História Acorrentados ao Destino - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Acorrentados, Destino, Drama, Kuudere, Maldição, Psicopata, Romance, Terror
Visualizações 52
Palavras 1.660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


AeHOOO! Desculpem a demora xD
Eu tive muitas coisas a fazer, e estive bem ocupada.
Mas prometo que o próximo capítulo será mais longo, e virá mais rapidamente!
Sabem esse desenho da capa? Fui eu quem fez :3
Digam nos comentários se gostaram dele *0*
Boa leitura!

Capítulo 4 - Minha Diana.


Fanfic / Fanfiction Acorrentados ao Destino - Capítulo 4 - Minha Diana.

 

 

No capítulo anterior..

 

Diogo

O quê está acontecendo comigo? Por que eu tive que ver aquela cena horrível? 
Será que eu estou ficando louco? Eu não quero prosseguir com esta caminhada agora. Quero voltar. Quero saber mais sobre o que está acontecendo.

Eu quero.. Eu quero rever você, Diana.

 

Será.. Será que eu posso contar sobre isso pro Doddy? Bem.. Não custa nada, ele é meu amigo.

- Ei, Doddy.. Posso te contar uma coisa?

Doddy me encarou e assentiu com a cabeça. Expliquei toda a situação detalhadamente enquanto caminhávamos, e ele também não sabia o que teria acontecido comigo. A única coisa que disse, foi que eu não deveria contar isso a Diana. Isso poderia irritá-la e muito.


Narradora

-------Na casa de Diana-------

- O que foi, Maya? Não se lembra da sua sogra querida? Ou devo dizer, “quase sogra”?

- Do que está falando, sua louca? Quem é Maya?

- Não se faça de desentendida! - gritou a mulher após socar fortemente a face da garota - cadê a Maya de antes? Aquela doce garota, que nunca dava respostas assim?! 

- Saia daqui! - Diana estava começando a se irritar.

- Vamos, desgraçada! Pare de fingir e mostre sua verdadeira personalidade! Cadê a Maya de antes, hein? - gritou enquanto dava outro soco.

- Sua maldita.. - disse Diana com a voz trêmula de ódio - Vou te matar! - gritou com todas as forças enquanto tentava acertá-la com uma espada que tinha acabado de pegar. Mas o ato foi em vão. A garota não era tão boa em mira, e para deixar a situação mais difícil ainda, a mulher tinha movimentos rápidos.

- Hm.. - disse a mulher enquanto encostava o dedo indicador no lábio inferior - pelo visto, durante todos esses anos você tenha se esquecido de mim, não? - ela continuou, só que desta vez num tom sério – Eu pensei que estivesse morta. Era para você estar morta!

- Morta? Ficou louca?! Eu nunca te vi em toda minha vida!

A mulher parou um pouco e pensou. 

- Como não?! Não seja sínica! – seu tom de voz mudou, para aveludado – Bem, nos veremos em breve. Espero que sua memória de refresque até lá, ok?

Diana continuava sem entender nada.

- Até mais - disse a mulher enquanto pulava pela janela.

- Q-Quê? Volte, maldita! Ainda não acabei com você! - gritou Diana furiosamente enquanto perseguia a mulher.

Diana corria e corria atrás daquela mulher que escapava sem nenhum esforço, até que por coincidência (ou não) dá de cara com Diogo e Doddy. O vento sopra fortemente em seus cabelos. Os jovens encaram-se de olhos arregalados enquanto a mulher ia lentamente para trás das árvores.

A jovem havia se perdido no meio daquele olhar inocente de Diogo, e só voltou a si quando ouviu uma risada baixinha que ecoava pela floresta. Era aquela desconhecida mulher. Olhou para os lados, mas não viu ninguém.

- Será que é tão difícil de me enxergar, criança inútil?

Diana rapidamente olhou para cima e lá estava a mulher, de pé num galho alto. Ela ainda continuava sem entender nada.

- Pare de fazer essa carinha confusa! Só falta dizer que não sabe meu nome também! – gritou a mulher com as mãos na cintura.

A jovem nada dizia.

- Nadine. Esse é o meu nome. Não tem como esquecer. Afinal, é o nome da sua futura.. – fez uma pausa e continuou – Assassina.

Os dois garotos olhavam a cena de olhos arregalados, enquanto Diana não dava importância ao que ela dizia.

- Hm, é mesmo? – perguntou a jovem enquanto arqueava uma das sobrancelhas – Prove, maldita.

- Você é corajosa, para alguém que está prestes a morrer juntamente com ele – disse Nadine apontando para Diogo.

- Q-Quê? Por que eu? – gritou o rapaz assustado.

- Faz parte de meu plano. Matarei dois coelhos com uma cajadada só, literalmente – deu um sorriso sádico. O casalzinho irá pagar por tudo o que me fez!

- Que plano inútil. Não há casal algum, ele é só um idiota que se achou no direito de invadir minha casa – disse Diana com um ar despreocupado.

Diogo sentiu uma pontada no coração. Ele mal começou a se interessar dela, e já escuta algo desse tipo? Não iria ficar desse jeito. O garoto teve que revidar:

- Não sou idiota! Ela que não passa de uma inútil, sem emoção alguma!

- O que disse? – disse Diana com um tom ameaçador enquanto o fitava.

- I-Isso mesmo que você ouviu! – ele não queria dizer aquilo, mas a situação pedia isso.

- Você é idiota? Fora eu quem te salvou de passar frio a noite! Mal agradecido!

- Eu não sou idiota, muito menos mal agradecido!

