História Marcas de um passado - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Alexandre Nero
Tags Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Exibições 153
Palavras 1.325
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Leiam as notas finais

Capítulo 15 - Lago


Fanfic / Fanfiction Marcas de um passado - Capítulo 15 - Lago



              
               O almoço no "sítio" foi maravilhoso. Apesar de Cleo estar sempre com cara de poucos amigos, Alexandre e Pietro não deixavam de se divertirem e brincarem um com o outro. 

                    Terminando o almoço jogaram vídeo game, brincaram mais ainda com o Max. Já lá pelas 15:30, Alexandre decidiu mostrar mais um pouco dali para Pietro. O lugar era simplesmente imenso e de fazer qualquer criança se encantar. 

                  Quando chegaram perto do lago que tinha ali, Pietro avistou dois botes. E é claro, logo pediu para Alexandre: — Pai, podemos entrar lá naquele barco? - Apontou para o mesmo.

                     — Não sei não, Pi. Sua mãe souber me mata. - Coçou a cabeça ao falar.

                      — iii, tá com medo da coroa, pai? Pensava que você era "Alexandre, o grande". - Tirou sarro do pai, fazendo o mesmo o encher de cócegas. 

                        — Você me respeite, moleque. Eu lá sou homem de ter medo de mulher? Vamos entrar no lago sim, vumbora.- disse sem segurar o riso, mas sentiu o seu celular vibrar no bolso. 

                       — Pera um segundo. -Atendeu o celular na frente do filho. Logo passou a ficar nervoso durante a ligação, eram empresários importantíssimos. — Já retorno com a chamada de vídeo. - Desliga a ligação e vê Cleo se aproximar dali e a puxa para mais perto dos dois. — A Cleo vai entrar contigo rapidinho, Pi. Já já eu volto. Só fica aqui na borda com ele, Cleo.  — Dá um beijo rápido na testa do filho e sai dali praticamente correndo, não deixando escolha para Cleo.


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                       Estavam os dois no bote, um de frente para o outro e Cleo remava. Pietro estava com um sorriso no rosto e Cleo pelo incrível que pareça também. O lago era imenso e Cleo remava cada vez mais para longe.

               — Tem um monte de peixe aqui. -Disse Pietro animado. Cleo responde apenas com um sorriso e continua a remar, remar, se afastando mais de onde estavam.

                     Até que ela chegou em um certo ponto e parou fingindo admirar a paisagem. Ficaram alguns minutos assim: em silêncio.


                 — E as aulas de natação, Pietro?-perguntou de repente. 

                    — Eu iria voltar esse ano, mas acabei não voltando. - Cleo deu risada e pegou algumas flores de mentira que tinham ali dentro do bote.

                       — Que vergonha um garotão da sua idade não saber nadar, sabia? -Ela brincava com as folhas que tinha em mãos.


                         — Ah, mas eu sei nadar. Só não sei ficar muito longe da borda sem dar pé. -Explicou o menino.


                         — Sei.... Então você poderia mergulhar aqui se ficasse bem pertinho do barco, né?

                           — Você deixa, tia?? - Perguntou na maior inocência possível.

  
                          — Pra te mostrar que eu não sou tão chata assim, eu deixo! - Conseguiu arrancar um sorriso de felicidade do garoto.

                       Ele não pensou duas vezes. Tirou a sua camisa rapidamente e pulou no lago, mas logo se apoiou no bote.

                        — Tá uma delícia água. - Disse radiante.


                          — Vamos brincar um pouco? Eu jogo essa flor aqui e você pega. Eu quero ver se você sabe nadar mesmo. - Pietro logo concordou e passou a brincar com ela. No começo ela jogava as flores em uma distância razoável, mas aumentava gradativamente.  — ó, agora eu vou jogar um pouquinho mais longe, hein. 

                        Jogou! E jogou muito mais longe. Pietro já estava cansado, mas mesmo assim resolveu nadar até as flores. Ele conseguiu pega-las, mas na hora de voltar não conseguia. Ele mexia os braços, as pernas, mas era como se ele continuasse no mesmo lugar.

                        — Eu não estou conseguindo voltar. -Disse sem parar de mexes os braços. 

                          — Deve ser a correnteza, Pietro. Pera aí, eu vou te dar o remo.-Cleo pega um dos remos e estica na direção de Pietro, mas o mesmo não conseguia alcançá-lo. — Alcança o remo. - Joga mais o remo na direção dele. 

                          — CHEGA MAIS PERTO! -Já se debatia na água e foi nesse momento que o remo que ela havia esticado caiu na água. 

