História Amor Infinito - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Alyssa Fernandez, Amor Infinito
Visualizações 83
Palavras 724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Sonho Estranho


A última coisa que queria no mundo era estar no jatinho particular do meu pai. Mas lá estava eu à caminho de Los Angeles. Eu sei que para muitos adolescentes L.A significa o mundo, mas para mim não significava absolutamente NADA.

Fiquei curiosa para saber como seria minha nova casa, uau, suficientemente grande para poder se chamar de mansão.

- Mãe porque você quer uma casa tão grande? Somos apenas eu e você!

- Você me conhece Aly, eu não gosto de nada pequeno. Ainda mais quando se trata de gastar o dinheiro de seu pai. - respondeu saindo do taxi.

A casa era bem grande, bem iluminada. Subi para meu quarto e esse era um caso a parte, era simplesmente perfeito, em cada detalhe da decoração eu percebia a elegância e a delicadeza da minha mãe. Ela havia feito um ótimo trabalho ali. Fui até a varanda e tinha uma enorme piscina lá fora sendo iluminada pelo luar.

Depois de ter vasculhado cada canto da casa, à procura de algum erro que pudesse usar como desculpa para voltar ao Brasil, deitei derrotada na cama. Sabia que por um longo tempo não veria Anabelle, Eduardo, Otávio e... Rafael, o buraco no meu peito que estava começando a se cicatrizar voltou a se abrir e com mais força. Lutei para tira-lo da minha cabeça, mas era impossível ele havia sido a única pessoa que realmente me apaixonara, ele havia sido o meu primeiro e talvez o meu último namorado. Não poderia colocar alguém no lugar dele.

Peguei meu notebook e mais uma vez iria rever aqueles vídeos. Coloquei no primeiro e logo apareceu eu sentada na grama do jardim da minha casa, estava com um vestidinho rosa claro e cabelo preso num rabo de cavalo, "Não, Rafael! Sai com essa câmera pra lá, estou horrível." "Oh não seja boba, você está linda como no dia em que te conheci." Ele beijou meu rosto e sorriu. "Eu te amo" sussurou em meu ouvido. "Eu também te amo muito!", respondi. "Rafael, promete que nunca vai me deixar.", "Prometo, nunca irei te deixar. Você é tudo pra mim Aly, tudo" - Lágrimas caíram dos meus olhos. Sem pensar duas vezes joguei meu notebook contra a parede. Ele não havia cumprido a promessa, nunca mais voltaria a vê-lo. Tinha me deixada para sempre.

Eu estava exausta, depois de tanto chorar, o que significa que adormeci facilmente. Sonhei novamente com Rafael, só que dessa vez o sonho foi bem estranho. Nós estávamos sentados na areia de uma praia vendo o pôr do sol, quando de repente ouvi a voz de um garoto atrás de mim.

- Aly, pegue a minha mão e venha comigo. Eu te amo!

Olhei para trás e lá parado, estendendo a mão, havia um garoto que tinha entre 16 à 20 anos de idade. Não conseguia dizer ao certo, pois seu rosto e seu corpo estava sendo iluminado por muitos flashes.

Senti a mão de Rafael me segurando com bastante força.

- Aly eu te amo. Não me deixe, eu prometo que nunca vou te deixar. - disse Rafael em um tom desesperador.

- MENTIROSO - gritei - Você me deixou sozinha, sofrendo esse tempo todo. VOCÊ ESTÁ MORTO! - falei pegando a mão do garoto e sentindo, de uma forma que desconhecia, uma imensa alegria.

    -

Sentei-me ofegante na cama. A casa estava silenciosa, mamãe provavelmente também havia se deitado.

Fui até a janela e abri um frestinha para possibilitar a entrada do ar, assim refrescando a minha pele que por acaso estava bem quente. Não conseguia entender o que significaria o sonho. Quem era aquele garoto? E porque havia deixado Rafael para ir com ele? Como o meu "eu" do sonho gritara que ele estava morto, sendo que todo esse tempo eu tentara me enganar dizendo a mim mesma que estava vivo, que à qualquer momento ele entraria pela porta da entrada me convidando pra sair? Eram muitas perguntas para nenhuma resposta. 

Mas de uma coisa eu tinha certeza: quando peguei na mão do garoto senti algo intenso, como se eu sentisse algo muito especial por ele, como se eu amasse intensamente. Flávia constantemente me dizia que sonhos sempre significavam algo que estava por vir. Mas como? Nunca trocaria o meu Rafael por qualquer outro garoto. Tentei esquecer isso e mergulhei novamente no sono.



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