História Behind The Secrets - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Ryan Butler
Visualizações 3.903
Palavras 3.366
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura meninas. Prestem muita atenção em tudo rs.

Capítulo 10 - Do it to me


- Posso te fazer uma pergunta indelicada? - Olhei-o, esperando sua reação, que assentiu rapidamente. - Você já namorou? Ou amou alguém? - Sei que fui completamente indelicada ao perguntá-lo isso, mas estava pensando sobre desde que chegamos aqui. 

Jason parecia surpreso com a minha pergunta, e ficou sem dizer nada por alguns segundos, provavelmente pensando na justificativa de sua resposta. 

- Namoro sério? Uma ou duas vezes. Amar mesmo, não. Mas já gostei muito de algumas garotas. - Ele disse ainda tranquilo, como se estivesse tirando um peso da consciência, por nunca ter se apaixonado por ninguém. Confesso que mesmo imaginado que ele dissesse isso, eu tinha esperanças de que ele falasse que ao menos se apaixonou uma vez na vida. 

- Sério? Como você... como nunca amou alguém? - Falei curiosa no assunto, e ele parecia não estar muito a fim de continuar falando sobre.

- Não sei. - Deu os ombros sem saber o que dizer. - Não controlo isso. Apenas não amo. - Falou de uma maneira tão fria, que tive plena certeza de que ele não queria literalmente nada comigo. Não sei se isso é bom ou decepcionante. 

- Não consigo entender. - Falei com a voz suave, para manter a conversa neste tom.

- Por que? - Questionou ao cruzar as mãos ainda em volta de minha cintura, com seu quadril colado ao meu.

- É inevitável você se envolver com centenas de pessoas e não se apaixonar, ou gostar verdadeiramente de pelo menos uma. - Olhei fixamente em seus olhos, que evitava desviá-los dos meus.

- Nenhuma delas me conquistou. Pode não parecer, mas para que uma garota me conquiste, além de ser boa, ela tem que ser o meu tipo de garota. - Falou com um ar sagaz, como se estivesse pensando em algo. 

- Huh... quais são as suas condições? - Falei ao esconder os lábios com os dentes, humorizando o que ele disse. 

- Com o tempo você descobre... - Sorriu ao dar-me um lento beijo nos lábios. - Vamos para a minha casa? Não estou mais aguentando isso. - Falou empolgado, e deu-me um leve beijo no pescoço.

- Isso, o que? - Fiz-me de desentendida, para ouvir sua explicação.

- Você sabe. Vamos? - Falou ao ajeitar seu boné na cabeça. - Por favor. - Ele não é tão educado quando se trata de perguntas, e um por favor, pode ser considerado um avanço.

- Ainda é cedo. Quem sabe mais para a frente. - Falei desviando o olhar dele, que  lambeu os lábios olhando para os meus.

- Você vai me evitar? - Falou como se estivesse fazendo um mero drama. Ri e não respondi. Ele colocou ambas as mãos entre meus cabelos e beijou-me nos lábios com completa ambição. Foi algo completamente tentador e duradouro. Eu não queria que ele parasse por nada neste mundo. Jason deslizou seus lábios até o meu queixo, passando a beijar-me pausadamente no pescoço, o que me trouxe um frio na barriga. 

- Vamos Mellanie. - Falou forçando sua voz, o que a deixou rouca e baixa. Fechei os olhos devagar, sentindo sua respiração colada em minha nuca. Eu não tinha nada a perder, mas não posso me entregar a ele tão fácil. Neguei com a cabeça o mais devagar que pude, e ele foi dando passos para a frente, fazendo-me acompanhá-lo saindo da areia.

- Só se você me carregar nas costas e correr por toda a praia. - Falei rindo, como se o que eu acabara de dizer não valesse de nada.

- Sério? - Falou surpreso, e parou em minha frente. Assenti rindo, para ver o que ele falaria sobre.

Novamente, fui pega de surpresa. Ele grudou com os braços na minha coxa e me carregou de ponta-cabeça, deixando-me com a cabeça literalmente em sua bunda. Quando eu falei que era para me carregar de costas, além de estar brincando, ele deveria me carregar de costas, para que eu grudasse em seu pescoço, e não em suas pernas.

