História Imagine Diabolik Lovers - Capítulo 5


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Imagine, Imagine Diabolik Lovers, Vampires
Exibições 206
Palavras 935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem, apesar de ter ficado pequeno.
Boa leitura, aproveitem!

Capítulo 5 - Imagine Mukami Yuma ( hentai )


Fanfic / Fanfiction Imagine Diabolik Lovers - Capítulo 5 - Imagine Mukami Yuma ( hentai )

Eu estava em um relacionamento sério com Yuma há sete meses. Era tudo simplesmente perfeito e eu não poderia pedir por um namorado melhor. Ele me dava carinho, atenção e prazer sempre que podia. E também me ajudava com a lição de casa que não conseguia fazer. Nós costumávamos ficar em seu jardim, colhendo os tomatinhos, conversando, rindo. Era ótimo.

Mas eu tinha os meus períodos, era difícil controla-los. Sempre fui uma garota com pouquíssimos amigos e muita insegurança, com a auto estima baixa. Eu costumava me julgar bastante, antes de conhecer Yuma. Claro, ele não era do tipo que se preocupava com isso, mas eu sim, o que provocava alguns desentendimentos por minha parte e desta vez não estava sendo diferente. Era chato ter que obrigar Yuma a lidar com os meus momentos infantis de garotinha, mas eu não conseguia evitar.

- VOCÊ SÓ SE IMPORTA COM ESSES MALDITOS CUBOS DE AÇÚCAR! – Falei gritando e atirando os potes de vidro na direção de Yuma, que por sorte desviou de todos. Em pouco tempo estavam todos quebrados em pedacinhos no chão. Ruki suspirou ao ver a bagunça.

- P-Porca, se acalme! – Pediu desajeitado e tentando se aproximar de mim.

Eu ignorei Yuma, deixando que uma lágrima caísse de meu olho. Subi as escadas para meu quarto, querendo ficar sozinha. Já fazia um tempo que eu estava me sentindo assim, insegura sobre meu corpo, e agora a TPM vinha atacando.

Fiquei um bom tempo sozinha e choramingando igual a uma criança no travesseiro até decidir tomar um banho quente. Me olhava incrédula no espelho apenas com as roupas íntimas e me perguntava mentalmente “Como Yuma poderia gostar de alguém assim como eu?” na minha visão, meu corpo era magricelo e cheio de hematomas e cicatrizes. Suspirei me virando e para minha surpresa, o ruivo estava bem atrás de mim, encostado na parece com os braços cruzados e uma expressão brava.

- O que você está fazendo? – perguntou, com arqueando a sobrancelha direita.

- Nada. – Falei disfarçando as lágrimas no rosto.

- Isso de novo, porca... – Ele suspirou. – Tch, eu não dou a mínima pra como você se parece. – Falou se aproximando até me prensar contra a parede. – Eu quero você e eu vou tê-la, certo? Porque você é minha! E nada vai mudar isso, então pare de se preocupar. – Deu um sorrisinho e abaixou sua cabeça o suficiente para me beijar. Um beijo gostoso e demorado. – Você é perfeita desse jeitinho.

Suas palavras me deixavam cada vez mais confiante e feliz. Eu adorava estar com ele, sua companhia e mais do que tudo, o amava muito. Ele era a melhor pessoa que eu conhecia e... ele também me aceitava do jeito que eu era.

Senti suas mãos grandes, os dedos largos passearem por meu corpo, indo até o fecho de meu sutiã e o abrindo. Yuma sorriu antes de abaixar sua cabeça e abocanhar um deles, enquanto acariciava o outro. Os apertos de Yuma eram fortes, fazendo com que eu gemesse e me excitasse. Ficou alguns minutos nisso, chupando-os.

Desceu mais um pouco com a trilha de beijos passando por minha barriga. Abaixou a calcinha até as coxas, segurando-me com força para ter certeza de que eu não escaparia e manteria as pernas abertas. Começou lambendo meu clitóris por alguns segundos e logo depois para minha entrada. Chupou os lábios da vagina antes de penetrar sua língua ali. Gemi alto, não esperando isso.

- Yuma... – Murmurei seu nome, enrolando meus dedos nos fios de cabelos ruivos bagunçados dele.

Ele parou, me puxando para cama e se colocando por cima, lambendo e chupando meu pescoço. Se atreveu a descer os chupões para meu ombro e dar uma forte mordida ali, sugando meu sangue. Ele sabia que eu era forte – o que provavelmente o fazia gostar ainda mais de me sugar – e não ficaria anêmica tão facilmente. Levei meus dedos até a barra de sua camiseta e a levantei, deixando que ele retirasse o resto das peças de roupas e em questão de segundos, ambos estávamos nus.

Primeiro, ele voltou à lamber meus seios e os apalpar, penetrando dois dedos em mim. Eles eram largos, conseguiam ir muito fundo, o que causava ainda mais prazer. Encostara sua testa na minha, consequentemente fazendo com que as respirações se chocassem uma contra a outra. Os movimentos dos dedos eram rápidos e circulares, alargando minha entrada.

- Eu não vou ser gentil, porca. – Foi a única coisa que disse antes de retirar os dedos de mim, e eu assenti.

Pude ver seu membro grande e ereto. Ao senti-lo inteiramente dentro de mim, soltei um gritinho, mas logo consegui me recompor. Ele era realmente grande e grosso, mas nenhuma surpresa vindo de Yuma. Começou devagar, apenas para que eu conseguisse me acostumar com a dor, mas com o passar do tempo foi indo cada vez mais rápido. Nós gemíamos juntos sem nos importar com tamanho barulho que fazíamos, os outros irmãos já deviam ter se acostumado com isso.

Yuma tinha seu corpo colado ao meu, tudo estava quente, meus seios roçavam em seu peitoral e nós mantínhamos contato visual, era tudo muito bom. Insistia em arranhar suas costas com força, provavelmente deixando alguns filetes de sangue por ali, enquanto trocávamos beijos quentes e vorazes.

- Goze para mim... – Disse. Eu já poderia sentir o orgasmo chegando, mesmo fazendo meu máximo para contê-lo, foi tudo muito rápido, perfeito.

Ele se retirou de dentro de mim, suspirando profundamente e ambos tentávamos retomar o fôlego. Tinha sido maravilhoso. Sorrimos um para o outro, fazendo que sim com a cabeça e ele voltou a me beijar. 


Notas Finais


O que acharam? Gostaram? Se sim, não esqueça de comentar, fazendo pedidos de futuras Imagines ou críticando positivamente.
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Até a próxima Imagine, darlings!


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