História The Bad Girl - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Debrah
Tags Amor Doce, Bad Girls, Castiel, Castiete, Medison, Rock
Exibições 198
Palavras 2.233
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oláaaa
Tdb? Cmg tá.
+ um cap poh cêis.
Bora lá!



;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D;D

Capítulo 20 - Peace treaty? Or not?


Fanfic / Fanfiction The Bad Girl - Capítulo 20 - Peace treaty? Or not?

            É o seguinte, hoje eu acordei as 03h15min em ponto da manhã. Por quê? Porque eu tive um sonho. Esse sonho não era nada mais, nada menos do que o Nathaniel me contando sobre que ele é espancado pelo pai. MANO QUE ODIO! Essa história não sai da minha cabeça! Já to ficando puta com isso. Vei, eu não sei se isso é preocupação, ou curiosidade, ou o caralho a quatro, só sei que essa história tá martelando na minha cabeça sem parar.

            Estou com a cabeça entre os braços na carteira na sala de aula. É aula de matemática. Todos estão se divertindo e eu queria estar me divertindo? Queria mais essa história não sai da minha cabeça. Eu to tão “pistola” com a minha mente que, só pra ter ideia, eu já mandei até o melhor fessor desse colégio, o Ricardo, fessor de matemática, toma bem no meio do cu. Já mandei também, a Karem, o Lysandre, o Kauê, o Castiel, a Ambre, a Leth, a Violette, a Kim, resumindo todo mundo! Literalmente, mandei até a diretora, que me colocou de castigo, vou ter que limpar a bosta desse inferno, do chão ao teto!

--Medy... –Falou alguém e eu levantei a cabeça para ver quem era. Era o fessor Ricardo. –Eu vou entender se você me mandar tomar no cu de novo, mas eu quero que me diga o que está acontecendo.

--Eu só to puta com a minha mente, porque essa mente desgraçada –Apontei para a minha cabeça. –Não tira uma história que na verdade não é minha dos meus pensamentos. Eu até sonhei com a droga dessa história e eu acordei as 03h15min da manhã e não consegui dormir mais por causa dessa história! É só isso.

--Quer ir pra casa? Eu te libero, e eu falo pra diretora que você está passando mal. Ai você fica outro dia limpando esse lugar.

--Fechado.

--Então arrume suas coisas e então vamos até a diretoria.

--O-Ok. Valeu fessor.

--Que nada. –Ele se virou e eu peguei minha mochila e comecei a ‘jogar’ literalmente as minhas coisas pra dentro da mesma. Castiel, junto com Karem e Lysandre se aproximaram de mim.

--Você vai embora? –Disse Lysandre

--Sim. –Falei.

--Por quê? Cê tá bem? –Disse Castiel.

--To ótima, é só um probleminha.

--E qual seria esse probleminha? –Perguntou Karem.

--Quando eu resolver ele, talvez, mas tá mais pro não –Levanto da cadeira –Eu conte.

--Mas... –Falaram juntos, mas eu interrompi.

--Tchau.

            Sai da sala e o fessor veio logo em seguida. Fomos até a sala da diretora. No caminho ele falou para eu virar atriz e fingir que estava passando mal. Claro que eu fui uma excelente atriz. Ela caiu que nem um patinho, até falou que eu não precisava mais limpar nada. E então eu fui pra casa e o fessor voltou pra sala. Eu fui andando até em casa. Por quê? Porque dessa vez viemos –Castiel e eu—No meu Zenvo e o Castiel que dirigiu desta vez, então o Keyless Entry ficaram com ele.

            A minha casa é longe do colégio? Sim, mas foda-se. Estava ventando um pouco. E eu estava de short e regata sem blusa de frio além do chinelo –Sim eu fui de chinelo para o inferno, fazer o que. Isso se chama preguiça.

            Cheguei em casa depois de um bom tempo. Subi e fui direto para o meu ape. Joguei minha mochila no chão do meu quarto e fui direto para o banheiro. Despi-me e entrei na banheira. Sai e coloquei um pijama de panda (Notas finais.), porque eu estava com frio. Fui pra cozinha e fiz um sanduiche. Fui até a varanda e me joguei no sofá. Fiquei observando a movimentação da cidade e comendo meu sanduiche.

            O Kill, a Kira e a Fray, apareceram do além e subiram em cima do sofá e ficaram em cima de mim. Fiz carinho neles e em seguidas eles adormeceram em cima de mim. Fiquei olhando pro teto. E o que veio na minha cabeça? Isso mesmo. A historinha do Nathaniel. QUE LEGAL! ESTOU MUITO FELIZ! ‘Ironia’.

Pensando: Meu santo pai! Tira essa história da minha cabeça!

            Fechei os olhos e comecei a pensar.

Depois de um tempo pensando.