- Você está louco? Me solta Jason. - Falei me debatendo com as pernas e braços em seu colo para que ele me soltasse, o que não adiantou nada. - É sério. Me solta. - Gritei tentando chamar sua atenção, que começou a rir e a correr pela beira da praia.

- Você pediu. - Ele apertou minhas coxas com vontade, se aproveitando da situação.

- Para com isso. - Gritei. - Eu vou morder sua bunda! - Falei tentando parecer séria, e ele gargalhou alto. 

- Eu gosto. - Continuou correndo pela praia, e além de estar enxergando tudo de ponta-cabeça, não dava para ver o quanto já andamos. Creio que mais de 2Km. Como ele corre tão rápido? Desde que saímos de onde estava o carro, me debati para que ele me soltasse, e realmente pensei em mordê-lo, mas ele está de calça, o que não facilita nada. 

- Você não está cansado não? Para caralho! - Continuei gritando feito louca para que ele parasse de correr, e mesmo assim, ele continuava correndo disparado. Eu tentei ficar irritada com a situação, mas ao mesmo tempo, eu estava me divertindo, e ele também. 

Após mais de 5 minutos gritando, ele parou de correr e suspirou tão fundo, que pude sentir o quanto estava cansado.

- Podemos ir embora agora? - Falei impaciente, e ele parou de rir.

- Para a minha casa, você quis dizer. - Falou risonho e colocou-me finalmente no chão, passado as mãos no cabelo. Seu braço completamente definido realmente o tornava ainda mais sexy quando exausto e soltou uma respiração ofegante, seguido por um sorriso. Não sabia o que responder. Eu estava brincando quando disse que apenas iria se ele fizesse o que fez. Eu posso até ir, mas nada além do óbvio irá acontecer. Ele pegou as chaves do meu carro que estavam em meu bolso e caminhamos de volta até o mesmo bem devagar. Demoramos, mas chegamos. Entrei no carro e ele sentou-se no banco do passageiro. Colocou seu cinto de segurança e fivelei o meu para colocá-lo. Suspirei ainda cansada e liguei o carro, dei a marcha e saímos de lá. Ele parecia não estar mais tão cansado quanto antes.

- Você já se recuperou? - Falei olhando rapidamente para ele, ao voltar meu olhar para as ruas.

- Minha rotina é bem mais exaustiva e prazerosa. Já me acostumei. - Falou risonho e deu os ombros gabando-se.

- Você dorme com tantas garotas assim? - Falei curiosa, esperando que ele respondesse que não.

- Com que frequência você se refere? - Falou olhando-me e sorriu sacana. 

- No mês. - Falei sem pensar, para que ele respondesse logo.

- Duas ou três vezes por semana. Isso porque eu não tenho namorada. - Falou ao colocar sua mão sob minha coxa, acariciando-me.

- Você realmente não presta. - Revirei os olhos indignada com o que ele disse, como se fosse algo normal.

- Não é assim também. Isso é porque eu sou bom. - Gabou-se, enquanto mexia no celular.

- Isso é o que você pensa. Seu ego está gritando mais alto. - Falei na tentativa de divertí-lo, que sorriu.

- Você não sabe. - Falou atropelando as palavras. Juro que pensei sobre ir à casa dele o caminho todo, e não cheguei à nenhuma conclusão correta. Eu estava louca para entrar na casa dele, mas eu não posso cometer um erro como esse, tão cedo. Estacionei em frente à sua casa.

- Estacione na garagem interna. Os outros não precisam ver seu carro aqui. -  Falou ao apontar o mini-controle para o enorme portão, que abriu para cima lentamente.

- Eu não vou descer. - Falei certa do que acabara de dizer. Eu não posso ficar aqui na casa dele. - Se minha mãe chegar em casa e descobrir que eu estou aqui, não será legal. - Falei com o carro em ponto morto, parado em frente à sua garagem.

- Que horas ela chega? - Olhou-me esperando a resposta.

- Meia noite. - Falei baixo.

