História Acorrentados ao Destino - Capítulo 10


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Categorias Originais
Tags Acorrentados, Destino, Drama, Kuudere, Maldição, Psicopata, Romance, Terror
Visualizações 16
Palavras 1.722
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Yay feliz ano novo, seus lindos!
O que acharam da nova capa? Desenhei no Paint Tool SAI, e finalizei no photoshop. Ficou bem melhor que as outras hausahshsh Vou apagar as capas dos capítulos anteriores, e em breve as substituirei. Espero que gostem do cap.
(Na capa da fic: Diana)

Capítulo 10 - Sequestro?


Fanfic / Fanfiction Acorrentados ao Destino - Capítulo 10 - Sequestro?

No capítulo anterior...

- O que quer agora? Vai terminar de acabar comigo?

- Não seja burra. Eu só tenho uma proposta a te fazer.

- E o que seria?

- Bem, você sabe que Diana é minha amiga do peito, não sabe? Mas faz tempo que não nos vemos. Eu e Nadine a queremos. Cada um com o seu objetivo. Mas, com Diogo por perto seria impossível. Por isso eu quero que você faça com que Diana venha até mim, enquanto distrai Diogo. Mas seja rápida, pois você sabe que o meu tempo, e o de Nadine está se esgotando rapidamente. Pegue isto. Faça Diana beber, e veja as maravilhas que isso faz.

Dalila fitava o pequeno frasquinho com um líquido negro, que agora pousava em suas mãos. Ela engoliu em seco.

- Alguém me ajude... – pensou.

***

- O que você quer que eu faça, necessariamente? Eu já o trouxe o rapaz aqui, e você disse que o resto era com você. Tenho trabalho a fazer – disse o homem, frustrado.

- Ah, não se estresse! Não te pago para ficar me irritando. Você precisa desse dinheiro, não é? Eu sei que o seu cargo não te dá muito lucro.

- Realmente, ainda não. Só faz dois anos que trabalho nesta área.

- Foi o que eu disse. Agora preste bem atenção. – disse Nadine, repousando sua mão no ombro do homem - Eu quero que você faça com que Diogo permaneça no acampamento dele. Você sabe que eu tenho pouco tempo. Então por favor, seja rápido.

- Por quanto tempo aproximadamente?

- O tempo suficiente para que Dalila envenene Diana. Já expliquei meu plano a Damon, e ele vai me ajudar se também for recompensado. Não sei exatamente o que ele quer com Diana, mas me disse que quer um tempo a sós com ela, enquanto esta estiver envenenada. Talvez extrair alguma informação, ou se aproveitar dela.

O homem ficou boquiaberto.

- Ele pretende assediá-la?

- Creio que não. Talvez. Nunca fui de conversar muito com ele, só o necessário.

- E você vai deixar Damon fazer isso?

- Tanto faz. Ambos serão mortos em breve.

O homem continuava perplexo.

- Certo, depois que você a matar, o que eu farei?

- Certifique-se de levar Diogo de volta para casa. Invente alguma desculpa. Diga que ela não quer mais o ver, ou que foi morar com aquele inútil do Vinicius.

- Mas por que Diogo precisa ficar longe? Não é melhor matá-lo também? Pelo o que eu andei observando, aquele amigo ruivo dele também é bem esperto.

- Como eu sei que você tem a memória curta, preciso explicar novamente. Era necessário o retorno de Diogo a esta ilha para que o selo que me aprisionava fosse quebrado. Pois bem, foi o que aconteceu e agora eu estou livre. Mas não por muito tempo. Meu corpo está começando a se deteriorar. Em breve, eu irei perecer. Não tenho mais a mesma força de antes, e estou enfraquecendo. Preciso matar Diana antes que isso aconteça, para que assim minha alma descanse em paz. 

O homem assentiu com a cabeça.

