História Crazy Love - O diário de uma garota suicida - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Angel Parker, Bullying, Diário, Justin Bieber, Lil Ramis, Sexo
Exibições 376
Palavras 1.532
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Está entregue, linda donzela


ANGEL PARKER POV

O clima de hoje estava perfeitamente combinando com o meu humor. Os alunos estavam agitados , ate mesmo o professor estava impaciente e eu continuava quieta sentada na minha cadeira, me assustando a cada barulho de trovão que eu ouvia. Justin também estava quieto e eu sentia seu olhar queimar sob mim. Agradeço a deus por ele não ter dito nada sobre eu estar me assustando e nem qualquer outra pessoa falou comigo.

Meio intimidada, eu olhava de instante em instante para Angeline. Ela fingia que estava assustada e alguns garotos do time de basquete da escola entravam na onda dela e iam "ajuda-la". Isso é tão repugnante, Angeline nem é tão bonita assim. Ah, a quem estou enganando? Angeline é linda, apenas não se valoriza como mulher, o mesmo de Candy, sua amiguinha confidente. Angeline é o tipo de garota que qualquer cara quer pegar.

Loira, olhos azuis, peitões, pernões e todas essas coisas com ões. Não é atoa que zoam comigo nessa escola, o naipe dessas garotas e eu. Eu sou uma completa sem sal na frente delas, não que eu queira ser puta como, só queria essa beleza, só queria um pouco dela, talvez assim alguém gostasse de mim e ate mesmo se apaixonasse por mim.

Já me falaram que o seu futuro é o espelho do que você foi no Ensino Médio, bom, digamos que eu estou bem ferrada, não é? Porque se for verdade, pobre de mim. Ah, quer saber? Definitivamente eu sairei dessa escola e o dinheiro que eu ganho na noite, pago um escola boa e longe desses mesquinhos.

Apos um longo e alto trovão que me fez pular da cadeira e parar de pensar em como eu sou um lixo, o professor Tyler, - que ate então eu ainda não havia visto -, entrou na sala de repente assustando a todos, o que o fez soltar uma alga gargalhada, pedindo desculpas e pedindo licença ao professor em sala.

- Pessoal, passei aqui apenas para avisar que estou trazendo de vez o projeto para ajudar todos os que querem seguir a vida nesse mundo da música, se não me engano, falei aqui em sala sobre isso. - Disse Tyler e logo um sorrisinho apareceu no meu rosto.

- O que será esse projeto? - Perguntou Justin

- Eu inscrevi a escola em um concurso que acontece todos os anos nas escolas do país e nesse concurso, eles juntam alunos de diferentes lugares e escolas e fazem uma seleção dos melhores, os escolhidos vão ate Nova Iorque para a final. O vencedor ganha um contrato com uma gravadora e uma quantia em dinheiro.

- Já estou gostando disso. - Disse um moreno que eu nem sei o nome e nem faço questão de saber.

- Deixarei este papel colado no mural do corredor logo ali na frente e os interessados deverão assinar seu nome lá ate o fim da semana. - Disse Tyler e segundos depois ouvidos o sinal tocar, avisando que aquela tortura havia acabado.

Recolhi calmamente minhas coisas, sem me importa se iria demorar. O plano era deixar todos saírem para eu sair e assinar aquele maldito papel que há essa altura Tyler já deveria ter colado no mural e deixando apenas uma caneta e o diário que o diretor havia dado para todos nós, que agora virou meu único e melhor amigo, nas mãos. Me sentei novamente, com minha mochila nas costas e pude perceber que Justin ainda estava arrumando suas coisas.

- Vai se inscrever no concurso? - Perguntou

- Acho que sim. - Respondi seca e mesmo assim ele continuou.

- Eu vou. Vai ser uma oportunidade e tanto. Se eu não passar, tudo bem. - E continuou - Notei você tão distante durante a aula, nem fez o dever que o professor mandou fazer em sala. Você está bem?

Quando ele perguntou e na mesma hora meus olhos encheram de lágrimas, afinal, há quanto tempo alguém não fazia essa pergunta para mim sem eu estar em um hospital? Sem ser um médico? Por descuido, deixei uma lágrima cair e a limpei rapidamente. Justin me olhava estranho e olho abaixou seu olhar ate aquele diário.

- Não finja que se importa, Justin. Já está difícil de mais pra mim, não acha que já ta bom de joguinhos? Por favor, me deixa em paz. - Falei com a voz embargada, saindo dali e indo em direção a o maldito mural.

Só tinha duas vagas, o resto já tinham sido preenchidos

[...]

