular pra ele, Alexandre. 

                 — Ei, calma. O que houve? Você está bem? -Logo ele pensou "porquê eu estou tão preocupado com ela só por perceber que o seu tom de voz está triste?!" 
     
   
                    — Eu.. Eu.. Nada! Não houve simplesmente nada. É estranho a mãe querer falar com o filho? 

                     — Não. Não é estranho... Mas você vai ter que se acostumar a ficar um pouco longe dele, Giovanna. Querendo ou não, essa vai ser a primeira viagem de muitas. Não vou mentir, eu entendo o seu lado e sei o quanto aquele moleque é importante para você. 


                   Pode parecer estranho, mas só com aquelas palavras Giovanna pôde voltar a ficar calma. Era incrível aquilo, 10 anos se passaram, mas Alexandre ainda tinha a capacidade de acalma-lá apenas com as suas palavras. 


                   — Eu posso falar com o meu filho? - Continuou sendo fria mesmo estando mais calma. 

                    — Oú!!! Calma, esquentadinha. Ele tá lá na sala, pera aí. - Alexandre sai do escritório e vai até a sala e sorrir ao ver que Pietro continuava brincando com Max. 

                     — Esquentandinha é o seu c.... -não conseguiu continuar, porque Pietro a interrompeu. 

                       — 'Esquentandinha? Como assim, mãe?

                          — Meu amor, como você tá? Tá tudo bem?? Fala pra mãe!! Já comeu? Já passou repelente e protetor solar? Pelo o que seu pai falou, aí é mato, então deve estar cheio de mosquitos aí. -O menino não deixa de sorrir com o jeito desesperado da mãe. 


                          — Calma, mãe. Está tudo bem sim. Não comi ainda e vou falar pro pai passar em mim agora o protetor. -Alexandre fazia gestos com a ponta do dedo indicador em sua própria orelha e sussurrava 'ela é completamente doida" 


                          — E o repelente!! Não esquece dele, não quero que você volte pra casa todo picado de mosquito. Meu Deus, Pietro, aí deve ser cheio daqueles mosquitos da dengue. 

                          — O protetor solar que eu tenho aqui é repelente também. Relaxa, mãe. Tá tudo bem, posso voltar a brincar com o Max? - O cachorrinho não saía das suas pernas. 

                         — Max? Quem é Max? 

                      — O cachorro que fica aqui. Beijo, mãe. Te amo. - Não esperou a mesma responder e entrou o celular de volta para Alexandre. 


                      — Eu te amo! - Ela falou pensando que ainda estava falando com o filho. 

                        — Opa! Me ama? - Brincou Alexandre, sabendo que ela ficaria brava com aquilo.

                        — Ridículo! 

                       — Você acabou de dizer que me ama.. Muda de opinião rápido, dona Giovanna. - Acenou para o filho e voltou para o escritório. 

                         — Tchau, Alexandre! 

                Ligação OF

              

    

      


  
              
     
                         

                  


                        

                    
 


Notas Finais


Tudo bem com o Pi, tá vendo? Haha capítulo pequeno, mas volto ainda hoje com a segunda parte. Só estou terminando de escrever, beijo. Estão gostando? Preciso de ideias


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