Nadine sorriu maliciosamente. Ela estava gostando de ver aquela discussão. Em seguida, sumiu lentamente entre as árvores.

- Claro que é! O único garoto que presta entre vocês dois é o Doddy!

Doddy ficava sem saber o que fazer diante da cena.

- Tá dizendo que eu não presto?

- Além de idiota é lerdo. Claro que sim!

- Pelo menos eu não sou assassino! – Doddy ficou impressionado fez um gesto de “Não! Você não poderia ter dito isso!”. Porém, era tarde demais.

Os olhos de Diana arregalaram-se em menos de um segundo.

- O que.. O que disse?

- Isso mesmo! SUA ASSASSINA! – gritou Diogo enfurecido. Ele acabou se descontrolando – pensa que eu não sei? Foi você quem matou aquele tigre!

- ...

- O que foi? Ficou sem palavras agora?

- Calado. Você não sabe de nada.

- Ah, sei sim! Vai me dizer que já matou outros antes dele?

- Ora seu..

- Pelo visto matou sim. – disse por sim, com uma expressão provocadora – Ah, e também..

- CHEGA! – interferiu Doddy – Você tem ideia do que disse?

Logo em seguida Diogo voltou a si. Porém, Diana ainda o encarava de olhos arregalados. “O que foi que eu fiz?” pensou Diogo.

- D-Diana, desculpe.. Eu não sabia o que estava dizen..

- VÁ PRO INFERNO! – gritou a garota enfurecidamente. Logo em seguida saiu correndo em direção a sua casa que estava longe dali.

- Diogo! O que deu em você? Não precisava falar assim!

- E-Eu não sei! Não pude me controlar, quando ela disse isso de mim... – Tentou contornar a situação – E além do mais, foi ela quem começou esses xingamentos!

- Talvez seja verdade. Mas você se esqueceu de um detalhe.

- O que seria?

- Mesmo sendo agressiva às vezes, ela ainda é uma garota. E pode ter ficado magoada com o que você disse, mesmo sendo verdade.

- É... Tem razão. Que merda eu fiz. Mas, e agora?

- É meio óbvio, vá pedir desculpas. O máximo que pode te acontecer é ela te dar uma facada.

Os dois garotos riram.

- Certo – disse Diogo se recuperando – Vou atrás dela.

-------Longe dali-------

 

Diana estava caminhando desnorteada, e preocupada. Ela não fazia a mínima ideia de como Diogo descobriu sobre aquilo. Ela estava na frente de sua casa e prestes a entrar quando pensou melhor e continuou sua caminhada. Ela sabia que Diogo iria procurá-la ali.

A garota não parava de pensar no que o estudante tinha dito a ela. “Assassina”; essa palavra ecoava em sua cabeça. Diana continuava a pensar nisso preocupada, e nem percebeu que estava saindo da vila. Quando se deu conta, tinha saído da floresta. Avistou uma fogueira de longe e seguiu em direção à mesma, torcendo para encontrar algum conhecido.

Deu de cara com alguém familiar. Este estava sentado na frente de sua barraca, virado para uma fogueira. Seus olhos brilharam assim que avistaram Diana. Era um rapaz alto, forte, loiro e de olhos dourados. Usava uma regata verde-musgo e uma faixa na cabeça com a mesma cor. Seus cabelos eram penteados para o lado e este usava botas marrons com uma calça do exército.

- D-Diana? Não é possível! – disse empolgado depois que levantou rapidamente para pegar em suas mãos.

- Vinicius? E-Eu.. Eu achei nunca pensei que fosse te ver de novo! – respondeu a garota surpreendida.

- Eu nem acredito! Como eu senti sua falta! – quando disse isso, Vinicius abraçou Diana enquanto sorria. Esta correspondeu o abraço com um pequeno sorriso.

- Pelo visto, você não está muito bem por aqui, não? Que tal vir morar comigo? Tenho uma cama sobrando no quarto de hóspedes.

- Claro! – disse o rapaz enquanto pegava seus pertences e guardava na mochila.

Diana estava guiando o rapaz até sua casa, quando acaba deixando escapar sua expressão de cansaço. Ela não estava passando bem.

- Ei.. Você tá com uma cara de abatida. O que houve?

- Não.. Não aconteceu.. Nada – disse com uma voz fraca. Em seguida, a garota acaba desmaiando, e é segurada por Vinicius antes de bater contra o chão.

O garoto segura sua mochila pela frente, põe Diana em suas costas, e segue reto pelo caminho torcendo para que seja a direção da casa da garota.

-------Não muito longe dali-------

Diogo entra na casa de Diana e olha em todos os cômodos desesperado, ainda com esperanças de encontrar a garota. Porém, foi em vão. Não havia ninguém na casa. O garoto decide sair do local e adentrar na floresta. Ele queria encontrá-la de qualquer jeito.

Enquanto isso, Vinicius finalmente encontra a casa de Diana. Procura o quarto da mesma, e a coloca para descansar em sua cama enquanto vai até a cozinha beber água. Quando retorna ao cômodo, vê que a jovem continua a dormir. Ele aproxima-se dela, coloca um cobertor sobre a mesma, senta no chão ao lado da cama, e começa a acariciar seus cabelos enquanto a observa. O garoto tinha um olhar sereno, como se estivesse com uma sensação nostálgica.

Espiando de longe estava Nadine, olhando cada gesto.

- Ora, ora, se não é o inútil do Vinicius demonstrando seu amor por Diana. Não darei tempo para que essa cretina descanse, irei atacá-la novamente, aqui e agora – disse com um sorriso maligno.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
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Qualquer sugestão, ou correção, me avisem <3


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