--É isso, eu vou ajudar esse besta do Nathaniel! –Falei e em seguida meus bebês acordaram e saíram e cima de mim. –Mas como eu vou fazer isso? –Parei um pouco para pensar e então –Meu pai! Eu posso contar para ele sobre isso e então ele me da uma ideia.

Nossa... Acabei de perceber que eu to falando Pai e Mãe em vez de Math e Rafa. Essa história realmente mexeu comigo. Enfim, levantei e fui para o meu quarto. Entrei no closet e coloquei uma roupa qualquer (Notas Finais.). Penteei meu cabelo e então peguei uma bolsa. Coloquei dentro dela meu celular, fone, carteira e peguei o Keyless Entry do meu Koenigsegg agera red, e então fui até a cozinha. Coloquei ração para os meus bebês e sai.

            Desci até o estacionamento e então entrei no carro. Sai e fui até a o escritório do meu pai. Demorou um pouco porque o escritório dele é meio longe. Enfim, cheguei à frente do banco e estacionei. Sai do carro e então fui para dentro do banco.

            Lá dentro fui até uma secretaria.

--Olá, poderia ajudar? –Disse ela.

--Vim ver meu pai, Matheus Kill Clank.

--Não sabia que ele tinha uma filha. –Falou ela. Ela estava com um olhar estranho, que eu não gostei nadinha!

--Ele também tem uma esposa, tá?

--O que está querendo insinuar?

--Conheço mulheres atiradas de longe!

--Olhe aqui garota, me respeite!

--Vai ligar pro escritório do meu pai ou vai ficar enrolando?

--To vendo que você não teve educação.

--E o que você sabe da minha vida? Nada. Então não fale o que você não sabe! –Disse com o dedo na cara dela.

--Está com problemas, Amanda? –Falou um guarda que se aproximou.

--Não. –Falou a tal Amanda.

--Você vai ligar pro escritório do meu pai, ou eu mesma vou ter que fazer isso? –Falei.

--Respeite-a mocinha ou terá que se retirar! –Falou o guarda.

--Meu Deus! To vendo que eu vou ter que ligar! –Peguei meu celular e liguei pro do meu pai.

{Ligação –On}

Pai: Alô...

Eu: Oi pai

Pai: Eai filha, o que foi?

Eu: Eu to aqui em baixo e a sua secretaria ficou enrolando pra te ligar então eu tive que ligar. Dá pra eu subir até o seu escritório?

Pai: Claro. É... Passa pra Amanda.

Eu: Tá

{Ligação –Off}

            Dei o celular pra Amanda e então depois de um tempo ela me devolveu. Então subi até o último andar. Bati na porta e entrei.

--Que surpresa, você vir até aqui querida. –Falou meu pai assim que entrei na sala.

--Eu precisava da sua ajuda.

--Tá com algum problema?

--Mais ou menos.

--Fale. –Sentei na cadeira e então contei tudo pra ele. Comecei da parte que o Castiel tava procurando alguma coisa na mochila e tals. Depois de contar tudo meu pai falou. –Vei eu já não gostava do Augusto, agora o detesto mais ainda.

--Quem é Augusto?

--Augusto Martinez Negrete. O pai desse tal Nathaniel. Ele é o ex-dono da Lloyds Bank Commercial Banking, o banco da frente.

--Puta que pariu de quatro numa banheira!

--Sim, e põe de quatro nisso. Ele entra e sai no mesmo horário que eu. É um saco! Sempre quando eu saio tenho que ver ele do outro lado da rua. Enfim, esse Nathaniel é besta mesmo, mas eu não entendi pra que você quer a minha ajuda?

 --Pra ajudar o Nathaniel. Já que ele é idiota e não o denuncia, eu mesma vou fazer isso, mas eu precisaria de provas.

--Hum, entendo. Você disse que ele tem uma irmã, né?

--Sim.

--Você poderia criar uma desculpa para dormir na casa dela, que tal? –Disse ele e eu parei para pensar. Ele tinha razão, eu poderia dormir na casa dele e caso algo acontecer gravar ou filmar. MEU PAI É UM GENIO!!!!

--Vei, você é um gênio!

--Eu sei.

--E também um convencido!

--Você também é.

--É genética! –Então rimos. –Assim, eu a odeio e ela me odeio, qual desculpa eu arrumaria?

--Pelo que eu soube ela foi sequestrada um dia desses, né?

--Sim. –Eu acabei rindo um pouco porque eu me lembrei da cena dela pensando que ela seria morta e eu ia substitui-la.

--Você armou aquele sequestro, né?

--Não vou dizer que não, mas também não vou dizer que sim.

--Você é inacreditável!

--Mas ela mereceu ninguém mandou ela se meter comigo!

--Então você admite?

--Sim.

--Ai ai...

--Você é o gênio aqui, então pensa logo em alguma coisa.

--O bom seria que você tivesse que fazer um trabalho em dupla com ela e então você teria que ir a casa dela. Mas o trabalho teria que ser grande para ficar de noite e então você dormir na casa dela.