                           
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              — Ei!! Para com isso, Max. - Alexandre tentava se concentrar em alguns papéis, mas o cachorro não deixava de latir para ele. — Eu estou me arrependendo de ter deixado você aqui dentro. - olha para o cachorro e acha estranho ele ir até a porta e parar ali, era como se dissesse "vem comigo". E Alexandre logo pensou: "o Pietro" e saiu dali em disparada com Max em sua frente, era o seu extinto de pai o alertando. Assim como foi com Giovanna.



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                     — SOCORRO, CLEO!!! - Gritava se debatendo na água. A mesma fingia querer chegar até ele, pois fazia alguns movimentos com as mãos, mas era em vão.

                     Alexandre chegou correndo junto com Max e de longe já avistou Pietro se debatendo na água e Cleo que fazia movimentos com as mãos. 

                         — SOCORRO!!! - Alexandre encarou aquela cena por alguns segundos, tentando de alguma forma absorvê-la melhor. 

                         Não foi preciso mais nada! Alexandre se jogou na água e passou a nadar rapidamente em direção a Pietro. Ele nadava o mais rápido que ele conseguia e a dor de perder o seu filho o consumia. 


                          — Nero, ali!! Eu perdi o remo tentando salvar ele. Corre logo, Nero. - Alexandre nem mesmo a encarou quando chegou próximo ao bote, ele apenas continuou a nadar rapidamente. 


           
                    Quando ele viu que tinha uma grande movimentação de água ele parou, mas não avistou Pietro, pois dessa vez ele estava se debatendo mais no fundo da água. 


                       Os empregados de Alexandre que perceberam a movimentação estranha já foram correndo para tentar ajudá-lo. No bote que ficou sobrando, Seu Mario pegou e deu sorte por aquele ter motor. Chegando rapidamente onde Alexandre estava. 

                          Mas Alexandre ainda mergulhava para achar Pietro. Até que finalmente viu um ponto estranho no fundo e sim, era Pietro. Ele mergulhou fundo até onde ele estava e o puxou para cima. 


                     — Aqui !!!!! Mário, aqui!!!! Bote ele aí em cima, pelo amo de Deus. - Com muita dificuldade eles conseguem colocar Pietro para cima do bote. — ELE TÁ RESPIRANDO?? O MEU FILHO TÁ RESPIRANDO??? - Perguntou Alexandre completamente desesperado. E era assim que ele estava, desnorteado, sem saber o que fazer. Pois ali em sua frente estava indo embora o amor mais puro de Alexandre.



                        — Parece que não, senhor. 

                Não demorou 3 minutos e Alexandre já estava na grama próximo a casa dele com Pietro no chão. Ele sabia que teria que agir, ou seria tarde demais. Com Pietro no chão, Nero ajeita melhor o seu rosto e passa a massagear o seu peito, no intuito de retirar toda a água que ele tinha ali. 


                          — 1, 2,3 ...- era a contagem que ele fazia ao mesmo tempo que massageava e fazia respiração boca a boca no garoto. — Respira, filho... Volta.. 1,2,3. 

                      — Não é melhor levar ele pro hospital? - perguntou Mario

                         — Não dá tempo! - praticamente gritou e agora passou a massagear fortemente a sua barriga. 

                            — Ele não está reagindo, doutor. - Percebeu que Pietro continuava na mesma. 

                         — MAS ELE VAI REAGIR! O MEU FILHO NÃO MORREU, ELE NÃO VAI MORRER... Pietro, Pietro.. Respira, por favor!!!  Continuo com a respiração boca a boca — Pietro, me escuta. Você é o meu único filho. É o único filho que eu posso ter nessa vida, EU NÃO POSSO TE PERDER. 

                         Pela primeira vez na vida Alexandre chorava.. Chorava de medo de perder alguém que ele realmente amasse. 

                       Ele o abraçou de lado e passou a apertar a sua barriga com mais um pouco de força e foi ali que o Pietro começou a cuspir a água que havia engolido e passou a tossir, mostrando que finalmente havia voltado. Ele encarou Alexandre ainda tossindo, mas conseguiu ainda dizer : "—Pai?" 

                E foi somente isso, pois ali Alexandre o puxou para um abraço desesperado e desabou ainda mais no choro. Ele o apertava, como se quisesse dizer: eu nunca vou te deixar, ou até mesmo pedindo para que Pietro nunca o deixasse. Porque ELE era a luz da vida de Alexandre.

                      — Pi.. Meu... Meu filho..você tá vivo.. 





                             

  










   
                    




             
    
 


Notas Finais


Bom, sei que muitas de vocês estão doidas para hot'S, mas com essa história da fic fica difícil encaixar um hot do nada. Então por isso tem o Pietro, ele será o motivo dessa reconciliação entre os dois.... Então espero que gostem. Beijo e até a próxima!! Ah, amanhã é meu aniversário, então VOCÊS VÃO TER QUE ME AMAR HEHEHEHEH


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