- Diogo era a chave para que eu me libertasse, mas também é o único que pode me impedir de matar Diana. A energia positiva que ele emana me enfraquece e por isso eu preciso que ele fique o mais longe possível. Quanto a esse amigo ruivo, eu darei meu jeito nele. Agora vá e faça seu trabalho.

- Como quiser.

- Não me falhe, Roberto...

 

***

 

A porta foi aberta bruscamente por Doddy. Diana e Diogo soltaram-se imediatamente, corados.

- D-Desculpem-me por atrapalhar, mas o assunto é sério – disse Doddy incomodado. Vinicius apareceu logo atrás, não gostando muito da cena.

- O que aconteceu? – perguntou Diana, calçando suas sandálias marrons.

- Dalila... Ela desapareceu!

- Como? Impossível! Ela não passou a noite conosco?

- Eu... Eu não sei! Que droga! Eu devia ter insistido para que ela ficasse no nosso quarto, assim eu não a perderia de vista! – Doddy pressionava o próprio crânio, desesperado.

- Será que foi raptada? – perguntou Vinicius – Vocês sabem que não estamos tão seguros, e o incidente de ontem prova isso.

- Quer dizer que aquelas coisas voltaram e levaram Dalila?! Meu Deus, isso não pode estar acontecendo! Não, isso não!!

- Não o desespere mais ainda! – repreendeu Diogo.

- Escuta aqui, você não se intrometa!

- Vou me intrometer sim, pois tanto Doddy, como Dalila são meus amigos!

- Por favor, brigar não vai trazê-la de volta – interrompeu Diana - O que Vinicius disse pode ter acontecido. Talvez tenham deixado pistas. Vou olhar na sala e nos corredores.

- Vou olhar na cozinha e nos outros cômodos. – disse Diogo.

- Eu e Vinicius vamos olhar lá fora.

A jovem procurava e procurava qualquer pista. Não havia nada na sala, nem um pedacinho de tecido sequer. Depois de alguns minutos, cansada de procurar, Diana se depara com um líquido translúcido alaranjado no corredor. Fora derramado justamente na frente do quarto dos rapazes. Enquanto andava na direção do mesmo, machuca seu braço na quina de uma mesa. Um fio de sangue escorre pelo seu arranhão. Ignorou o ferimento.

Aproximou o rosto do mesmo, e ao sentir o cheiro durante um segundo, relembra de algo que viveu, há muito tempo atrás. Neste momento, Diogo sai da cozinha e a avista sentada no chão, com o olhar perdido.

- O que foi, Diana? E onde machucou esse braço? – indagou ao tocar o ferimento.

A visão de Diogo escureceu. Estava acontecendo de novo. Um fragmento de memória invadiu a mente de ambos. Não era nítida como as anteriores. Era uma lembrança vaga e embaçada, como um sonho o qual as pessoas não conseguem relembrar de manhã.

*Flashback*

Tudo era visto pelos olhos de Diana, no dia daquele acontecido. Havia um garoto a sua frente. Era magro, e segurava um pequeno frasco com um líquido alaranjado. Não era possível ver seu rosto. Ele sorria.

- Veja minha querida – ele dizia – eu mesmo que preparei.

- O que é isso?

- Uma poção. Adivinhe quais efeitos ela causa.

A garotinha pegou o frasco. Aquele odor enjoativo invadia suas narinas. Imediatamente tapou o nariz e devolveu para o garoto. Tossiu e lacrimejou.

- M-Me desculpe! Não pensei que fosse tão ácido assim! – disse o garoto pegando no rosto da mesma e secando seus olhos.

- Pra que serve isso? – Diana ainda tossia.

- É uma poção que criei para autodefesa. Para o caso de alguém me atacar ou algo do tipo. Vai ajudar muito. Fiz mais doses, quer uma também?

- Não sei se aguentaria sair por aí com uma dessas – a garota franziu o cenho – Mas afinal, qual o efeito disso?