- Você ainda tem 4 longas horas para chegar em casa. - Pegou na minha mão, para que eu ligasse o carro e estacionasse em sua garagem. Sem mais desculpas, fiz o que ele disse e, dentro da garagem havia 3 carros e duas motos. Isso porque ele mora sozinho. Assim que estacionei, ele desceu do carro.

- Venha Mellanie. - Abriu a porta do carro para que eu saísse e assim fiz. Deixei minhas chaves no chaveiro da parede, ao lado dos carros. Olhei para trás, procurando-o, que apareceu em minha frente e deu-me um beijo. Ele parecia empolgado a cada vez que me beijava. Suas mãos seguravam meu rosto para que eu não me afastasse, e ele me colocou contra a parede, descendo cada uma de suas mãos em minhas pernas, conduzindo-me a ficar em seu colo. Continuei a beijá-lo nos lábios, que abriu a porta que dava para o primeiro andar da casa e ainda sem enxergar nada, chegamos em um lugar escuro e silencioso. Abri os olhos para conferir, e estávamos na sala. Ele apertava minhas pernas como se fosse sua maneira de saciar o desejo. Eu não fazia ideia do qe ele estava sentindo no momento, se é que ele realmente sentiu algo. Eu, por exemplo, estava apreensiva e louca para que tudo ocorresse como eu imaginava. Jason me beijava nos lábios como se quisesse algo a mais naquele exato momento. Eu não conseguia pensar em nada, a não ser no que estava acontecendo. Eu sentia uma vontade incontrolável de sentí-lo por completo. Deslizei minhas mãos em seu pescoço, até sua camisa e arranhei-o com as unhas, passando a beijá-lo em seu pescoço, que sorria de leve, como se estivesse gostando. 

- Nós vamos cair. - Falei ao pausar meu beijo ainda em seu pescoço. Ele começou a subir os degraus até que chegamos ao segundo andar, e ele apalpou minha bunda com tamanha vontade, como se quisesse fazer isso há tempos. 

Estava sentindo-me tão bem com ele, que não reclamei de nada. Ainda na completa escuridão, entramos em um dos quartos ele continuou segurando-me nas pernas, para que eu não saísse ou caísse do seu colo. Jason virou-se de costas, colocando-me na parede e desencostou suas mãos, fazendo com que eu tocasse meus pés no chão. Eu não sabia onde estava, e a única iluminação do quarto era transmitida pela luz da rua, o que me fazia apenas enxergar o sombreado de seu corpo e a porta que dava para o corredor. Ele tirou sua camisa, jogando-a para o lado e voltou a beijar-me com mais concupiscência, o que me tirou do sério. Senti seus músculos tocando meu corpo, e minhas pernas bambearam só de pensar no que ele era capaz de fazer. Passei minhas mãos em seu peitoral, e mesmo no escuro, observei que haviam várias outras figuras pelo seu corpo todo.  Ele não me soltava por nada, e continuou a deixar-me presa, sem poder ao menos mover os braços com liberdade.

- Eu quero você. - Ele disse a mesma frase repetidamente, com a voz grossa e com um repleto anseio. Ouví-lo dizer aquilo me trazia ainda mais excitação, se é que isso é possível. Eu queria que ele aproveitasse o momento, ou apenas o que estava prestes a acontecer. Abaixei aos poucos, e ele me seguiu com o olhar tentado entender o que eu estava fazendo. Tirei minhas sapatilhas e desabotoei sua calça. Ele soltou um riso safado, como se imaginasse o que eu queria fazer. Enquanto abri seu zíper devagar, ele acariciava meus cabelos, com a cabeça apoiada na parede. Puxei sua calça um pouco abaixo da marca da cueca, e pude ver sua box azul turquesa. Desci minhas mãos por toda a sua cueca, e percebi que ele estava um tanto excitado. Seu membro estava literalmente ereto, e assim que passei a mão por cima, senti meu corpo congelar por dentro. Ninguém precisava me dizer o que fazer, porque o que eu mais queria, era o que estava prestes a acontecer. Não sei o que me deu na cabeça para fazer isso, mas o desejo era incontrolável. Ele resmungava antes mesmo que eu tomasse as atitudes corretas, o que estava me deixando ainda mais confiante de que ele iria gostar.