--Sim, mas não tem trabalho nenhum.

--Você pode fazer um acordo com ela. Assim, pelo que eu sei, no local do sequestro só teve digital dela, não é?—Ele olhou pra mim.

--Sim.

--Você pode usar a sua “inteligência criminal” e depor por ela, além de dar uma sessão de mudança no visual dela, que VOCÊ vai pagar. Pagar tudo, roupas, cabelo, unhas, e etc. Vai ser uma forma de você se desculpar indiretamente.

--Ok, então, mas... Eu não vou pagar nada! Nem ferrando eu vou gastar dinheiro com ela!

--Vai sim! Você tem mais de 3 milhões de dólares na sua conta, então você vai!

--Eu to juntando dinheiro para a minha aposentadoria, não quero gastar ele.

--Sua aposentadoria está longe de chegar, então você vai gastar SIM senhora!

--TÁ e eu não sou velha pra você me chamar de senhora, é senhorita. OK?

--Ok, senhorita, agora, pode ir.

--Ok. Manda beijo para aquela chorona. –Me levantei e andei até a porta. –Tchau pai.

--Tchau filha.

(...)

            Estou procurando aquela loira para eu colocar o “meu” plano em ação. Já andei/corri pelo colégio inteiro e nada dela. Decidi perguntar para as amigas dela.

--Ei, chinesinha. –Falei me aproximando da clone chinesa da loira.

--É Li, pra você! –Disse ela virando-se para mim.

--Ok, então... Li.

--O que você quer?

--Quero saber onde é que a loira... Digo a Ambre, está.

--O que quer com ela?

--Assunto particular entre ela e eu. Mas você vai ficar sabendo qualquer dia desses.

--Hum... Ela foi ao laboratório de informática com a Charlotte.

--Ok, valeu. –Sai e fui em direção ao laboratório de informática. Cheguei lá e lá estavam elas. –Olá para vocês duas. Bom, eu posso falar com você Ambre?

--Fale. –Disse ela.

--Em particular. –Falei.

--Charlotte, poderia nos dar licença?

--Claro, mas tome cuidado com esse inseto, miga. –Disse Charlotte.

--Já se olhou no espelho querida? –Falei para a clone 2 da loira. Ela me olhou com cara feia e então saiu. Fechei a porta do laboratório.

--Fala logo o que você quer.

--Então... –Travei. FUDEU!!! –Então... Eu queria te propor uma coisa.

--Propor? O que?

--Que tal a gente dar uma trégua? A gente poderia declarar um tratado de paz. Parar com essa rivalidade, sabe? –Ela começou a rir.

--E o que eu ia ganhar com isso? –Falou ela no meio dos risos.

--Além de é claro, sua popularidade de volta, também ganharia uma mudança de visual, que seria paga por mim, e também um closet inteirinho novo de roupas que estão na moda. Tudo seria pago por mim. –Ela arregalou os olhos e parou de rir. Ficou me encarando. –Claro que eu também ia depor ao seu favor, contra esse seu sequestro. Sabe, eu acredito no que você disse sobre, ter um clone, literalmente de você, que você é inocente. –Ela quase caiu da cadeira onde estava sentada. –Eu sei, é estranho saber que a pessoa que você mais odeia acredita em você. –Como eu sou atriz, mano!—Mas assim, só encontraram suas digitais naquele lugar, talvez a pessoa que armou isso pra você já viu você, e talvez, já tocou em você. Ai ,como nos filmes, eles fizeram copias das suas digitais e colocaram em todo lugar.

--É isso, faz sentido.

--Então, aceita? –Ela ficou um pouco pensativa. –Saiba que pra isso, você só vai ter que fazer uma coisinha. Não se preocupe é uma coisinha de nada. –Ela ficou em silencio por mais um tempo.

--Ok. Eu... Aceito. O que eu vou ter que fazer?

--Me deixar dormir na sua casa, hoje.

--Isso? Você pode dormir na minha casa quando quiser! –Falou ela com um sorriso de orelha a orelha.

--Que bom. Então, dá pra gente fazer a sua mudança hoje depois do colégio?

--Claro.

--Ótimo!!! –VALEU PAI!! TE AMO!!! Ela levantou e veio até mim. Estendeu a mão para que eu apertasse e assim fiz. Apertei a mão dela

            O sinal do final do intervalo tocou e então fomos para a sala. Fiquei um pouco tipo “Que bosta eu acabei de fazer?”.

(...)

            Estou esperando a Ambre no estacionamento com o Castiel. Ele ainda não entende porque eu vou dar uma mudança de visual pra ela. Mas eu não posso dizer agora. Ele se despediu de mim e então foi embora e lá fiquei esperando ela.

            Um tempo depois ela chegou e então fomos primeiramente almoçar, e depois fomos para o Shopping. E LÁ VOU EU!

 

 

 

 

Continua...


Notas Finais




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