- Quem respirar isso por mais de três segundos, desmaia. Não é incrível? Com esses ingredientes – apontou para o local em volta. Era como um pequeno laboratório primitivo. Um porão, para ser mais exato, com ingredientes roubados das poucas curandeiras da região – eu poderei criar qualquer poção! Talvez até... Poções de amor. – sorriu maliciosamente para a garota, que riu. Selou os lábios da mesma com um selinho.

- E-Ei! – corou.

- Venha, vamos dar uma volta. Se minha mãe descobrir sobre meu “laboratório”, já sabe né? – riu.

- Certo!

O garoto puxou Diana em direção à porta. Ao abri-la, uma luz invadiu o local. Diana e Diogo acordaram novamente.

*Fim do Flashback*

Diana respirou fundo e encarou Diogo, que fazia o mesmo. O rapaz estava frustrado, e tentava disfarçar.

- Ele.. Esteve aqui ontem – disse a jovem, enquanto se levantava.

- Vai procurá-lo?

- Não.

- Por quê?

- Fora ele o sequestrador de Dalila. Creio que serei sua próxima vítima.

- Não deixarei!

- Você não o conhece. Sua determinação é mais forte que tudo nesse mundo. Disso eu me lembro bem. – Diana acariciou o rosto do mesmo. Um sorriso triste surgiu em sua face. Suspirou fundo e foi em direção à porta da cozinha.

 

***

 

- Onde eu estava com a cabeça quando a deixei partir? Eu devia ter deixado ela no nosso quarto!

- Você já disse isso – Vinicius suspirava frustrado. Olhava em volta pelo horizonte. Nada.

- Eu sei, mas esse é o único pensamento que se passa pela minha cabeça! Ela foi embora sozinha? Sequestrada? Será que foi por Nadine?

- Ela foi sequestrada – disse uma voz familiar.

Os dois rapazes viraram na direção da mesma. Era Diana.

- E eu sei quem fez isso – continuou.

- Nadine? – indagou Vinicius.

A jovem meneou a cabeça, em negação.

- Vinicius, ele está de volta – uma lágrima escorreu pelo seu rosto – e eu estou confusa.

O rapaz a abraçou.

- Depois de tanto tempo, ele retornou.

- E sequestrou Dalila – disse Diogo – não faço a mínima ideia de quem seja “ele”, mas saiba que não sou a favor desse retorno.

- Muito menos eu – disse Doddy.

- E vocês acham que eu estou contente com isso? – Diana soltou-se dos braços de Vinicius, e encarou-os. Outra lágrima escorreu pelo seu rosto – Como vocês acham que eu me sinto, ao saber que uma pessoa que eu amo muito está de volta, e sequestra uma amiga minha? Vocês têm noção do quanto eu fiquei decepcionada com o que ele fez?

Diogo respirou fundo.

- Me desculpe.

- Não... Não precisa se desculpar. Você não está errado em se sentir assim. Eu só preciso de um tempo para resolver algumas coisas com o Vinicius. Se você quiser sair com o Doddy pra ver se encontra alguma pista sobre a localização de Dalila, está liberado – Diana estendeu a mão para Vinicius, que a pegou. Ambos entraram na casa.

- Diogo, não se esqueça do que conversamos com Dalila antes. Você não pode se distanciar de Diana – alertou Doddy.

- Mas e quanto a você? Vai sair sozinho?

- Não se preocupe, não vou sair da vila – sorriu – Vou pegar minha mochila pequena para levar um lanche – Os dois entraram na casa e foram em direção ao quarto de hóspedes. Diana já estava em seu quarto, com Vinicius.

- Boa sorte – disse Diogo enquanto via o amigo sair do quarto. Este carregava sua mochila, com alguns suprimentos, agasalhos, e o que Diogo não sabia: uma adaga, pertencente à Diana.

Ao sair da casa, Doddy respira fundo.

- Vou encontrá-la, nem que eu precise ir ao inferno.


Notas Finais


O que acharam? Se tiver algum erro, por favor, avisem-me. Postei na pressa e não revisei ;-;
Sugestões? O que acham que acontecerá daqui pra frente? :3


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