Apertei seu membro com força, ainda que por cima da cueca e suas pernas bambearam, quase tocando seus joelho na parede, já que eu estava entre eles, de joelhos. Assim que abaixei parte de sua única peça íntima, deparei-me com a visão de algo sobrenatural, do que eu estava acostumada. Peguei-o nas mãos e passei os lábios em volta de sua glande, que soltou um gemido baixo, como se quisesse dizer algo. Lambi-o devagar e ele se estremeceu novamente.

- Mellanie... a porra. - Falou ao apoiar com a cabeça no antebraço, que estava encostado na parede. Sua voz parecia fraca, como se ele não tivesse forças para dizer algo. - Vai. - Falava praticamente para si mesmo. Coloquei-o até onde consegui na boca e passei a chupá-lo do começo ao fim. Jason estava inquieto, e não parava de gemer em meio a resmungos de completo prazer. Continuei chupando-o como se estivesse devorando um doce, e ele respirava fundo enquanto sussurrava meu nome. Nada melhor para se ouvir em um momento como aquele. Ele bateu com sua cabeça na parede e continuou a gemer cada vez mais alto, enquanto eu me divertia provocando-o. 

- Cadê a porra? - Manifestei-me pela primeira vez, falando com a voz baixa. 

- Est... - Parou a frase na metade, e instantaneamente ejaculou em minha boca, o que me fez engolir direto o terrível e prazeroso liquido quente, derramando pouco no chão. Voltei a chupá-lo, que parecia sem forças. Raspei com os dentes, que gritou com a voz máscula e lambeu lentamente seus lábios. Subi novamente sua cueca para o comprimento que ela deveria estar, e fiquei de pé aos poucos.

Ele estava inquieto e ao mesmo tempo não dizia nada. Parecia estar sem reação. Ele não se espressava. Apenas bambeava suas pernas apoiando com as mãos na parede, em minha frente. 

- Isso se chama ser boa. - Falei com os lábios próximos aos dele, que não abria os olhos por nada.

- Eu não... eu... - Ele assentiu com um sorriso de lado e parou no meio da frase, sem terminá-la para que eu pudesse entender o que ele quis dizer com isso.

Sorri e subi sua calça deixando no comprimento que estava antes, quase no meio de sua bunda. Joguei seu boné no chão e ele tirou o relógio, deixando-o em uma cadeira que estava ao nosso lado. Ele permaneceu respirando forte, com seu rosto colado no meu. Estiquei minha língua para que tocasse em seus lábios, e ele mordeu-a, beijando-me instantaneamente. Eu não fiz praticamente nada, e ele quase enlouqueceu. Gosto de comandar os homens.

Ele virava minha cabeça com as mãos para se acomodar na posição do beijo, e meu organismo parecia entrar em transição para que essa excitação acabasse. Por hoje, eu não estava satisfeita, mas creio que o tenha surpreendido. Após diversos beijos, até ele se recompor, Jason apertou meu quadril como sempre e colou seu corpo no meu.

- Você é incrível. - Respondeu minha pergunta minutos depois, como se tivesse pensado em como me dizer isso.

- Incrível, como? - Forcei a barra, para que ele tentasse explicar o que disse. 

- Surpreendente. - Falou ao fechar os olhos vagarosamente. 

- Eu causo esse efeito nas pessoas. - Falei brincalhona para ver sua reação, que abriu um enorme sorriso e deu-me um selinho. 

Para ser sincera, eu não estava tão confiante quanto deveria, mas, felizmente a reação dele foi melhor do que eu imaginava. Senti algo estranho quando ergui novamente sua calça e olhei para ele, um tanto envergonhada por fazer isso sem nenhuma cerimônia ou jogar algum charme... apenas aconteceu. Ele parecia tranquilo e leve, como se estivesse mais calmo desde que chegamos aqui. Ainda na parede, ele pegou nas minhas mãos, colocando-as para baixo junto as dele até tocar em sua calça. Roçou seus lábios nos meus e mordeu-os bem devagar. Eu queria que ele dissesse algo, ou demonstrasse se realmente havia gostado ou não. Já que eu comecei, pelo menos até a metade temos que ir. Empurrei-o para trás, sem saber para onde ir, já que não enxergava quase nada e ele puxou-me junto, e caímos em uma cama, aparentemente alta, e tamanho King.