Ainda chovia forte e por alguma razão, eu senti vontade de me arriscar naquela chuva. Eu não poderia chegar atrasada no trabalho, não mesmo. Eu olhava pro céu e tentava criar coragem de sair naquela chuva ate em casa. Se der mais um trovão eu acho que eu morro só de medo e enquanto isso, papaizinho esta andando por ai de Audi e nem liga para a filhinha, não é mesmo? Respirei fundo e gripe, ai vamos nós.

A água estava incrivelmente gelada e os pingos fortes se chocando conta mim me deixavam mais agoniada. Quem mandou ser pobre e não ter um carro? Agora aguenta. Para mim, dia de chuva é um dia triste, um dia sem cor e sombrio. Eu particularmente prefiro o sol, o calor, um dia bem ensolarado do que um dia chuvoso. Eu já estava a mais de dois quarteirões da escola quando um carro luxuosa passou a me seguir.

Parei de andar na mesma hora que notei de quem era aquele carro. Era Justin. O carro parou ao meu lado e logo o vidro foi baixando. Justin estava com seus óculos escuros, - que eu não vejo razão para usa-los, já que nem sol tem -, estava completamente encharcado e havia tirado seu casaco, assim, estando com apenas uma camiseta branca que deixava seus braços amostra com todos aqueles músculos e tatuagens. Com vários cordões no pescoço e AQUELE olhar cafajeste dele.

Juro que eu me segurei para não desmaiar ali mesmo.

- Aceita uma carona, Anjo? - Perguntou ele fazendo piadinha com meu nome.

- Melhor não, vai que tu me estupra. - Respondi com um pouco de dificuldade devido ao frio.

- Entra logo, vai. A última coisa que eu faria contigo era estuprar. - Ele disse abrindo a porta do carona e eu concordei. Afinal, por que ele estupraria uma feiosa como eu?

Entrei calada no carro, tirei meu casaco que além de molhado, estava pesado e o coloquei no chão mesmo. Tirei o diário que estava na mochila para ter certeza de que ele não havia molhado. Eu estava apenas com uma camisa escura fina que tinha molhado pouco por conta do casaco e sentia o olhar de Justin queimar sobre mim que de instante em instante me olhava com aquele olhar cafajeste que só ele tem.

- Sabe onde fica minha casa? - Perguntei

- Óbvio, Anjo. - Ele disse me fazendo revirar os olhos.

Abri o diário e nada de pingos de chuva, obrigado Deus. Suspirei aliviada e Justin disse:

- Está levando isso muito a sério, não é? Aposto que já passou da metade desse diário ai.

- Ah, eu não tenho nada para fazer, sabe. Meus pais nunca estão em casa mesmo, então eu resolvi aderir ele como meu amigo. Já escreveu no seu? - Perguntei e ate que ele não é tão ruim.

- Sim, mas foi apenas versos de músicas e coisas assim, nada demais. - Ele disse apontando para o seu diário que estava ali mesmo, no chão do carro que estava mais molhado que lá fora.

Peguei o diário e de fato, Justin não estava nem ai para ele, já que estava todo rabiscado e de fato, haviam letras de músicas, mas apenas em uma página. Justin ligou o rádio e selecionou algo que eu nem fiz questão de saber, mas foi quando começou a tocar e ele aumentou o volume que eu arregalei os olhos.
 

Segredo nosso é esparro, só quem sabe disso é nós dois e o carro. É o cheiro que te deixa louca, que te deixa louca, que te deixa louca. É o cheiro que te deixa louca, que te faz tirar a roupa. É o cheiro do petróleo que ela está inalando de mim
eu posso trocar seu óleo

 

- Ta zoando que tu conhece Hungria, Bieber. - Falei e ele freou o carro buscamente.

- Ta zoando você. Tu conhece Hungria? - Ele perguntou assustado

- Óbvio, Anjo. - Falei da mesma forma que ele havia falado comido e ele soltou um risinho safado, logo estacionando em frente a minha casa.
 

Então vem, sobe em cima de mim. O cheiro da gasolina que te alucina, faz você perder o chão. O cheiro da gasolina que pinta o clima, faz você sentir tesão. Ela quer fazer pose no meu carona.

 

- Esta entregue, linda donzela. - Ele falou com deboche e eu apenas agradeci, pegando meu casaco e minha mochila e correndo para casa. Justin esperou eu chegar ate o portão e só assim ele deu partida, saindo dali com aquele carro lindo que ele tem. E só então eu percebi uma coisa... MEU DIÁRIO?


Notas Finais


Ihhh, Angel vacilou. O que Bieber fará agora?

TRAILER DA FANFIC: https://www.youtube.com/watch?v=0QV6sgEshPY

Música do capítulo: Meu carona - Hungria Hip Hop


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