Deixei-o deitado no edredom e beijei-o nos lábios, apoiando com os joelhos na cama, e com as mãos também. Eu não estava o tocando, a não ser pelos beijos. Ele colocou suas mãos em minhas costas, pressionando-me para que tocasse seu corpo no meu. Joguei todo o meu cabelo para um lado só, e continuei a beijá-lo com ferocidade, e pude sentir seu coração palpitando cada vez mais aceleradamente. Ele apertava meu corpo com tamanha força, que eu me estremecia aos poucos. Deitei-me completamente em cima dele, que ameaçava tirar minha blusa abaixando-a pelos ombros. Eu os ergui para que ele não fizesse isso, e sorri para que ele entendesse o recado. 

O celular dele começou a tocar no bolso, e ignorando a chamada, ele insistiu em mais um beijo. 

- Pode ser importante. - Falei ao me afastar dele, ficando quase sentada na cama. Jason tirou-o do bolso e atendeu.

Enquanto ele falava provavelmente com um amigo, fiz um coque relaxado no cabelo e cruzei as pernas esperando que ele desligasse. Assim que atendeu, sua voz estava baixa e quase não saía. Ri e ele forçou a garganta para que voltasse ao normal. “Sem chances Ryan. Estou muito mais ocupado do que você imagina”. Ele disse ao sorrir e falou novamente, provavelmente sobre mim. “Você não faz ideia. Tem sido provavelmente a... depois falamos sobre isso”. Ele olhou-me sorrindo sem graça e em instantes desligou. Inclinei minha cabeça para que a luz batesse mais no rosto dele, para que eu pudesse vê-lo. 

- Por que você não terminou de falar? - Falei olhando para ele que deixou o celular do outro lado da cama.

- Assunto de homens. - Falou sério, para que eu acreditasse no que ele disse. 

- Você estava falando de mim que eu sei. - Falei ao esticar minha blusa. 

- Estava. - Falou descontraído e ele sentou-se um pouco mais para a frente. 

- Quem é Ryan? - Falei ao passar minhas mãos em seus braços, contornando suas tatuagens.

- Por que você quer saber? - Falou descontraído e deu-me um selinho. - Meu melhor amigo.

- Ele é gato? - Não, eu não falei com a inteção de gerar alguma provocação. Eu só queria saber se ele é lindo, ou legal. 

- Huh, quer pegar ele, é? - Beliscou minha barriga com a ponta dos dedos, o que me fez encolher e resmungar. - Se eu não posso ficar com ninguém enquanto estamos ficando, você também não pode. - Ele sorriu com os dentes passou a estalar os dedos.

- Eu não disse que você não poderia ficar com ninguém. Desde quando você se importa se eu ficar ou não com mais alguém? - Falei ainda olhando para ele.

- Eu não disse que me importo. - Disse esnobe.

- Então eu posso ficar com quem eu quiser? 

- Óbvio que não. - Ele respondeu instantaneamente, atropelando as palavras apressado.

- Por que? - Falei rápido, assim como ele.

- Onde você quer chegar Mellanie? 

- Em uma resposta lógica, talvez?! - Falei com uma ponta de dúvida, para que ele entendesse que era uma pergunta.

               

            SPOILER

- Nossa! Ele é muito mais gato do que eu imaginava. - Falei sorridente, olhando para a bancada da cozinha, procurando-o com o olhar.

- Sério que você está falando isso, logo para mim? - Revirou os olhos e soltou-se dos meus ombros, ao cruzar os braços.

- Qual o problema?! Ele é gato demais. Meu deus. - Falei ao passar as mãos no rosto, com a voz baixa.

- Pega ele então. - Falou rápido e ignorante, como se não soubesse o que dizer.


Notas Finais


'Spoiler' é meio que uma prévia do que vai acontecer no próximo capítulo, por isso eu to colocando agora, para vocês saberem uma coisinha ou outra que vai acontecer hehe.


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